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Galeria de fotos: Raissa Machado, rainha de bateria da Viradouro, no ensaio de rua

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Inocentes começa na quarta sua temporada de ensaios de rua

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A Inocentes de Belford Roxo abre na quarta-feira, a partir das 20h, na rua Augusto Vasco Aranha, na Praça de Areia Branca, a sua temporada de ensaios para o Carnaval 2020. Pixulé e Tentem comandam o carro de som no ensaio, que terá também a bateria Cadência da Baixada, comandada por mestre Washington Paz, a comunidade e os casais de mestre-sala e porta-bandeira.

“Queremos iniciar a temporada em um clima de euforia e confraternização. Temos que estar tecnicamente perfeitos no que se refere à harmonia, evolução e canto para sermos campeões”, disse Saulo Tinoco, diretor geral de carnaval.

Para as pessoas que queiram desfilar gratuitamente nas alas de comunidade é só procurar os responsáveis, a partir das 19h, e levar uma foto 3×4, xerox da identidade e comprovante de residência. Vale lembrar que serão apenas duas semanas de inscrições para fantasias grátis.

O enredo da agremiação para 2020 é “Marta do Brasil – Chorar no começo para sorrir no fim”, do carnavalesco Jorge Caribé. A tricolor da Baixada será a segunda agremiação a desfilar no sábado de carnaval.

Estudo do enredo: Vigário Geral 2020

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A crença em uma verdade legítima

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Nome do enredo: O conto do Vigário
Nome do carnavalesco: Rodrigo Almeida

O ano de 2020 vem coroar uma retomada de enredos críticos e autorais que ficaram por
muito tempo adormecidos na festa das escolas de samba. São Clemente e Caprichosos,
nos finais dos anos 80, nos brindaram com desfiles antológicos que não saem da
memória afetiva dos sambistas. Ao longo dos anos 90 e início dos anos 2000, as escolas
de samba tornaram-se outdoors para enredos patrocinados que eram bons geradores de
renda, porém não dialogavam com a festa e com seus brincantes.

A partir de 2018, uma nova mudança começa dentro do organismo vivo das escolas de
samba, mas ao contrário dos últimos progressos nos quesitos plásticos, desta vez a
revolução ocorreu dentro das narrativas dos enredos. Atualmente, há uma preocupação
pelo discurso que se quer passar para o público. Essa nova tendência, que relembra os
carnavais passados da década de 80, traz ares de renovação da festa, pois os enredos
críticos da atualidade vêm questionar a nossa história oficial e dar um novo
entendimento com uma visão que agrega o povo, a academia e a festa, assim como fez
Fernando Pamplona.

É nesse contexto que O Conto do Vigário que será apresentado pela Acadêmicos de
Vigário Geral dialoga com o universo atual da vida brasileira, questionando os fatos da
história oficial por uma história real, uma ideia machadiana que foi muito divulgada por
Ariano Suassuna, que através da dicotomia, acreditava existir dois brasis: um oficial e
outro real. O Brasil oficial é o dos livros didáticos, do discurso que somos o país do
futuro, das artes eruditas. Por outro lado, sob essa perspectiva, o Brasil real é o Brasil
das artes populares, dos contos do povo, do que ele afirma ser genuinamente brasileiro e
sem interferência estrangeira.

A Vigário Geral questiona a história oficial brasileira e de forma muito sagaz quem
conta o que seria a verdadeira história para nós é o próprio Brasil. O enredo remete a
como o Brasil era vislumbrado na Europa, antes mesmo da invasão dos portugueses, e
segue nos contando dos saques e explorações que ocorreram com o país. O lugar que
sempre foi considerado “um santuário de beleza, riqueza e prosperidade”, é o mesmo
que aprisionou liberdades. E onde se naturalizou o “jeitinho” como característica de um povo, mas que desse jeitinho nos restaram muitas consequências que até hoje somos
vítimas (ou não). Ele segue contando como a mentira foi naturalizada e como isso veio
a interferir na sua própria história, como no caso da independência e da abolição da
escravatura, onde séculos depois ainda julga-se duvidoso se os dois fatos históricos
foram efetivos para a sociedade brasileira.

Desse ponto, o conto da Vigário toma o rumo da política e joga luz aos numerosos
golpes travestidos de normalidade e romantização que nos foram ensinados nos bancos
dos colégios. E vai além: ao se politizar, o enredo toma um viés criticista ao apontar as
promessas não cumpridas por políticos e o lado ufanista ao que muitos denotam lutar
para ter-se um país melhor.

