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Preta Coutinho, da Viradouro, é eleita a mais bela passista do Grupo Especial

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    Por Diogo Sampaio

    A quadra da Unidos do Viradouro, localizada no bairro do Barreto, em Niterói, foi o palco da primeira edição do “Que Beleza!”, concurso que buscou premiar a mais bela passista do Grupo Especial. O evento, que começou na noite de sábado e terminou na madrugada de domingo, consagrou Preta Coutinho, uma das representantes da própria Viradouro, como grande vencedora.

    Em entrevista a reportagem do site CARNAVALESCO, Preta falou do significado desta conquista para ela: ”Esse prêmio representa muito para mim. Quando eu entrei na escola (Viradouro), há dois anos, eu não sabia praticamente nada. Eu não sabia o que era o samba, não sabia a essência dele, apesar de estar no meu sangue. Foram muito anos de luta, do Valci (Pelé, coordenador da ala de passistas da Viradouro) ensinando e pegando no pé. E hoje, o samba representa muito na minha vida. Divido ele com meu trabalho e com a minha faculdade, mas não largo por nada. Junto com a minha filha, o samba é tudo”.

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    Ao todo, Preta levou para casa, além da coroa e da faixa, um ensaio fotográfico profissional, um vídeo book, um par de ingressos para um dia de desfiles do Grupo Especial na Marquês de Sapucaí e uma quantia em dinheiro de R$ 5 mil. Questionada sobre como ou aonde pretende investir o valor, a passista não titubeou em responder que irá usar o prêmio para dar entrada na compra de um veículo para chamar de seu. “Eu moro muito longe da quadra da Viradouro. Sou moradora de São Gonçalo, de um bairro chamado Santa Izabel, e a partir de um horário não tem mais ônibus para minha casa. Às vezes, eu saio do samba 3h da manhã e eu tenho de ficar no ponto até às 5h/6h, que é quando meu ônibus começa a rodar. Então, não vou mais dormir no ponto e ainda vou poder trazer minha filha para o samba também”, explicou.

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    Durante a entrevista, Preta Coutinho ainda falou acerca da importância do concurso em dar destaque e visibilidade para as pratas da casa das escolas de samba. “O ‘Que Beleza 2020’ veio para deixar a gente, passistas, muito mais fortes. Ele agrega, não só em questão de conhecimento e de troca, mas em tudo. Basicamente, por mais da metade das meninas do concurso serem negras, por sermos todas mulheres, e muitas vezes sermos julgadas como inferiores ou como sexo frágil… Estamos aqui para mostrar que não é assim. Todas nós somos guerreiras, batalhamos, trabalhamos, estudamos, temos filhos, somos verdadeiras heroínas”, defendeu.

    Outro que destacou a representatividade e o simbolismo do concurso foi Valci Pelé. O chefe da ala de passistas da vermelha e branca de Niterói acompanhou de perto as participantes nos processos preliminares que antecederam a realização do evento. “O concurso representa a valorização dessas meninas, que são de comunidade, e que sonham em ser rainha de bateria. Hoje, todos nós sabemos que esse cargo é tão cobiçado, que virou uma forma de angariar fundos para a escola de samba, tornado distante o sonho da menina da comunidade de assumir a coroa”, avaliou Valci, em conversa com a reportagem do Site CARNAVALESCO.

    Indagado sobre como surgiu a ideia do concurso, Valci Pelé revelou que não participou da idealização do projeto e que quando entrou, já foi para coordenar e dirigir as apresentações. “O projeto do concurso já estava idealizando quando entrei. Na verdade, fui chamado para fazer a parte artística, em relação a construção do espetáculo: a abertura em homenagem a Carmen Miranda, os números voltados ao universo feminino, remetendo também a espiritualidade, como Oxum e Iemanjá. Foi um trabalho de formiga, mas com uma estrutura muito boa. A Viradouro tem uma gestão impecável e tem profissionais, que trabalham diretamente para escola, que são bons demais. Então, fica muito mais fácil fazer um evento desses”, relatou.

