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Evento no Tuiuti vai reunir alas de passistas de todo o Brasil

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FOLDERCom o objetivo de valorizar uma das alas mais tradicionais do Carnaval, os passistas do Paraíso do Tuiuti, coordenados por Alex Coutinho e Jorge Amarelloh, preparam para o próximo dia 25 de novembro, a partir das 14h, uma grande festa na quadra da azul e amarelo de São Cristóvão. O evento contará com a presença de integrantes das alas de passistas de todas as agremiações do Rio e de outros estados.

“A realização da festa é uma grande conquista para todos os passistas do Tuiuti e do mundo do samba, valorizando sempre a arte da dança no Carnaval”, afirma Coutinho.

A festa de domingo será conduzida pelo carnavalesco Milton Cunha e terá show da bateria “Super Som”, comandada pelo mestre Ricardinho e o intérprete Celsinho Mody. A tarde ainda contará com apresentação do melhor do samba e pagode com os grupos “Sou + Samba”, “Intimistas” e “Bolollôô”. A expectativa é de que duas mil pessoas participem do Quintal.

As rainhas e musas das escolas coirmãs marcarão presença no evento para celebrar a união e força das mulheres que abrilhantam o Carnaval.

Vale lembrar que a programação terá entrada franca para todos segmentos de passistas, mediante apresentação de carteirinha ou uniforme. Durante a festa serão realizados sorteios de eletrodomésticos e smartphones, além da cerimônia de formatura dos alunos do projeto de passistas do Tuiuti.

Serviço:

“Quintal dos Passistas”
Data: domingo, 25 de novembro de 2018
Horário: a partir das 14h
Endereço: Campo de São Cristóvão nº 33 em São Cristóvão – RJ
Entrada: R$ 10,00 antecipado e R$ 20,00 na hora.

Leonardo Antan: ‘História, delírio e fantasia: enredos que nossas escolas cantaram’

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    Por Leonardo Antan

    antanSe hoje é o enredo o guia, ponto de partida de uma festa que se levanta, como vimos na primeira coluna, nem sempre foi assim. No texto de hoje, vamos fazer um passeio mais histórico pelas transformações que as narrativas das escolas de samba passaram, sempre afinadas com seus momentos sociais. Nem sempre houve ligação entre o visual e o musical, em uma narrativa única e que se completavam, como entendemos hoje. O enredo podia ser uma festa na Bahia, as fantasias da corte francesa, com direito a peruca Luís XIV, e cantar as dores de cotovelo de um malandro por uma cabrocha.

    Os anos 1930 foram fundamentais nos rumos formadores das agremiações, surgidas entre o desejo de legitimar o samba e a necessidade de uma manifestação que representasse a cultura popular. Nesse momento, duas escolas seriam superimportantes. De um lado, em 1939, a Vizinha Faladeira apresentaria a história do filme Branca de Neves e Sete Anões, então recém lançado, fugindo dos temas nacionais. Por isso, a escola foi acusada de estrangeirismo e de protesto de outros sambistas, num curioso episódio. No mesmo ano, quem lutou para defender as tradições foi a Portela que apresentou o que seria a primeira união entre visual e samba, com Teste ao Samba, mesmo que ainda tímida. Paulo da Portela se transformou em professor e entregou diplomas para componentes vestidos de aluno, sob um quadro-negro como alegoria, num samba que falava do universo escolar.

    Buscando a aceitação social, as escolas se entregaram aos temas nacionais, não por imposição do governo populista de Getúlio Vargas, mas fruto de um processo de negociação. Assim, as escolas negras fizeram enredos chapa-brancas, louvando heróis nacionais, apesar de se afirmarem na batida diaspórica dos tambores.

    sal64Tudo mudou na virada dos anos 50 para a década de 60, quando Nelson de Andrade levou o casal Dirceu e Maria Luise Nery para fazer um enredo sobre Debret no Salgueiro. Um ano depois, Pamplona se tornou líder intelectual de um grupo que mudaria os enredos para sempre. Com “Quilombo dos Palmares” contou a história do então desconhecido quilombo liderado por Zumbi dos Palmares. Exaltando o negro pro mundo inteiro cantar, o grupo de artistas da Escola de Belas Artes e do Theatro Municipal imporiam transformações definitivas nas escolas de samba. O ano mais decisivo seria 1963, quando Arlindo Rodrigues assinaria sozinho – Pamplona estava viajando na Alemanha – o seminal Xica da Silva. Com uma narrativa bem amarrada, com início meio e fim, além de figurinos aliados a época que estava sendo retratada.

