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Começou a mudança! Tijuca realiza primeiro ensaio de rua para o Carnaval 2026 com componentes cheios de energia e confiança

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A Unidos da Tijuca já iniciou sua caminhada rumo ao Carnaval 2026. Na noite da última quinta-feira, no Santo Cristo, Zona Portuária do Rio, a escola do Borel realizou o primeiro ensaio de rua. O samba-enredo, considerado um dos melhores, foi o ponto alto da atividade, conduzido com excelência pelo intérprete Marquinho Art Samba, pela equipe do carro de som e pela bateria “Pura Cadência”, sob o comando do mestre Casagrande. O enredo, intitulado “Carolina Maria de Jesus”, é desenvolvido pelo carnavalesco Edson Pereira, e a agremiação encerrará os desfiles de segunda-feira.

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“O ensaio de rua é fundamental. O nosso componente está muito animado. O “muda essa história” está acontecendo e já é real. A comunidade está acreditando no enredo, que é muito potente, no samba, que ela queria, e que estamos trabalho arduamente para colocarmos a Tijuca na briga por uma disputa de título. Além do canto, o ensaio de rua gera a experiência do andar e sambar, tem também uma questão que é física, o componente precisa disso. Para chegarmos no desfile condicionados”, disse Elisa Fernandes, diretora de carnaval.

HARMONIA E SAMBA-ENREDO

Dois quesitos que prometem impulsionar a Unidos da Tijuca em 2026 são a Harmonia e o Samba-enredo, uma das obras mais elogiadas do Grupo Especial. A composição, assinada por Lico Monteiro, Samir Trindade, Leandro Thomaz, Marcelo Adnet, Marcelo Lepiane, Telmo Augusto, Gigi da Estiva e Juca, como era esperado, mexeu a comunidade.

Estreando na escola, Marquinho Art Samba conta com uma equipe afiada no carro de som, que proporciona conforto e segurança para o intérprete explorar todo o seu potencial como puxador. Em conversa com o CARNAVALESCO, ele destacou o privilégio de dar voz ao samba tijucano de 2026.

“A grande importância do ensaio de rua é saber como está o andamento do samba com a bateria. Eu sou um pé quente, nas minhas estreias cantei joias e não podia ser diferente na Tijuca. O samba de 2026 é para ser cantado com a alma e coração. Quando escutei pela primeira vez comecei chorar de emoção. Ele diz tudo. É a cara do povo”, comentou o intérprete.

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Dentro das alas, o que se viu foi um verdadeiro show de entrega. Os componentes já dominam a letra, cantando de forma espontânea e vibrante. Ninguém precisou recorrer a papel ou celular. O refrão principal, “Muda essa história, Tijuca”, já ecoa forte nos corações dos tijucanos.

COMISSÃO DE FRENTE

O trabalho das coreógrafas Ariadne Lax e Bruno Lopes foi um dos grandes acertos de 2025 e promete ainda mais impacto no próximo desfile. A performance apresentada na rua transbordou energia, com coreografias precisas, muita expressão corporal e sintonia total com a alma tijucana. * VEJA AQUI A PERFORMANCE NO ENSAIO

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A integrante central interpretou com carisma e emoção a mensagem do samba-enredo. Ainda não é hora de revelar o conteúdo que estará na Avenida, mas já é possível perceber que o grupo compreendeu a essência da abertura: raça, resistência e o espírito de Carolina Maria de Jesus.

MESTRE-SALA E PORTA-BANDEIRA

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O primeiro casal, Matheus e Lucinha Nobre, fez apresentações com intensidade e brilho. Matheus mostrou firmeza, muito mais que nos anterioes, e elegância, enquanto Lucinha, uma das grandes artistas do carnaval, esbanjou garra e emoção. A “bandeirada final”, com selo “Nobre” de qualidade, encaixou perfeitamente. Além disso, no trecho em que a letra diz “Sou a liberdade”, ambos erguem o punho cerrado. O desempenho reafirma o potencial da dupla para repetir a nota 30 de 2025 e, quem sabe, recuperar o décimo perdido, gabaritando o quesito. No ensaio, os dois vestiram branco.

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EVOLUÇÃO

A rua se transformou em um mar de tijucanos. O enredo e o samba mexeram com a comunidade, reacendendo a energia que marcou a escola nos anos 2000 e 2010, quando seus ensaios eram referência na Avenida Venezuela, no Centro do Rio.

O espaço foi completamente preenchido, com as alas bem distribuídas e coreografias alinhadas ao ritmo do samba. Ainda há margem para o componente se soltar mais, já que o carnaval contemporâneo, muitas vezes, limita a movimentação dos desfilantes, algo que a Tijuca possui totais condições de transformar.

