A Cubango foi a segunda escola a usar o Sambódromo para treinar a sua bateria para o desfile oficial. “A mais querida de Niterói” levou além dos ritmistas, o carro de som, a ala de passistas e o segundo casal.
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Dois momentos chamaram a atenção no ensaio. Uma paradinha onde o samba alcançava a palavra “liberdade” e os ritmistas fizeram a saudação com o punho cerrado, como os panteras negras. E ao final os ritmistas treinaram a entrada no recuo, com um movimento de costas, com os instrumentos da parte de trás da bateria entrando na frente. Isso evita com que a bateria precise se reorganizar dentro do recuo, caso entre de frente.
Choveu um pouco durante o ensaio, mas nada que tenha tirado a empolgação dos ritmistas de uma das melhores baterias da Série A. O mestre Demétrius comentou o ensaio.
“Achei satisfatório. A chuva faz parte e nem foi tão forte. Pode chover no desfile também. Como trabalhamos com apenas um ensaio aqui achei melhor manter. Estamos próximos daquilo que eu considero ideal para o nosso desfile”, opinou o jovem mestre.
Fortalecendo seus seguimentos em busca de melhores notas no Carnaval 2020, a Império da Tijuca realizará neste domingo, 19 de janeiro, às 18h, em seu ensaio de rua, uma audição para avaliar candidatos interessados em integrar a ala de passistas no próximo carnaval, no qual a escola desfilará na Sapucaí com o enredo “Quimeras de um eterno aprendiz” de desenvolvimento do carnavalesco Guilherme Estevão.
Para se inscrever na seleção para integrar uma das alas mais tradicionais do Carnaval basta os interessados entrarem em contato através dos telefones 21 99893-0466 / 98070-3926 (whatsaap). (Foto acima: Rodrigo Borges)
O pré-requisito para realizar a inscrição é ter idade mínima de 18 anos, completos até fevereiro de 2020. Os candidatos deverão apresentar no ato da inscrição RG ou Certidão de Nascimento.
A Império da Tijuca será a última escola a desfilar no sábado de Carnaval, 22 de fevereiro, pela Série A, buscando a única vaga ao Grupo Especial. O ensaio de rua acontece Conde de Bonfim com José Higino. A direção da ala é dos diretores Gabriel Castro e Laíza Bastos.
No rimo de aquecimento para o Carnaval e com a quadra sempre lotada, o Salgueiro realiza mais um ensaio show neste sábado, a partir das 20h30. Quem está na cidade para curtir o feriadão já tem a dica para uma noite onde não vai faltar alegria e muito samba.
Já na abertura, o grupo Pegada Brasileira chega com tudo recebendo o público com muito samba e pagode. Em seguida, quem entra em cena é o time de estrelas do Salgueiro, encantando o público com um show diferenciado onde não faltarão os clássicos que fizeram a história da escola de samba nove vezes campeã do carnaval carioca.
Entoados por Emerson Dias e Quinho do Salgueiro, “Peguei um Ita no Norte”, “Tambor”, “Xangô” e “Candaces” são apenas alguns dos sambas que fazem parte do repertório da Academia do Samba. Embalados pela bateria Furiosa, o público se diverte até a madrugada. A entrada custa R$50. Mesas e camarotes podem ser adquiridos através do telefone (21) 2238 9226. A quadra do Salgueiro fica na rua Silva Teles, 104 – Andaraí. Para ficar por dentro da agenda completa da vermelha e branca basta visitar o site www.salgueiro.com.br
Serviço: Ensaio Show do Salgueiro
Data: 18 de janeiro, sábado
Valor: R$ 50 (pista)
Horário: 20h30
Classificação: 18 anos
Endereço; Rua Silva Teles, 104 – Andaraí
Informações: (21) 2238 9226
A Colorado do Brás realizou nesta sexta-feira o seu primeiro ensaio técnico, no Anhembi, para o carnaval de 2020. O tempo em São Paulo estava bem instável, chegou a chover horas antes e garoar momentos antes da bateria subir o ritmo. Imaginava-se que a comunidade não iria comparecer, mas a escola foi em peso. O presidente Antônio Carlos Borges disse que a Colorado do Brás só precisa provar a si mesma que pode conseguir voos maiores.
