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Presidente da Viradouro analisa gestão da escola e elogia dupla de carnavalescos

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Vice-campeã em 2019 do Grupo Especial, a Viradouro só pensa na conquista do campeonato no desfile do ano que vem. Em entrevista ao site CARNAVALESCO, o presidente Marcelinho Calil falou do trabalho de gestão na Viradouro e que está virando referência para todas escolas de samba.

“O segredo da gestão que rapidamente mudou o perfil da escola é amor e trabalho. A dificuldade faz parte hoje do carnaval, mas com amor à nossa cultura e escola, e, arregaçando as mangas, a gente supera isso tudo e consegue proporcionar à comunidade da escola e do samba grandes espetáculos”.

Perguntado sobre o impacto da saída do carnavalesco Paulo Barros e a entrada da dupla Tarcísio Zanon e Marcus Ferreira, Calil elogiou o trabalho dos novos contratados.

“A saída do carnavalesco antigo foi de certa forma num período mais adiantado. Quando pensamos no mome do Marcus e do Tarcísio, que já são parceiros na vida, mas não tinham trabalhado ainda juntos, já ficamos satisfeitos com a possibilidade. São jovens que não apostas, já estão consolidados. A estrutura que foi vista no carnaval passado se mantém para o próximo, apenas com a mudança da direção artística do projeto. Podem manter o nível de exigência pela Viradouro porque viremos com certeza para brigar pelo carnaval”, garantiu.

Definidos classificados para final do Rei Momo e Rainha do Carnaval

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    Por Gabriella Souza. Fotos: Magaiver Fernandes

    A semifinal do concurso de Rei Momo e Rainha para o carnaval de 2020 do Rio de Janeiro aconteceu nesta quarta-feira, na Cidade das Artes, Barra da Tijuca. O evento foi aberto para a torcida dos participantes e teve presença de figuras ilustres do samba, além de dirigentes da Riotur, realizadora do projeto. A grande final será no dia 12 de janeiro, em Copacabana.

    Foram selecionados quatro candidatos para o posto de Rei Momo e seis para Rainha. Estão classificados: Alex Oliveira, Jeferson Luiz, Pablo Rafael, Djeferson Mendes. Camila Silva, Amanda de Almeida, Viviane Silveira, Deisiane Conceição, Cinthia Aparecida, Ariane Regina.

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    Foram um total de 28 competidores, 14 concorrentes em ambas categorias de Rei Momo e Rainha. Cada participante fez uma apresentação individual, contando suas trajetórias com o carnaval e mostrando o mais aguardado, o samba no pé. A simpatia, a apresentação e a vivência com o carnaval foram analisados pela comissão julgadora. Cada um mostrou seus conhecimentos através de perguntas sobre a festa.

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    O perfil dos candidatos foi diverso. O que a maioria teve em comum era a trajetória extensa com o samba. Alguns deles já estavam em sua quinta, oitava, décima participação no evento. Até mesmo ex-reis disputavam a coroa de 2020. Sem contar com a presença de figuras já conhecidas dos sambistas, que viram no evento uma oportunidade de renovação e abertura de portas, como conta Camila Silva, musa da Paraíso do Tuiuti, que já foi rainha de bateria da Mocidade Independente de Padre Miguel e da Vai-Vai de São Paulo.

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    “É algo que gosto, amo carnaval e concursos como esse. A corte de carnaval é uma algo que sempre esteve comigo desde criança. Fui rainha do carnaval de São Paulo em 2009, acho que já está comigo no sangue. Pensei ‘porque não tentar agora no Rio?’, um lugar que me recebeu com tanto carinho. Vi nessa oportunidade uma forma de retribuir toda a energia que recebi desse povo, lugar que aprendi muito”, disse Camila, emocionada.

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    Pablo Rafael, passista da Viradouro e amante de carnaval, conta a emoção de chegar à final do evento.