OUTROS DESTAQUES

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A bateria “Pura Cadência”, de mestre Casagrande, segue como uma das grandes forças da escola. O conjunto mostrou pegada firme, sem exageros, sustentando o samba com precisão e musicalidade, sempre em sintonia com o carro de som. * VEJA AQUI O ESPETÁCULO DA BATERIA NO ENSAIO

As musas Ana Filipa, Nathanny Peres, Larissa Neto, Patricia Chélida e Mariah Dantas também merecem destaque. Todas demonstraram identidade com a escola, sambando durante quase todo o ensaio, interagindo com o público e irradiando alegria. A rainha de bateria, Mileide Mihaile, que vem sendo muito elogiada, não participou desta primeira atividade de rua.

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As baianas se apresentaram vestidas de branco, em perfeita harmonia, enquanto a ala de passistas “Encantos do Pavão” brilhou com figurinos impecáveis e deu uma verdadeira aula de samba no pé.

O próximo encontro da Tijuca com sua comunidade será na quinta-feira, 13 de novembro.

Comando de qualidade e talento! Mestres Guilherme e Gustavo mantêm a ‘Furiosa’ do Salgueiro no topo

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A excelência tem ritmo e batida firme na Academia do Samba. Sob o comando dos mestres Guilherme e Gustavo, a bateria “Furiosa” do Salgueiro seguiu com a nota máxima no último Carnaval, consolidando-se mais uma vez como uma das mais potentes e respeitadas do Grupo Especial. Com uma sequência impressionante de 40 pontos, a dupla reafirma a força do trabalho coletivo, da tradição e da inovação que move o coração rítmico da vermelho e branco.

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Foto: Divulgação/Rio Carnaval

“Acho que as notas já resumem essa resposta. Graças a Deus conseguimos mais um ano de 40 pontos. Felizmente estamos mantendo uma sequência de trabalhos ótimos. Cada ano é um novo desafio: novo samba, novo enredo, novas formações, mas seguimos firmes. Esse ano, 90% dos ritmistas são os mesmos, o que mostra a força da nossa base”, comemora Guilherme

A constância é, de fato, uma das marcas da dupla. Criados dentro da escola, Guilherme e Gustavo conheceram cada detalhe da “Furiosa” antes de assumirem o comando. “O segredo é o trabalho de muitos anos. Fomos ritmistas e diretores, por isso sabemos como a bateria funciona e para onde queremos direcionar nosso som”, afirmou Guilherme.

Mas, se a base é sólida, o olhar para o futuro é inquieto. O ano de 2025 trouxe novidades marcantes para a bateria. “Foi um ano de desafio. Pela primeira vez trouxemos instrumentação de fora, com uma aula de atabaques e músicos convidados. Isso representou bastante pra gente e deu super certo, como mostram as notas”, conta Gustavo.

O próximo carnaval promete mais surpresas. “Já temos algo sendo projetado, mas é surpresa. Estamos com um projeto em mente para seguir um caminho diferente, sempre pesquisando o enredo para agregar ao samba. O torcedor pode esperar que a Furiosa vai entregar tudo e vai gostar”, garantiu Gustavo.

Além da inovação, a dupla valoriza o espírito coletivo e o envolvimento da comunidade. “Podemos dizer que 80% da bateria é formada por pessoas que já estão há bastante tempo com a gente, crias da casa, que respiram Salgueiro e Furiosa. Isso faz toda a diferença”.

O reconhecimento também vai para a estrutura e o apoio interno da agremiação. “Temos que agradecer muito à nossa diretoria e ao presidente André Vaz, que é incansável conosco. Tudo que inventamos, ele apoia. Essa parceria faz o Salgueiro ser 100% perfeito”, citou Gustavo.

Com a confiança renovada, os mestres da “Furiosa” já afinam o compasso para o próximo desfile. “Vamos pra mais um ano, se Deus quiser, com mais nota máxima”, resume Guilherme.

No ritmo preciso entre tradição e ousadia, Guilherme e Gustavo seguem transformando a batida salgueirense em sinônimo de excelência, e, a cada rufar, reafirmam que a “Furiosa” continua sendo o pulso inconfundível do Salgueiro.

Viradouro grava samba oficial para 2026 e componentes se emocionam em homenagem para Ciça

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A Unidos do Viradouro realizou a gravação do seu samba oficial no último dia 2 de outubro, no Estúdio Century, localizado na Barra Olímpica. A escola levou diversos integrantes para participar da gravação, e foi com alguns deles que o CARNAVALESCO conversou para saber mais sobre as impressões do dia e sobre a obra que a agremiação levará para a Avenida.

