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‘Fissura’ aberta em 2017 se rompe com nova virada de mesa e Liesa afunda na pior crise de sua história

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    plenaria liesa

    Fundada em um momento de crise profunda no carnaval, em 1985, a Liesa é reconhecida como a entidade que organizou o desfile das escolas de samba e o transformou na potência turística e cultural mais representativa do Brasil. Entretanto, se aproximando dos 35 anos de fundação, a entidade enfrenta a mais profunda crise de sua história.

    O que começou com uma fissura passível de ser corrigida acabou se agravando e o rompimento definitivo da paz na entidade se deu com a renúncia do presidente Jorge Castanheira, que comandava a entidade de maneira ininterrupta desde 2007. O presidente vinha sofrendo seguidas derrotas políticas dentro da Liga desde 2017, o ano onde a crise que eclodiu agora teve seu início.

    Após os caóticos desfiles daquele ano, Jorginho rechaçou a possibilidade de não haver rebaixamento. Entretanto, as escolas determinaram em reunião plenária de emergência que ninguém seria rebaixada. A estratégia visava salvar principalmente a Unidos da Tijuca, que teve um grave acidente em uma alegoria e temia o descenso. Com a abertura das notas, porém, a última colocada foi a Paraíso do Tuiuti, que também sofreu com um acidente, que causou a morte da jornalista Liza Carioca. Na ocasião apenas a Mocidade foi contra a virada.

    O carnaval que não terminou reservaria mais uma bomba e nova derrota política para Jorge Castanheira. Por um erro da Liesa o livro abre-alas do desfile da Mocidade não foi fornecido com uma errata enviada pela escola dentro do prazo regulamentar. Um julgador de enredo tirou um décimo da escola, que lhe custou o título. A escola recorreu e exigiu a divisão do título com a Portela. Através de um parecer jurídico a entidade afirmara não ser possível haver tal divisão. ‘Soberana’, a plenária rasgou o regulamento e determinou o empate. Castanheira era mais uma vez contrariado.

    ‘Por que a culpa recai sobre a Liesa se quem vota são as escolas?’

    Sofrendo seguidas derrotas internas à sua revelia, Jorge Castanheira relutava em abrir mão do cargo de presidente e foi reeleito para mais um mandato depois do Carnaval 2018. Nova virada de mesa acontece sem a sua aprovação. A Grande Rio é rebaixada na apuração e consegue em mais uma plenária obscura evitar o seu desfile na Série A, além do Império Serrano. O presidente Helinho Oliveira debocha do resultado e afirma que “quem tem amigo não morre pagão”.

    Um presidente do Grupo Especial que pediu para manter sua identidade sob sigilo saiu em defesa da gestão Castanheira e ressaltou que a Liesa não pode ser culpada por articulações sob as quais não possui controle.

    “Jorge Castanheira conhece cada processo do carnaval. É um abnegado que se dedica diuturnamente. Por que somente a Liesa responde por essas viradas de mesa, se quem decidem são as escolas? Elas são as responsáveis”, disse.

    Plenária escancarou rachas e clima pesado na entidade

    A plenária que decidiu pelo não rebaixamento da Imperatriz foi extremamente tensa e pesada. A reportagem do CARNAVALESCO apurou que presidentes trocaram farpas e acusações quando o tema foi posto para discussão. Ao sair para falar com a imprensa, Jorge Castanheira comunicou sua renúncia e alegou que o motivo para salvar a Imperatriz seriam os problemas com a nova gestão da Série A.

    O resultado expõe uma perda de poder inimaginável bem pouco tempo atrás. Anísio Abrahão David, presidente entre 1985 e 1987, e Capitão Guimarães, presidente entre 1987 e 1993 e entre 2001 e 2007, são dois dos grandes beneméritos mais poderosos da Liesa, ao lado de Luizinho Drumond e de Castor de Andrade, o primeiro presidente da entidade, morto em 1998.

