CLIQUE NO BOTÃO PLAY PARA OUVIR A TRANSMISSÃO AO VIVO DA SAPUCAÍ
Sabrina Sato dispara: “Martinho tem que ser enredo da Vila Isabel!”
Por Philipe Rabelo
Três palavras conseguem resumir o desfile da Unidos de Vila Isabel. Bela, imponente e impactante. Se em 2019 a escola desfilou repleta de luxo, 2020 não foi diferente. Se havia alguma dúvida que a dignidade tenha voltado pro ninho, ela caiu por terra assim que a azul e branca passou pela linha amarela da dispersão.
Uma das mais emocionadas após o desfile era Sabrina Sato. A musa deixou de ser rainha de bateria para ser nada menos que a Rainha da Escola, ao lado de Martinho da Vila. Sobre o baluarte, ela declarou que já passou da hora dele ser homenageado.
“Foi um máximo desfilar representando a escola ao lado do Rei Martinho. Volto a dizer: Martinho tem que ser enredo”, disparou Sabrina.
Apesar de experiente e acostumado com todos os tipos de reações após verem suas comissões, o coreógrafo Patrick Carvalho contou que apesar das dificuldades todo trabalho foi muito bem executado por seus bailarinos.
“Que energia é essa da Vila? Não dá pra explicar. Esse foi um trabalho de muita emoção pra mim, foi diferente do ano passado. As dificuldades foram grandes e conseguir impactar a avenida é muito especial. Chamei um artista de Parintins, Juscelino, falei que queria as onças bem reais. Fomos desenvolvendo e conseguimos achar o caminho, que era bastante difícil. Uma coisa nunca feita por nós, um desafio. Essa força de fazer a comissão conseguir trazer a escola é sempre um desafio, mas posso dizer que conseguimos”, finalizou
Integrantes da São Clemente analisam desfile

Por Philipe Rabelo
A São Clemente foi a responsável por abrir a segunda noite de desfiles do Grupo Especial, na última segunda-feira. A agremiação da Zona Sul passou pelo Sambódromo com o enredo “O Conto do Vigário” abusando das cores e da irreverência, uma marca já tradicional da escola de Botafogo. Logo após o fim do desfile a reportagem do site CARNAVALESCO conversou com os componentes que ficaram satisfeitos com o desfile e estão confiantes em alcançar uma boa colocação.
O humorista Marcelo Adnet, um dos responsáveis pela confecção do samba-enredo da escola estava visivelmente cansado, mas extremamente feliz e esperançoso.
“O desfile trouxe muita alegria porque o Brasil é assim. O conto do vigário é assim, nasce bem humorado, engraçado, depois evolui dentro do Brasil pra um conto do vigário institucionalizado. Um enredo que vai do humor, da alegria até uma crítica mais séria.”, analisou o humorista que emendou.
“O carnaval é festa também. O Brasileiro é muito bom em fazer piada com sua própria desgraça E é um samba que propõe no final uma virada de esperança, de virada de maré. Estou muito feliz com o desfile. Dei tudo de mim, estou acabado”, brincou o humorista.
O presidente Renato Almeida, mais conhecido como Renatinho, era outro que não escondia a felicidade após passar pela Sapucaí.
“O desfile foi excelente. Um desfile que o clementiano merecia. A comunidade foi excelente, foi tudo muito bom. Estou muito feliz”, afirmou Renatinho que contou com a parceria de Marcelo Adnet ao longo do pré-carnaval para divulgar a escola.
“Foi muita doação, fiz de tudo nessa disputa, desde que a gente começou a compor, durante a disputa, nos ensaios, foi muito esforço, a gente trabalhou nove meses pra esse momento. Foi demais muito emocionante! Não influenciei no carnaval, mas divulguei muito a escola. Fui em todos os ensaios, em todos os programas que pude divulgar o samba. Foi esse o meu esforço.sempre respeitando também o carnavalesco e o presidente, eles que têm a palavra final então não me entrometi, o que fiz foi só ajudar mesmo”, explicou Adnet.