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Fotos: Matheus Morais/CARNAVALESCO

Roberto Migans, de 31 anos, cavaquinista profissional, toca na Viradouro desde 2011, mas sua história com a escola começou ainda na infância, na agremiação mirim. Ele contou que ficou emocionado ao participar da gravação e destacou como a letra do samba se conecta à sua própria trajetória no mundo do samba.

“O coração fica a mil, a ansiedade toma conta de ver o resultado. Antes de mais nada, quero agradecer ao diretor musical Hugo Bruno por confiar no meu trabalho, à direção da escola, à diretoria e aos presidentes. Pode ter certeza de que essa gravação vai se eternizar, como tantas outras obras da Viradouro que ficaram marcadas na história.
Quando o samba diz ‘Lá onde o samba fez berço no alto do morro’, chega a arrepiar, porque, assim como o Ciça, eu também vim da comunidade do Martins, próxima à Viradouro, e cheguei até a escola. E aquela parte final, ‘Um furacão que nunca vai ter fim’, é pura verdade. Isso nunca vai se acabar. Estão chegando novos músicos, vemos isso na nossa escola mirim, com nossas crianças e cantores, que vão manter essa chama acesa”, disse, emocionado.

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Roberto Migans, de 31 anos, cavaquinista profissional, toca na Viradouro desde 2011

A cantora Débora Cruz, de 44 anos, integrante do carro de som da Viradouro, participou como uma das vozes de coro na gravação oficial. Filha de Acyr Marques e sobrinha de Arlindo Cruz, Débora destacou a emoção de homenagear um ícone do samba e ressaltou como o enredo e o samba tocam profundamente quem vive essa arte.

“Convivo com o carnaval desde pequena, e ter a chance de gravar esse samba em homenagem a um mestre que está na ativa até hoje é uma honra surreal. A emoção que todos nós, do carro de som e da escola inteira, vamos sentir em 2026 será algo especial. Dois trechos mexem muito comigo: o refrão ‘Se eu for morrer de amor, que seja no samba’ e a parte ‘Se a vida é um enredo’. Nosso dia a dia é árduo, uma luta constante, especialmente no mundo do samba. Cada um de nós escreve sua história a cada dia. Esse enredo, a gente vai escrever até o último dia de nossas vidas”.

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Cantora Débora Cruz, de 44 anos, integrante do carro de som da Viradouro

Os diretores de bateria Bia Tinoco e Marquinho Passos, de 33 e 39 anos, também participaram da gravação. Bia começou na bateria da Viradouro sob o comando de Ciça, em 2008, tornando-se diretora com ele pouco tempo depois. Já Marquinho chegou à “Furacão Vermelho e Branco” em 2015 e retornou à função em 2023, a convite do próprio mestre.

“Acredito que todos os diretores ritmistas estão muito emocionados. Eu, especialmente, porque comecei com o Ciça. Foi ele quem me deu a primeira oportunidade como ritmista e depois como diretora. A responsabilidade é ainda maior por eu estar à frente do mesmo naipe que ele comandou. Tem uma parte do samba que me toca profundamente: ‘Ciça, gratidão pelas lições que eu pude aprender’. Acho que todo mundo que passa por ele aprende algo novo a cada dia”, contou Bia.

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Diretores de bateria Marquinho Passos e Bia Tinoco

“Eternizar uma faixa é sempre uma emoção muito grande. Num enredo que fala do Ciça, do tamanho que ele tem para o carnaval e para nós, ritmistas, tudo ganha uma dimensão ainda maior. É algo que toca fundo. Essa gravação vai entrar para a história da escola e de cada um que participou. É um samba que realmente representa o sambista Ciça. Ele é mais que um mestre de bateria. É um símbolo do carnaval. Um trecho que me emociona é ‘Não esperamos a saudade para cantar’. Essa parte mexe demais comigo”, completou Marquinho.

Em 2026, a Viradouro apresentará o enredo “Pra cima, Ciça!”, do carnavalesco Tarcísio Zanon, que homenageia a vida e o trabalho do mestre Ciça, atual comandante da “Furacão Vermelho e Branco”.

Tuiuti lidera ranking dos sambas-enredo mais ouvidos do Rio para o Carnaval 2026 no Spotify

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De forma inédita na história recente do carnaval carioca, todas as escolas do Grupo Especial divulgaram seus sambas-enredo até o dia 31 de outubro, marcando uma temporada de lançamentos digitais. Com as gravações oficiais sendo liberadas à medida que as finais de samba aconteciam, o público pôde acompanhar a consolidação das faixas nas plataformas de streaming.