Estreitando ainda mais a temática, o enredo nos leva à comunidade de Vigário Geral,
que enfrenta o descaso dos governantes e que há anos sofre com inúmeros problemas
sociais, mas cujos moradores seguem esperançosos e acreditam que o Brasil ainda tem
solução e que ainda assim é possível fazer carnaval.

A Vigário apresenta um tema pertinente e de fácil leitura, dado o modo como foi tratado
na sinopse: um Brasil eu-lírico que descreve sua história de forma bem sucinta e direta
em versos que vão conversando entre si, numa história que vai afunilando até o seu
lugar de fala – os problemas sociais de sua comunidade.

A escola demonstra-se muito interessada em abrir os desfiles da Marquês de Sapucaí em
2020, sendo estrategista ao olhar seu desfile com um enredo que possibilita ao
carnavalesco inúmeros signos já conhecidos do carnaval, já que há muitas passagens
pela história do Brasil. Além disso, o fato do enredo ser muito criticista e de ter um
olhar para o Brasil de forma mais realista, pode nos remeter ao sucesso dos desfiles
antológicos da Tuiuti em 2018 e Mangueira 2019.

Depois de 20 anos fora dos desfiles da Sapucaí, a Vigário vem imbuída para elevar a
sua comunidade ao mais alto patamar das escolas de samba, com um discurso pertinente
que ocasionará em uma grande abertura do carnaval carioca. Que a querida Vigário seja o conto mais verdadeiro de uma gente aguerrida, um conto que acabe em apoteose e cada componente oriundo de Vigário Geral possa sorrir e nos encha de esperança para dias melhores.

Reinaldo Alves – [email protected]
Administração – UFRJ
Membro efetivo do OBCAR
Leitor orientador: Cleiton Almeida
Artes Visuais – Escultura

Unidos de Padre Miguel realiza primeiro ensaio de rua

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Na próxima sexta-feira, dia 08 de novembro, às 21h, a Unidos de Padre Miguel irá realizar seu primeiro ensaio de rua visando o carnaval de 2020. O treino acontecerá dentro da comunidade da Vila Vintém, em Padre Miguel.

Com concentração marcada para às 20h, naRua Lomas Valentinas, a vermelha e branca dará continuidade aos ensaios de canto e evolução que já estavam acontecendo na quadra da escola.

No carnaval de 2020, a Unidos de Padre Miguel contará a história da Capoeira através do enredo “Ginga e será a sexta agremiação a desfilar no sábado, pela Série A, do Rio de Janeiro, em busca do tão sonhado título e o acesso ao Grupo Especial.

Faixa do Salgueiro terá referências do circo em bossas da bateria

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O circo é considerada a mãe de todas as artes. É nessa manifestação artística que surgem todas as outras. Embora, o enredo do Salgueiro não seja o circo propriamente dito, a homenagem da vermelha e branca ao palhaço Benjamin de Oliveira terá muitas referências circenses. A faixa da escola para o CD do Grupo Especial já dará essa apresentação. Mestre Guilherme explicou ao site CARNAVALESCO que realizou pesquisas antes de gravar as bases de ritmo da faixa.

“Nosso arranjador é o Alceu Maia, a gente da pitacos, assim como os cantores. Tivemos uma ideia inicial, o Alceu acertou algumas coisas. Temos uma temática circense e por isso pesquisamos bastante e encontramos marchas aceleradas, vamos ter uma valsa em nossa faixa. Atendemos ao que a melodia pede. Gravamos em 143 BPM (batidas por minuto)”, detalhou o mestre.

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O irmão de Guilherme e também mestre da Furiosa, Gustavo, falou que conhece o trabalho de bastidores de uma gravação, uma vez que já participou de inúmeros projetos enquanto ritmista. É a primeira vez da dupla como mestre do Salgueiro, uma vez que no CD de 2019 mestre Marcão ainda conduziu os trabalhos.

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“Como ritmista já trabalhei com o Leonardo Bessa no CD da Série A. Mas é claro que como mestre trabalhar com tantas referência da um certo frio na barriga, mas deu tudo certo. É uma honra ter participado dessa faixa como mestre do Salgueiro”.

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Quem também demonstrou bastante satisfação com o resultado da obra foi um dos intérpretes da escola, Emerson Dias. Indo para o seu segundo ano como cantor oficial na escola de coração, Emerson destacou o DNA salgueirense da obra.

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“Considero que nossa obra possui a cara e o DNA do salgueirense. É uma melodia muito valente, que vai possibilitar à nossa comunidade aquele padrão de canto que o Salgueiro se acostumou a manter na avenida. E ainda tem o show da nossa bateria, dois jovens de muito talento que possuem o sangue salgueirense. O resultado de nossa faixa me deixa muito feliz”, opinou.