Uma das vozes oficial da São Clemente, Leozinho Nunes, deixou a Marquês de Sapucaí com um sorriso no rosto e sensação de dever cumprido.
“Desde já, gostaria de agradecer ao site CARNAVALESCO pela cobertura. Esse é um site que sempre apoia o samba. A São Clemente está aí, devagarinho… Quem sabe a gente não ‘belisca’ o sábado das campeãs e vem entre as seis?”, dispara o intérprete.
O diretor de carnaval, Thiago Almeida, fez coro com os outros integrantes, para ele a escola passou muito bem pela Avenida, cumprindo tudo o que foi planejado.
“Esperava um ótimo desfile, mas superamos as expectativas. Nos emocionamos no final. Saímos completamente satisfeitos. De cem por cento, a gente está cento e um por cento satisfeitos e felizes com esse carnaval que passou na Avenida. O que vai acontecer na Quarta-feira de Cinzas, ninguém sabe dizer, mas estamos confiantes. Estamos esperando um bom resultado pelo desfile que a gente fez”, pontuou o diretor.
Eugênio Leal analisa todos os desfiles do Grupo Especial no Carnaval 2020
ESTÁCIO DE SÁ
VIRADOURO
MANGUEIRA
TUIUTI
GRANDE RIO
UNIÃO DA ILHA
PORTELA
SÃO CLEMENTE
VILA ISABEL
SALGUEIRO
UNIDOS DA TIJUCA
MOCIDADE
BEIJA-FLOR
Leonardo Antan: Em um cenário disputado, escolas reafirmam sua reinvenção na aposta em temas contundentes
Por Leonardo Antan
Depois de uma noite de alto nível criativo no domingo, as agremiações de segunda-feira não deixaram o sarrafo cair e o que se viu foi uma das brigas mais regulares e disputadas da história do carnaval. Apresentando trabalhos primorosos em propostas artísticas das mais diferentes linguagens, diversas escolas se colocaram na briga pelas primeiras posições, cada uma apresentando erros e acertos em seus vários quesitos. No geral, nenhuma agremiação fez um desfile arrebatador e que saiu na frente como a possível campeã de modo inânime… Sobre as narrativas da noite, tivemos tantos temas bem desenvolvidos como outros que pecaram em alguns aspectos.
Começando pelos destaques negativos, Unidos da Tijuca e Beija-Flor apresentaram vícios parecidos no desenvolvimentos dos seus temas. Ambas resolveram fazer um passeio pela história da humanidade com pontos de paradas para lá de conhecidos de todos os sambistas: Egito, Roma, Feníncios, Maias, Gregos e todo o tipo de povo importante da antiguidade. Um show de clichês que poderiam ter sido evitados se as duas agremiações apostassem em uma liberdade poética maior para abordar a arquitetura e as ruas. Na azul e amarela do Borel, o samba-enredo ainda tentou apresentar uma linha poética interessante ao abordar as construções em seu aspecto social e simbólico, mas não foi isso que se viu nas alegorias de Paulo Barros. Os efeitos do mago dos truques também não funcionaram também, apresentando um conjunto estético irregular e bem abaixo da expectativa. A novidade da linguagem da escola foi a aposta em pequenos tripés que se assemelhavam a maquetes e traziam os monumentos abordados no enredo, uma aposta interessante. Outro bom ponto do enredo foram as fantasias desenvolvidas por Marcus Paulo, apresentando bom gosto e clareza na proposta. Ainda sobre a Beija-Flor, a agremiação se reencontrou com seu estilo opulento e clássico, que andou sumido nos últimos carnavais. O enredo confuso e mal setorizado apresentou uma série de imagens clichês, faltando uma aposta numa narrativa mais ousada. As alegorias tinham pequenos problemas de acabamento, apesar do bom trabalho de volumetria. O apelo que fica para essas escolas é que não é sempre obrigatório contar a história de algo passando por toda a história da humanidade, um enredo é uma obra artística poética e aberta a interpretação, que não precisa de amarras tão historicistas.