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Fotos: Allan Duffes/CARNAVALESCO

E, pelo menos até o momento, quem saiu na frente foi o Paraíso do Tuiuti, que lidera o ranking dos sambas-enredo mais ouvidos no Spotify, com 253.421 reproduções. A obra, que embala o enredo “O Lamento do Jaguaribe – A história que a areia escreveu”, conquistou os ouvintes.

Logo atrás aparece a Vila Isabel, com 240.418 plays, confirmando a força da azul e branca no cenário digital. A Imperatriz Leopoldinense ocupa a terceira posição, com 177.314 execuções, seguida de perto pela Beija-Flor de Nilópolis, com 175.230. A Mocidade Independente de Padre Miguel fecha o top 5 com 169.008 audições. Outro destaque é a Acadêmicos de Niterói, que estreia no Grupo Especial e já soma 94.673.

A consolidação dos sambas-enredo nas plataformas digitais reforça uma tendência: o público de carnaval está cada vez mais conectado e consome as obras muito antes dos desfiles, transformando o Spotify em uma nova “avenida” de disputa entre as escolas.

🎧 Ranking dos sambas-enredo mais ouvidos do Grupo Especial do Rio no Spotify (Carnaval 2026)

Paraíso do Tuiuti: 253.421
Vila Isabel: 240.418
Imperatriz Leopoldinense: 177.314
Beija-Flor de Nilópolis: 175.230
Mocidade Independente de Padre Miguel: 169.008
Grande Rio: 156.405
Unidos da Tijuca: 154.551
Acadêmicos de Niterói: 94.673
Viradouro: 81.130
Portela: 64.607
Estação Primeira de Mangueira: 53.873
Salgueiro: 40.207

Thays Busson é a nova musa da Em Cima da Hora para o Carnaval 2026

Com uma trajetória que começou cedo, aos 11 anos de idade, Thays Busson se destacou nas comissões de frente do Carnaval, demonstrando talento, carisma e paixão pela dança. Passou pela ala de passistas da Unidos do Viradouro e se tornou musa da comunidade, posição que ocupou por 10 anos, deixando sua marca e conquistando o coração do público.

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Foto: Divulgação

Além da carreira artística, Thays também se dedica a projetos sociais na região onde mora, com o objetivo de fortalecer o futuro do samba e inspirar novas gerações.

Como dançarina profissional, teve a oportunidade de trabalhar com grandes nomes da música e viajar pelo mundo levando a cultura do samba, ministrando workshops e representando o Brasil em diversos palcos internacionais.

Agora, Thays Busson assume um novo desafio: ser musa da Em Cima da Hora no Carnaval 2026! Com sua energia contagiante e habilidade no samba, ela promete encantar o público da Sapucaí — agora vestida de azul Cavalcanti.

Sem tempo ruim! Carolane Silva dá show de samba no pé durante ensaio da Inocentes de Belford Roxo

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O amor ao samba e ao carnaval falaram mais alto e não intimidaram a rainha de bateria Carolane Silva durante o ensaio de rua da Inocentes de Belford Roxo realizado na noite da última quarta-feira. Sob forte chuva a majestade da Cadência da Baixada mostrou que está preparada para qualquer dificuldade e surpresas que possam acontecer no dia do desfile da tricolor, que no Carnaval 2026 terá Pernambuco como enredo.

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Foto: Gabriel Neves/Divulgação

“Comigo não tem tempo ruim, e precisamos saber que, embora a gente torça para que não ocorra, a chuva é um fenômeno natural e a gente não pode descartar, jamais a possibilidade de desfilar assim. E nada me dá mais energia que o som da minha bateria. A chuva nos motivou, lavou a alma e fez com que a Inocentes mostrasse que nada vai nos assustar”, disse Carolane ao fim do treino.

Em seu primeiro ano como rainha de bateria, a estudante de gestão pública vem se dedicando ao máximo para chegar 100% ao desfile. Além da rotina habitual de treinos e tratamentos estéticos, a majestade não abre mão dos ensaios com mestre Washington Paz e seus ritmistas.

“A gente se transformou em uma família e essa sinergia acaba repercutindo no ensaio e nessa alegria que sentimos em estar juntos. Eles me acolheram e são pessoas que fazem valer muito a pena cruzar a cidade e sambar debaixo de chuva com eles”, disse a rainha.

Dragões da Real grava samba elogiado e promete desfile com emoção, técnica e força indígena

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A Dragões da Real deu mais um passo importante rumo ao Carnaval 2026 com a gravação oficial do samba-enredo que embalará o desfile sobre a força e o empoderamento feminino sob a ótica indígena. Realizada na Fábrica do Samba, a sessão reuniu todos os segmentos da escola e mostrou, mais uma vez, a excelência técnica e a coesão musical que se tornaram marcas da tricolor da Vila Anastácio.