    Quem também conversou com a reportagem do site CARNAVALESCO sobre o “Que Beleza! 2020” foi o presidente de honra da Viradouro, Marcelo Calil, que se mostrou bastante satisfeito com o espetáculo apresentado. Tanto que considera uma ampliação do concurso na edição do ano que vem, com a inclusão de passistas representando as escolas da Série A do carnaval carioca.

    “Estou até bem mais feliz com o resultado do que eu esperava estar. Foi muito trabalho. Tiveram muitas coisas que aconteceram no decorrer dos ensaios, envolvendo tempo e distância por exemplo, que a gente tentou contornar. Fornecemos transporte para as passistas, boa parte das roupas foi a produção que deu, tudo para ficar menos coisas por conta das participantes, justamente para viabilizar o concurso, tendo em vista que são meninas muitos esforçadas, mas que não tem recursos. O sucesso desse evento é uma vitória do carnaval e do samba. Até porque foi um concurso em que reinou a harmonia e a paz entre as pessoas e as concorrentes”, avaliou.

    O presidente de honra da vermelha e branca também destacou a lisura no julgamento da vencedora do concurso. Para evitar qualquer tipo de vantagem ou favorecimento, a mesa do júri foi formada por pessoas da mídia sem qualquer relação direta com alguma agremiação participante. Entre os nomes que formaram o corpo de jurados estão os atores Rafael Cardoso, Guilherme Weber e Rodrigo Fagundes, além da jornalista e colunista Fábia Oliveira e da atriz Bárbara Reis.

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    “Os jurados foram escolhidos pelas assessorias, por indicações. Pessoas que não tem ligação direta com o samba, mesmo que já tenham desfilado ou torçam por alguma agremiação. Eu entendo que o resultado foi justo e fico feliz que uma das candidatas indicadas pela Viradouro tenha sido vendedora”, afirmou Calil.

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    Além de Preta Coutinho, também levaram prêmio para casa a segunda colocada, a passista Raquel Oliveira, da Mocidade Independente de Padre Miguel, e a terceira colocada, Andreza Clemente, da São Clemente. Raquel ganhou, assim como a campeã, um par de ingressos para um dia de desfiles do Grupo Especial e um prêmio em dinheiro de R$ 2 mil. Já Andreza levou R$ 1 mil e, assim como Preta, o direito a um vídeo book e a um ensaio fotográfico profissional.

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    Quem também não saiu de mãos vazias foi a passista Kath Eduarda, da Grande Rio. Por ter sido a “Campeã da Internet”, Kath levou como prêmio um dia de beleza.

    Galera de fotos: concurso elege a melhor passista do Grupo Especial

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    Noite do ‘Divas In Concert’ marca reencontro de Elza Soares e Sandra com a comunidade de Padre Miguel

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    Por Gabriella Souza

    Foi na noite deste sábado e percorrendo toda a madrugada de domingo que o reencontro tão esperado pelo torcedor independente veio abrilhantar o Maracanã do Samba, quadra da Mocidade, na Avenida Brasil. O trunfo da reunião de Elza Soares e Sandra de Sá foi em uma apresentação intimista com a comunidade de Padre Miguel, que aos aplausos, lágrimas e olhos brilhando receberem e selaram o enredo e samba de 2020.

    Enredo este sonhado por todos os setores da Mocidade e samba aclamado por torcedores e apreciadores do carnaval. O evento que teve cinco horas de duração contou com um ensaio show da bateria ‘Não Existe Mais Quente’, apresentação completa de Sandra de Sá e banda, participação de Elza Soares e a união das duas cantoras para a celebração do samba escolhido. O ‘Divas In Concert’ foi mais um momento memorável deste 2020 de grandes emoções para o componente da verde e branca da Zona Oeste.

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    A homenageada em alcunha de ‘Deusa’, Elza fala sobre a emoção de ser enredo na escola em que cresceu e da noite de reencontro com Sandra e sua comunidade.

    “O que eu posso sentir a não ser felicidade, alegria e vontade de chorar ali na hora? É muita beleza junto para um ser humano só. E bom, nesse desfile da minha vida é claro que não pode faltar a minha Mocidade, uma das partes principais da minha história. Hoje a gente vai brincar, vai ser uma apresentação para todos nós. Eu nasci aqui, minha casa, minha terra, mais Padre Miguel que eu não tem, me sinto muito feliz”, conta.