“A gente como presidente sempre quer mais e o melhor, mas com tudo que aconteceu, com essa chuva, me surpreendi. Terça-feira temos uma reunião geral com todos os chefes de ala e vamos pontuar o que podemos melhorar. Ano passado, acho que nosso objetivo foi alcançado com louvor, tivemos alguns erros primários, que nós não estávamos acostumados, mudou toda a estrutura da escola e graças a Deus tivemos competência pra permanecer, porque a gente sabe que não é fácil abrir a sexta-feira de carnaval. Mas agora a gente provou tudo que tinha que provar, temos que provar pra nós mesmos que nós podemos ficar e ficar bem. Então assim, a tendência é ir subindo degrau por degrau, podem esperar novidades, vamos ‘passar passando’ igual eu falo sempre”, declarou.
Samba-Enredo
O intérprete Chitão Martins vem crescendo cada vez mais, de fato, ele consegue colocar a comunidade pra cima e já criou uma identidade com a agremiação, também pelo fato de estar indo para seu oitavo carnaval seguido à frente dos microfones do Colorado. A obra para 2020 se destaca pela letra e facilidade dos refrões. Destaque também para o fato do samba ser cantado em primeira pessoa, como se Dom Sebastião tivesse contando sua própria história.
“Acho que o ensaio foi bem produtivo, a gente fazer um ensaio sem o som da avenida é diferente, às vezes o pessoal acaba não escutando o carro de som, atrasam um pouco o canto, mas foi produtivo, primeiro contato com o Anhembi, tem aquele frio na barriga, pessoal fica nervosa, mas acho que foi legal, a escola cantou, se divertiu, a chuva deu uma trégua pra gente, então com certeza vamos melhorar muito para o próximo ensaio e no desfile estaremos 100%”, disse o intérprete Chitão Martins.
Bateria
A “Ritmo Responsa” apresentou um grande repertório nesta noite e é mais uma que aparenta estar se adaptando ao novo regulamento, que prevê mais criatividade. Com caixas e um desenho de tamborim dominantes, a batucada da escola passou segura e também mostrou estar entrosada com a ala musical.
“Melhorar sempre pode, mas eu achei muito positivo, tanto a bateria quanto a escola, vieram em um clima legal e eu acho que começamos no Anhembi com o pé direito esse ano. Temos que se adaptar ao regulamento, pediu criatividade e aproveitei pra ousar um pouco mais. Não são tantas bossas, mas são três, porém são longas, mas é toda melodia do samba de fácil entendimento, tem uma valsa portuguesa, que é mais criativa que vocês podem ter ouvido e como diz o presidente, vamos ‘passar passando’. O meu entrosamento com a ala musical é bom, eu e o Chitão já somos amigos há muito tempo, a gente se dá bem fora do carnaval, isso é importante pro trabalho acontecer, tanto com o Chitão quanto o pessoal da ala musical”, declarou o mestre Allan Meira.
Mestre-Sala e Porta-Bandeira
O casal Ruhanan Pontes e Ana Paula cantou muito o samba e apostou bastante na coreografia da obra de 2020. Destaque para as fantasias usadas hoje, Ruhanan estava de rei e, aparentemente Ana Paula usava uma fantasia de rainha.
“Eu sou um pouco desesperada pra ensaio, nós estamos ensaiando todos os dias para buscar o melhor, exceto de quinta feira”, falou a porta-bandeira.
“Eu espero tudo acabar e volto pra desfilar, porque a minha escola tem energia boa. Eu vi tudo, estava impecável, energia máxima e é isso que importa, uma vibe boa”,
declarou o mestre-sala.
Harmonia
A comunidade está bem entrosada no canto, especialmente, no refrão principal, quando a escola “explode”, essa parte da obra pegou e está na boca do povo. Há algumas falhas neste quesito, como a leve caída que a harmonia tem no último setor, algo que precisa ser ajustado, mas com alguns ensaios, isso será arrumado rapidamente e provavelmente não irá prejudicar a escola.