Quem soube mesclar um mergulho mais histórico sem perder o rumo e ainda apresentar uma interessante crítica social foi a São Clemente. O enredo até voltou no Brasil colonial para contar as origens da expressão “Conto do Vigário”, mas não se preocupou em elencar elementos de maneira cronológica, mas soube brincar com os vários golpes e trapachas que marcaram a cultura brasileira de maneira leve e bem-humorada. As fantasias e alegorias se destacaram pelo amadurecimento do traço cartunesco e jocoso de Jorge Silveira, mesclando uma excelente leitura e coesão estética. Foi, sem dúvidas, um dos grandes trabalhos artísticos do ano, que pecou apenas pela falta de animação da preta e amarela ao vestir tão bem a proposta do artista em resgatar a identidade da agremiação.
Mesmo com o destaque positivo para São Clemente, veio de Padre Miguel o enredo mais bem desenvolvido da noite. A espera homenagem a cantora Elza Soares passou de modo competente pelas criações de Jack Vasconcelos, que nos últimos anos se destaca com um dos grandes enredistas do carnaval. A narrativa não deixou a desejar ao contar a trajetória da homenageada e mesclar a crítica social e as pautas de militância que a artista muito defende em sua trajetória. Surpreendeu apenas uma aposta numa estética mais tradicional de Jack, as belas fantasias apostaram nas tradicionais plumas e as alegorias em formas simples e facilmente identificáveis, além do uso de muitas palavras de ordem e letreiros que tentavam dar contar de sublinhar a ideia a ser passada. Elza e Mocidade são dois monumentos da cultura brasileira, seu encontro num merecido tributo foi uma das mais belas páginas da folia.
Quem também fez uma importante homenagem a um artista negro foi o Salgueiro. Celebrando os cento e cinquenta anos do palhaço Benjamim, a Academia do Samba levou a cabo este apelido e cumpriu mais uma vez sua função de trazer um personagem pouco lembrado da cultura nacional e que merece todos os tributos. Lá no morro salgueirense, o negro nunca saiu de cartaz! Apesar da importância política do tema, o que se viu foi um enredo que pecou em ser pouco biográfico demais e não apresentar tanto a vida do artista, mas sim explorar com bastante densidade o universo circense, não faltaram malabaristas, mágicos, músicos e lonas. Na estética, a aposta foi num visual mais hollywoodiano e internacional, uma aposta consciente de Alex de Souza num universo visual mais rico e alegórico do que teria sido os circos onde Benjamim se apresentou. Apesar de mais um trabalho competente do carnavalesco, ficou a sensação que as formas alegóricas e fantasias podiam ter sido mais ousadas e menos tradicionais.
Encerrando nossa narrativa sobre “narrativas”, a Vila Isabel dividiu opiniões ao apostar numa fábula para homenagear os 60 anos de Brasília. Ao invés da história linear da cidade, se viu um passeio pelo território nacional guiados por menino indígena chamado Brasil e guiado por Jaçanã. O tema, apesar de pouco contundente, apresento uma tentativa interessante em desencadear setores que apresentavam diversas ligações com a construção da nossa capital. Sem contar, que o tema apesar de problemático, fui muito bem materializado pelo bom gosto de Edson Pereira, que criou uma imponente e luxuosa abertura para azul e branco de Noel.
Renovação parece ser a palavra de ordem. Conteúdo também. Não cabem mais enredos batidos e rasos no carnaval, o surgimento de uma nova geração de carnavalesco reafirma um feliz momento de reinvenção artística da festa. Novas proposta em vários setores se destacam e ajudam a manter um alto nível de proposições, que se destacam pelo sua pluralidade. Em meio a isso, parece importante observar como artistas já consagrados e com longa carreira parecem se portar na Avenida e que soluções e criações eles apresentam nesse cenário em meio a tantas mudanças, alguns parece insistir em velhos truques que já não comunicam como antes, mais alguns outros seguem numa estética competente mais tradicional demais. O que se espera pro futuro da festa? Descobriremos na quarta-feira com apresentação o julgamento irá contemplar, seja qual ela for, certeza que muitas escolas vão correr atrás de repeti-las. É do jogo da festa.