    Surgia um novo paradigma. Foi uma década negra na Academia alvirrubra. Cantando Chico Rei, Dona Beija, a Bahia, o carnaval carioca e terminando em êxtase saudando um rei negro na corte de Maurício de Nassau. A história era mais um causo fora das narrativas oficias, fruto da pesquisa de Maria Augusta.

    O sucesso da Academia e seus artistas não poderia deixar de surgir novas repostas e modelos, em 1972, ia surgir uma voz artística dissonante. De olho nas transformações estéticas, um pernambucano de cabelo enrolado deixou de lado a “erudição” e fez o primeiro enredo sobre uma figura de massa, que não era histórica, nem nobre, mas sim Carmen Miranda. Na Serrinha, transformou a avenida num teatro de revista, uma chanchada no asfalto, não traçando uma simples biografia, mas em diversos quadros alegóricos a história da Pequena Notável.

    maria augustaSeguindo a década, os enredos mudaram de novo. Pamplona e Arlindo saíram do Salgueiro, deixando seus pupilos. Maria Augusta e Joãosinho Trinta definiriam os rumos das escolas de samba então, cada um a seu modo. De um lado, João cresceu as alegorias, colocou tudo para girar, fez tudo aumentar de tamanho e não deixou faltar brilho. Nas narrativas, inseriu o delírio. Transformou palácios em ilhas encantadas, viajou para minas distantes e provou que sonhar com rei dava leão. Do outro lado, Augusta abriu uma nova possibilidade, com a sutileza de domingos, deixou de lado a história e contou o cotidiano, tudo no melhor bom, bonito e barato. O amanhã como seria?

    caprichosos85Seguiram as transformações, com a espetacularização dos desfiles. Tudo virou espetáculo. Os anos 80 guardavam surpresas. Com as transformações da sociedade em meio a ditadura civil-militar, entre contestações e enredos que apoiaram o regime, surgiram vozes políticas e marginais. Já no primeiro ano, Fernando Pinto pediu “Anistia” em sua Tropicália Maravilha. Logo depois, um matemático contou a inflação das feiras livres. Pedindo as diretas, Luiz Fernando Reis na Caprichosos de Pilares transformou plebeus em nobres saudando o humor. Na saudade de tempos melhores, pediu a volta do tempo que diretamente o povo escolhia o presidente. Era política e sociedade ecoando no carnaval em seu estado sublime, na voz das ruas de um país em transformação. E de uma festa também.

    E no embalo do passado, alguns foram para o futuro. Num delírio tropical, sambistas viajaram para a lua capitaneados por Fernando Pinto, o carnavalesco tropicalista. E ainda na onda do terceiro milênio, índios punks expulsaram o colonizador europeu para formar sua própria cidade lendária. Era simplicidade, alegoria, analogia e crítica pelas demarcação das terras indígenas. Uma cidade a sorrir, em um delírio de um país melhor. Pinto e Reis
    foram protagonistas em meio aos pupilos da academia, um a seu modo realista, irônico e conceitual. Outro com seus devaneios tropicalistas, irreverentes e celebratórios. Nesse caldeirão, havia ainda a crueza preto e amarela, que lembrou capitães de asfalto, casais que não tinha casa e avisou que o samba tinha sambado. A crítica entrou na pauta, mas nunca ganhou um carnaval.