    “Sou o atual Rei Momo do carnaval de Niterói e já participei de diversos concursos como esse e almejo ser o da cidade do Rio. Uma grande experiência representar essa cidade, esse povo fantástico. É a corte que apresenta o carnaval para o mundo, é um prazer e uma responsabilidade imensa poder representar o Rio e o seu carnaval e vou lutar por isso”, declarou Pablo.

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    Luciana Messias, técnica de enfermagem e coordenadora de passistas da escola Arrastão de Cascadura, aposta na experiência com o concurso para aprimorar sua carreira no meio.

    “Esse ano é a minha primeira vez no evento e me sinto feliz de poder estar ao lado de tantas pessoas que já estão aqui a anos tentando, aprendi e aprendo muito. Valeu para que eu pudesse enfrentar meus medos e me superar, ao subir naquele palco e sempre me aprimorar no carnaval”.

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    O concurso, que já é tradicional no Rio, renova sua corte a cada ano e traz para o mundo do samba novos símbolos. A responsabilidade de receber a chave da cidade para abrir a festa, é destaca por Wilson Neto, atual Rei Momo e componente do júri que decidirá os campeões do evento.

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    “Hoje eu tenho que começar falando que estou emocionado, lisonjeado e gratificado pelo fato de estar do outro lado, que é compondo o júri para a escolha da corte 2020. Confesso que não imaginei que fosse tão difícil. O nível está cada ano aumentando e o grupo é coeso. Estou aqui para ser justo e sério com meu julgamento. Tenho certeza que irei entregar a coroa para uma próxima pessoa que irá saber conduzir a corte real como ela merece. Desejo sucesso e sorte a todos os candidatos e candidatas”.

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    A persistência é a marca principal de quem ama o que faz, o que se viu foram pessoas dedicadas ao mundo do samba. Como conta Marcus Luiz que está em sua décima competição.

    “Estou há dez anos concorrendo e a figura do Rei Momo para mim é de alegria, participação e de junção com todos os ideias que o carnaval representa. É a resistência da memória dessa nossa festa que amamos. Esse posto serve para lembrar sempre o intuito do carnaval, para alegrar nosso povo e não ser só algo financeiro e empresarial. É popular, é a essência dessa festa”.

    Galeria de fotos: semifinal do concurso de Rei Momo e Rainha do Carnaval 2020

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    Tudo sob controle! Depois de ser hospitalizado no mês de setembro, Tinga afirma estar ótimo

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    Por Victor Amâncio

    Hospitalizado no mês de setembro com um quadro de pressão alta, o intérprete da Unidos de Vila Isabel, Tinga, diz estar muito bem de saúde e falou sobre as recomendações médicas. O cantor afirmou não ter feito nenhuma mudança em sua rotina e que apenas deve fazer uso das medicações receitadas.

    “Não mudei em nada, está tudo sob controle. Minha pressão foi a mais de 20, agora eu só preciso tomar a medicação certinho e vida normal”, disse o cantor.

    Nos últimos carnavais têm sido comum escolas encomendarem sambas-enredo, em 2020, no Grupo Especial, foram dois sambas e no Grupo de Acesso foram oito escolas que encomendaram. Tinga se mostrou contra os sambas encomendados. Para ele, encomendando o samba a escola pode perder a oportunidade de ter um samba melhor.

    “Eu particularmente sou contra porque você perde a chance de saber se vai ter algum samba superior. Encomendado é aquele e pronto, não tem chance de ver se de repente poderia ter um outro compositor mais inspirado e que consiga compor um samba melhor. Nem sempre o compositor que faz samba encomendado está no seu melhor dia de inspiração. Ter a disputa, para mim, é melhor”.

    Figurinha carimbada nas disputas de samba-enredo, o intérprete que neste ano defendeu sambas em sete coirmãs do Grupo Especial, sendo campeão em cinco delas – Salgueiro, Beija Flor, União da Ilha, Viradouro e Estácio de Sá. O cantor falou sobre o apelido atribuído a ele de mister final, dado exatamente por conta da quantidade de sambas defendidos por ele nas disputas que se consagraram campeões.