Evolução
Foi o melhor quesito da noite. Todas as alas estavam bem sincronizadas, algumas usando bexigas e outros adereços de mão para dar um efeito especial. A escola também está apostando muito em coreografias, com destaque para a ala das acrobacias. Vale ressaltar também o trabalho dos harmonias e chefes de alas ajustando as fileiras, que foram corretas durante todo o ensaio.
Comissão de Frente
Sem uso de tripé neste treino, a ala priorizou mais as coreografias dentro do samba do que uma apresentação teatral. Foi uma comissão de frente mais leve que usou muitos integrantes, eles não estavam vestidos com uma fantasia específica, e sim usando uma camiseta da escola.
Buscando se firmar de vez no Grupo Especial ou um lugar entre as primeiras colocadas, o Colorado do Brás será a segunda escola a desfilar no sábado de carnaval, com o enredo: “Que rei sou eu?”, que conta a história de Dom Sebastião.
A chuva parece ter sido somente um detalhe para a Unidos de Padre Miguel, que fez na noite desta sexta-feira seu ensaio de rua, com concentração na Praça Guilherme da Silveira e desfile ao longo da Coronel Tamarindo, no bairro de Padre Miguel. A vermelho e branco mostrou segurança em sua equipe e garra de seus componentes. O treino que durou cerca de 1h10 foi marcado pelo canto forte de sua comunidade e a performance grandiosa do carro de som que anima e eleva o nível do samba. A interação com a escola foi o diferencial que fez os componentes e o público vibrarem com o samba que é forte e com letra muito marcante. A escola que sempre está na briga para subir, treina com pé no chão e abre a sua roda para que todo o Rio possa conhecer o gingado da Vila Vintém.
A segurança da diretoria em um ensaio com chuva foi essencial para organizar e manter a escola em ordem. O diretor de carnaval da escola, Cícero Costa, disse que ainda terão mais cinco ensaios até o carnaval e que o objetivo é seguir aprimorando os detalhes que faltam na escola.
“A Unidos de Padre Miguel é isso aí, o povo cantando e essa emoção toda. A cada semana nós estamos acertando os detalhes para que no dia 22 nós possamos fazer um grande desfile. A chuva não atrapalha em nada, acho que o povo gosta até mais”, conta Cícero.
Comissão de Frente
O gingado dos bailarinos que representam uma grande roda de capoeira em uma coreografia impecável emociona e consegue representar completamente a proposta do enredo, com técnica e muitos movimentos característicos da dança. Realmente, a apresentação prende o público pela veracidade passada por cada integrante que gingava e cantava com força e de forma perfeita o samba da escola, remetendo o espectador a realmente se sentir dentro de uma capoeira. A ala foi muito aplaudida pelo público que estava assistindo o ensaio e promete ser uma das grandes atrações para o desfile e um dos pontos fortes em 2020.
Mestre-Sala e Porta-Bandeira
Primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da Unidos de Padre Miguel, Vinícius Antunes e Jéssica Ferreira, já constroem um trabalho conjunto desde 2014. O amadurecimento chegou através do entrosamento e experiência de ambos com a Avenida. A coreografia deles é leve e bem simples, alguns movimentos foram pensados em ser sincronizados com o samba, através de passos de ginga. A chuva atrapalhou a leveza do casal, mas a o entrosamento deles é ideal e muito bonito de se ver, tudo isso aliado com coreografia certa e muita simpatia dos dois para com o público e na encenação aos jurados.
Harmonia e Samba
Mesmo com chuva, o ensaio conseguiu fazer juz ao alto nível de treinos que a Unidos de Padre Miguel vem realizando. Mérito da organização e disciplina da diretoria, que manteve a comunidade em ordem para o começo do desfile. O que deixou a desejar foi a presença dos componentes. A escola estava bem reduzida em determinadas alas e bem mais cheia em outras, desequilíbrio que não se costuma ver, como também na bateria, que estava com menos ritmistas. O carro de som é potente e muito animado, diferencial que fez a comunidade e público vibrarem e sentirem a vontade de ensaiar com grande entusiasmo até na chuva. Canto forte e na ponta da língua, destaque para as três últimas alas que eram as mais animadas, com canto forte, imponente e na ponta da língua. As primeiras alas ainda precisam desenvolver mais o canto que deixou a desejar.