    Tudo desses anos conturbados desaguariam num ano inesquecível. Em um embate final e magistral da década mais politizada do carnaval, a narrativa oficial e oficiosa se enfrentaram. De um lado, um país onde Isabel era a heroína e o Marechal se tornou presidente. Do outro, toda a sujeira de ratos e urubus que não nos deixam em paz. Na disputa, venceu a versão chapa branca, consolidando um olhar apaziguador das agremiações.

    tuiuti18Nas viradas da vida, novos embates surgiram. Noventa chegou. Entre as histórias de causos curiosos, a lenda de índios em terras europeias e jegues escondidos na história. Com a promessa dos anos 2000, os enredos beijaram a ciência. Cantaram criadores e criaturas, falaram das trevas e da luz, no renascimento de um gênio.

    Com a virada do milênio, a grana começou a valer mais do que nunca e bancar o carnaval, viajamos pelas mais diversas cidades, tomamos voos para lugares distantes, louvamos empresas duvidosas e tomamos até iogurtes amargos, que nos fizeram repensar nossos rumos. Distantes do públicos? A aproximação veio de segredos perdidos, de reinos imaginados. A narrativa fragmentada de um Rei do Pop. Em meio a hollywoodização, a voz popular ecoou novamente e arrebatou. Um novo discurso de Brasil surgiu, lembrando de santos, orixás, na voz da Menina de Oyá. E em meio à crise política nacional, as escolas se politizaram de novo. Vampiros, Fantoches, Bispos, Prefeitos, Ratos, Bandidos. Qual narrativa ganharia? A crítica ganhou o carnaval. E agora?

    A avenida é divã do Brasil. Reflexo das nossas mudanças. E segue em transformação.

    Paulinho Mocidade e Wander Pires. As vozes de Padre Miguel que choram a saudade de mestre Jorjão

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    jorjao velorio 5A despedida de mestre Jorjão na quadra histórica da Mocidade, apesar de carregada de tristeza, foi uma reunião de importantes representantes da história da Mocidade Independente de Padre Miguel. Não há um torcedor ou admirador da escola que não pare para ouvir histórias que venham das bocas de Paulinho Mocidade e Wander Pires, dois dos mais emblemáticos cantores da Estrela Guia.

    Paulinho Mocidade foi a voz de Padre Miguel entre 1990 e 1993 e depois retornou em 2003 e 2004. O banguense se despediu do amigo e contou ao site CARNAVALESCO uma passagem polêmica que teve com o experiente mestre, que tinha a personalidade muito forte.

    “Foi na disputa de samba para o Carnaval 1989, ano em que a Mocidade homenageou Elis Regina. Meu samba se apresentava na quadra e notei que a bateria baixou muito o andamento e terminamos nossa apresentação quase como um pagode. Não gostei e reclamei ao microfone. Jorjão se enfureceu e disse que não admitia tal acusação à sua bateria. Ficamos um período sem nos falar mas depois eu formei com ela a dupla do bicampeonato. Essa quadra fervia, foi um tempo áureo da Mocidade. Sentirei muitas saudades do Jorjão”, conta Paulinho com os olhos marejados.

    Quem substituiu Paulinho na Mocidade após o Carnaval 1993 foi o então jovem integrante do carro de som da escola, Wander Pires. O atual intérprete da verde e branca cantou entre 1994 e 1999, 2002, 2006, 2009 e desde 2017 comanda os desfiles na avenida. Foi no último ano de Jorjão à frente da Não Existe Mais Quente (na primeira passagem) que Wander estreou como intérprete, com um apelido bastante peculiar.

    “Na minha juventude na escola eu tinha um cabelo bem enroladinho e a rapaziada me chamava de cabelo frito. Eu não gostava muito, mas a pilha chegou na bateria. E quem é de bateria sabe como é né? Encarna mesmo. Jorjão sempre me chamou de cabelo frito. Eu tive apenas uma experiência trabalhando com ele, que foi no meu ano de estreia, para o desfile de 1994, quando a escola falaria sobre a Avenida Brasil”, lembrou Wander, um dos últimos que se despediu do amigo, e que voltou a trabalhar com Jorjão em 1999.