    “O apelido foi dado por vocês do site CARNAVALESCO, eu fico feliz por trabalhar com grandes compositores, cantando grandes sambas e conseguir defender as obras da melhor forma possível, dando o meu melhor. Isso que é importante, se doar, para que o resultado venha”.

    Sobre a mudança na forma de disputa Vila Isabel, que optou em não fazer apresentação dos sambas concorrentes na quadra, Tinga enfatizou que a escolha da diretoria da escola é soberana e deve ser respeitada.

    “Eles optaram por fazer desta forma, e temos que sempre respeitar a decisão diretoria, que busca fazer o melhor pela escola”.

    Samba Didático: União da Ilha vai levar para avenida as mazelas da sociedade

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    Por Victor Amâncio

    “Sou mãe dignidade é meu destino / Rogo em prece meus meninos / Ao longe alguém ouviu”. Levando para a Sapucaí o enredo “Nas Encruzilhadas da Vida, entre becos, ruas e vielas, a Sorte está Lançada: Salvem-se quem puder!”, a União da Ilha promete fazer um grito de socorro pela comunidade. Além do clamor feito pela mulher retratada no enredo, a comissão de carnaval que é composta por Fran Sérgio, Cahê Rodrigues, Larrisa Pereira, Anderson Netto, Allan Barbosa e Felipe Costa, e liderados pelo mestre Laíla, pretende levar uma mensagem de esperança para a classe mais desfavorecida da sociedade. O samba-enredo é uma composição dos poetas Marcio André, Marcio André Filho, Rafael Prates, J Alves, Daniel e Marinho.

    O site CARNAVALESCO dando continuidade à série de reportagens “Samba Didático” entrevistou os carnavalescos Cahê Rodrigues e Fran Sérgio, e o compositor Márcio André para saber mais sobre os significados e as representações por trás dos versos e expressões presentes no samba da agremiação da Ilha do Governador para o carnaval de 2020. Confira abaixo a análise feita pelo entrevistado dos versos e trechos do samba:

    “Senhor… Eu sou a Ilha / E no meu ventre essa verdade é que impera”

    “Quem conduz o nosso enredo é uma mulher grávida, negra e no centro, no meio da favela, da sua comunidade. No samba ela conversa com um alguém que tem o poder, para falar da situação dela e o filho que está prestes a nascer. Como será o futuro dessa criança que vai chegar nesse mundo? Ela se apresenta, fundida a escola, sendo uma só pessoa, para fazer esse pedido de socorro”, afirma Fran Sérgio.

    “Essa parte é a própria mulher, a mãe, a porta voz do enredo se dirigindo a Deus. Nesse momento ela incorpora, ela transcende o ser dela, é a porta voz da escola, de toda uma comunidade. Ela fala em nome de toda escola. Os versos colocam em evidência o sentimento de clamor, de oração, de lamentação que essa mãe faz nesse início do samba. Ela é a própria verdade, é o coração e alma dessa comunidade, indignada ela busca entender por quê tanto sofrimento com a sua gente”, indaga Cahê.

    “A voz do rancor não cala meu povo não”

    “O trecho mostra que mesmo com tudo de ruim que está acontecendo socialmente o povo continua firme, continua trabalhando, continua indo em frente, continua tendo esperança, lutando por dias melhores e uma vida melhor”, diz Fran.

    “Esse verso é um momento bem delicado do samba e do enredo, esse nó na garganta são acúmulos de abandono, descaso e de tanta dor acumulada. E no dia da comunidade, o dia do nosso desfile, o povo se aproveita para colocar para fora, para externar todo esse sofrimento. É o povo mais uma vez dando uma lição de vida que mesmo em meio a dor, o sofrimento e a tantas injustiças que ninguém vai calar a voz e a luta deles”, completa Cahê.