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Fotos: Will Ferreira/CARNAVALESCO

Bateria precisa e moderna: ‘Deixar a régua lá em cima’

Responsável pelo ritmo da Dragões, o mestre Klemen Gioz revelou detalhes sobre o andamento e a concepção das bossas que marcarão o desfile.

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Mestre Klemen Gioz

“Nosso andamento vai ser entre um 146 e 144 BPM (batidas por minuto). O que a gente vai realizar aqui na gravação é o que faremos na avenida. São duas bossas: um paradão, mas com um arranjo em formato de bossa, é um mescladinho”, explicou.

O mestre também destacou o momento especial vivido pela escola: “Todo mundo está com essa sensação de samba bom e de trabalho bom na Dragões. Tudo está fluindo bem. A produção está ótima, e a gente tem que deixar a régua lá em cima porque as outras escolas vieram preparadas. Com um samba desse, vai ficar mais fácil”.

Produção grandiosa e comunidade envolvida

O diretor de carnaval, Márcio Santana, reforçou a dimensão do trabalho coletivo e a presença da comunidade em todos os momentos.

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“A gente vem com o elenco completo: são 60 membros de coral e mais toda a equipe de canto com a bateria, somando cerca de 87 pessoas”, contou.

O dirigente ainda destacou a logística facilitada pela gravação na Fábrica do Samba: “A Dragões tem representantes em todas as regiões de São Paulo. Estar aqui é uma vantagem enorme, pois o barracão é a casa da escola e facilita o acolhimento da comunidade”.

Segundo Márcio, o sucesso do samba amplia as expectativas: “O fato de termos um samba elogiado pelo mundo do samba torna essa gravação ainda mais especial. A gente furou a bolha. É um samba que fala para o carnaval inteiro e traz uma responsabilidade imensa”.

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Arranjo de luxo: flauta indígena e diálogo com a bateria

Um dos responsáveis pelo arranjo, Cicinho (Anderson Luiz Leite Silva), ressaltou o equilíbrio entre a tradição e a inovação:

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Cicinho (Anderson Luiz Leite Silva)

“Nós trouxemos uma formação clássica de samba-enredo, com dois violões, dois cavacos, um cavaco bandolim, violão de seis e de sete cordas. Dentro da temática indígena, incluímos uma flauta com timbre nativo. Esse foi o diferencial para remeter ao tema”, explicou.

O arranjador destacou também o diálogo entre bateria e ala musical: “Tem uma bossa que a bateria faz um agueré e a gente acompanha junto. Foi um casamento legal. Eu sempre digo: o samba é o modelo, e nós, arranjadores, somos os estilistas — precisamos vestir o samba com a melhor roupa”.

Harmonia: desafio e maturidade

Para o diretor de Harmonia, Rogério Félix, o samba é, ao mesmo tempo, um presente e um desafio.

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Diretor de Harmonia, Rogério Félix

“O fato de o samba ser tão elogiado aumenta muito nossa responsabilidade. Pedimos aos compositores que mostrassem a maturidade da escola. Apostamos em uma forma de fazer samba diferente e acertamos”, afirmou.

Segundo ele, as mudanças recentes nos quesitos de julgamento também influenciaram o trabalho. “Estamos adaptando nossa estrutura às novas regras de Harmonia e Samba-Enredo. É um samba que exige atenção às palavras e à divisão rítmica. É muito ensaio, muito trabalho do jeito Dragões de ser”.

Compositor celebra ‘magia’ da obra

Um dos autores do samba, Alemão do Pandeiro, falou com emoção sobre o impacto da composição.

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Compositor Alemão do Pandeiro

“Esse samba é mágico. Desde que o terminamos, já sabíamos que havia algo especial. Ele é forte, tem mensagem e traz a energia da Jurema, com o refrão ‘quando o chão estremecer, juremá juremê’. Essa força vai mover a Dragões no Anhembi”, disse.

Para o compositor, o resultado superou as expectativas: “A gente acertou na veia. É difícil isso acontecer. Esse samba representa um marco na nossa trajetória e vai nos levar a um grande resultado”.

Interpretação consciente e popular

À frente do carro de som, Renê Sobral destacou a importância de respeitar a voz e o público. “Evito água gelada, durmo bem e preparo a voz com maçã e hidratação. Mas o principal é pensar no povo. Se eu canto fora do meu tom, o povo não alcança. O samba é o povo cantando — eu sou só a referência”, disse o intérprete.