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    Sandra que conduziu a noite e selou o encontro com Elza junto com sua escola, se diz emocionada com o momento.

    “Emoção é ruim de falar mas é gostoso de sentir, e, bom, é muita. A importância desse show hoje é magnífica para mim e para todos os nossos parceiros do samba. Eu quero é saber do público, como está sendo esse samba para eles, para mim é incrível, mas sinto que é também para os outros”, disse.

    O show de Sandra abriu a madrugada com muita personalidade em sua performance, animando o público ao som de grandes sucessos como ‘Vale Tudo’, ‘Olhos Coloridos’, ‘Retratos e Canções’, ‘Bye Bye Tristeza’ e outras, foram em torno de 19 músicas no repertório da cantora, com o apoio de sua banda e duas backing vocals. Ao final de seu show solo, Elza subiu ao palco para emocionar o público com alguns de seus sucessos.

    Ainda impossibilitada de andar devido a problemas de saúde, foi levada em uma cadeira e de lá encantou com canções como ‘Malandro’, ‘A carne’, ‘Se acaso você chegasse’ e ‘Volta por cima’ cantada junto com Sandra e coro do público presente.

    Wander Pires que se apresentou no ensaio show junto da bateria e segmentos da escola, rememorou alguns sambas da Mocidade e também os mais recentes, encerrou sua apresentação representando o samba de 2020 e com um discurso em que disse estar feliz com o momento que a escola e os componentes estão vivendo, agradeceu ainda aos seus dirigentes pelo trabalho que está sendo realizado.

    “Estou muito feliz porque esse ano a escola inteira está com uma uma energia muito diferente, um clima incrível. A Mocidade está fazendo um trabalho maravilhoso com esse enredo tão esperado por todos nós. Queria deixar meu agradecimento a todos os setores, nosso patrono Rogério de Andrade, presidente Flávio Santos, vice-presidente Luiz Cláudio, diretor de harmonia Wallace Capoeira e a pessoa que faz grande parte desse carnaval acontecer que é o nosso diretor de carnaval Marino. Confio no nosso trabalho e será lindo”, garantiu o cantor.

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    Uma das pessoas mais emocionadas ao longo de toda a noite foi Babi Cruz, histórica ex porta-bandeira da escola e torcedora assídua da Mocidade que diz aos prantos e com muita emoção estar realizada com esse enredo e o encontro de Elza e Sandra nesta noite.

    “Eu poderia ficar aqui horas falando porque não há resumo para isso, o silêncio valeria mais que mil palavras, é muita coisa. Há cinco anos eu venho conversando com a Elza para ser enredo e ela dizia que não, que eu estava a ‘agourando’. Mas eu a disse, que ela teria duas opções, ser enredo viva e linda do jeito que está ou morta. Que se for para morrer que seja na Avenida. E graças a Deus ela aceitou estar aqui e é uma conquista. Sandra junto com Elza formam uma dupla que representa superação, negritude e que me orgulha muito. Eu gostaria de ser Elza, mas sou uma amante de Elza. Sou mulher, guerreira, negra, sambista, sou Mocidade e Vila Vintém igual ela. Assim como Sandra que admiro e me orgulha tanto”.

    ‘O samba é do meu filho, o Arlindinho é um dos parceiros do samba e eu não posso esconder essa emoção’, disse Babi Cruz

    Babi revela ainda que seu filho e músico Arlindinho participou da composição do samba e que a família Cruz foi quem convidou Sandra para a parceria.

    “Outra conquista que até me disseram para não falar mas eu vou. O samba é do meu filho, o Arlindinho é um dos parceiros do samba e eu não posso esconder essa emoção, essa realidade. Com muito carinho e orgulho eu tenho em dizer que família Cruz foi quem convidou a Sandra para integrar esse samba enredo e é muita felicidade para nós ver tudo isso acontecendo aqui hoje”, revelou.

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    Professor Laranjo, um dos compositores do samba da escola em 2020, fala do peso que o enredo teve nos processos de composição e da reunião das duas cantoras na quadra da escola.

