O empresário Roberto Medina, criador do Rock in Rio, revelou que após o Carnaval 2019 ajudará na recuperação dos rumos dos desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro, que estão abalados pela relação com a Prefeitura do Rio e a falta de patrocínios privados.
Em entrevista a coluna da jornalista Marina Caruso, do jornal O Globo, Medina confirma que já foi procurado diversas vezes, mas que não tem interesse em ser parceiro e pensar em ajudar para transformação dos desfiles.
“Vou sentar com os caras (da Liesa) depois do carnaval e passar o que aprendi na minha profissão, para ver o que conseguimos melhorar para 2020. O carnaval, como está, é ruim para as escolas de samba, para a TV e para o Rio. Está tudo errado. Nenhuma empresa internacional séria, com compliance, vai patrocinar um evento sem saber a origem do dinheiro que gira ali”, disse Medina ao O Globo.
Para o empresário, o carnaval das escolas de samba precisa de transparência e organização.
“Assim como o réveillon, o carnaval é uma festa espontânea, que cresceu desarrumada. Não pode ter intervalo de 15 minutos entre as escolas, tem que ter um show no meio, fazer direito e bonito, pra ser importante para a prefeitura, para o estado e para a TV que transmite. Um investimento de R$ 200 milhões não é nada. O estado tem R$ 40 bi de receita. A prefeitura, R$ 26 bi. Não falta dinheiro, falta a compreensão de que transparência e organização são fundamentais”.
Uma componente da escola de samba Vai-Vai foi agredida durante ensaio técnico da agremiação na madrugada de domingo. O vídeo que repercute na internet mostra o homem, identificado na camiseta como “diretoria”, puxando o cabelo e a empurrando. Mesmo com as agressões, ele ainda ameaça a mulher: “Se você não for você vai apanhar”, e continua com os empurrões sentido dispersão do Sambódromo. A Vai-Vai emitiu um comunicado em repudio ao ato, e afirmou também que o homem está afastado das atividades da escola. Os nomes da vítima e do agressor não foram revelados. Veja a nota na integra:
“A Diretoria e Conselho do G.R.C.S E.S. Vai-Vai vem a público para informar que não pactua com atos de violência e covardia praticados contra uma componente e colaboradora desta instituição. O autor dos atos em questão está sumariamente afastado de qualquer atividade junto a nossa escola. Viemos a público pedir nossas desculpas e registramos aqui nossa solidariedade à vítima, bem como não mediremos esforços para que ela fique bem e tenha todos os meios para garantir e legitimar os seus direitos. Repudiamos de forma veemente o triste e criminoso fato ocorrido e não admitiremos em hipótese alguma que lamentáveis acontecimentos como este fiquem impunes”.
Entidade responsável por toda a organização dos desfile do carnaval da cidade de São Paulo, a Liga-SP também se pronunciou sobre o caso através do Facebook. Na nota eles repudiam o ato, “defendem que o assunto precisa ser mais falado e afirmam que vão se esforçar para localizar e punir todos aqueles que só querem atrapalhar a nossa festa”.
A Sociedade Rosas de Ouro foi atingida de surpresa por uma forte chuva que caiu durante sua montagem, porém nem a água desanimou os sambistas e principalmente a torcida presente no setor D. A agremiação azul e rosa realizou um ensaio acima das expectativas. Um ponto forte foi a estreia do casal oficial, Edgar e Isabel, ambos realizaram um treino bastante satisfatório.
Harmonia
O canto da escola foi um detalhe positivo. Algumas alas cantaram mais que outras e causou um certo desequilíbrio, mas nada que prejudicasse o quesito. O 2° setor trouxe bastante empolgação para o decorrer do ensaio.
Mestre-Sala e Porta-Bandeira
Os responsáveis por ostentar o pavilhão principal da escola, Edgar Carobina e Isabel CasaGrande, pisaram no Sambódromo pela primeira vez como dupla oficial e demonstraram que o entrosamento não é mais um dos problemas. O casal usou a fantasia de desfile, e que causou um certo cansaço na Isabel no final do ensaio.