    Tanto Guimarães quanto Anísio foram contra a atual virada. Mesmo assim o desejo deles não foi acatado e oito agremiações optaram por virar a mesa. São Clemente, União da Ilha, Paraíso do Tuiuti, Mocidade, Grande Rio, Estácio de Sá, Salgueiro e Unidos da Tijuca votaram de maneira favorável. Desde a fundação da Liga, em 1985, o grupo formado por essas escolas obteve 11 títulos.

    Do outro lado marcas gigantescas do carnaval não conseguiram convencer as demais a evitar uma nova página sombria na história da entidade. Somadas, Viradouro, Vila Isabel, Mangueira, Portela e Beija-Flor levaram 20 campeonatos desde que a Liesa foi fundada.

    As disputas de poder não são novidade no carnaval. Elas existem desde os primórdios da festa, muito antes da criação da Liesa. Em várias fases do desfile rupturas aconteceram e ligas foram criadas e dissolvidas ao sabor de quem detinha o controle. A mais recente é a mais profunda da história da Liesa e culmina com a renúncia de seu mais longevo presidente. O modelo de desfile que a entidade consagrou teria ruído definitivamente?

    Alberto João: ‘O poder público deve intervir na Liesa’

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      Ministério Público tentará impedir virada de mesa no Grupo Especial, diz jornalista

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        Imperatriz desfile2019 086O Ministério Público do Rio de Janeiro não pretende deixar barata a terceira virada de mesa consecutiva orquestrada por oito agremiações do Grupo Especial para salvar a Imperatriz Leopoldinense do rebaixamento. O promotor Rodrigo Terra informou ao Blog do jornalista Edmilson Ávila que, antes de ir à Justiça, vai aplicar a multa de R$ 750 mil, como previsto no termo de ajustamento de conduta (TAC).

        São Clemente, Paraíso do Tuiuti, Estácio de Sá, Grande Rio, União da Ilha, Salgueiro, Mocidade e Unidos da Tijuca votaram pelo não rebaixamento da Imperatriz no ano que vem. O Império Serrano, também rebaixada novamente este ano e beneficiada pela virada de 2018, não obteve o mesmo benefício e desfila na Série A em 2020.

        Mangueira, Beija-flor, Portela, Viradouro e Vila Isabel foram contra a virada de mesa. A Imperatriz não fez qualquer pronunciamento sobre o caso e o presidente da escola, Luiz Pacheco Drumond, se limitou a fazer gestos de bico calado ao deixar a plenária da Liesa na noite desta segunda-feira.

        Após vergonha da terceira virada de mesa na Liesa, Beija-Flor cancela festa de lançamento do enredo

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          Após a grotesca terceira virada de mesa no Grupo Especial do Rio de Janeiro, a direção da Beija-Flor de Nilópolis, que foi uma das cinco agremiações que votou contra, anunciou o cancelamento da festa de lançamento do enredo para o Carnaval 2020.

          Veja abaixo o comunicado:

          beija cancela

          Castanheira desabafa após nova virada de mesa no Grupo Especial: ‘Não tenho a menor condição de continuar’

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            castanheira

            Após a reunião plenária que definiu mais uma virada de mesa no Grupo Especial do Rio de Janeiro e a manutenção da Imperatriz Leopoldinense, Jorge Castanheiro anunciou que irá renunciar ao cargo de presidente da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa).

            “Hoje nós tivemos a reunião de prestação de contas do Carnaval 2019. E os itens eram a prestação de contas e o orçamento para 2020. No assunto gerais foi colocado por alguns presidentes o pedido para apenas a Imperatriz ficar no Especial alegando as dificuldades no Grupo de Acesso. Oito votaram a favor da manutenção da Imperatriz no Grupo Especial. A minha sugestão era que se fizesse algo no futuro, em 2020, mas não foi aceito. Eu declarei em plenário que estaria me afastando, porque não concordo com essa situação de maneira alguma. A diretoria da Liga está se desfazendo nesse momento. Vou tomar as medidas de dar sequência nessa transição. Eu fiz um termo de ajustamento com o Ministério Público e tem a minha palavra e honra. Eu tenho compromisso com o público, os contratos, inclusive, com a televisão”, disse Jorginho.

