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Ator Marcos Frota feliz com o enredo do Salgueiro para 2020: ‘Circo tem o combustível da alegria’

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O Salgueiro contará na Avenida no Carnaval 2020 a história de Benjamin de Oliveira, o primeiro palhaço negro do Brasil. Para apresentar ao público esse personagem passará pela história do circo. Afim de mostrar ao público e jurados toda a magia e encanto circense contará com a ajuda de um dos maiores profissionais da área, Marcos Frota, ator e trapezista que está há 25 anos à frente da Universidade Livre do Circo (Unicirco).

“Já fiz alguns carnavais de circo aí país a fora, mas nunca estive tão cuidadosamente envolvido, empenhado e apaixonado como estou agora, pelo Salgueiro. Estou em casa”, garante o idealizador da Unicirco.

O carnavalesco Alex de Souza foi quem teve a ideia de apresentar o projeto do enredo para Marcos, para isso contou com a ajuda do diretor de carnaval Alexandre Couto.

“O Alex e o Alexandre me consultaram pra ver se eu gostaria de ver o projeto. Aí vim conhecer e falei: “Tá legal!”. A escola está bacana, está leve e é importante porque o carnaval precisa disso também, de leveza, tá tudo tão áspero já, tão intolerante… O circo tem esse combustível que é a alegria. Estou muito esperançoso. Acho que o Salgueiro vai dar um recado especial”, aponta Frota.

O trio já teve três encontros, o bastante para Marcos identificar que a escola está no caminho certo.

“O Salgueiro está numa atmosfera muito boa, está leve. Isso é bom porque se essa leveza vai pra Avenida, junta quem faz com quem assiste, independente da verba, do conteúdo. O Alex está muito pé no chão. Ele não está extrapolando. Está construindo um enredo artístico. O carnaval do Rio é um grande espetáculo e acho que a plateia vai ser presenteada com um carnaval feito nos detalhes pra contar uma história. Aliado a isso, espero que Xangô, que é o padroeiro da escola ajude a escolher um samba bem bonito e que a escola cante. Porque aí vai juntar isso tudo e vai ser incrível”, acredita.

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Em entrevista ao site CARNAVALESCO, Marcos Frota adiantou que já vai começar a escolha de 53 artistas de circo, vindos do projeto Unicirco, para somar ao trabalho da escola.

“A gente vai envolver quem gosta de circo,quem faz circo, quem quer ser de circo e claro, contribuir da melhor forma possível. Quero que o Alex veja no nosso material humano as possibilidades que ele tem para carro Abre-Alas, pra chão, pra o que quiser! – adianta o ator, que não esconde a felicidade em poder participar de um enredo que traz de volta toda a importância e magia do circo.

– O grande homenageado é o Benjamin de Oliveira, um cara que simboliza a resistência que o circo tem. Essa teimosia, essa perseverança. É por isso que o circo rompe a barreira do tempo. Hoje, em plena era da tecnologia, o mundo inteiro em polvoroso em meio as transformações climáticas e estar aí ainda, firme e forte. O circo pertence ao imaginário da criança, então quando ele encontra um espaço de celebração como é uma escola de samba, a gente só pode agradecer aos deuses. Vamos falar de circo, vamos cantar circo, a imprensa vai falar de circo… E com isso, ganha o circo do Brasileiro em geral”, finaliza o artista.

Ranking dos sambas mais ouvidos do Grupo Especial: Mocidade abre larga vantagem na liderança

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    O site CARNAVALESCO divulga a quinta lista dos sambas-enredo mais ouvidos do Grupo Especial para o Carnaval de 2020. A contagem segue o link de cada samba. A próxima lista será divulgada no dia 25 de novembro.

    1 – Mocidade: 75.764 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    2 – Mangueira: 63.154 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    3 – Beija-Flor: 55.196 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    4 – Paraíso do Tuiuti: 46.492 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    5 – Salgueiro: 46.458 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    6 – Portela: 45.468 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    7 – Viradouro: 40.751 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    8 – Grande Rio: 37.835 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    9 – Vila Isabel: 31.613 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    10 – Unidos da Tijuca: 30.098 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    11 – São Clemente: 27.165 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    12 – União da Ilha: 24.943 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    13 – Estácio de Sá: 16.259 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    Leandro Vieira sobre título da Imperatriz: ‘Nunca permiti que meu trabalho sofresse essa pressão’

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    Leandro Vieira vai acumular trabalho na Mangueira e na Imperatriz em 2020

    Durante a festa neste domingo na Imperatriz, pouco antes da apresentação de Iza, o presidente Luizinho Drumond emocionado no palco fez questão de ressaltar a importância da chegada do carnavalesco Leandro Vieira à escola.