    Império da Tijuca recebe o Salgueiro na primeira edição do ‘Fim de Tarde Imperial’ no próximo domingo

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    ImperioDaTijuca Casais001A Império da Tijuca vai receber integrantes do Salgueiro no próximo domingo (4), a partir das 18h, no primeiro ensaio show com a presença de escolas convidadas. O “Fim de Tarde Imperial” acontece na quadra da agremiação. O ingresso custa R$ 10.

    A grande anfitriã abrirá os trabalhos ao entardecer sob o comando do intérprete Daniel Silva e da bateria Sinfonia Imperial. Vão se apresentar passistas, baianas, velha guarda e departamento feminino. Participam também Renan Oliveira e Gleice Simpatia, primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira e a rainha de bateria Laynara Teles. Tudo isso ao som de sambas antológicos da escola e do hino oficial para o próximo Carnaval, quando a escola apresentará o enredo “Império do Café, o Vale da Esperança”, do carnavalesco Jorge Caribé.

    Em seguida, o Acadêmicos do Salgueiro tomará conta do palco e da quadra com seus segmentos e a bateria Furiosa de mestre Marcão. No roteiro, sambas históricos e o hino para o Carnaval 2019 “Xangô”.

    Na ocasião, serão comemorados os aniversários dos integrantes da ala Amigos dos Compositores Barbara Pereira, Janine Simões e Lívia Blum com grande festa. O ingresso do ensaio custa R$ 10. A quadra da Império da Tijuca fica na Rua Medeiros Pássaro nº 84, Tijuca.

    Serviço:

    Fim de Tarde Imperial com Acadêmicos do Salgueiro
    Data: Domingo, dia 4 de novembro
    Horário: A partir das 18h
    Local: Quadra do Império da Tijuca
    Endereço: Rua Medeiros Pássaro nº 84, Tijuca, Zona Norte do Rio
    Ingresso: R$ 10
    Classificação etária: Livre

    Alcione é a atração de novembro da feijoada da Vila

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    alcione001O dia 11 de novembro promete ser inesquecível na Unidos de Vila Isabel! Em sua feijoada mensal, a azul e branca do bairro de Noel receberá um show de ninguém menos que Alcione, a Marrom. O evento, que começa às 13h, terá ainda apresentações do cantor Marcos Vivan e da Velha Guarda Musical da Vila Isabel.

    A entrada custa R$ 20. Já A entrada junto com a feijoada sai a R$ 30. E a feijoada a parte custa R$ 20. Vale lembrar que a iguaria é servida até às 17h. Mesas para quatro pessoas saem a R$ 150. Camarotes para 10 pessoas custam R$ 500, e para 15 pessoas saem a R$ 750. As vendas acontecem na secretaria da quadra, de 10h às 19h. As lojas South também são um ponto de venda. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: (21) 2578-0077

    A quadra da Unidos de Vila Isabel fica no Boulevard 28 de setembro, 382. Em 2019, a escola levará para a Avenida um enredo em homenagem a cidade de Petrópolis. A agremiação será a segunda a entrar na Avenida na segunda-feira de folia e terá o desfile assinado pelo carnavalesco Edson Pereira.

    Mangueira 2019: ouça o samba-enredo na voz do intérprete Marquinhos Art’Samba

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    Compositores: Deivid Domênico, Tomar Miranda, Mama, Marcio Bola, Ronie Oliveira e Danilo Firmino

    Intérprete: Marquinhos Art’Samba

    Participação Especial: Cacá Nascimento

    BRASIL, MEU NEGO
    DEIXA EU TE CONTAR
    A HISTÓRIA QUE A HISTÓRIA NÃO CONTA
    O AVESSO DO MESMO LUGAR
    NA LUTA É QUE A GENTE SE ENCONTRA

    BRASIL, MEU DENGO
    A MANGUEIRA CHEGOU
    COM VERSOS QUE O LIVRO APAGOU
    DESDE 1500
    TEM MAIS INVASÃO DO QUE DESCOBRIMENTO
    TEM SANGUE RETINTO PISADO
    ATRÁS DO HERÓI EMOLDURADO
    MULHERES, TAMOIOS, MULATOS
    EU QUERO UM PAÍS QUE NÃO ESTÁ NO RETRATO