            O dirigente não soube responder como ficará o Império Serrano, que também foi rebaixado em 2019 e não teve o mesmo pedido que os presidentes tiveram com a Imperatriz.

            “Não sei como ficaria a questão do Império Serrano e como seria juridicamente. Não sei como será o futuro”.

            Perguntado sobre o termo de ajustamento de conduta feito com o Ministério Público após o Carnaval 2018 que exige um pagamento de R$ 750 mil caso aconteça mudança no regulamento pós carnaval, Castanheira disse que explicou passo a passo do acordo aos presidentes das escolas de samba.

            “Não sei responder a respeito da multa. Será visto pelo departamento jurídico. É um termo que foi assumido com o Ministério Público. Quem tiver que conduzir o assunto terá que levar em consideração. Expliquei os pontos na plenária e as escolas entenderam que haveria necessidade de manter 14 escolas. Eu não tenho mais o que dizer a não ser tomar um outro rumo”.

            Castanheira ainda falou sobre sua diretoria e o que irá acontecer com os outros cargos da Liesa. “Todo mundo tem liberdade para sair ou ficar. Quem quiser sair comigo vai sair. São nove diretores. Nada problemático. Ninguém recebe recurso por estar na Liga. Ainda respondo pela Liesa até que se faça a transição. Não tenho a menor condição de continuar”.

            Vergonha! Pelo terceiro ano consecutivo, Liesa vira mesa, Imperatriz segue no Grupo Especial e Castanheira renuncia

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              Em reunião plenária, na noite desta segunda-feira, na sede da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), os representantes das escolas de samba do Grupo Especial e membros fundadores da Liga decidiram não rebaixar a Imperatriz Leopoldinense no Carnaval 2019. Com a decisão, o presidente Jorge Castanheira informou que por não concordar com a manutenção da Imperatriz vai renunciar ao posto de presidente da Liesa.

              “Foi votado 8 a 5 a favor da manutenção da Imperatriz. Eu não concordo e manifestei minha decisão de me afastar da presidência. A diretoria da Liga está se desfazendo nesse momento. Vou tomar as medidas de dar sequência nessa transição. Eu fiz um termo de ajustamento com o Ministério Público e tem a minha palavra e honra”, disse Castanheira. Votaram contra: Portela, Mangueira, Vila Isabel, Viradouro e Beija-Flor.

              Jorge Castanheira disse que o pedido desta segunda-feira foi apenas sobre a Imperatriz Leopoldinense. Não foi citado o que será feito com o Império Serrano. A reunião plenária durou duas horas e contou com as participações de Rogério Andrade, presidente de honra da Mocidade Independente de Padre Miguel, que geralmente não participa do encontro, e da ex-presidente do Salgueiro, Regina Celi.

              Pelo terceiro ano consecutivo, a Liesa não rebaixa uma agremiação no Grupo Especial. Com a medida dos presidentes, a Liga terá que pagar uma multa de R$ 750 mil pelo acordo feito com o Ministério Público após o Carnaval 2018, que segurou na elite do samba o Império Serrano e a Grande Rio.

              Terceira virada de mesa consecutiva é ‘pior noticia’ para o carnaval, opinam jornalistas

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                Sao Clemente Desfile2019 090

                Se consumada na noite desta segunda-feira no plenário da Liesa, a terceira virada de mesa seguida no Grupo Especial marcará um duro golpe na já combalida credibilidade do carnaval carioca. Informada pelo jornalista Ancelmo Gois, a articulação busca a salvar desta vez a Imperatriz do rebaixamento. Em 2017 Paraíso do Tuiuti e em 2018 Grande Rio e Império Serrano foram beneficiadas pela virada. O reizinho de Madureira desta vez dicaria fora da artimanha.