    “Inocentes culpados, são todos irmãos / Esse nó na garganta vou desabafar
    O chumbo trocado, o lenço na mão / Nessa terra de deus dará”

    “O refrão fala da falta de cuidado do poder público com a educação, com a saúde, com a segurança, tornando todos nós irmãos nessa luta. Muitas vezes as pessoas são levadas para situações por conta da falta de cuidado dos poderosos”, explica Fran.

    “Inocentes e culpados, todos os dias morrem por conta dos desmandos, e isso nos aproxima, somos todos irmãos, filhos da pátria mãe gentil. Queremos mostrar que pessoas tidas como culpadas vão para o caminho do mal por conta do abandono, pela falta de apoio do poder. Nessa luta toda inocente ou culpado sofre e estão a mercê da violência. São as mães que choram com o lenço na mão, é uma verdadeira guerra e vivemos num salve-se quem puder”, frisa Márcio André.

    “O seu abraço é minha dor (seu doutor)”

    “Nesse verso a mulher retratada no enredo, diz para o poderoso que a falsidade dele causa dor. É hipócrita, falso. Ela vivendo o caos, sem condições de vida, e o poder está rindo, abraçando e fingindo se importar” diz Fran Sérgio.

    “Está falando das pessoas que se aproveitam da situação para ganhar vantagem em cima da classe desfavorecida. A dor aumenta a partir do momento em que essas pessoas acreditam nas promessas e no final nada acontece e tudo continua igual ou pior. A dor de lidar com a ganância, com a hipocrisia”, explica o compositor.

    “Eu sei que todo mal que vem do homem / Traz a miséria e causa fome”

    Fran Sérgio explica que esses dois versos do samba retratam a maldade, a falta de amor ao próximo, essa falta de cuidado e respeito ao próximo são as causas toda essa miséria, da falta de vida digna dos mais pobres e dos mais necessitados.

    “De todos nós, o enredo fala das encruzilhadas da vida, nós como sociedade, dentro das suas particularidades passamos por problemas, mas essas pessoas, as comunidades sofrem muito mais”, conclui.

    “Esse homem é aquele homem que enganou o povo, é aquele que subiu o morro, prometeu dignidade, melhoria de vida; apresentou soluções e deu esperança para comunidade. E ai passando as eleições some, e tudo continua igual, ou pior, do que antes. O descaso dessas autoridades que deveriam cumprir o que prometem, mas só fazem aumentar a miséria e a fome. Apesar de estarmos numa grande cidade o problema da fome aqui ainda é grande. É uma realidade muito cruel e o povo está cansado, incrédulo. Nesses versos o samba fala dessa cruel realidade”, explica Cahê.

    “A nossa riqueza é ser feliz / Por todos os cantos do país /
    Na paz da criança o amor da mulher / De gente humilde que pede com fé”

    “O refrão principal do samba e o encerramento do desfile tem a cara da União da Ilha: uma escola alegre e emocionante. Essa mulher diz no samba que a única forma do povo passar por essas dificuldades e todas as mazelas é a solidariedade, a amizade. É você estar num samba, em um baile funk ou em um churrasco na laje. Então é você buscar alegria dentro do que você pode, para sobreviver a tudo de ruim que acontece e passamos. Apesar de tudo, somos um povo com esperança, e acreditamos que as coisas vão melhorar. A Ilha traz esse grito de alerta e de fé em dias melhores”, conclui Fran.

    Para Cahê, esse trecho fala um pouco do maior patrimônio desse povo humilde, de comunidade que é a chance de ser feliz; fala de um povo que apesar dos pesares nunca desiste de acreditar em dias melhores; e que mesmo passando por tantas dificuldades na vida eles conseguem reservar um momento singular para serem felizes, como por exemplo o dia do desfile, o carnaval.

