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Nenê de Vila Matilde contará a história da cerveja em 2020

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O Presente da Deusa e O Brinde da Águia NenêdeVilaMatilde Carnaval2020A Nenê de Vila Matilde anunciou neste sábado o seu enredo para o Carnaval 2020. “O presente da Deusa e o brinde da Águia” é o título. A agremiação contará a história da cerveja, desde sua origem na antiguidade até sua transformação em um símbolo da identidade brasileira. Será desenvolvido pelo carnavalesco Zilkson Reis.

O enredo terá início com o surgimento da bebida na Suméria, região mesopotâmica, e passará pelos principais pontos de sua trajetória histórica até a chegada no Brasil: Egito Antigo, Império Romano, navegação holandesa e comitiva da Família Real Portuguesa. Em seguida, serão abordados os efeitos culturais da popularização da cerveja no Brasil e como a bebida se tornou um símbolo da nossa identidade, a partir de sua associação com diversas atividades e expressões culturais. Dentre elas, o samba.

“A cerveja é a fiel companheira do compositor em busca da inspiração para escrever. É o ingrediente essencial que não pode faltar nas rodas de samba. É o combustível do sambista que leva o corpo a dançar. É o símbolo da vitória, a estrela principal dos brindes das conquistas. É a bebida oficial da Nenê de Vila Matilde, que faz a nossa comunidade vibrar e sonhar com a volta dos dias dourados, com os voos ao infinito da nossa amada águia altaneira”, ressalta o carnavalesco.

Império Serrano deixa a Cidade do Samba e Estácio ocupa o espaço

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Imperio Serrano desfile2019 131O Império Serrano vai deixar a Cidade do Samba, na noite deste sábado, e dará lugar para a Estácio de Sá, campeã da Série A em 2019. Todas alegorias imperianas estão no pátio e prontas para o transporte até o barracão na Zona Portuária do Rio. A escola da Serrinha foi rebaixada esse ano do Grupo Especial. A Imperatriz Leopoldinense, que também caiu para a Série A, seguirá na Cidade do Samba.

 

Vigário Geral é a quinta escola da Série A a anunciar enredo para o Carnaval 2020

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    O conto do VigárioPara marcar seu retorno à Marquês de Sapucaí em 2020, o Acadêmicos de Vigário Geral vai levar para a avenida uma narrativa de fatos relevantes que podem ter impedido o Brasil de ‘dar certo’, a partir de histórias que aconteceram mesmo antes de sua própria história. ‘O Conto do Vigário’ será o enredo desenvolvido pelos carnavalescos Rodrigo Almeida, Alexandre Costa, Marcus do Val e Lino Sales.

    A Unidos da Ponte foi a primeira escola da Série A a anunciar o enredo para o ano que vem. A segunda escola que anunciou o enredo foi o Sossego. A terceira foi a Unidos de Padre Miguel. E a quarta a Inocentes de Belford Roxo.

    “Estamos muito felizes com este enredo, que já era um desejo do povo de Vigário, pois lá também temos muita história para contar e tenho certeza que nossos carnavalescos vão mostrar isso para o mundo inteiro”, declara a presidente Elizabeth da Cunha, a Betinha.

    A proposta dos carnavalescos da Vigário Geral é mostrar as farsas contadas sobre um ‘paraíso’ chamado Brasil, que impediram o país de ‘se dar bem’, frustrando sonhos, lutas e desejos, em nome do famoso ‘jeitinho brasileiro’. Inclusive uma das versões para a origem da expressão ‘conto do vigário’, se referindo ao método de ludibriar as pessoas, teria surgido em terras brasileiras.

    A Vigário Geral vai estrear na Série A do Carnaval do Rio de Janeiro propondo que talvez o maior conto do vigário seja o Brasil e o povo brasileiro. A escola abre os desfiles de 2020 na sexta-feira de carnaval, dia 21 de fevereiro do próximo ano.

    Mocidade escolhe presidente neste sábado com duas chapas candidatas. Conheça as principais propostas

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    Neste sábado de aleluia a Mocidade Independente de Padre Miguel viverá um dia importante para os seus próximos quatro anos. Acontece na quadra tradicional da Vila Vintém o pleito eleitoral que vai definir o novo presidente da agremiação até 2022. O novo mandatário será escolhido pelos sócios da escola em dia com suas atribuições associativas. Depois de cinco anos como presidente administrativo da Estrela Guia, Vô Macumba passará o posto. Duas chapas disputam o pleito. O site CARNAVALESCO traz as principais propostas de cada uma.