A mudança de intérprete para o carnaval de 2020 caiu muito bem com a comunidade da Vila Vintém, que recebeu Diego Nicolau com carinho, e, ele conseguiu conquistar identidade e identificação com a escola. O mais interessante é que Diego faz questão de passear pelo desfile, de um lado para o outro, ele canta no carro de som, perto das alas, com o público e, principalmente, perto da bateria, algo pouco frequente aos intérpretes, mas que deixa o ensaio bem mais animado e intimista.
Evolução
No que tange ao desenvolvimento e o evolução da escola tudo saiu como o esperado. Destaque para a ala coreografada que estava muito bem sincronizada, cantando e com a coreografia bem executada. Desfilar na chuva também é importante, exige perspicácia da direção e evolução para conduzir o componente a se doar ao máximo. O que impressiona é a quantidade de crianças, o que marca a identidade forte da Unidos de Padre Miguel como uma escola de berço e criação de sambistas.
Bateria
A bateria Guerreiros, comandada por mestre Dinho, tem sua identidade marcada ao longo dos anos e mostrou sua potência neste desfile. No começo a bateria ‘embolou’ um pouco devido a chuva, mas depois que engatou a sua evolução, se desenvolveu, cada naipe muito bem encaixado com o samba, destaque para as caixas, repiques e marcações que são os pontos fortes da bateria. Os ritmistas tocavam com vontade e entusiasmo, e, claro, muita técnica. Após o segundo recuo o ritmo cresceu bastante, os instrumentos ficaram mais vibrantes e o andamento seguiu perfeitamente encaixado, assim como a interação da rainha Karina Costa. Mestre Dinho comentou que mesmo com chuva a comunidade não deixou de vibrar e apoiar a escola.
“Mediante a chuva acho que foi até perfeito, até porque quando chove o pessoal fica até inibido de sair de casa, mas na Unidos a gente sempre tem esse contingente e também na bateria. Aqui parece que quando chove o ensaio é melhor e hoje foi um ensaio maravilhoso na minha opinião”, afirmou Dinho ao analisar o ensaio de rua.
Ele ainda reforçou que todo o seu planejamento para a Guerreiros já está sendo utilizado nos ensaios e ainda destacou que não gosta de realizar muitas bossas ao longo do desfile, que prefere uma bateria mais sambada e rítmica.
“No ensaio já usando tudo o que vamos colocar na Avenida, eu geralmente preparo tudo dentro da melodia do samba de um critério para a escola poder cantar. Não sou adepto de ficar fazendo muita bossa, acho que carnaval, bateria e desfile tem que ser sambado e para conseguir isso tem que ter ritmo. Acho que ficar fazendo bossas é algo bem individual de cada mestre, eu trabalho para a escola e não só para a bateria”, declarou.
A Portela foi a primeira agremiação a usar o trecho final do Sambódromo, entre os setores 10 e 13, para testar a sua bateria para o desfile oficial. Todas as escolas do Especial e Série A realizarão ensaios com suas baterias e carro de som até o carnaval. O site CARNAVALESCO acompanhou o ensaio e conversou com o mestre Nilo Sérgio e ele analisou o que achou do treinamento.
“Viemos para testar andamento e a bossa da cabeça. Aqui é um clima diferente, é onde vai acontecer o desfile. Os surdos são novos e a afinação cai bastante, temos que ir ajustando. As terceiras também em uma bossa será preciso mudar um pouquinho”, analisou.
Gilsinho, intérprete da Portela, também avaliou o treinamento da bateria e o entrosamento de seus cantores de apoio com a bateria Tabajara do Samba.