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Intérprete Renê Sobral

Renê reforçou que o samba precisa fluir naturalmente: “Temos um samba bonito, inteligente, sem clichês. É deixar o povo cantar e o samba acontecer”.

Com força renovada e identidade afro, Amizade Zona Leste grava samba do retorno ao Anhembi

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A Amizade Zona Leste viveu um momento especial durante a gravação do samba para o álbum oficial da Liga-SP para o Carnaval 2026. De volta ao Anhembi após um período de reconstrução, a escola levou para Fábrica do Samba toda a sua energia, disciplina e musicalidade para registrar o samba que marca o retorno com um tema de forte identidade afro-brasileira.

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Fotos: Will Ferreira/CARNAVALESCO

Cordas em destaque e diálogo musical marcam o arranjo

Responsável pela direção musical e por parte dos arranjos, Julio Plenitudy (Beba) explicou que o objetivo foi valorizar as cordas e as influências afro do enredo.

“A minha escolha foi privilegiar os arranjos das cordas. Fizemos passagens afros que deram muito certo no estúdio, e agora vamos levar para a avenida. O mais especial da gravação, para mim, foi a Batucada do Amizade. Os ponteiros, o repique, o pandeiro, o tamborim e o surdo deram um show. As cordas ajudaram a batucada, e depois a bateria veio e cumprimentou. Foi lindo”.

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Julio Plenitudy (Beba) e Junior ABC

O também arranjador Junior ABC ressaltou que o samba traduz as origens africanas e traz uma proposta musical inovadora para o carnaval paulista.

“O tema é afro, então a própria bateria faz um alujá, trazendo reminiscências africanas do samba. É o toque principal e a cereja do bolo da faixa. A gente está trabalhando em conjunto, canto, cordas e bateria, em um diálogo musical. É uma proposta nova dentro do carnaval, um trabalho de harmonia real entre os setores”.

Bateria ‘Chapa Quente’ aposta em andamento sereno e bossas integradas

O mestre Vinícius Nagy detalhou a preparação da bateria e o cuidado em transmitir a identidade da escola por meio do ritmo.

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Mestre Vinícius Nagy

“Escolhemos o andamento 144 BPM (batidas por minuto) para vir na manha, aproveitando o samba e mostrando a nossa levada de caixa, que é rufada e bem característica. Ensaiamos bastante e trouxemos três bossas para o estúdio. Na avenida, vamos unificá-las em uma grande bossa”.

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O mestre também destacou a superação recente da escola e a meta de repetir o bom desempenho técnico. “É diferente fazer o samba do retorno. Em 2025, trabalhamos muito, reforçamos a base da bateria e conseguimos a nota máxima na UESP. Nosso maior desejo é entregar de novo a nota máxima em bateria”.

Trio de intérpretes valoriza técnica, energia e reencontro com o Anhembi

O time de intérpretes formado por Eliezer PQP, Adauto Jr. e Julia Kbelopixaim mostrou entrosamento e dedicação na preparação vocal.

“Meu estilo é mais técnico, sempre tento fazer uma voz diferenciada, uma terça ou oitava, encaixando onde couber”, contou Eliezer.

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Time de intérpretes formado por Eliezer PQP, Adauto Jr. e Julia Kbelopixaim

Adauto completou: “Tem partes do samba em que a gente usa técnica e outras em que tem que inflamar o povo. O carnaval é o canto do povo. Esse samba é especial: marca o nosso retorno e a força da escola”.

Julia reforçou a importância da conexão com a comunidade: “O que faz uma escola campeã é a energia que gira o ano inteiro. Voltamos com força total, renascendo das cinzas”.

O trio também revelou cuidados de bastidores: sono, hidratação e aquecimento vocal foram fundamentais para garantir uma boa performance.

Organização exemplar e espírito de superação

O presidente Camilo Augusto destacou a disciplina e a pontualidade que marcam o “Padrão Amizade”.

“A escola é muito organizada e não atrasa sequer minutos. A gravação estava marcada para 10h e às 9h30 já estávamos prontos. É o que chamamos de Padrão Amizade. Consideramos trânsito, distância e tudo mais. Chegamos com antecedência”.

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Presidente Camilo Augusto

Com cerca de 120 integrantes presentes, a escola levou representantes de todos os segmentos, incluindo comissão de frente, bateria, casal de mestre-sala e porta-bandeira, baianas e Velha Guarda.

“Trouxemos um pedaço do que vamos apresentar no desfile. A gravação é um reflexo do nosso propósito: apresentar com excelência, para nós mesmos e para o público”, disse o presidente.

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Camilo também fez questão de reforçar o espírito esportivo e o compromisso com o regulamento.