Parceiro de Emerson, Quinho lembrou que vai defender as cores do Salgueiro pela 26ª vez na avenida. O intérprete lembra que inicialmente faria apenas dois desfiles.

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“Graças a Deus tive o privilégio de pela 26ª vez na minha carreira colocar a voz em uma faixa do Salgueiro. Isso é uma das grandes honras da minha vida. Eu cheguei na escola oriundo da União da Ilha e para fazer apenas dois carnavais. O Salgueiro me deu tudo que possuo. Nosso samba vai levantar a Sapucaí novamente, não tenham dúvida”, derrete-se.

A faixa teve arranjos do experiente Alceu Maia. O músico explicou que as características circenses do enredo estarão presentes na faixa.

“Fazer arranjo é mais ou menos o lance do compositor. Às vezes você está de bobeira e vem a inspiração. Igual existe o samba por encomenda, aqui é uma encomenda de arranjo. Esse samba do Salgueiro tem uma harmonia diferente, embora seja simples, ela não é corriqueira. É preciso prestar atenção. O circo é a mãe de todas as artes, dali veio tudo. Junto com o pessoal da escola, lembramos o circo, fizemos um acordo musical. Ficou bacana”.

O diretor de carnaval Alexandre Couto fez coro com o intérprete Emerson Dias e enalteceu as características salgueirenses do samba, lembrando a escolha por aclamação na final do Salgueiro.

“Mais uma vez gravamos um belo samba escolhido por nós. Uma obra que foi aclamada, apesar de termos uma final equilibrada. O Salgueiro está muito feliz com esse samba. Nossa faixa terá muita alegria, animação. É uma letra que não precisou de correção. Fizemos mínimas adequações”.

Conheça o samba-enredo da Unidos de Bangu para o Carnaval 2020

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Compositores: Dudu Senna, Diego Nicolau, Richard Valença, Renan Diniz, Orlando Ambrósio, Lucas Donato, Lico Monteiro, Marcio de Deus, Jefferson Oliveira, Domenil, Denilson do Rozário e Telmo Motta
Intérprete: Igor Vianna

Ah! Saudade ressoou o meu tambor
Num pedaço de terra consagrado na memória
Ôô eu sou um Griô
Viaja o tempo nos rumores da história
Nesse chão debrucei toda força de um rei
Um ébano elo com a natureza
Mas a traição me tornou o alvo
Escravo de quem era minha certeza

Mar me leva, dor no mar
Sou o par da angústia
Tanto irmão à minha volta
Na revolta da maré
Nego tem que ter fé…
Ê… nego tem que ter fé

Sou eu, a mão que assina a própria sorte
Resistindo a natural pena de morte
Um dia fui escravo da tristeza
Hoje realeza livre do açoite
No samba fiz morada
Refúgio feiticeiro, a tez da noite
Na desfaçatez da madrugada
Guerreiro, Ogã ou Rainha
Juiz, defensor dessa gente
Na luta a vitória é minha
Nos braços não pesam correntes

Ie ie ê alafiá
Ie ie ê alafiá
Meu sangue é a retinta majestade
Eu sou Bangu, o Ilê da liberdade

Marcinho Siqueira e Cristiane Caldas formam o novo casal do Acadêmicos do Sossego

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F6AD9C8B 58E3 432B 9D06 B1F79EEA2BE9De olho no título do carnaval da Série A em 2020, a diretoria do Acadêmicos do Sossego decidiu realizar mudanças significativas em seu quadro de segmentos. O casal de Mestre-sala e Porta-bandeira Marcinho Siqueira e Cristiane Caldas é a primeira das grandes novidades que a Azul e Branco anuncia para o próximo ano.

Para Cristiane, é uma satisfação defender o pavilhão da Sossego. Segundo ela, poderá seguir fazendo o que ama com amor e dedicação.”Tenho certeza que Deus estava preparando essa linda história para mim, um novo capítulo para o livro da minha vida, uma nova casa.  A nossa trajetória será vitoriosa.”, revelou a nova Porta-bandeira.

Marcinho revelou que a oportunidade da Sossego faz com que ele continue exercendo a sua arte no carnaval e esta chegando para somar. “Como sempre, nós estamos motivados pelo amor à dança. Não existe vaidade, existe trabalho, comprometimento e respeito entre nós e para com todos a nossa volta. Sou muito grato a Acadêmicos do Sossego por estarem abrindo as portas pra nós e nos confiando seu pavilhão”, finalizou o novo defensor da azul e branca.

O Acadêmicos do Sossego abre os desfiles de sábado da Série A com o enredo “Os Tambores de Olokun”, do carnavalesco Marco Antonio Falleiros.