A mensagem que fica dos desfiles é o tamanho das nossas escolas de samba, se foi um ano de crise não foi o que se viu na pista. A briga acirrada e equilibrada pelo título marca uma festa em pleno processo de reencontrar com usas principais vocações. Viva o carnaval!
“Se bobearam, a gente ganha”, afirma Luis Carlos Magalhães, presidente da Portela
Por Philipe Rabelo
A maior campeã do carnaval carioca teve a missão de fechar o domingo carnaval, e fez isso com maestria. Com o enredo “Guajupiá – Terra sem males”, assinado pelos carnavalescos Renato Lage e Márcia Lage, a azul e branca de Madureira desfilou com os primeiros raios de sol da segunda-feira e o que se viu foi uma escola bem vestida, com alegorias suntuosas. Seus quesitos de chão passaram no “jeito Portela de ser”. Sem exageros, cantando o samba e evoluindo muito bem.
Para Renato e Márcia Lage foi um desfile ainda mais especial. Era a primeira vez de ambos assinando carnaval na águia altaneira. Após o desfile, o casal avaliou a estreia.
“Melhor impossível. Foi como nós imaginamos. Um trabalho muito prazeroso pra toda escola e estou muito feliz”, disse Renato. Também satisfeita, Márcia comentou com o site CARNAVALESCO sobre o projeto inicial e o que foi apresentado.
“Foi um desfile maravilhoso. Conseguimos executar 100% do projeto de tudo que foi programado. E essa águia? Ficou espetacular”. concluiu.
Se por um lado havia um casal estreante a frente do desfile, na parte musical dois grandes talentos deram mais uma vez um show a parte. Gilsinho e Nilo marcaram mais uma vez seu nome na história Portelense e executaram ambos um excelente trabalho.
“Achei que foi um desfile ótimo. Mas precisamos esperar o jurado. Temos a certeza que até onde vimos o trabalho foi bem feito. Cantamos e evoluímos muito bem, agora é aguardar as notas. A bateria do Nilo veio perfeita, com andamento gostoso que queríamos pra escola evoluir e sambar”, afirmou o cantor.
Comandando uma das baterias mais respeitadas do carnaval, Nilo Sérgio estava na dispersão completamente feliz e satisfeito. Segundo ele, a expectativa é da nota máxima.
“Graças a Deus foi um andamento maravilhoso. Eu e o Gilsinho colocamos no andamento correto pra Portela fazer um belo desfile. Vamos brigar pelas cabeças e queremos a nota máxima hoje. Serei eternamente grato”, disse o mestre.
O presidente Luis Carlos Magalhães não conseguiu a emoção. Emocionado, o dirigente confessou que apesar desse enredo não ter sido a primeira opção da escola, foi muito bem desenvolvido pelos carnavalescos e que a chance de título é alta.
“Eu já esperava isso. Porque presenciei no barracão a construção do carnaval. Eu nunca vi a Portela tão bonita. Foi um casamento perfeito das tradições da escola com o novo carnavalesco. Assim como aconteceu com o Paulo Barros. Foi muito importante para eles e para nós. Até o enredo que não seria esse foi a maravilha que vimos. Agora é esperar o resultado. Temos a certeza que fomos competitivos e se bobearem a gente ganha”, disse Luis.
A frente da Tabajara, Bianca Monteiro estava deslumbrante. Entrosada com seus súditos e executando passos que iam de encontro as bossas propostas pela bateria, a rainha disse estar de alma lavada.