“Quando somos campeões é maravilhoso, mas quando caímos, levantamos a poeira e vamos para cima. O descenso foi difícil, mas nos fez mais fortes. O Amizade tem que fazer grandes carnavais sempre, com vontade de ganhar sempre é o que nos move”.

O retorno com alma, ritmo e disciplina

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De volta ao palco principal do samba paulistano, a Amizade Zona Leste mostrou que o caminho da superação passa pela união, pela técnica e pela energia coletiva. Com um samba de raiz afro e arranjos precisos, a escola entra em 2026 pronta para provar, mais uma vez, que amizade e garra são sinônimos de excelência.

Mangueira abre portas da quadra para educação e o futuro: ensino gratuito para quem faz a escola pulsar

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A Estação Primeira de Mangueira deu mais um passo histórico na construção de um futuro com mais oportunidades para seus componentes e moradores. Em um momento em que o país ainda enfrenta grandes desigualdades, a Verde e Rosa saiu na frente ao pensar em quem faz a escola pulsar: seus colaboradores, ritmistas e a própria comunidade. Nesta quarta-feira, a quadra se transformou em um símbolo de resistência e esperança com o lançamento do polo educacional da Faculdade Celso Lisboa, que vai oferecer bolsas integrais de graduação digital para todos os segmentos da escola, moradores do morro e das redondezas.

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Fotos: Juliana Henrik/CARNAVALESCO

O projeto é fruto de uma parceria idealizada há mais de um ano entre a reitoria da Celso Lisboa e a presidência da Mangueira. A proposta é poderosa: levar o ensino superior para dentro da escola de samba, eliminando barreiras geográficas e financeiras que impedem o acesso à universidade.

“Queremos que o morador da comunidade, o ritmista e o trabalhador não precisem se deslocar até o campus. O objetivo é que possam estudar aqui mesmo, no coração da Mangueira, com bolsas 100% gratuitas. A princípio, são 300 vagas, mas o céu é o limite. Quero ver o maior número possível de pessoas transformando suas vidas pela educação”, destacou Felipe Kotait Borba, CEO da Celso Lisboa”.

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Felipe Kotait Borba, CEO da Celso Lisboa

Felipe lembrou que a Celso Lisboa já tem mais de 50 anos de história e nasceu com a missão de ampliar o acesso ao ensino. “Sou apaixonado pela Mangueira. Não poderíamos inaugurar esse projeto em outro lugar. Depois de uma semana difícil para o Rio, inaugurar um polo que representa resistência e futuro é uma dádiva. A educação muda não só o destino de quem estuda, mas o de toda uma família”.

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A presidente da Mangueira, Guanayra Firmino, reforçou o papel social e o compromisso da escola com sua comunidade. “A Celso Lisboa já era nossa parceira há muito tempo, oferecendo bolsas em número menor. Quando o Felipe trouxe essa proposta maior, amadurecemos a ideia e abraçamos imediatamente. É o tipo de operação que o povo precisa: educação, cultura e oportunidade. Cultura salva vidas, e é disso que o Brasil precisa,  mais iniciativas como essa”, afirmou a dirigente.

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Guanayra ainda destacou que as inscrições já estão abertas, sem limite de vagas, e que o formato digital permitirá que mais pessoas sejam atendidas. “É um orgulho ver nossa quadra se tornando um polo de ensino superior. Estamos abrindo as portas da Mangueira para o conhecimento e para o futuro”, completou.

A cerimônia contou também com a presença da reitora Vanessa Lacerda, que emocionou o público ao compartilhar sua trajetória. “Sou mulher negra, filha de empregada doméstica e vinda de uma comunidade. A educação superior transformou minha vida e a da minha família. Hoje, poder inaugurar este polo e ver a Mangueira se tornando símbolo de resistência educacional é algo que me emociona profundamente. A Celso é resistência, a Mangueira é resistência. Acreditamos na educação como caminho de transformação social”.

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Reitora de Celso Lisboa, Vanessa Lacerda

A mentora da Celso Lisboa, Carina Lisboa, neta do fundador Nelson Lisboa, destacou a importância da história compartilhada entre as duas instituições. “Celso Lisboa e Mangueira juntas somam mais de 150 anos de história. Essa parceria não começou hoje. Há mais de duas décadas atuamos lado a lado em projetos esportivos, culturais e agora educacionais. Consolidamos aqui o nosso terceiro pilar: a educação. Nossa metodologia é própria, construída dentro da realidade brasileira, baseada na aprendizagem por projetos. Temos orgulho de oferecer um ensino de qualidade que respeita o contexto de cada aluno”.