                Em entrevista concedida à reportagem do CARNAVALESCO, o jornalista Fabio Fabato destaca a falta de credibilidade atual da festa, e ressalta que ao abrir um precedente perigoso em 2017 a Liesa se tornou refém de si mesma.

                “Terceira virada de mesa em sequência, além de ser algo digno de música no Fantástico, expõe ainda mais uma festa já sem credibilidade na praça. O erro começou no tapetão de 2017. As escolas estão dando motivos para serem ainda mais atacadas pelo poder público, que tanto as desprestigia hoje. Minha principal curiosidade, caso se confirme a virada, é ver a pitoresca justificativa para salvar apenas uma, já que duas escolas caíram”, questionou.

                Aydano André Motta possui mais de três décadas dedicadas à cobertura de carnaval. O jornalista lamenta a possibilidade de uma nova virada de mesa e lembra que nem o atual prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, um declarado inimigo do carnaval, seria capaz de detonar a credibilidade dos desfiles desta maneira.

                “É difícil pensar em uma notícia pior para o Carnaval do que é essa. Beira o absurdo a falta de consciência dos dirigentes do carnaval de que coisas desse tipo apenas destroem o próprio produto deles. Como acreditar em um espetáculo alicerçado na competição, mediante uma barbaridade dessas? A Liesa está jogando mais contra o carnaval que o bispo Crivella. Nem vou entrar no mérito da aberração que seria um não rebaixamento apenas da Imperatriz, sob que alegação eu não sei. E na verdade isso pouco importa. É criminoso o que estão fazendo com o carnaval”, pontuou.

                A Liesa se reúne na noite desta segunda-feira para tratar do tema. Algumas escolas se posicionam favoráveis, outras contra o desrespeito do regulamento pelo terceiro ano consecutivo. A Imperatriz Leopoldinense já se beneficiou de uma virada de mesa para não desfilar no acesso em 1988.

                São Clemente apresenta Grazzi Brasil em evento com Swing & Simpatia

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                D542947E 06AB 463B 951B CDF2F57EB068A São Clemente realizará neste domingo, 9, mais um super evento rumo ao Carnaval 2020. A escola da Zona Sul apresentará a nova intérprete Grazzi Brasil com uma grande festa em sua quadra de ensaios.

                O evento, que acontece a partir das 17h, terá também o show do grupo Swing & Simpatia, além da apresentação completa de todos os segmentos da agremiação.

                No comando da festa, o grupo Orgulho Clementiano, liderado pelo intérprete Leozinho Nunes dará início aos trabalhos. Em 2020, a São Clemente levará para a Sapucaí o enredo “O Conto do Vigário”, desenvolvido pelo carnavalesco Jorge Silveira.

                Serviço:
                Samba São Clemente – Apresentação de Grazzi Brasil
                Show com o grupo Swing & Simpatia
                09 de junho, domingo, às 17h.
                Ingressos: R$ 25,00 (Venda na portaria do evento)
                Estacionamento no local

                Oficinas de samba com rainha de bateria da Portela são sucesso no Japão

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                561F89EF 202A 4077 A513 5E01E842DA1FA rainha de bateria da Portela, Bianca Monteiro, está no Japão para promover uma série de 12 oficinas de samba. Os workshops, que começaram no dia 30 de maio e vão até 9 de junho, são promovidos pelo Consulado da Portela em Tóquio. As atividades contam com a participação de mais 50 japonesas, entre elas passistas e rainhas de agremiações locais. As oficinas têm dois níveis, cada um dividido em quatro módulos e aulas especiais.