“Eu gostei. É o primeiro de tudo, porque a minha parceria com ele será o nosso primeiro ano, por isso achei excelente. O segundo vai melhorar e no terceiro vai ficar maravilhoso”, disse a porta-bandeira.
Samba-Enredo
O experiente intérprete Royce do Cavaco conduziu bem o samba. A ala musical do Rosas tem profissionais conceituados e que enriquecem a canção trabalhada. Em relação aos componentes, o samba deixou a impressão de que existem espaços para ele crescer ainda mais durante o desfile.
“Não conseguimos ver muita coisa porque estamos no carro de som, mas pela expressão das pessoas, e como primeiro ensaio, acho que foi bom, a escola passou perfeita, com energia, o que me deixa feliz é que a escola vem numa crescente”, afirmou o intérprete.
Bateria
A “Bateria com Identidade”, do mestre Rafa, demonstrou boa sustentação e condição para a escola. O andamento trabalhado deixa a entidade confortável e influencia positivamente o quesito de evolução. As bossas feitas impressionou e levantou o público presente. Destaque para o naipe de tamborins que mantém a qualidade e precisão nos desenhos.
“Ah foi legal por ser o primeiro, tem algumas coisas pra limpar, é até normal, mas eu gostei do desempenho mesmo. Pegamos a chuva também no começo, caiu a afinação pra caramba, se tivesse valendo a gente já tomava um prejuízo em afinação, mas a gente conseguiu reverter”, explicou o mestre.
Evolução
O quesito evolução demonstrou não ser um sério problema para a escola. Alas bem separadas, andando de forma uniforme e com coreografias que não comprometem.
Comissão de Frente
A comissão promete ser um ponto bastante interessante no desfile. A coreografia apresentada, confirmada que é a oficial, faz uma alusão ao genocídio do povo armênio. Os bailarinos empolgaram muitos apreciadores do quesito.
Outros Destaques
A agremiação azul e rosa trouxe cerca de 65 baianas, a maior quantidade da noite. Além de conter também uma ala totalmente inclusiva, com cadeirantes, deficientes auditivos, crianças com síndrome de down, etc.
Levando para o Sambódromo do Anhembi uma homenagem ao povo Armênio, através do enredo: “Viva Hayastan”, a Sociedade Rosas de Ouro será a 5° escola à desfilar na noite de sábado, por volta da 02h50.
Ainda com o Sambódromo do Anhembi quente após o ensaio da Mocidade Alegre, a Tom Maior entrou na avenida com bastante expectativa em relação a postura da escola após o último carnaval, no qual ficou em 4° lugar. O primeiro treino foi agradável em relação a parte musical, entrosamento entre o carro de som com a bateria foi um ponto de destaque durante o treino. O que precisa ser observado é o quesito de evolução, alas que se misturavam e alguns buracos durante o andar da escola foram notados. A escola realizou seu ensaio com folga, 62 minutos.
“Foi dentro do esperado. Nós estamos felizes porque o pessoal se empenhou, e o fato deles estarem aqui já é importante para ver onde precisamos fazer os ajustes, e sem dúvida, os ajustes sempre tem e sabemos aonde fazer”, garantiu a presidente Luciana.
Harmonia
O começo do ensaio foi bem emocionante, sentimento que estava presente logo no 1° setor. Alas bem alegres e que cantavam com empolgação o samba, porém a animação caia conforme os outros setores apareciam. Alguns componentes não sabiam a letra e perto do portão de dispersão aconteceu a falta de sincronismo dos componentes com o carro de som.
“A Tom Maior sai bastante feliz com o ensaio que fez principalmente pela tranquilidade. Mantendo isso a gente vai conseguir o nosso objetivo que é ser campeão do carnaval.
Foram duas mil pessoas na avenida, a escola veio praticamente completa, passou sem nenhuma correria, com toda a tranquilidade que a gente espera para o nosso desfile”, disse Judson Sales, diretor de carnaval.