    “Foi uma honra para nós ele ter aceitado. Gostaria de agradecer a Mangueira que cedeu o Leandro para dividir com a gente. Para mim são duas enormes escolas. Se Deus quiser ele virá para tornar a escola campeã, e tenho que agradecer a vocês (se dirigindo ao público), sem vocês não teria essa festa maravilhosa”, disse o presidente.

    Sobre a pressão de subir a Imperatriz para voltar ao Especial, elite do carnaval ao qual a escola de Ramos tem oito conquistas, Leandro preferiu não amarrar o sucesso do seu trabalho a essa expectativa.

    “Não sinto pressão porque eu não coloco o meu trabalho nesse lugar. Todo ano eu trabalho na intenção de fazer o melhor que eu posso. Se o melhor que eu posso fazer levar ao campeonato eu não sei. A gente trabalha para fazer o melhor que pode com a intenção de alcançar um resultado. Mas eu nunca permiti que o meu trabalho sofresse essa pressão, pois ela é ruim, querer ganhar a qualquer custo eu não sei se vale a pena”.

    O carnavalesco também revelou que a ideia do resgate do enredo de 1981 partiu do próprio artista.

    “Partiu de mim. A escola precisava disso, ficou muito tempo envolvida com algumas questões que dificultaram um pouco o início do trabalho. A escola não tinha muito tempo para fazer uma disputa de qualidade e precisava iniciar um carnaval, e aí eu acho que a melhor opção era reeditar e a escola é uma escola com grande sambas, grandes enredos, não foi difícil escolher o Lamartine. E é uma reedição, não uma cópia, então é o olhar do Leandro, vou representar o meu Lamartine. A escola fez em 1981 e agora fará com um outro olhar”.

    Vídeos: Iza samba, faz coreografia e agradece coroação como rainha de bateria da Imperatriz

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    Luto no mundo do samba e do pagode: morre o príncipe Reinaldo

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    Faleceu neste domingo o cantor Reinaldo Gonçalves Zacarias, o Reinaldo, conhecido como o Príncipe do Pagode, de 65 anos, após lutar por quatro anos contra o câncer. Ele trabalhou com gente de peso como João Nogueira, Roberto Ribeiro, Leci Brandão e Dona Ivone Lara. Recebeu o apelido de Príncipe do Pagode, em 1987, dado por uma rádio do Rio de Janeiro. Nas redes sociais, os sambistas Dudu Nobre, Mumuzinho e Arlindinho falaram da morte de Reinaldo.

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    Veja abaixo o pout-porri com Meiguice Descarada, Retrato Cantando de Um Amor, Coisa de Amante e Vem Pra Ser Meu Refrão.

    Abaixo, você pode ver trecho do show do cantor na Portela:

    Inspirada em Ketula, Iza chega na Imperatriz e elogia trabalho do carnavalesco Leandro Vieira

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    A Imperatriz Leopoldinense apresentou neste domingo sua nova rainha de bateria que estará à frente da Swing da Leopoldina no Carnaval 2020. A cantora Iza voltou às suas origens e retornou ao local onde estudava e brincava quando era criança. Criada em Olaria, bairro vizinho a Ramos, a rainha de bateria dos gresilenses disse se sentir em uma grande festa de família.

    “Isso é muito louco (risos), parece até aniversário, tem um monte de amigos ali fora, todo mundo super animado. Eu tô muito feliz realmente, eu não estou nem acreditando. Eu sempre quis viver isso, sempre sonhei em ser rainha de bateria, sempre achei muito lindo, eu gosto da arte do samba, mas eu nunca imaginei que eu pudesse fazer isso. É um lugar realmente importante para mim, vários amigos moram aqui perto, eu estudava aqui no Pio XI (colégio) e tudo muito próximo. É um dia de festa para mim”, disse Iza ao site CARNAVALESCO.

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    Admiradora do samba e com muito talento para o ritmo, Iza mostrou muito swing e talento na hora de sambar à frente dos ritmistas sendo apresentada por mestre Lolo. A cantora falou sobre um figura do samba que é sua inspiração desde pequena.

    “Eu vou falar de uma musa daqui mesmo da escola. Na verdade, quando eu vi a Ketula (Mello, musa da escola) pela primeira vez, no concurso do Caldeirão pela Porto da Pedra ainda, falei que nunca tinha visto uma mulher tão linda na minha vida, tão empoderada. Aquilo me deu um sacode, sabe? E aí quando eu descobri que eu vinha para cá eu mandei mensagem e disse ‘eu não acredito que vou te conhecer’. Ela representa muito o samba, a mulher negra e ela vai me ajudar muito aqui”, comentou Iza.