“Aqui é praticamente jogo, o ensaio tem outro clima. Temos a noção exata daquilo que vai acontecer no dia do desfile. Até o carnaval estaremos com tudo pronto. Ainda tem ajustes a fazer até o domingo de carnaval, mas o samba está rendendo muito bem, graças a Deus”, opinou Gilsinho.
O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, anunciou na tarde desta sexta-feira que os blocos Simpatia é quase amor e a Banda de Ipanema vão ter que desfilar no mesmo horário dos megablocos do Centro da cidade. O presidente da Riotur, Marcelo Alves, citou que o carnaval de rua é “extremamente complexo” por ter mais de 7 milhões de foliões. Ele revelou que já são 543 desfiles cadastrados para o Carnaval 2020 e que a cantora Lexa desistiu de fazer seu bloco.
“Os megablocos no Centro vão começar 7h e terminar ao meio-dia. A mesma coisa terá que acontecer com os blocos de Ipanema e Leblon. O prefeito reforçou essa preocupação com os grandes blocos que desfilam nas prais da Zona Sul, principalmente, a Banda de Ipanema e o Simpatia é quase amor. São blocos tradicionais e pedimos para desfilarem no mesmo horário de um megabloco no Centro da cidade para não termos migração dos foliões. Desde o início da nossa gestão tomamos atitude de trazer as associações dos moradores dos bairros da Zona Sul para participarem das nossas reuniões de planejamento. Tivemos reuniões muito positiva com eles”, afirmou Marcelo Alves, que também falou sobre a confusão do último domingo no encerramento do Bloco da Favorita.
“Tivemos um problema na dispersão. As pessoas não queriam ir embora. A gente já vem tratando o problema da dispersão não é de hoje. A ação de agora visa a segurança e o conforto. O carnaval é um sucesso e não temos como controlar o acesso das pessoas nas ruas. Temos um histórico dos blocos, mas não podemos cravar o público de cada desfile. O fato foi isolado e não pode manchar três anos de trabalhos impecáveis”.
A pesquisa para escolher os melhores de 2010 a 2019 já recebeu mais de 4.800 votos e o site CARNAVALESCO divulga as parciais. O leitor poderá seguir votando até o dia 16 de fevereiro. O resultado será divulgado no dia 18 de fevereiro. A entrega dos prêmios será feita durante a festa do Estrela do Carnaval 2020.
São 10 categorias: desfile, samba-enredo, comissão de frente, casal de mestre-sala e porta-bandeira, baianas, bateria, intérprete, alegoria, momento 2010/2019 e personalidade.
Veja as parciais e vote abaixo.
Melhor desfile: Tijuca 2010 com 41,5%, Tuiuti 2018 com 35,5% e Vila Isabel 2012 com 23%.
Melhor Casal: Claudinho e Selminha (Beija-Flor 2015) com 41,1%, Sidclei e Marcella (2018) com 34,5% e Julinho e Rute (Vila Isabel 2013) com 24,4%.
Melhor Comissão de Frente: Tijuca 2010 com 52,9%, Tuiuti 2018 com 31,3% e Mocidade 2017 com 15,7%.
Melhor Samba-enredo: Mangueira 2019 com 38,3%, Vila Isabel 2013 com 32,4% e Tuiuti 2018 com 29,3%.
Melhor Bateria: Mangueira 2011 com 38,5%, Portela 2017 com 35,2% e Tijuca 2012 com 26,3%.
Melhor Alegoria: Águia Cristo Redentor com 55,4% (Portela 2015), Abre-alas Vila Isabel 2019 com 30,2% e Carro de Mariana (Portela 2017) com 14,4%.
Personalidade: Leandro Vieira com 46,2%, Paulo Barros com 40,7%, Rodrigo Negri e Priscilla Motta com 13,1%.
Momento de 2010 a 2019: Mestre-Sala da Unidos de Padre Miguel
com a bandeira após a queda da porta-bandeira com 47,1%, Dona Ivone Lara homenageada no Império com 26,8% e Ivete Sangalo na comissão de frente da Grande Rio com 26,1%.
Melhor Ala de Baianas: Salgueiro 2016 com 39,6%, Mangueira 2017 com 36,7%, e Vila Isabel 2012 com 23,7%.