Mestre-Sala e Porta-Bandeira
O primeiro casal oficial, Jairo Silva e Simone Gomes, realizou um ensaio bastante satisfatório. O mestre-sala cortejou a porta-bandeira da foma devida, ato bastante presente no estilo de dança mais clássico. A dupla não esconde simpatia por onde passa, sendo considerada um dos pontos altos da agremiação no ensaio.
Samba-Enredo
Como primeiro teste da obra no local do desfile oficial, o encaixe do samba com o canto da escola foi positivo. Impulsionados pelo intérprete Bruno Ribas, a ala musical da Tom Maior se destacou bastante. Entrosamento dos intérpretes e os arranjos do time de cordas enriqueceram o hino cantado.
“O trabalho está sendo bem feito, a gente está cumprindo bem a cartilha do que precisamos pra alcançar um patamar bom. Esse ensaio foi um desfile fantástico e com certeza estamos no caminho de galgar mais um degrau na escadaria do sucesso”, comentou o cantor.
Bateria
A bateria Tom 30 do Mestre Carlão provou que o nível continua crescendo. A batucada manteve o bom ritmo durante o treino e, em relação as bossas, soltou elas em pontos específicos e que levantou a arquibancada.
“Foi realmente o que nós esperávamos. A escola ela veio compacta, a bateria ainda temos alguns pontos a melhorar. Eu gostei para um primeiro ensaio técnico, fizemos um bom
trabalho hoje”, explicou o mestre.
Evolução
A escola optou pela presença de balões nas mãos dos componente, ato que gerou um efeito visual agradável, principalmente, para os sambistas nas arquibancadas. O andar da escola no começo estava numa constante, mas isso acabou se perdendo durante o treino e fez com que fossem notadas a confusão entre algumas alas e o efeito sanfona.
Comissão de Frente
A comissão apresentou uma coreografia com pitadas de desfile oficial. Alguns integrantes usavam adereços que já demonstravam o que representavam. Alguns pequenos detalhes de falta sincronismo foram vistos, mas consertados com o decorrer do ensaio.
Outros Destaques
A ala de passistas da Tom Maior chamou a atenção de foma positiva. Coreografias, samba no pé direcionadas ao público nas arquibancadas, simpatia e a quantidade de contingente cativou grande parte dos apreciadores do gênero musical.
Quarta colocada no último carnaval, a escola de samba Tom Maior traz o enredo: “Penso… Logo existo – As Interrogações do Nosso Imaginário em Busca do Inimaginável”. A agremiação encerra a primeira noite de desfiles de São Paulo, às 05h45.
O Vai-Vai encerrou a noite de ensaios técnicos deste sábado no Anhembi com um treino nos padrões que somente a Saracura é capaz de fazer. Com um enredo de identidade negra, como é o DNA da escola, a comunidade da Bella Vista passou como um verdadeiro arrastão no Sambódromo, tendo ensaiado boa parte debaixo de chuva e com uma multidão acompanhando o fim do ensaio, dando certo trabalho à direção de harmonia.
Harmonia
Embora já tenha realizado ensaios técnicos com o canto mais forte, o padrão elevado de ensaios da Bella Vista foi constatado na pista do Anhembi. A comunidade lavou a alma debaixo de chuva cantando o tempo todo. A falta de sonorização total na Avenida não foi empecilho para uma harmonia quase perfeita.
Evolução
Alguns aspectos podem melhorar no quesito, tomando por base o regulamento do carnaval. A escola passou com um andamento de desfile irregular, ora mais acelerado, ora mais lento. De positivo a se destacar foi que a chuva não atrapalhou o ensaio. Forjado nas ruas, o Vai-Vai mostrou que não tem medo das condições climáticas.
Samba-Enredo
Um dos mais emblemáticos sambas da safra de 2019, a obra cumpriu um excelente papel esta madrugada no Anhembi. Um samba de DNA negro, defendido com muita garra por uma cantora negra. Grazzi Brasil segue provando porque se tornou intérprete oficial da escola do povo.
Bateria
Os comandados dos mestres Tadeu e Beto sacudiram o Anhembi com muitas bossas e o ritmo característico da Pegada de Macaco. Apesar de muita gente nas laterais da bateria, o desempenho dos ritmistas não foi afetado e eles encerraram o ensaio ovacionados pelo público do Anhembi.