    “Está aí o dia da comunidade e eles não abrem mãe deste dia, é o dia em que reservam para brincarem e serem felizes e eles não abrem mão de participar desse momento festivo e alegre, sejam crianças, jovens ou adultos. Quando diz “De gente humilde que pede com fé” o samba faz referência ao dia-a-dia dessa gente que antes de sair de casa para o trabalho, por exemplo, descendo o morro, saindo de suas comunidades elas se benzem, fazem o sinal da cruz e pedem a Deus a chance de voltar para casa depois de um dia de batente e voltar para o convívio da família. A riqueza dessa gente não é o dinheiro ou
    bem material, é a alegria”, encerra Cahê.

    União da Ilha 2020

    Depois de amargar a décima posição no carnaval de 2019, a União da Ilha do Governador, em busca do título inédito do Grupo Especial, é a sexta escola a desfilar no dia 23 de fevereiro, domingo de carnaval, na Marquês de Sapucaí. A escola levará para avenida o enredo: “Nas Encruzilhadas da Vida, entre becos, ruas e vielas, a Sorte está Lançada: Salvem-se quem puder!”, desenvolvido pela comissão de carnaval.

    Grande Rio recebe o último show do projeto ‘Nada Pra Fazer’ de 2019

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    Vou Pro Sereno

    No domingo, a partir das 15 horas, vai acontecer na quadra do Acadêmicos do Grande Rio a última edição deste ano do Projeto “Nada Pra Fazer” e convidados. Com grande apelo de público e sempre registrando grande procura por parte dos fãs do grupo Vou Pro Sereno, conta-se com uma previsão de público na quadra da tricolor de Caxias, na Baixada Fluminense, de 20 mil pessoas.

    O show costuma receber várias caravanas de todo o país e de milhares de amantes do samba. O diferencial fica por conta da participação de um convidado surpresa em todas as edições. Já participaram da festa nomes como Mumuzinho, Ludmilla, Xande de Pilares e Netinho de Paula, entre outros.

    O grupo emplaca músicas em todas as rádios do Brasil, como os sucessos Essa Preta, Mulher Não Manda em Homem, Vou pro Sereno, Quero Mais, Nada pra Fazer, Me Desculpe a Franqueza e Logo Dou Um Jeito, além da nova música de trabalho Eu Volto Pra Almoçar. O repertório do show conta ainda com clássicos do samba de roda, do partido alto e do samba de terreiro.

    Serviço

    Último Projeto “Nada Pra Fazer” do ano com o Grupo Vou Pro Sereno e convidados
    Data: Domingo, 22 dezembro de 2019
    Horário: 15h
    Local: Quadra do Acadêmicos do Grande Rio
    Endereço: Rua Almirante Barroso, 5 – Centro – Duque de Caxias
    Telefone para mais informações e venda de camarotes: (21) 96451-0511
    Valor do ingresso: 20 reais (primeiro lote)
    Vendas antecipadas na quadra da Grande Rio, Lojas South e site Guichê Web: https://www.guicheweb.com.br/ingressos/12837?fbclid=IwAR2-AtfYcHNeKVRlgFUe6kdKSSpDV9-uDOhrlLYrg3YRsEfUiyqMQphey1I
    Classificação: 12 anos

    Portela recebe São Clemente e Cacique de Ramos nesta sexta-feira

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    A Portela vai receber os integrantes da escola de samba São Clemente e do bloco Cacique de Ramos nesta sexta-feira, a partir das 20h, em mais uma edição do projeto Sextou Portela. A abertura da noite, que terá entrada gratuita até as 23h, será com o grupo Samba dos Crias, formado por novos talentos da Portela.

    Sob o comando do intérprete Gilsinho e da bateria Tabajara do Samba, a anfitriã fará, na sequência, um grande show com passistas, baianas, mestre-sala e porta-bandeira e a rainha Bianca Monteiro. No repertório, terão lugar garantido sambas antológicos e o hino oficial de 2020, “Guajupiá, Terra Sem Males.”