    “É muito importante quando a gente tem um enredo que conhecemos e sabemos quem foi, era um enredo que toda a comunidade de Padre Miguel já cobrava e pedia muito. E quando pegamos para fazer o samba, já fomos muito animados porque a Elza é a cara da Mocidade e ainda ter junto conosco a Sandra que é muito amiga dela, foi incrível. Fomos vencendo etapas prazerosas, fomos trabalhando em cima da vida da Elza, reunindo histórias e chegamos em um samba que foi aceito pela comunidade desde o início e isso é o mais importante para nós. E essa reunião de Elza e Sandra acontece muito lá fora e por que não acontecer aqui dentro na quadra da Mocidade? E está acontecendo, com todo mundo animado, alegre e curtindo como tem que ser no samba”, declarou.

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    Com a quadra cheia, muitos foram os independentes que se emocionaram com a apresentação e consolidação do enredo tão aguardado por toda a comunidade da escola, como contam alguns componentes, que expressam suas emoções e expectativas para o carnaval de 2020 da verde e branca e da apresentação da noite.

    Eduardo Salviano, 44 anos, auxiliar de almoxarife é ritmista da escola e está há sete anos na escola, diz estar animado com o enredo e que esse show de hoje simboliza a importância de Elza para a cultura brasileira.

    “Posso falar, sem dúvida, que esse hoje é o melhor enredo da Mocidade nos últimos anos, gostei muito mesmo, é maravilhoso. A Elza é um ícone, tem uma história muito rica dentro da Mocidade e da cultura musical brasileira”.

    Flávia, cabeleireira e componente da escola a 15 anos, e diz estar orgulhosa da Mocidade levando para a Avenida esse enredo, se diz ainda animada com a apresentação.

    “Sou Mocidade de coração e é uma honra ver a Elza Soares que é uma pessoa incrível, um ícone da nossa história aqui, eu a admiro muito e eu acho que a Mocidade fazendo um enredo em homenagem a uma pessoa em vida é a melhor coisa do mundo. Esse show está sendo incrível, maravilhoso”.

    Lurdes Silva, de 53 anos, professora, desfila na verde e branco há 32 anos e conta estar emocionada com a volta de Elza para a escola e com o enredo que foi tão aguardado por toda a comunidade.

    “Ver Mocidade e Elza juntos novamente aqui é uma emoção gigantesca, é lindo. Tudo o que a comunidade pedia e isso se tornando realidade, é um momento de celebração para nós aqui hoje, com Elza, Sandra e toda a escola unida”.

    Vídeos: Elza Soares, Sandra de Sá e Wander Pires cantam o samba de 2020 da Mocidade

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    Por Gabriella Souza

    Dandara Mariana é apresentada como musa da Unidos de Padre Miguel

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    Por Victor Amancio. Foto: Allan Duffes

    Dandara Mariana, atriz da TV Globo, foi apresentada como musa da Unidos de Padre Miguel durante a feijoada da escola. Com um belíssimo samba no pé e distribuindo sorrisos durante o evento, a atriz estava radiante e disse estar emocionada com a oportunidade de desfilar na Marquês de Sapucaí como musa e levantar a bandeira do samba.

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    “Eu estou muito feliz em representar a comunidade da Vila Vintém, fico emocionada, é um momento muito lindo. Eu acho que o carnaval é o momento de levantar a cultura popular brasileira e estou muito feliz e honrada de fazer isso junto com a Vila Vintém e a Unidos de Padre Miguel”, disse Dandara.

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    Dandara falou que não é seu primeiro contato com o carnaval carioca mas que será sua primeira vez como musa de uma escola.

    “É meu primeiro ano desfilando como musa aqui na Unidos de Padre Miguel, eu amo muito o carnaval, e quero ir com tudo. Tenho certeza que vai ser lindo demais. Eu ainda não sei como vai ser minha fantasia, mas vai ser surpresa (risos), estou animada”.

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    Vice campeã da Dança dos Famosos, Mariana falou que vai levar os aprendizados que teve no programa para Sapucaí para arrasar no desfile da Unidos de Padre Miguel, no sábado de carnaval.

    “Com certeza, o que eu aprendi na Dança dos Famosos vai acrescentar nessa nova experiência, vou usar tudo que eu aprendi lá e colocar em prática na avenida”.