Mestre-Sala e Porta-Bandeira
O casal Pingo e Paulinha, que tem a enorme responsabilidade de conduzir o pavilhão mais importante do carnaval de São Paulo, passou bem pela pista com uma evolução tranquila e sem maiores falhas. Eles vieram depois de uma ala e não logo atrás da comissão como virou praxe nos últimos carnavais.
Comissão de Frente
Formada por homens negros paramentados com uma fantasia também totalmente negra, os dançarinos foram ovacionados ao se apresentar com uma criança a tira colo, representando um molequinho, que é um dos principais símbolos do Vai-Vai.
Cotada como uma das mais fortes candidatas ao título do Grupo Especial do Carnaval 2019, a Mancha Verde mostrou na noite deste sábado, no Sambódromo do Anhembi, todas as suas credenciais para finalmente realizar o sonho de ganhar o carnaval paulistano. No ensaio técnico a escola já demonstrou a assinatura do trabalho do multi campeão Jorge Freitas. Para coroar o grande ensaio uma forte chuva caiu no final, aumentando ainda mais a garra dos componentes da verde e branca.
Harmonia
Duelando em uma noite com gigantes do carnaval de São Paulo, a Mancha não ficou devendo nada às coirmãs. A comunidade cantou muito forte o samba-enredo. Em diversos pontos da escola, até mesmo naqueles longe da zona de influência da bateria, se ouvia um canto coeso e com força. A chuva impulsionou ainda mais o canto no final do ensaio.
“A água é um elemento que alimenta a emoção. Chuva durante o desfile traz ânimo. Nos preparamos para fazer um ensaio bem feito. Agora cumprimos esse objetivo. Hoje eu marquei apenas dois carros, no próximo irei marcar todos. Nosso canto está bem forte e nossa evolução está já com minha cara. Temos tudo para fazer um grande carnaval”, disse Jorge Freitas.
Evolução
Quesito importante nos projetos vencedores de Jorge Freitas, a evolução já tem a assinatura do artista. Com alas organizadas e que passam enfileiradas, sem comprometer as premissas básicas que o quesito exige, a Mancha esteve próxima da perfeição esta noite no Anhembi no quesito. A escola cruzou a faixa final de desfile após 63 minutos de treino.
Samba-Enredo
Muito bem defendido pelo intérprete Freddy Viana o samba-enredo impulsionou o ensaio da verde e branca. Os refrões tiveram um excelente desempenho no Anhembi, principalmente, depois que começou a chover e ao invés de as pessoas desanimarem o que se viu foi uma escola pulsante e aguerrida, cantando com bastante força o samba-enredo.
“Foi um ensaio para lavar a alma. Fomos abençoados. Ainda faremos dois ensaios e melhoraremos mais. O samba está funcionando muito bem, apesar das caixas de som ainda não estarem na avenida. Mesmo assim percebi todo mundo cantando e evoluindo muito bem”, comentou o intérprete.
Bateria
Passou com correção o time de ritmistas comandado por mestre Maradona. As bossas tiveram boa execução e o andamento adotado permitiu com que o samba tivesse um bom desempenho no ensaio, entrosado com o intérprete oficial Freddy Viana. Viviane Araújo, rainha da bateria, estava deslumbrante, sempre com muita simpatia e samba no pé.
Mestre-Sala e Porta-Bandeira
Marcelo Luiz e Adriana Gomes deram mais um show na avenida. Um dos mais talentosos casais do carnaval de São Paulo arrancou aplausos do público com uma dança envolvente e um belo entrosamento. Adriana encantou com giros perfeitos e finalizações cheias de brilho, além do sorriso sempre estampado no rosto da porta-bandeira.
Comissão de Frente
A Mancha Verde não economizou na apresentação de sua comissão. O grupo foi muito bem fantasiado. Entre eles dois representavam os orixás Xangô e Oxum. A apresentação foi impactante e arrancou muitos aplausos do público presente no Sambódromo do Anhembi, principalmente, no setor destinado à torcida da escola.