Tuiuti começa nesta segunda sua temporada de ensaios de rua

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Hoje é o dia do pontapé inicial do Paraíso do Tuiuti e sua comunidade para o Carnaval 2020. Campeã do povo, apelido que recebeu após o brilhante vice-campeonato em 2018, a escola promete realizar um grande desfile no ano que vem. Para isso, os ensaios com a comunidade são fundamentais.

“Abrimos nossa temporada de ensaios de rua nesta segunda-feira. A concentração é às 20h. Já temos um ritmo de ensaio de quadra muito bom visando o canto. Isso ganha um quilate maior, porque já conhecemos o nosso samba há algum tempo. O trabalho com o carro de som, bateria e segmentos está muito forte. Agora é hora de tornar tudo cada vez mais vigoroso e real. O componente sabe da força do samba, porque fala dele, da comunidade”, disse Junior Schall, diretor de carnaval.

A agremiação ainda está com vagas abertas para as alas de comunidade. O cadastramento é feito toda segunda-feira, a partir das 19h, na quadra da agremiação. Os interessados devem levar documentos básicos, como RG, CPF, comprovante de residência e uma foto 3×4. A taxa da matrícula é de R$ 80 (com direito a camisa do enredo).

O ensaio de rua contará com a presença de todos os segmentos da escola, como o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Danielle Nascimento e Marlon Flores, a bateria de Mestre Ricardinho, e os intérpretes Celsinho Mody e Nino do Milênio.

No ano que vem, a azul e amarelo será a quarta escola a desfilar no domingo de Carnaval. Mesma posição de desfile que garantiu o vice-campeonato para a escola em 2018. O enredo da agremiação é “O Santo e o Rei: Encantarias de Sebastião”, do carnavalesco João Vitor Araújo.

Serviço:
Ensaios de rua do Paraíso do Tuiuti
Data: Toda segunda-feira
Horário: A partir das 20h
Local: Campo de São Cristóvão, 177, em São Cristóvão (em frente ao Colégio Pedro II)

Cante com a Viradouro: samba-enredo para o Carnaval 2020

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O site CARNAVALESCO segue a série de vídeos ‘Cante com a escola’. A sexta escola é a Viradouro. A escola apresentará em 2020 o enredo “Viradouro de alma lavada”. Nesta terça-feira é a vez da Unidos da Tijuca.

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A proposta dessa nova série do site é trazer o samba-enredo com os componentes cantando, sem percussão e cordas, apenas no gogó e palma da mão. É a hora de conhecer a obra da Viradouro (compositores:Dadinho, Fadico, Rildo Seixas, Manolo, Anderson Lemos Carlinhos Fionda e Alves). Veja no vídeo abaixo.

Conheça o samba-enredo do Império Serrano para o Carnaval 2020

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Compositores: Aluísio Machado, Lucas Donato, Senna, Matheus Machado, Luiz Henrique, Thiago Bahiano, Beto BR, Rafael Prates e Renan Diniz
Intérpretes: Leléu

SOU A GUARDIÃ DE NOSSA HISTÓRIA,
SOU EU, A TIA, DONA DA MEMÓRIA,
A NEGRA REALEZA DA SERRINHA,
MÃE PRETA, DO JONGO, RAINHA!
DE PÉ DESCALÇO, PISO FORTE NO TERREIRO,
ABRO A RODA PRA MIRONGA DE JONGUEIRO:
EVOCO EM VERSOS MARIAS GUERREIRAS,
A HEROICA RESISTÊNCIA NAS TRINCHEIRAS!
CANTO A BRAVURA E A VALENTIA
DE MULHERES QUE LUTARAM DIA A DIA!

VIM MOSTRAR O MEU VALOR!
VOVÓ ENSINOU, VOVÓ CONTOU:
TENHO SANGUE DE DANDARA,
A NOBREZA DE BENGUELA!
SOU ALTEZA DA FAVELA!

A LUTA NÃO PODE PARAR
INSISTEM; NÃO VOU ME CURVAR!
“EU QUERO, A BEM DA VERDADE,” A TAL IGUALDADE…
“SONHO MEU” QUE O MUNDO TENHA MAIS RESPEITO!
“SONHO MEU” FAZER VALER NOSSOS DIREITOS…
LIVRES DA MÃO DO ALGOZ:
NINGUÉM VAI CALAR NOSSA VOZ!

QUEM DIZ QUE MULHER NÃO É VALENTE?
IMPERIANA, PRESENTE!
EU SOU RAIZ, FILHA DESSE CHÃO:
RESISTO A QUALQUER OPRESSÃO!