    Comissão de frente da Mancha se destaca durante primeiro técnico

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    Por Matheus Mattos. Fotos: Felipe Araújo/Liga-SP

    A Mancha Verde, atual campeã do Grupo Especial de São Paulo, entrou no Sambódromo do Anhembi, na noite deste sábado, para realizar o primeiro ensaio técnico visando o desfile de 2020. A agremiação trouxe uma bateria mais ousada, canto bem definido e componentes soltos, brincando de desfilar. Na primeira passagem do samba de 2020, a agremiação soltou uma grande quantidade fumaças na cor verde.

    O começo do treino contou com um breve discurso do presidente Serdan, que resumidamente pediu alegria para todos os setores.

    “Só vamos fazer o que a gente tem feito em nossa quadra. A começou a ensaiar em Setembro, vamos repetir, que eu tenho certeza que vamos fazer um grande ensaio. Não se esqueçam, carnaval é pra gente se divertir, tirar um barato”, disse o Presidente Serdan.

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    Comissão de frente

    A agremiação trouxe componentes com traje de cor marrom e rostos pintados de branco.A coreografia apresentada trabalha com passos que procuram preencher grande parte da pista. Os movimentos são realizados com muita velocidade, em alguns momentos passavam a percepção de correr. Mas no momento observado, o quesito demonstrou bom sincronismo, principalmente ao interagir com a plateia. A comissão também contou um tripé com uma mulher logo acima, mas com pouca interação.

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    Um trecho específico em que fazem a alusão à crucificação, os bailarinos gritam e estabelecem um contato visual com o público. O carnavalesco Jorge Freitas acompanhou cada movimentação e deu dicas até chegar ao recuo da bateria.

    “A impressão é boa por ser primeiro ensaio técnico. O trabalho foi muito bom, acredito que temos o que melhorar, o objetivo é ser bicampeão”, contou Marcou, coreógrafo da comissão.

    Mestre-sala e porta-bandeira

    O casal Marcelo Luiz e Adriana Gomes evoluiu com a fantasia do ano passado, onde predominam dois tons de verde. Na arquibancada monumental, a porta-bandeira sentiu um desconforto com a parte de costeiro, e decidiu removê-lo. O mestre-sala fez o mesmo com adereços de cabeça. Mesmo com o imprevisto, a dupla apresentou um bailado coerente com o que o regulamento pede. A dança trabalha as características clássicas, foco em cada movimento e sutileza do cortejo.

    “Foi o nosso primeiro ensaio, e a gente fez questão de vir fantasiados justamente pra colocar em prática tudo aquilo que a gente vem ensaiando. É óbvio que esse ensaio foi pra acertos, a gente veio acertar. A gente conseguiu conduzir a dança conforme o regulamento”, analisou o Marcelo.

    Sobre o desconforto com o costeiro, porta-bandeira Adriana Gomes revelou:

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    “Essa é a 19ª vez que a gente usa essa fantasia. Ela realmente é muito pesada, e conforme vai usando, ela vai cedendo, e hoje ela pesou muito. Tirei pra poder conduzir o melhor da dança”, explicou.

    Samba-enredo

    A ala musical da Mancha Verde mantém a característica forte de ser ousada, trabalhar com contra-cantos, variações melodias e aberturas vocais. Por exemplo, no trecho: “Em nome do pai, amém. Justiça e paz aos homens de bem”, os cantores dividem pra realizar uma variação vocal. Além do citado, eles trazem segunda voz e terças com certa frequência. O time de cordas também tem arranjos dentro do samba, e acompanham as bossas com ótimo desempenho.

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    “A gente que tá ali no carro só vemos uma evolução de longe, mas deu pra ver que a escola estava cantando. Muitas alas que estavam passando por mim estavam evoluindo bem também. Esse primeiro ensaio o ponto positivo foi o canto da escola”, defendeu Freddy Vianna.

    Bateria

    A postura da bateria Puro Balanço era uma expectativa, principalmente por ser o primeiro técnico geral do Mestre Guma na escola. Comparado com o ano anterior, a batucada trouxe mais corpo, mais peso na sustentação da cozinha. As bossas trabalham com mais ousadia, e aproveitam a sonoridade de todos os instrumentos.