    Única representante da Zona Sul no Grupo Especial, a São Clemente também levará seus principais segmentos e cantará, além de sambas históricos, seu hino para o próximo carnaval, “O Conto do Vigário”. Considerado um dos mais importantes blocos do Brasil, o Cacique de Ramos, liderado por Bira Presidente, também promete sacudir o público com muita alegria e sambas memoráveis das décadas de 1970 e 1980, como “Vou Festejar”, “Caciqueando” e muitos outros. As alas tradicionais e as musas do bloco estão confirmadíssimas.

    A quadra da Portela fica na Rua Clara Nunes 81, em Madureira. O ingresso custa R$ 10. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 3217-0983.

    Serviço:
    Sextou Portela
    Atrações: Grupo Samba dos Crias, Portela, São Clemente e Cacique de Ramos
    Data: Sexta-feira, 20 de dezembro
    Horário: A partir das 20h (abertura dos portões)
    Local: Quadra da Portela
    Endereço: Rua Clara Nunes 81, Madureira

    Entrada franca até 23h. Após: R$ 10;
    Mesas para quatro pessoas: R$ 50 (já inclui os ingressos)
    Camarote inferior (para 15 pessoas): R$ 250
    Camarote superior (para 15 pessoas): R$ 400
    Classificação etária: Livre
    Informações: (21) 3217-0983
    Vendas na bilheteria da quadra e pela internet (www.ingressocerto.com/portela)

    Site CARNAVALESCO visita ensaio de rua da Colorado do Brás

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    Dando sequência as visitas aos ensaios das escolas de samba do Grupo Especial do carnaval de São Paulo, o site CARNAVALESCO visitou o ensaio da Colorado do Brás. É importante lembrar que, a sede da agremiação não comporta a estrutura de um ensaio, por isso, os componentes se reúnem em frente, duas ruas são fechadas para o treino. No último domingo, a agremiação realizou seu último ensaio do ano de 2019, um dos mais cheios da fase preparatória até o momento.

    Samba-enredo

    A estrutura do samba da Colorado do Brás carrega uma forte característica de explosão, exigindo empolgação dos componentes em praticamente todo o trecho. O tom alto cantado influencia diretamente na proposta. O refrão de cabeça vem na contramão do melisma, com poucas extensões das sílabas tônica e melodia clássica, diferente do segundo refrão, que utiliza uma linha mais moderna. Comparado ao enredo, o hino é explicativo e influencia diretamente na leitura imediata do desfile.

    O intérprete Chitão Martins comentou sobre a rotina de ensaios e quantidade de músicos presentes na ala para o desfile de 2020.

    “Além dos ensaios gerais, também fazemos os individuais da ala. O de domingo, como é um ensaio com todas as alas, a gente não tem o tempo pra parar, dar uma acertada, ver aonde a gente pode melhorar, e nos ensaios individuais a gente pode fazer isso. Temos o tempo pra para cada um expor a sua ideia, enriquecer o samba. Além dos ensaios em estúdios, que são super importantes, gravamos voz por voz, identificamos aonde cada voz tem dificuldades e assim extrair o melhor do cantor. Nossa ala musical é composta por seis apoios, comigo somos em sete. Nas cordas somos em quatro, dois cavacos, um violão de seis cordas e um de sete cordas, são onze músicos”.

    Bateria

    A bateria Ritmo Responsa, assim como a escola, também apresentou um bom contingente durante o ensaio. Posicionada ao lado esquerdo do palco, a batucada aproveitou o momento para firmar a sustentação do ritmo e treinar as execuções das bossas. Pode-se notar a execução de quatro bossas diferenciadas e com tempo de duração considerável, todas acima de dezesseis compassos. Um ponto de destaque é a harmonização dos desenhos dos instrumentos leves, como; agogô, tamborim e chocalho, que conversam em partes estratégicas, proporcionando entrosamento. Além dos ensaios semanais de domingo, o quesito ainda se reúne toda terça-feira para limpar arranjos, bossas e trabalhar resistência.

