Reforçando seu time para 2020, a Império da Tijuca contratou mais uma profissional para o Carnaval. Renovando os quesitos, a porta-bandeira Lais Ramos fará par com o mestre-sala Renan Oliveira formando assim o novo primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da agremiação.
A nova porta-bandeira iniciou a sua trajetória em 2007 na escola de samba mirim Pimpolhos da Grande Rio. Seguiu sua trajetória passando pela Gato de Bonsucesso e Matriz de São João de Meriti. Em 2014 estreou na Vizinha Faladeira onde ficou até o último carnaval. Lais é uma velha conhecida da Império da Tijuca, de 2016 a 2018 foi a segunda porta-bandeira da verde e branca do Morro da Formiga, se afastando em 2019 para bailar com o segundo pavilhão do Acadêmicos do Sossego, retornando, agora como defensora do pavilhão principal em 2020.
“Para minha maior surpresa fui escolhida para voltar ao primeiro Império do Samba empunhando seu primeiro pavilhão. A Império da Tijuca tem um enorme espaço no meu coração e ter meu trabalho reconhecido, ocupando um cargo tão nobre, é de extrema felicidade. Agradeço ao presidente Tê pela oportunidade. Não medirei esforços para apresentar um lindo trabalho junto ao mestre-sala Renan para o carnaval de 2020”, declara a nova porta-bandeira.
A Império da Tijuca vem formulando sua equipe para o Carnaval 2020. Os integrantes serão oficialmente apresentados durante a tradicional festa de São Jorge que acontecerá dia 23 de abril.


Foi deferia na tarde desta sexta uma liminar, pelo juiz Sandro Lúcio Barbosa Pitassi, que impede a realização de uma assembleia geral que definiria o novo presidente da Lierj às 18h na sede da liga no centro do Rio. O autor é o presidente do Império da Tijuca, Antônio Marcos Telles, o Tê. São réus na ação o ex-presidente do Acadêmicos do Sossego, Wallace Palhares, o presidente da Unidos do Porto da Pedra, Fábio Montebello e a própria Lierj.
A Acadêmicos de Vigário geral, que em 2020 vai abrir os desfiles da Série A, contratou o intérprete Tem-Tem Jr para o comando do seu carro de som. O cantor de 27 anos estreou no Sambódromo no desfile deste ano ao lado de Luis Oliveira na Unidos de Bangu.
A comissão de frente da Portela foi bastante punida no julgamento do Carnaval 2019. Coreografada por Carlinhos de Jesus, não tirou a nota máxima em nenhum módulo de julgamento. O principal fator, para os jurados, foi a falta de capricho e acabamento no tripé que trazia o orixá Iansã na apresentação.
Rafael Riveiro já foi mais incisivo com relação às falhas na apresentação. Ele destacou a demora no efeito em que a Insã virava para o outro lado das arquibancadas e a cantora Mariene Castro era revelada ao público.
Apontado como um dos melhores sambas da safra de 2019 o samba-enredo da Mocidade não rendeu o esperado na avenida, segundo os jurados do quesito. A escola não tirou nenhuma nota 10 e os principais argumentos adotados pelos julgadores foram relacionados às rimas da letra e à melodia do samba.
“Apesar da belíssima ideia de se falar da passagem do tempo pelo olhar de um apaixonado pela escola, o trecho ‘tempo que faz a vida virar (saudade)’ é quebrado na diferença entre a frase do texto e a frase melódica e tem trecho menos inspirado como ‘do meu destino compositor’, explicou.
O público presente na festa do Estrela do Carnaval 2019, dia 14 de abril, na quadra da Unidos da Tijuca, poderá sentir de perto a potente voz do intérprete Daniel Silva, do Império da Tijuca, que foi eleito o melhor cantor da Série A em 2019.
O Paraíso do Tuiuti é a primeira escola de samba do Grupo Especial a anunciar seu enredo para o Carnaval 2020. A escola de São Cristóvão escolheu “Encantarias de Sebastião” e o carnavalesco João Vitor, que estava na Unidos de Padre Miguel será o responsável pelo desenvolvimento.
A Mangueira foi campeã do carnaval obtendo a nota máxima possível no julgamento. Com 33 notas 10 em 36 aplicadas, só foi despontuada por três jurados de três quesitos diferentes, o que garantiu que as notas fosse descartadas. Com a divulgação das justificativas pela Liesa foi possível contatar os aspectos do desfile que desagradaram ao corpo de jurados.
A Beija-Flor de Nilópolis não recebeu nenhuma nota 10 no quesito Enredo em 2019. E não foi a escolha do tema, os 70 anos da agremiação, o grande vilão. A escola foi penalizada pela opção de transformar em fábulas sua proposta.