Melhor Intérprete: Ito Melodia (Ilha 2014) com 41,6%, Tinga (Tijuca 2017) com 32,3% e Bruno Ribas (Tijuca 2010) com 26,1%.
Abrir o carnaval paulistano é uma responsabilidade que assusta as escolas que acabaram de subir do Grupo de Acesso. Avenida fria, rigor dos jurados, cidade parada, todo argumento é usado para justificar a dificuldade da posição. Vice-campeã em 2019, a Barroca Zona Sul encara a dificuldade de permanecer na elite do carnaval paulistano.
O presidente Cebolinha citou dificuldade durante entrevista com o CARNAVALESCO, e revelou postura da agremiação no desfile.
“Abrir o carnaval é uma responsabilidade muito grande, mas o Barroca está preparado e vamos em busca de um grande resultado. O Barroca vai com o regulamento debaixo do braço”, defendeu Cebolinha, e concluiu: “Barroca está trabalhando bastante, alegoria e fantasias estão andando. A gente não gosta de falar muito, vamos trabalhar quietinhos pra gente poder fazer uma grande espetáculo”.
Perguntado sobre ascensão da agremiação, ele defende: “A comunidade está a cada dia numa crescente, estou bastante contente com os resultados que a escola vem trazendo nos últimos carnavais. Estou bastante feliz”.
Durante os preparativos para o projeto de 2020 da Barroca, o samba é ponto bastante elogiado, tanto pelos sambistas quanto pelos críticos.
“O samba foi uma obra de arte. A escola abraçou, acertamos algumas pontas do samba que eram pra ser acertadas. Deu certo, encaixou, graças a Deus estamos encaixando nos sambas nos últimos anos. Mais uma pancada”, finalizou.
A Barroca Zona Sul desfila na sexta-feira, dia 21, com o enredo: “Benguela… A Barroca clama a ti, Tereza!”, uma grande homenagem à Tereza de Benguela.
O Senac RJ, por meio das maquiadoras Christina Gall e Juranda Xavier, renovou a parceria educacional com a vice-campeã do Carnaval 2019, Unidos do Viradouro. No Carnaval 2020, cerca de 120 alunos, ex-alunos e instrutores do curso de Maquiador irão atuar no domingo, ao lado da Equipe de Maquiagem Artística da escola, na make-up de cerca de 1,2 mil integrantes. A atividade funciona como laboratório para os estudantes, permitindo a vivência profissional em um dos maiores eventos do planeta.
A Equipe de Maquiagem Artística da Viradouro, também composta por ex-alunos do Senac RJ, é formada há três anos por Christina Gall, à frente da Direção e Criação, Juranda Xavier, na Coordenação Geral, e por Diogo Lisboa, que assina a Coordenação de Artístico e Efeito Especial.
Antes do desfile, os três profissionais (Christina, Juranda e Diogo) irão participar de palestras e oficinas na unidade Senac Copacabana para apresentar o tema e capacitar os alunos para o grande dia. Haverá palestra de sensibilização no dia 28 de janeiro, para demonstração prática de maquiagem artística e da experiência vivida pelo grupo anterior no Carnaval de 2019, além de oficinas, distribuídas em dois grupos, nos dias 4 e 5 de fevereiro, para treinamento com aplicação das técnicas que serão utilizadas este ano na Unidos do Viradouro.
A atividade se insere na metodologia de ensino do Senac RJ, que adota sempre o ensino prático. Na qualificação de Maquiador, o aluno aprende a aplicação técnica de produtos cosméticos e, utilização de recursos artísticos a partir de uma intenção, aplicando o conceito de Beleza Integrada. Desta forma, a equipe da escola assegura que a maquiagem dos componentes do desfile estará alinhada à mensagem de ala ou de cada fantasia. A experiência desse trabalho na avenida contribui para o portfólio profissional desses maquiadores.
Calendário de atividades pré-carnaval
Senac Copacabana – Rua Pompeu Loureiro, 45
Palestra de Sensibilização – auditório
Dia 28/01, das 18h às 22h