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    Comissão de frente

    A comissão de frente da Colorado do Brás ensaiou com quase o que se considera o limite, dividido entre homens e mulheres. A coreografia trabalhava detalhes de gestos e coreografias com muitos detalhes, porém ainda sem ter a certeza se o que foi apresentado era oficial ou não. Mesmo assim, o coreógrafo Kelson Barros pedia atenção aos coreógrafos e sinalizava os momentos em que podiam andar.

    Harmonia

    Durante o ensaio visitado, a bateria e ala musical parou duas vezes para que os diretores de harmonia focassem no desempenho vocal de toda a escola, sem alterar a estrutura e organização. Nesses trechos a falta de intimidade de alguns componentes ficou mais visível, situação entendida pelo tempo de distância para o desfile. Mas isso não fez com que os integrantes da direção de harmonia parassem de pedir animação aos desfilantes, que corresponderam, principalmente nos dois refrões e no final da segunda estrofe. Um dos diretores de Harmonia da agremiação, Diego Zulão, explicou como o ensaio é montado e revelou frequência dos componentes.

    “Nosso tempo de ensaio dura uma média de 1 hora de canto direto. Esse segundo semestre foi atípico, uma média de 200 pessoas compareceram aos ensaios. Mas agora com a virada de ano, os componentes voltam a frequentar em maior número. Sobre as separações das alas, cada Harmonia já tem a sua função. Eles vão separando de acordo com a pré-montagem, que já temos do dia do desfile. Assim, os componentes vão se acostumando com sua posição de desfile”.

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    Evolução

    As alas ocupam uma grande parte da rua Quixelos, localizada logo ao lado da sede. Mesmo com toda adversidade presente em ensaiar na rua, a escola consegue aproveitar os espaços, separar as alas de forma que não fique desconfortável, mas sem espaçar. Confortável pra quem participa e compacto pra quem assiste. Os integrantes da alegoria foram os mais animados, os que mais cantaram, literalmente curtiram o último ensaio do ano de 2019. As alas são separadas conforme o desfile do respectivo carnaval, dando voltas, formando um oval bem estendido. Durante o esquenta, onde foi cantado hino, três sambas antigos e músicas pra animar os integrantes, a separação das alas se manteve de frente ao palco principal.

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    Um dos destaques do ensaio foi a presença da ala Giga, que reúnem componentes acrobatas, sem economizar nas coreografias e movimentos no ar. Zulão revelou que, apesar da distância, integrantes da escola acompanha cada ensaio.

    “A ala é um projeto social, onde eles têm alguns espaços em Guarulhos. A frequência deles nos nossos ensaios dependem de algumas situações, relacionadas a transportes. Porém, acompanhamos os ensaios nos espaços deles”.

    Casal

    Ruhannan e Ana Paula carregam anos de parceria, fator bem visível ao analisar a dança do casal oficial da agremiação. Independente do local, quadra, apresentação ou ensaio técnico, a simpatia ao ostentar o pavilhão não é afetada, assim como foi no ensaio visitado. Ambos carregam uma coreografia que alia o modernismo com a dança clássica do quesito. Mantendo o nível do último ensaio, e firmando cada vez mais a frequência dos  componentes, a maior vantagem dos últimos anos da escola pode ser mantida, que no caso é a força do chão.

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    O samba influencia na explosão, e correspondida pela escola, pode proporcionar resultados superiores ao do ano passado. Além da mudança nos dirigentes de harmonia, a Colorado manteve praticamente o mesmo time dos últimos anos. Antes do ensaio para o carnaval de 2020, o presidente Ka agradeceu a presença dos seus componentes, reafirmou alto investimento e garantiu escola mais competitiva.

    A Colorado do Brás será a segunda escola de samba a desfilar na noite de sábado, dia 22 de Fevereiro, com o enredo: “Que Rei Sou Eu?”, assinado pelo carnavalesco Leonardo Catta Preta.