    Mocidade03Pelo lado da situação, o atual vice-presidente Rodrigo Pacheco compõe uma nova chapa tendo Flávio Santos como cabeça e candidato à presidência e o próprio Pacheco seguindo como vice administrativo. O grupo escolheu o nome ‘Família Verde e Branca’ para disputar o processo eleitoral. Esta é a corrente política que vem cuidando da gestão da Mocidade desde a deposição do ex-presidente Paulo Viana em 2014. Com um mandato tampão até abril de 2015, o então vice-presidente Vô Macumba assumiu a presidência até a eleição realizada no mesmo ano e foi reeleito.

    ‘Se houvesse uma pesquisa nosso índice de aprovação seria de 90%’, acredita Rodrigo Pacheco, da situação

    Rodrigo Pacheco falou à reportagem do CARNAVALESCO sobre o pleito deste sábado. O dirigente acha salutar a presença de uma corrente política diferente dentro da escola, mesmo depois dos bons resultados obtidos pela Mocidade desde 2017.

    “Acho saudável que se tenha oposição. Vivemos um regime democrático na Mocidade e quem puder colocar uma chapa, tiver dentro do que rege o estatuto, pode fazer. Desde que apresente propostas e nós possamos manter um nível de respeito, como vem acontecendo. O associado escolherá aquilo que ele acha melhor para a escola”, opinou.

    Segundo o candidato a vice a prioridade em uma eventual nova gestão é dar seguimento ao panorama de reestruturação que recolocou a Mocidade no rumo das agremiações mais competitivas do carnaval.

    “A prioridade é continuar fazendo a Mocidade competitiva, como conseguimos alcançar nos últimos três anos. Colocamos novamente a escola nos trilhos e a continuidade desse trabalho vai fazer a gente cada vez mais se aproximar da excelência. Temos uma equipe muito capacitada e uma série de pessoas dispostas a ajudar, que vestem verdadeiramente a camisa da escola. Fazem isso porque veem uma diretoria que trabalha com honestidade e muita dedicação. A nossa ideia é seguir buscando meios de ‘autossustentabilidade’ para a Mocidade, buscar parceiros para atender ao nossos departamentos, do carnaval até o social. Creio que essa evolução não pode parar”, alertou.

    Pacheco aproveitou para fazer um breve balanço destes cinco anos de gestão da escola, iniciados às vésperas do Carnaval 2014, quando a Mocidade ergueu todo o seu desfile em menos de um mês. De lá pra cá a escola teve resultados oscilantes até alcançar o sonhado título em 2017.

    “Estamos há três anos entre as seis primeiras do carnaval, algo que não acontecia desde o triênio 1997/1998/1999. É claro que não estamos satisfeitos e sabemos até que poderíamos ter alcançado resultados melhores. Acho que esses últimos três anos serviram para mostrar que ajustamos as coisas. Cometemos alguns erros no início, mas eles foram importantes para nos indicar o caminho. A nossa ideia é ampliar isso, melhorar os resultados, e a crescente está acontecendo na escola em todos os aspectos. Tenho certeza que se você fizer uma pesquisa entre os componentes da Mocidade, frequentadores da escola e pessoas do mundo do samba, o nosso nível de aprovação ultrapassa os 90%”, afirma.

    Oposição propõe revitalização das quadras e cuidado com saúde de ritmistas

    Mocidade01Uma chapa de oposição foi montada pelos conselheiros Sérgio Bylucas e Severo Diniz, respectivamente candidatos a presidente e vice-presidente. A chapa foi intitulada ‘Salve a Mocidade’. Dentro os apoiadores mais conhecidos do grupo está o ex-intérprete Paulinho Mocidade.

    “O meu vice é um baluarte com mais de 50 anos de Mocidade, um intelectual do samba. Eu sou artista plástico. Sempre desenvolvi trabalhos na mocidade, trabalhei com Fernando Pinto nos áureos tempos da Mocidade. Ajudamos a colocar essa diretoria lá. Eles abandonaram a comunidade. As pessoas sentem saudades de ter acesso a escola. Quando você vai na Mocidade você não conhece ninguém mais. É um clubinho fechado. Temos apoios importantes, como Paulinho Mocidade, Paulinho Gogo, seu Orozimbo”, disse Sérgio Bylucas, que completou.

    “Primeiro de tudo é fazer uma auditoria. A escola tem divídas demais e todo dinheiro que entra vai embora. Uma escola como a Mocidade não pode ter o nome sujo, funcionários com nove meses sem receber. Nossa quadra ficou meses sem luz. A nossa quadra da Vintém é pequena, mas é aconchegante. Não adianta uma quadra enorme sem energia e calor humano. A Mocidade conosco vai usar as duas quadras. Pensamos em montar um calendáriuo fixo. Não sabemos quando a escola ensaia, quando são as feijoadas. Os sócios da escola estão nos apoiando”.