                Bianca também ministrará dois workshops para passistas em Kanagawa e Chiba, estados vizinhos de Tóquio. As escolas com sede naqueles estados a convidaram para ensinar dentro de suas comunidades. No intervalo das oficinas, Bianca fará palestra na capital japonesa sobre sua trajetória na Portela, o relacionamento com a bateria e as atribuições do posto de rainha durante o ano. O encontro será voltado para sambistas e ritmistas de todas as agremiações japonesas.

                Segundo a rainha da Tabajara, as oficinas têm sido bastante produtivas e as japonesas aprendem rápido. “No geral, as meninas que estão participando já sabem sambar. Mas, para algumas é necessária uma atenção maior, o que é natural. Além de ensinar algumas técnicas, venho me concentrando em ‘limpar’ a dança delas, corrigindo a postura e retirando alguns vícios”, explica.

                Como as atividades ocorrem à noite, Bianca aproveita para visitar os principais pontos turísticos durante o dia e conhecer a culinária e a cultura do país asiástico. Ela já esteve no complexo de construções do Templo Sensoji, no coração de Tokyo, datado de 645. Conheceu também o Grande Buda de Kamakura, no Estado de Kanagawa, construído em 1252, e o santuário shintoísta Tsurugaoka Hachimangu, de 1063. A rainha esteve, ainda, na segunda torre mais alta do mundo, a Tokyo Sky Tree, e no recém-construído mercado de peixes, frutas e hortaliças do país, o Toyosu Market.

                “Estou impressionada com a limpeza das ruas e a educação do povo. O país é muito seguro, organizado e moderno. A culinária é maravilhosa, leve e bem diferente da comida japonesa que conhecemos no Brasil”, revela Bianca.

                De acordo com a vice-presidente do Consulado da Portela no Japão, Kishuko Sudoh, as oficinas estão muito concorridas e há candidatas na fila de espera. “Bianca é muito didática. Explica de forma fácil, mas também aperta as alunas quando é preciso. Nós, japonesas, gostamos disso porque ela mostra que está aqui para ensinar de verdade”, comenta Kishuko.

                A rainha de bateria da Portela deve visitar, ainda, outros pontos turísticos do Japão, como o famoso Monte Fuji, com mais de 3 mil metros de altura, o Museu Edo-Tokyo, onde estão expostas centenas de peças de arte japonesa, o Palácio Imperial, onde reside a família imperial nipônica, e a ponte Rainbow, com 126 metros de altura, que atravessa a Baía de Tokyo. No dia 9 de junho, último dia da turnê, haverá uma roda de samba onde Bianca poderá dançar e cantar com as alunas. Os interessados em participar podem levar seus instrumentos para animar ainda mais a festa.

                Vale lembrar que a turnê está sendo promovida pelo consulado portelense em Tóquio, que já levou ao país o presidente Luis Carlos Magalhães, o mestre de bateria Nilo Sérgio, a coordenadora da ala de passistas e diretora de Harmonia da escola, Nilce Fran, o casal de mestre-sala e porta-bandeira Marlon Lamar e Lucinha Nobre, e a passista Nanda Coelho. Todas as visitas fazem parte de um programa de divulgação da Portela e do samba no arquipélago nipônico.

                Outras duas importantes personalidades da Azul e Branco devem vir ao Japão ainda em 2019. As negociações estão em andamento e contam com o apoio da diretoria da Portela e do Departamento Cultural da escola.

                ‘Viradouro de alma lavada’ é o enredo da vermelha e branca de Niterói para o Carnaval 2020

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                A Unidos do Viradouro divulgou neste domingo o título de sei enredo para o Carnaval 2020. A vice-campeã do carnaval vai apresentar o tema ‘Viradouro de alma lavada’, de autoria dos carnavalescos Tarcísio Zanon e Marcus Gerreira. A escola deixa sob suspense todo o desenvolvimento da temática e apenas divulgou um vídeo. A festa de lançamento acontece no dia 24/06, na quadra da agremiação, quando a Viradouro completará 73 anos de fundação.