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    Com o seu trabalho também voltado para tratar das questões sociais, a cantora encontrou um paralelo com o trabalho do recém contratado carnavalesco da Imperatriz, Leandro Vieira que nos últimos enredos na Mangueira tem pisado bem forte no terreno das críticas às desigualdades, à intolerância religiosa e à hipocrisia de governantes.

    “Eu acho que isso é muito importante. Na minha arte eu sempre tenho essa preocupação de incluir aquilo que mais importa, a questão social. Acho que a gente pode falar sobre sexo, amor, sentimentos, amizade, idas e vindas, mas é importante também a gente falar sobre as coisas que realmente importam que fazem o bem para a sociedade, refletir tudo o que a gente tem vivido hoje. Acho que a gente consegue comunicar e emocionar muita gente assim. Então, eu me correlaciono com ele nesse trabalho porque eu também penso dessa forma e procuro também trabalhar desse jeito”.

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    A cantora foi coroada pelo presidente da escola Luizinho Drumond. A festa contou com a participação especial da super convidada de honra, Alcione, que cantou ainda duas músicas. Durante o evento, a escola também apresentou oficialmente os novos coreógrafos da comissão de frente, Hélio Bejani e Beth Bejani.

    Galeria de fotos: Iza na Imperatriz

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    Brilho no olhar ainda mais forte: site CARNAVALESCO visita ensaio de quadra da Viradouro

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    A equipe site CARNAVALESCO está passeando pelas quadras das escolas de samba do Grupo Especial na temporada para o Carnaval 2020. Estaremos também nos ensaios de rua fazendo nossas análises tradicionais da harmonia, evolução e sempre com muitas entrevistas com os responsáveis por cada quesito.

    Na terça-feira, dia 12 de novembro, estivemos no ensaio de rua da Viradouro. A vice-campeã de 2019 promete um desfile ainda melhor para o Carnaval 2020. O trabalho é feito com muita seriedade e esmero. Impressiona como a escola de Niterói é organizada e praticamente não parou um minuto sequer pós desfile de 2019 com o foco total na conquista do seu segundo título no Grupo Especial. A comunidade já está com o samba na ponta da língua e cantando forte. Destaque para o “ensaboa mãe” que promete ser um grande hit dos desfiles do ano que vem.

    Abaixo, você confere a arrancada do samba de 2020 na voz do talentoso Zé Paulo, a bateria de mestre Ciça e o canto da comunidade.

    Enredos para 2020 – parte 2: O tom crítico reinventado em micro-histórias

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      Por Leonardo Antan

      Demorou, mas estamos de volta! Passada a escolha de sambas, os enredos ganham novos contornos, agora reinterpretados pelos versos das obras escolhidas por cada agremiação. Como era de se prever, a safra de boas narrativas para 2020 rendeu excelentes hinos para as escolas. Mas voltemos à base de tudo, num rápido passeio pelos enredos. 

      Depois de falar dos temas que estavam envolvidos em brasilidades, o tom crítico, tão em alta nos últimos anos, ainda pode ser visto em outras narrativas. Mas para além de um discurso panfletário, esses enredos têm em comum abordar micro-histórias, que servem ao macro, mostrando através de pequenas narrativas para falar os problemas maiores que cercam a sociedade. São temas que lembram que tudo é político e, longe do isentão, mostram que o poder do discurso está nas estranhas do carnaval e sua força subversiva.

      É negritude, Salgueiro! 

      Honrando sua tradição de revelar personagens poucos conhecidos da história brasileira, a Academia retoma o legado deixado por Arlindo Rodrigues e Fernando Pamplona ao apresentar “O rei negro do picadeiro”. Depois de Zumbi dos Palmares, Xica da Silva, Chico Rei e tantos outros, louvar o primeiro palhaço negro do Brasil ganha tantos contornos políticos hoje, assim com os heróis dos anos 1960. O carnavalesco Alex de Souza pincela de maneira política a trajetória de Benjamin de Oliveira desde sua infância até sucesso em diversas formas de arte. Sobre o  ponto de vista da sinopse, o samba da Academia reinventa o enredo com uma pegada poética e alegre como pede o tema circense. Um enredo clássico e sem grandes pirotecnias e, por isso mesmo, valente.