    Júnior Escafura acerta com a Portela e entra na Comissão de Carnaval

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    escafura equipeA comissão de Carnaval da Portela tem um novo integrante. Júnior Escafura, ex-diretor de Harmonia da Imperatriz, passa a integrar o núcleo, que já conta com Fábio Pavão, Claudinho Portela, Marcos Aurélio Fernandes e Jr. Schall.

    Nesta quarta-feira, Júnior foi apresentado oficialmente no barracão da escola, na Cidade do Samba.

    “Estou muito feliz de poder voltar à Portela. Chego para somar e ajudar a Águia a voar ainda mais alto. Todo mundo sabe do meu amor pela escola. Me sinto em casa de novo”, comemora o sambista, que estava longe da Azul e Branco desde 2013.

    Filho do ex-presidente Luiz Carlos Escafura, o Bolão, Júnior já comandou ala comercial e passou pelas direções de Harmonia e Carnaval. Foi, ainda, presidente da Ala de Compositores Ary do Cavaco.

    “Lugar de portelense é na Portela! Assim, a chegada do Júnior deve ser vista como algo natural. Não queremos ninguém longe da escola, por isso seu retorno é muito importante. Tenho certeza de que ele dará uma grande contribuição para o nosso carnaval”, resume o presidente Luis Carlos Magalhães.

    Com a contratação dos carnavalescos Renato Lage e Márcia Lage e o restante do time todo renovado, a Portela, que é a atual líder do ranking da Liesa, já planeja o próximo desfile.

    Thor diz que pode convocar escolas da Série B, mas presidente da Liesb fala que contrato não permite

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    ADVENTURE CLUBO presidente da Lierj, Renato Thor, posicionou-se sobre a criação de uma nova liga por nove escolas da Série A divulgada nesta quarta-feira. Thor afirma que possui o contrato com a Riotur e que pode incluir escolas da Série B no desfile do acesso em 2020.

    “Eu fui rever o contrato com a TV Globo e escutei que meu produto estava ficando ruim. Fui atrás de escolas do Grupo B. Já possuo nove assinaturas para as escolas irem para a Série A. Já pensou Unidos de Lucas, Engenho da Rainha, Tradição, Vizinha Faladeira, Em Cima da Hora na Série A? Quem tem o contrato com a Globo e Riotur e a parceria com a Liesa é a Lierj. Eles vão desfilar onde com essa nova liga?”, questionou Renato Thor.

    Gustavo Barros, presidente da Liesb, afirmou desconhecer contrato firmado da Riotur com a Lierj para o desfile do ano que vem, e que o processo deve ser democrático e que Renato Thor está desesperado.

    “Ele que apresente as escolas da Série B e, inclusive, os direitos adquiridos são das escolas da Série A. O contrato da Riotur não permite convidar escolas de samba de outro grupo. Vejo como uma forma de desespero. As ligas são as responsáveis pelo espetáculo e o processo é democrático. Não queira ele inventar problema onde não há, o carnaval da Série B, mesmo com toda dificuldade do corte da subvenção, foi de grande sucesso, onde fizemos grande parcerias que tendem em 2020 a fortalecer ainda mais o carnaval da Série B e da Intendente Magalhães”, respondeu.

    Nove escolas deixam Lierj para fundar nova Liga do Grupo A

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      LierjNo início da noite desta quarta-feira (17), os representantes legais de 09 (nove) agremiações filiadas à Série A do Carnaval do Rio de Janeiro assinaram a documentação se filiando a uma nova liga para gerir a divisão de acesso na Marquês de Sapucai a partir de 2020. A entidade leva o nome de LIGA-RJ (Liga Independente do Grupo A do Rio de Janeiro), que tem como Presidente Administrativo o senhor Wallace Palhares, Fábio Montibelo é o Vice-Presidente Administrativo e Cícero Costa o Diretor de Carnaval.
       
      Em meio à enorme insegurança jurídica em que a Série A do Carnaval do Rio de Janeiro atravessa, inclusive com uma falta de resposta e posicionamento da antiga Liga sobre as questões como prestação de contas e outras, a proposta da LIGA-RJ e de suas agremiações filiadas é transmitir às comunidades e ao mundo do samba uma maior transparência e credibilidade.
       
      As agremiações Acadêmicos da Rocinha, Acadêmicos de Santa Cruz, Acadêmicos de Vigário Geral, Acadêmicos do Sossego, Inocentes de Belford Roxo, Unidos da Ponte, Unidos de Bangu, Unidos de Padre Miguel e Unidos do Porto da Pedra protocolaram a documentação se filiando à nova liga. As escolas não reconhecem os senhores Renato Marins e Antônio Marcos Teles como representantes legais da Lierj, inclusive continuarão cobrando da instituição a prestação de contas entre os anos de 2012 e 2019.
       