“Nosso dever foi cumprido. A Portela passou maravilhosamente bem. Estava linda e principalmente foi Portela. Todo mundo cantando na arquibancada mesmo de manhã foi emocionante. Tenho muito orgulho de defender essa bandeira e esse pavilhão. Estou de alma lavada”, concluiu.
Harmonia é o critério de desempate na apuração do Grupo Especial do Rio de Janeiro

O quesito Harmonia é o critério de desempate na apuração do Grupo Especial do Rio de Janeiro. O sorteio da leitura das notas foi feito na tarde desta quarta-feira, na sede da Liesa, e transmitida ao vivo pelo site CARNAVALESCO.
Confira abaixo a ordem de leitura dos quesitos: Fantasias, Samba-Enredo, Comissão de Frente, Enredo, Alegorias e Adereços, Bateria, Mestre-sala e Porta-Bandeira, Evolução e Harmonia. São cinco notas por quesito sempre com a mais alta e mais baixa descartada por quesito.
Saiba como foram os desfiles da Série B da Liesb

A equipe do site CARNAVALESCO acompanhou todos os desfiles da Liesb, pela Série B, na noite de terça-feira. Abaixo, você pode saber como foi cada apresentação. É só clicar no nome da escola.
ACADÊMICOS DO ENGENHO DA RAINHA
Componentes do Salgueiro falam sobre o orgulho de representar, na Avenida, ‘milhões de Benjamins’

‘Arma o circo e chama o povo, Salgueiro!’ A terceira escola a desfilar na Marquês de Sapucaí na noite da última segunda-feira decidiu exaltar uma personalidade negra pouco conhecida do grande público. Com o enredo “O Rei Negro do Picadeiro”, a vermelha e branca fez uma homenagem ao palhaço Benjamin de Oliveira, ator, diretor, dançarino e precursor do circo-teatro que em 2020 comemora 150 anos de nascimento. Para compor o 5º carro alegórico, a agremiação convidou artistas negros para representarem os ‘milhões de Benjamins’.
Para o ator Aílton Graça, 55, que interpretou Benjamin de Oliveira ao lado dos artistas Nando Cunha e Hélio de La Peña, a emoção falou mais alto. Ele conversou com a reportagem do CARNAVALESCO minutos antes de passar na Avenida.
“A escola está linda de ponta a ponta, os brincantes do Carnaval vão se deliciar quando ver o Salgueiro passar”, ressaltou o ator emocionado com o convite da vermelha e branca . A jornalista Clarice Lispector e o Rei Momo estavam na lista de possíveis enredos, mas durante a pesquisa surgiu o nome de Benjamin que foi aprovado pela comunidade.
O presidente da escola, André Vaz, acreditou no potencial da escola e defendeu o enredo do carnavalesco Alex de Souza que apostou em um tema mais descontraído e com empolgação de sobra.
“Minha expectativa é que seja um desfile alegre, rico e que passe alegria para o público, nós estamos cansados de apanhar todos os dias com notícias tristes precisamos levar alegria para Sapucaí e convidá-los para entrar no circo do Salgueiro”, afirmou o presidente ainda na concentração da escola.
Os componentes também estavam ansiosos para pisar na Avenida e levar alegria aos espectadores. Rafael Eboli, 42, calouro na Sapucaí esperava com ansiedade o momento para o desfile.
“Nós vamos representar a vida do palhaço negro e mostrar a história dele, estamos firmes e fortes para conquistar esse título marcante na minha história e na história da escola”, explicou o carioca pouco antes da estreia como um dos vários palhaços no último carro da escola.
Outra que não conseguia esconder a ansiedade era a fotógrafa Fabiana Freitas, 43, que tem fortes laços com a escola e, desde criança participa das atividades na quadra.
“Minha mãe desfilou grávida com 21 anos, quando eu nasci comecei na escolinha depois fui para escola mãe onde estou até hoje. A minha alegoria vai representar milhares de Benjamins nas laterais do carro com a cabeleira do palhaço. A cada ano é uma emoção diferente que eu não tenho como explicar”, confessou a foliã.