      Portela reencontra suas lendas e mistérios

      Falando em clássico, cinquenta anos após “Lendas e mistérios da Amazônia”, a Portela retoma com grande força a temática indígena em “Guajupiá, Terra Sem Males”, dos carnavalescos Renato e Márcia Lage. A narrativa trata a lenda indígena da criação do mundo na ótica dos tupinambás, que o samba-enredo soube traduzir muito bem em sua primeira passagem. Partindo daí, a sinopse evoca imagens do cotidiano indígena, da valentia e coragem de um baía de Guanabara antes do Rio de Janeiro existir. Hoje, séculos depois, a luta indígena contra a dominação e a preservação da natureza continuam mais do que nunca e o enredo termina em tom politizado, lançando esse alerta. Falar dos “donos da terra” é abordar a história da colonização brasileira e suas mazelas. 

      Com ótimo axé, a Viradouro tá de alma lavada!

      Mais um enredo sem tom político explícito, mas que ganha contornos expressivos ao falar da força cultural brasileira é “Viradouro de alma lavada”. Homenageando as Ganhadeiras de Itapuã, a vermelha e branco fala de força ancestral feminina, africanidade, brasilidade e baianidade. A figura da baiana, uma das personagens mais importantes da cultura nacional e valorizadas pelo samba, é excelente mote para exaltar a força da mulher trabalhadeira que ajudou a fundar o país no braço. O enredo acerta ao fugir de clichês que um enredo como esse evoca e aposta em elementos que podem render um ótimo visual. Louvando os orixás e balançando seus balangandãs, a vermelho e branco tem um dos mais bonitos enredos da safra, o que é, sem dúvidas, um grande trunfo. 

      Mangueira: pecado é não brincar o carnaval

      Narrativa é poder, disso sabe bem o carnavalesco Leandro Vieira. Por isso, o enredo “A Verdade Vos Fará Livre” é tão forte e revolucionário em muitos sentidos. Assim, como fez em 2019, ao propor uma nova história do Brasil sob o ponto de vida dos perdedores, o artista bicampeão do carnaval propõe uma inovadora narrativa sobre a figura mais conhecida do ocidente: Jesus Cristo. Se usando desse poderoso nome, religiões construíram discursos de ódio e repressão, este mesmo nome será usado para falar de tolerância e amor; a saber, suas principais ideias propagadas originalmente. Assim, Jesus renasce preto, pobre e favelado no morro de Mangueira num domingo verde e rosa. Mais revolucionário que isso, atualmente, impossível. 

      Histórias inspiradas que encontram ecos atualmente, os enredos de Portela, Salgueiro, Mangueira e Viradouro mostram com as escolas de samba passam por um ótimo momento criativo, se reconectando com o social, através da narrativa de artistas talentosos. Os enredos seguem a toada política vigente, mas as reinventando de maneira ainda mais potente. Assim, o Carnaval re-existe. 

      ‘Vai ter surpresa’, promete rainha de bateria da Mocidade Alegre para o próximo desfile

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      Rainha de bateria da Mocidade Alegre, Aline Oliveira conquista a cada ano mais corações na Morada do Samba. Além de ser uma personalidade praticamente formada dentro da agremiação, a bailarina é um show a parte. Foi elevada tocando surdo de terceira, tocou três surdos durante passagem na avenida, e eventualmente aparece com alguma surpresa, seja no desfile ou até mesmo na quadra. No bate-papo com o site CARNAVALESCO, ela comenta a importância em acompanhar as atividades da agremiação e revela brincadeira da comunidade.

      “Sou suspeita de falar porque eu cresci na Mocidade Alegre, e isso desde os meus 12 anos. As coisas aconteceram muito naturais, e acho muito importante a presença das rainhas pra que a gente possa entender o enredo, a proposta da escola, montagem dos carros. Eu adoro escutar a bateria no momento em que estão tirando os breques, é fundamental também pra criar uma propriedade em qualquer coisa que a gente for falar, isso é importante. Na escola até brincaram que eu vou virar patrimônio histórico (risos). Mas tudo é muito natural, eu amo mesmo sem forçar”.

      Perguntada sobre uma possível surpresa no próximo desfile, a rainha mostrou cautela ao comentar.

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      “Vai ter surpresa sim. Eu sempre falo que não posso adiantar se não eu sou banida da escola, mas vai ter sim. A gente gosta de trazer uma coisinha diferente sempre e já estamos trabalhando pra isso”.

      Aline Oliveira também participou da gravação do clipe da Mocidade Alegre caracterizada, e citou que processo eleva a expectativa para o carnaval.

      “É aquela sensação de que já é carnaval valendo, já da o friozinho na barriga, aquela vontade de desfilar, é muito gostoso. Essa união da galera é muito legal, é o segundo ano que a gente grava e foi incrível. É muito gostosa essa época”.