      As escolas filiadas à LIGA-RJ entendem o quão difícil é o processo de se colocar o carnaval do grupo de acesso na avenida com verbas limitadas e com o advento da crise que assola o Rio de Janeiro. Por tais motivos, a nova Liga se compromete com a comunidade do samba a lutar com todas as forças para o resgate de um carnaval digno, honesto e transparente.
       
      Além da luta pelo crescimento do carnaval do Grupo de Acesso, a LIGA-RJ vai buscar os melhores meios para que saia do papel a construção da Cidade do Samba 2, sonho de todos os amantes do Maior Espetáculo da Terra.

      Em texto, Renato Thor avisa que vai continuar na presidência da Lierj

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        Tuiuti Desfile2019 019Renato Thor divulgou um texto no início da noite desta quarta-feira informando que não deixará mais a presidente da Lierj, que organiza os desfiles da Série A, na sexta-feira e sábado de carnaval na Sapucaí.

        Confira abaixo o texto:

        Caros sambistas e foliões,

        No dia 28 de março, manifestei publicamente a minha vontade de não continuar na presidência da Lierj. Naquele momento, apesar de ter a total convicção na realização de um bom trabalho, achei por bem encerrar o meu ciclo na administração da entidade. Como sempre deixei muito claro, não me preocupo com cargos ou escalões. Por isso, ao tomar ciência da insatisfação de algumas escolas de samba, achei por bem tomar aquela atitude, justamente para não atrapalhar o crescimento que tanto batalhamos para viabilizar na Série A.

        Desde aquele anúncio, porém, acabou sendo revelado um cenário completamente diferente daquele que imaginávamos. Antes mesmo que pudéssemos iniciar os trâmites burocráticos para que eu e minha diretoria deixássemos oficialmente a Liga e encaminhássemos uma transição salutar para um novo gestor, começou uma leviana busca pela cadeira, com tentativas ilegítimas de tomada do poder. Em vez de serem seguidas todas as etapas legais, foram realizados atos que buscavam atropelar a lei, a ética e o bom senso. No lugar em que deveriam estar ideias e projetos para que a Série A continuasse a evoluir, como vínhamos promovendo ano a ano, pudemos observar discursos vazios, carregados apenas por ofensas pessoais e, principalmente, por críticas e acusações infundadas, plantadas de maneira irresponsável em veículos de comunicação regionais.

        Foi quando percebi que não se tratava da insatisfação de agremiações com o modelo de gestão em vigor, mas sim de uma ambição pessoal para ascensão ao comando. Ficou muito claro que os objetivos eram puramente individuais e nem de longe contemplariam as escolas de samba e seus segmentos, enfraquecendo aquele produto cultural que vem sendo lapidado com tanto carinho e alcançou resultados tão expressivos nos últimos anos.

        Essa mesma percepção vem sendo incessantemente compartilhada por sambistas, desfilantes, espectadores, trabalhadores e militantes do Carnaval. Seja em eventos de samba, nas quadras das agremiações ou através das redes sociais, todos começaram a expressar o mesmo receio com o futuro da Série A.

        Diante de todos os fatos, não posso ignorar a preocupação de milhares de foliões que seriam diretamente afetados por ações precipitadas que certamente causariam um retrocesso no espetáculo. Corre em minhas veias o sangue de um sambista na mais pura essência, cria de comunidade, apaixonado por Carnaval. Não posso virar as costas diante de tantos pedidos sinceros de pessoas apreensivas por conta de anseios isolados que poderiam, inclusive, colocar em risco a realização dos desfiles de sexta-feira e de sábado. Por isso, em prol de uma Lierj que foi construída na base da honestidade, da competência e do coletivo, com o objetivo de fortalecer as escolas de samba, aproximando o público de um produto atrativo, recheado de beleza, criatividade e samba no pé, informo que, por ora, não protocolarei a carta de renúncia e retomarei as atividades como presidente da Liga, buscando a união entre aqueles que realmente têm boas intenções para o grupo.

        Vale ressaltar que eu e minha equipe seguiremos trabalhando naquilo em que sempre fomos pautados, com total transparência e conformidade com o que rege o estatuto, devidamente corroborado e assinado pelas escolas de samba. Esse lema será sempre levado em conta, até que chegue o dia em que o ciclo esteja completo e o Carnaval da Série A bem encaminhado para seguir na trilha do sucesso“.

        Estrela do Carnaval 2019: Daniel Silva na apresentação do Império da Tijuca

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        Por Vinicius Vasconcelos

        Estrela do Carnaval 2019: Cacá Nascimento na apresentação da Mangueira na festa de premiação

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        Por Vinicius Vasconcelos