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    “O primeiro ensaio é sempre um tabu e hoje a gente quebrou o gelo. Logo no primeiro setor eu senti que oscilou um pouquinho, dentro do box também. Mas assim, no geral foi um ótimo ensaio” ressaltou Mestre Guma.

    Evolução

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    O quesito foi realizado sem preocupações. A escola optou por não preencher totalmente a avenida, ou seja, a maiorias das alas estavam cerca de um metrô afastadas da grade, uma possibilidade pra estender os componentes. Foi notado também uma agremiação bem solta, com poucas coreografias pra não robotizar. Algumas movimentações de braços são feitas com todos, porém em pequenos trechos.

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    Harmonia

    O quesito também pode ser considerado um destaque. Todas as alas apresentaram um bom volume de canto e bom domínio do samba. Analisando exclusivamente o volume, o terceiro setor se destacou.

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    Outros destaques

    Pelo que foi percebido, praticamente todas as alegorias terão grupos cenográficos, uma movimentação esperada nas alegorias.

    Barroca Zona Sul faz ensaio técnico no Anhembi com garra, organização e show da comissão de frente

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    Por Gustavo Lima. Fotos: Felipe Araújo/Liga-SP

    A Barroca Zona Sul realizou seu primeiro ensaio técnico, neste sábado, no Sambódromo do Anhembi rumo ao carnaval 2020. A comunidade mostrou muito empenho no treino, cantou forte e está muito empolgada com a volta da escola ao Grupo Especial depois de 15 anos fora. Desde então, foram anos intensos, até com descensos para a terceira divisão, mas a agremiação se reergueu e conseguiu voltar a elite do carnaval paulistano.

    Destaque do ensaio vai para a comissão de frente, que mostrou muito repertório, com bastante coreografia sendo intercalada com uma apresentação teatral mostrando a força da mulher e dos negros.

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    O samba da agremiação é um dos melhores do ano. Faz uma mescla de história com uma letra reflexiva, principalmente em sua segunda parte. O intérprete Pixulé, que está indo para seu terceiro ano na escola, estreia no Grupo Especial do carnaval paulistano, e conduziu bem a comunidade neste primeiro ensaio.

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    “O que pode melhorar, sinceramente só quem pode dizer são os diretores de harmonia. Em relação ao canto, foi maravilhoso, a escola toda cantando e é esse o nosso ponto forte. Nós temos ensaio todos os domingos e cansativamente nós fazemos o povo cantar, e foi o que vimos, a escola cantando muito e o público também. Com a bateria, nós falamos a mesma língua, todo mundo em prol do mesmo trabalho e é um casamento da nossa ala musical com a bateria, não tem o que reclamar”, declarou Pixulé, intérprete oficial do Barroca.

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    A bateria é outro ponto positivo da escola. Os mestres Acerola de Angola e Fernando Negão vão para seu sétimo ano consecutivo à frente da bateria Tudo Nosso, que já tem uma identidade com a agremiação. Mostrando ousadia, a batucada veio com um andamento para cima e realizou algumas bossas e até paradinhas nos últimos versos da segunda parte do samba.

    “Nós já tínhamos feito um ensaio só de bateria, tinha alguns pontos negativos que nós conseguimos consertar. Tem alguns detalhes pra arrumar ainda, mas foi muito bom pra gente, do ponto de vista de bateria. Sempre tem algo pra arrumar porque pra gente nunca está bom, mas deu tudo certo, o andamento não mudou, as bossas saíram firmes e deu tudo certo pra gente. Sobre o regulamento, pra gente é mais difícil porque nós somos a primeira a desfilar, vamos servir como cobaia do regulamento e seremos os primeiros a ser julgados desse jeito, mas nós gostamos do regulamento, tem algumas coisas que precisa mudar, mas isso é com um tempo, e pelo menos teve uma mudança. Mas assim, eu quero que todos os mestres, inclusive eu, corra atrás do 10 e não fique tranquilo com o 9.8”, declarou o diretor de bateria, Acerola de Angola.

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    O casal Igor Sena e Lenita Magrini estreia com o pavilhão oficial do Barroca Zona Sul. A dupla mostrou entrosamento, muita coreografia, passaram seguramente neste primeiro ensaio técnico e estão. Para Lenita, é um momento muito especial, pois está retornando para sua escola de coração no momento de seu acesso.