    BRASIL, O TEU NOME É DANDARA
    TUA CARA É DE CARIRI
    NÃO VEIO DO CÉU
    NEM DAS MÃOS DE ISABEL
    A LIBERDADE É UM DRAGÃO NO MAR DE ARACATI

    SALVE OS CABOCLOS DE JULHO
    QUEM FOI DE AÇO NOS ANOS DE CHUMBO
    BRASIL, CHEGOU A VEZ
    DE OUVIR AS MARIAS, MAHINS, MARIELLES, MALÊS

    MANGUEIRA, TIRA A POEIRA DOS PORÕES
    Ô, ABRE ALAS PROS TEUS HERÓIS DE BARRACÕES
    DOS BRASIS QUE SE FAZ UM PAÍS DE LECIS, JAMELÕES
    SÃO VERDE- E- ROSA AS MULTIDÕES

    UBER é a única que apresenta proposta para subvenção do Especial e infraestrutura da Intendente

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      sambodromoA Riotur declarou a UBER vencedora do Caderno de Encargos e Contrapartidas para a subvenção do Grupo Especial e Infraestrutura dos desfiles na Intendente Magalhães. Como foi feito no Carnaval 2018, a empresa vencedora deve dar a subvenção de R$ 500 mil para cada uma das 14 agremiações do Especial e ser a responsável pela infraestrutura na Passarela da Estrada Intendente Magalhães.

      O detalhe curioso é que, mais uma vez, a UBER foi a única empresa que apresentou proposta no Caderno de Encargos e Contrapartidas da Riotur.

      Mocidade divulga fantasias comerciais. Confira galeria de fotos

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      Já estão disponíveis no site oficial da Mocidade Independente de Padre Miguel as fantasias das alas comerciais para o Carnaval 2019. A agremiação terá oito alas comerciais no próximo desfile, e o contato para compra dos figurinos é feito diretamente com os presidentes de ala. O folião interessado pode consultar os preços e local da ala no desfile fazendo contato com cada representante.

      Última escola a desfilar na segunda de carnaval em 2019, a Mocidade levará para a Avenida o enredo ‘’Eu sou o Tempo. Tempo é vida’’, desenvolvido pelo carnavalesco Alexandre Louzada. A escola busca o sétimo título de sua história.

      Viradouro faz concurso para novas passistas

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      Viradouro Passista001Para completar o contingente feminino da ala de passistas para o desfile de 2019, a Viradouro vai promover um concurso que acontecerá no dia 20 de novembro. As inscrições, gratuitas, acontecerão nesta terça-feira, 30, e na próxima terça, dia 6, a partir das 20h, antes do ensaio de segmentos e componentes das alas da comunidade, na quadra da escola, em Niterói.

      Coordenador do time de passistas da vermelho e branco, Valci Pelé destaca as principais características que as interessadas devem reunir:

      “Elas devem ter idade mínima de 18 anos, saber sambar, ter corpo com medidas harmônicas, e, principalmente, comprometimento com a ala, participando dos ensaios”

      Para aprimorar a desenvoltura das candidatas, Valci dará aulas de preparação às inscritas nos próximos dias 10 e 14. A quadra da Viradouro fica na Avenida do Contorno, 16, no Barreto.

      Vila Isabel ensaia na Praça 7 nesta quarta

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      Vila Isabel Casal1001A Unidos de Vila Isabel já se prepara de forma abrangente visando o Carnaval 2019. Nesta quarta-feira, dia 31 de outubro, a partir das 20h, a agremiação do bairro de Noel fará um ensaio excepcionalmente na Praça Barão de Drummond, a famosa Praça Sete, a poucos metros da quadra da escola.

      Todos os segmentos participam do treino. A azul e branca homenageará a cidade de Petrópolis em seu enredo. O tema será desenvolvido pelo carnavalesco Edson Pereira. A Vila será a segunda a desfilar na segunda-feira de folia.