    Canto da comunidade da Estácio é grande destaque em ensaio de rua

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    A Estácio de Sá realizou na noite desta segunda-feira, o seu último ensaio antes do fim do ano de 2019. No treino, que contou com a presença de todos os quesitos e departamentos da agremiação, a nota positiva foi o desempenho da comunidade que cantou forte o samba-enredo da agremiação, deixando uma excelente impressão para o desfile do ano que vem.

    Comissão de Frente

    Ariadne Lax vem mostrando que não ganhou o Estrela do Carnaval por acaso. Durante o ensaio desta segunda, o grupo de dançarinos comandados por ela realizou coreografia de desfile e treinou as três paradas de jurado que vão acontecer no desfile do ano que vem.

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    Mestre-Sala e Porta-Bandeira

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    A julgar pelo ensaio realizado nesta segunda à comissão e o casal irão “conversar” na avenida. O encerramento da apresentação da comissão traz a dupla Zé Roberto e Alcione para o centro da cena. Eles também realizaram paradas para jurados e testaram coreografia de desfile.

    Harmonia

    Grande destaque da apresentação da Estácio. Embora, atualmente viva entre a Série A e o Especial, a comunidade do São Carlos tem muita força. O samba da escola foi muito cantado pelos componentes ao longo da pista de ensaio, deixando a impressão de que, no que depender do chão, a permanência no Especial é provável.

    Samba-Enredo

    Bom o rendimento da obra no ensaio, impulsionada por uma segura atuação de Serginho do Porto e todo o seu carro de som. A filosofia do intérprete, de priorizar o canto do samba, em detrimento dos cacos de empolgação de mostra um acerto no rendimento do canto no desfile.

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    “A comunidade vem melhorando a cada ensaio, compreendendo o samba. Nossa obra tem a leveza necessária para uma agremiação que vai abrir o carnaval. O componente precisa ter um intérprete que cante o samba corretamente e assim na avenida ele passe cantando na divisão correta”, analisa o intérprete Serginho do Porto.

    Evolução

    Dentro dos parâmetros analisados pelo quesito, a Estácio está no caminho certo. As alas passaram cantando e brincando, se movimentando bastante, sem perder a organização. Embora a rua utilizada para o ensaio tenha uma dinâmica diferente, pois é curva e possui aclive, a bateria conseguiu fazer dois recuos em cerca de 90 minutos de ensaio.

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    Bateria

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    A Medalha de Ouro a julgar pelo ensaio vai fazer um desfile de acordo com o seu DNA histórico. Os ritmistas realizaram diversas bossas, com destaque para uma paradinha que chama o canto do componente. Mestre Chuvisco demonstrou satisfação com o treino e disse que ainda não definiu o andamento.

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    “Estamos fazendo os testes de andamento, ainda vamos conversar com o nosso intérprete para definir o andamento mais confortável para todos. Estou satisfeito com o nosso desempenho mas sei que ainda temos pontos a evoluir. Acredito que estejamos a 80% daquilo que considero ideal”, analisou.

    Ranking dos sambas mais ouvidos: Mocidade lidera com mais de 85 mil

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    O site CARNAVALESCO divulga a oitava lista dos sambas-enredo mais ouvidos do Grupo Especial para o Carnaval de 2020. A contagem segue o link de cada samba. A próxima lista será divulgada no dia 30 de dezembro.

    1 – Mocidade: 85.074 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    2 – Mangueira: 73.217 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    3 – Beija-Flor: 70.4521 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    4 – Salgueiro: 58.429 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    5 – Portela: 57.117 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    6 – Paraíso do Tuiuti: 55.873 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    7 – Viradouro: 52.749 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    8 – Grande Rio: 50.062 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    9 – Vila Isabel: 43.478 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    10 – Unidos da Tijuca: 40.194 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    11 – União da Ilha: 34.327 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    12 – São Clemente: 34.014 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

    13 – Estácio de Sá: 22.646 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)