    “Igual a mocinha da novela eu vou falar, ‘vocês não sabem o prazer que é estar de volta’, mas brincadeiras à parte, é muito emocionante poder retornar pra minha escola nesse momento especial, pelo convite que eu tive, e esse ensaio graças a Deus, a gente fez o que vamos fazer na avenida, cumprindo todos os pontos. Foi um ensaio sensacional”, declarou a porta-bandeira Lenita Magrini.

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    “Graças a Deus foi tudo positivo, tudo que a gente vem ensaiando aqui e na quadra, nós conseguimos fazer o que vamos fazer no dia e graças a Deus deu tudo certo”, falou o mestre-sala, Igor Sena.

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    Foi o quesito destaque desta noite. Em 2019, a comissão do Barroca já tinha surpreendido por ter saído do padrão e ter levado uma grande apresentação para o Anhembi, surpreendendo a todos. Para este carnaval não será diferente, a apresentação teatral promete surpreender novamente, mostrando a força do negro mesmo com todo o sofrimento, exaltando Tereza de Benguela e seus feitos. A ala veio com muitos integrantes e um grande tripé, uma espécie de escada, onde os componentes faziam suas coreografias.

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    Mesmo com um samba “difícil” de cantar, os componentes mostraram muita clareza no canto da escola. Também exibiram uma grande felicidade de ver a “Faculdade do Samba” de volta à elite do carnaval paulistano, o que contribui bastante para a agremiação obter êxito neste quesito.

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    Bem numerosa, a escola mostrou organização no quesito. As alas estavam bem alinhadas, os componentes evoluíram bem e não houve nenhum buraco. Talvez, o único ponto que seja negativo, é o fato de a escola ter passado no limite do tempo, algo pequeno que deve ser corrigido para evitar futuros problemas.

    Com ausências de Rocinha e Porto da Pedra, Série A mostra resistência com encontro de bandeiras das escolas

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      Por Guilherme Ayupp e Victor Amancio. Fotos: Allan Duffes

      A Unidos de Padre Miguel sediou na tarde/noite deste sábado um encontro de pavilhões entre 12 das 14 escolas da Série A (apenas Rocinha e Porto da Pedra não compareceram). O evento foi promovido pela Lierj e mostrou a resistência e resiliência das agremiações de um dos grupos que mais sofre com o rompimento das relações entre o carnaval e o poder público. * VEJA AQUI A GALERIA DE FOTOS DA FESTA

      A Unidos do Porto da Pedra informou que não pode comparecer ao evento, mediante justificativa, por conta do falecimento de sua ex Porta-Bandeira, Priscila Domingues, tia da atual segunda porta-bandeira da escola, Pietra Brum, que representaria a agremiação, pois a primeira Cintya Santos não havia conseguido liberação de seu trabalho.

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      Sem perspectiva de receber verbas e muitas até sem um local adequado para construção de seu carnaval, as escolas se reuniram para mostrar que o sambista não vai desistir da sua arte. As palavras do presidente da Lierj, Wallace Palhares, endossam esse pensamento: “Somos madeira de dar em doido. Não desistimos fácil. Aí está prova”.

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      De fato foi um evento para mostrar a força de comunidades gigantes. A se lamentar apenas a ausência de Rocinha e Porto da Pedra (que justificou a ausência). Em um momento em que os sambistas estão sob ataque as escolas precisam mais do que nunca estarem unidas. O evento foi oficial da Lierj.

      Confira como foram as apresentações:

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      Unidos de Padre Miguel: Dona da casa, com o conhecimento do terreno foi a melhor apresentação da noite. O samba teve um crescimento muito grande após a fase de disputa. Certamente será um dos sacodes do desfile da Série A, sob o comando do iluminado Diego Nicolau. O casal se apresentou muito bem encantando os convidados.

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      Imperatriz: Com um grande samba em mãos, Arthur Franco comandou muito bem a passagem da obra, que por ser muito conhecida saiu em vantagem. Destaque também para o belo bailado do casal Thiaguinho Mendonça e Rafaela Theodoro, certamente um dos melhores da Série A. Escola mandou seu elenco principal, com direito a passistas com fantasia.