A bateria Ritmo Puro da Mocidade Alegre reviveu seus áureos tempos na noite deste sábado no Sambódromo do Anhembi. A agremiação foi a primeira do Grupo Especial a realizar seu treino em uma noite estrelada, que ainda teve Tom Maior, Mancha Verde, Rosas de Ouro e Vai-Vai. Com uma ousada coreografia, marca registrada do trabalho de mestre Sombra, a Morada do Samba enlouqueceu as arquibancadas. Mestre Marcão também participou do treino.
“Eu fico bastante pilhada e emocionada em ensaios técnicos, então não tenho condições de fazer uma análise ainda sobre nosso desempenho. Fico feliz que o público tenha gostado. Mocidade Alegre respeita o público. Esse tem sido um carnaval com grandes dificuldades, mas nós estamos lutando para colocar uma escola grandiosa na avenida como sempre fazemos”, disse a presidente Solange.
Bateria
Foi o grande destaque da apresentação. Além do inconfundível Ritmo Puro, os ritmistas levantaram o Anhembi com duas ousadas coreografias. A primeira delas foi o tradicional caracol, quando os ritmistas trocam de posição girando em círculo. A segunda foi uma espécie de encaixe onde metade bateria se deslocava para um lado e a outra metade para o outro, invertendo as posições em sequência. Um show que levou o público nas arquibancadas ao delírio.
“Fazemos esse tipo de coreografia pois o público gosta, já é uma marca da gente. Com relação ao desempenho da bateria, sabemos que nunca esá bom. Não podemos nos acomodar. São 25 anos à frente da Ritmo Puro e quem sabe a gente não reviva na avenida algumas coreografias que fizemos ao longo desses anos”, explicou mestre Sombra.
Samba-Enredo
Um bom papel desempenhado pelo samba da escola. Graças muito ao belo desempenho do intérprete Igor Sorriso, que na Mocidade Alegre está em casa, agremiação que voltou a defender a partir do carnaval deste ano. Seguro e com as divisões corretas, contribuiu para o bom andamento do ensaio técnico, interagindo bastante com o público e os componentes.
“Esse carinho é legal. A gente faz o que gosta e ainda recebe esse carinho. Ali cantando focado no andamento e na métrica do samba eu achei um bom ensaio da nossa escola. O Sombra colocar a arquibancada abaixo já é normal. Ele é fora de série”, afirmou Igor Sorriso.
Harmonia
A comunidade da Mocidade Alegre demonstrou que está com os ensaios em dia ao cantar bastante o samba-enredo na avenida. A obra passou em um andamento bastante confortável para o canto e a comunidade demonstrou grande entrosamento com o intérprete Igor Sorriso. Até mesmo as alas que estavam distantes do carro de som, com a sonorização ainda não completa para a avenida, cantaram junto com toda a escola o samba-enredo no tempo certo.
Evolução
Uma das evoluções mais competentes do carnaval de São Paulo, a Mocidade Alegre fez um ensaio sem maiores problemas no quesito. Até mesmo as coreografias da bateria não atrapalharam o quesito. A escola realizou o treino em cerca de uma hora, o que está dentro do regulamento no dia do desfile. Ao cruzar a faixa de final de desfile a bateria ainda fez uma evolução voltando à pista e mesmo assim a agremiação concluiu seu treino de maneira confortável.
Comissão de Frente
A comissão de frente da Mocidade trouxe bailarinos fantasiados e maquiados que desenvolveram uma coreografia com muito sincronismo, abrindo com muita beleza o ensaio técnico da Mocidade Alegre. Ao longo de toda a pista executaram uma coreografia com um sincronismo que chamou a atenção do público.
Mestre-Sala e Porta-Bandeira
Emerson Ramires e Karina Zamparolli cruzaram a pista do Anhembi com as fantasias do desfile de 2018, causando grande admiração no público. A dupla passou com garbo e elegância e premiou o público presente com a exibição do pavilhão em diversos momentos do ensaio.