Entre os nomes lembrados durante o lançamento estava Claudiene Pereira, responsável pelos projetos da escola e agora à frente da mobilização da comunidade para o novo polo. Ex-passista e ex-rainha de bateria da Mangueira, Claudiene também é formada em Pedagogia e representa o que o projeto significa na prática: oportunidade e retorno à origem. “Sou filha desta terra e fruto de um projeto social. Sinto-me honrada. Essa é uma chance para jovens e adultos que nunca conseguiram ingressar numa faculdade. Teremos um espaço equipado com computadores para quem não tem acesso em casa. É um marco para nossa comunidade e para a nossa escola”, afirmou.

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Claudiene Pereira, responsável pelos projetos da escola e agora à frente da mobilização da comunidade para o novo polo

Emocionado, o ex-presidente Elmo José dos Santos relembrou a trajetória da escola e a importância do momento. “Eu não sou uma pessoa de sorte, sou uma pessoa abençoada. No meu tempo, a gente via os amigos morrerem ou irem pra cadeia porque não tinham chance. Hoje, a gente vê a Mangueira inaugurando um polo de educação superior. Isso é o futuro. O verde da nossa bandeira representa a esperança, e o rosa, o amor. Amor que a Celso Lisboa trouxe pra Mangueira”.

O edital do projeto, lançado oficialmente durante o evento, prevê bolsas de 100% para cursos de graduação digital oferecidos no polo da Mangueira. Mesmo sendo gratuito, haverá prova de vestibular solidário, de caráter educacional, garantindo que todos os candidatos participem de um processo seletivo. As inscrições começam no dia 5 de novembro, com cadastro online, envio de documentos e matrícula acompanhada por consultores da faculdade. A concessão é totalmente educacional, sem sorteio nem cobrança de taxa.

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Os cursos oferecidos contemplam áreas como Administração, Pedagogia, Educação Física, Psicologia, Recursos Humanos, Ciências Contábeis, Gestão Pública, Enfermagem, Engenharia Civil e Tecnologia da Informação, Marketing, Marketing Digital, Letras (Português/Inglês), Serviço Social, Logística e Saneamento Ambiental, entre outros. As aulas terão início em fevereiro de 2026.

Para mais informações sobre o processo seletivo, inscrições e cursos disponíveis, os interessados podem acessar o site oficial da parceria (acesse aqui) ou entrar em contato pelos perfis oficiais no Instagram da Faculdade Celso Lisboa e da Estação Primeira de Mangueira.

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Com computadores de última geração, ar-condicionado e estrutura moderna, o novo polo da Mangueira já nasce como referência em inclusão e transformação social. O projeto traduz o que há de mais potente quando educação e cultura caminham juntas.

“Depois de tudo o que vivemos, é simbólico ver a Mangueira abrir suas portas para o ensino superior. É resistência, é amor e é futuro”, afirmou Felipe Borba ao encerrar a cerimônia.

Unidos da Tijuca inicia ensaios de rua nesta quinta-feira

Restando 100 dias para a Unidos da Tijuca pisar na Marquês de Sapucaí, a agremiação passa a intensificar ainda mais os seus ensaios de comunidade buscando o retorno do desempenho máximo nos quesitos Harmonia e Evolução. A agremiação ensaiará na rua todas as quintas-feiras até o carnaval. A concentração acontece às 19 horas na quadra da escola localizada na Avenida Francisco Bicalho nº 47, próximo a Rodoviária Novo Rio, no Santo Cristo.

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Foto: Julie Abreu/Divulgação Tijuca

Focada em adquirir excelentes resultados, os trabalhos não cessam na Unidos da Tijuca, que até outubro focou seus treinos no canto da escola dentro da quadra e agora passa a trabalhar com intensidade os quesitos de chão visando aprimorar a questão de técnica de desfile, canto e dança.

“Elaboramos um planejamento que foi iniciado em setembro e vem preparando todos os componentes da escola para cantar com imponência nosso samba-enredo e mostrar a garra e a emoção dos nossos segmentos”, explica o diretor de harmonia Allan Guimarães.

O ensaio acontece atrás da quadra da agremiação na Via D1 (rua Geógrafo Milton Santos) no Santo Cristo. A escola conseguiu liberação da rua mais cedo com a CET-Rio, um antigo pedido dos componentes, para que todos possam retornar mais cedo para o lar. Sendo assim, os treinos iniciarão impreterivelmente às 21 horas.

A Unidos da Tijuca será a quarta escola a desfilar na segunda-feira de carnaval, dia 16 de fevereiro, pelo Grupo Especial com o enredo ” Carolina Maria de Jesus” de desenvolvimento do carnavalesco Edson Pereira.