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      Império Serrano: A apresentação comprovou a qualidade da obra imperiana. Leléu conduziu com emoção o samba que exalta as mulheres, uma das grandes obras musicais do ano. Sabe-se das dificuldades pelas quais a escola passa, mas a prova de que o Império é um celeiro é seu mestre-sala, Matheus Machado, que demonstra maturidade e qualidade a cada apresentação. A dupla com Verônika tem se mostrado um acerto e eles bailaram com muita categoria, tornando-se os destaques da apresentação.

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      Cubango: Um dos grandes sambas da Série A. Excelente condução por parte do intérprete oficial Thiago Britto. Revelação no início da década, o cantor já demonstra que virou realidade. Tem tudo para fazer longa carreira na verde e branco. A escola enviou o segundo casal.

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      Santa Cruz: Outra que valorizou o evento com seu elenco principal. Foram o primeiro casal Mosquito e Roberta, além do intérprete oficial Roninho. Dançando muito bem, sincronizados e bem ensaiados, o casal deu um show. O samba, entretanto, teve uma passagem irregular, com pontos de maior brilho e outros nem tanto.

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      Império da Tijuca: Com elenco principal, Daniel Silva foi o comandante da apresentação. O cantor está totalmente adaptado à escola e foi o destaque da apresentação da verde e branca do morro da Formiga. Outro destaque vai para Renan Oliveira, mestre-sala, que conduz muito bem sua porta-bandeira.

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      Renascer de Jacarepaguá: Com olhares atentos e emocionados de seu ex-intérprete e compositor Diego Nicolau, a Renascer acabou sentindo a falta de seu intérprete oficial Leonardo Bessa e se apresentou ainda sem seu novo casal.

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      Unidos de Bangu: Com o segundo casal, boa a apresentação do primeiro pavilhão da Zona Oeste. Mestre Léo Capoeira foi um dos poucos mestres a comparecer e a condução do samba foi muito bem comandada pelo competente Igor Vianna. Ele se apresentou sozinho no palco, sem a presença de apoios e arrepiou com sua voz.

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      Inocentes de Belford Roxo: Sem presença de nenhum de seus cantores oficiais, coube aos apoios a responsabilidade de defenderem a obra. O primeiro casal, Douglas Valle e Jaçanã, foi o ponto alto da apresentação da caçulinha da baixada. Ela incorporou o empoderamento cantado do samba.

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      Unidos da Ponte: Nem o cantor oficial Leandro Santos e nem o primeiro casal compareceram. A Ponte fez uma apresentação abaixo do nível apresentado no lançamento do CD da Série A.

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      Sossego: O intérprete oficial Nêgo não foi. O cantor escolhido parecia não saber a letra e melodia do samba. Com isso, o destaque ficou com o casal Marcinho e Cris Caldas, entrosados e muito bem trajados. Nível alto da dança da dupla.

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      Vigário Geral: A apresentação foi bem conduzida pelo intérprete oficial Tem-Tem Jr. A escola demonstrou respeito ao evento ao mandar cantor e o segundo casal, mesmo tendo um ensaio de rua quase que simultaneamente no Parque Madureira. Destaque para mestre-sala, Diego Jenkins, que demonstra ter um grande potencial.

      Galeria de Fotos: Encontro de Bandeiras da Série A

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      Renascer anuncia novo primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira

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      A Renascer de Jacarepaguá já tem a dupla que irá defender os 40 pontos no quesito mestre-sala e porta-bandeira no Carnaval 2020, ano em que fará uma homenagem às benzedeiras de todo o país. Quem representará o pavilhão vermelho, branco e amarelo na Sapucaí é o casal formado pelos irmãos Vinícius e Jackeline Pessanha.

      Casal Renascer

      Longe do carnaval desde o fim de 2018, a dupla está ansiosa para a estreia empunhando o pavilhão da escola de Jacarepaguá o que já acontecerá na próxima terça, durante o ensaio de comunidade, às 20h.

      A Renascer, que será a sexta escola a se apresentar na Sapucaí na sexta-feira de Carnaval, apresentará o enredo “Eu que te benzo, Deus que te cura!”, desenvolvido pelo carnavalesco Ney Junior.