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Lili Schmidt é anunciada como musa da Em Cima da Hora para o Carnaval 2026

A Em Cima da Hora anunciou oficialmente a musa que vai brilhar na Marquês de Sapucaí no Carnaval 2026: a belíssima Lili Schmidt. Dona de uma trajetória marcada pela paixão, pela entrega e pela resistência, Lili chega para representar a força e o encanto da mulher sambista na azul e branca de Cavalcanti.

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Foto: Divulgação

Com uma história construída ao longo de anos na folia, Lili já desfilou por escolas tradicionais como Caprichosos de Pilares, Império da Tijuca e Tradição, sempre se destacando pela elegância e pela energia contagiante na avenida.

“O samba me transcende, vai além da batida do tambor. É uma energia singular e não há limites de idade”, declarou a nova musa, emocionada com o convite e o desafio de representar mais uma agremiação de peso.

Samba-enredo da Beija-Flor para o Carnaval 2026 é a música mais tocada na cidade do Rio de Janeiro

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“É essa parte que me emociona, gente”. O samba-enredo “Bembé”, da Beija-Flor de Nilópolis, alcançou o 1º lugar no chart Local Pulse Rio de Janeiro, do Spotify, sendo a música mais tocada na cidade entre os dias 24 e 30 de outubro de 2025. A faixa, lançada no álbum “Sambas de Enredo Rio Carnaval 2026”, se destacou no streaming e reafirma a força popular do samba que embala o desfile da atual campeã do carnaval carioca.

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Interpretado por Jéssica Martin e Nino, o samba celebra o Bembé do Mercado, manifestação do Recôncavo Baiano reconhecida como patrimônio imaterial do Brasil, exaltando a ancestralidade, a fé e a resistência do povo negro, conectando Santo Amaro à Marquês de Sapucaí.

O sucesso também se reflete no audiovisual: o clipe oficial de “Bembé” já ultrapassou 167 mil visualizações no YouTube, com menos de duas semanas de lançado, consolidando o engajamento do público com a mensagem e a estética da obra.

Apostas de baixo custo no Brasil avaliem

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Como avalio plataformas de aposta no brasil

Escrevo a partir de testes curtos e números. Entro com pouco dinheiro, registro tempos e comparo com um painel simples. O alvo é medir estabilidade, clareza de regras e velocidade de pagamentos. Chamo isso de rotina de “plataforma de 1 real” porque começo com valores simbólicos e foco em execução. Essa abordagem cabe no bolso e evita decisões na emoção.

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Faço ciclos de 15 minutos, três vezes por semana. Em cada ciclo, deposito via Pix, faço uma aposta simples e tento um saque mínimo quando possível. Repito em duas operadoras no mesmo dia para reduzir o efeito de horário. Com isso, vejo diferenças reais de usabilidade e de cota sem me prender a banners.

Passo a passo que uso antes de apostar

No primeiro bloco, confirmo o básico: cadastro, login, métodos de pagamento e tempo de resposta do suporte. Sempre abro a página principal em rede móvel e Wi-Fi para isolar problemas. Se o app pedir permissões estranhas, anoto e paro o teste. Também cronometr o carregamento de campeonatos populares para medir atrito nas entradas ao vivo. Para comparar, abro ao mesmo tempo casas conhecidas e páginas úteis como a 1win — isso me dá um termômetro rápido de latência e de quantos toques preciso até chegar ao mercado certo.

Na sequência, miro a “plataforma de 1 real”. Deposito R$1 a R$10 e faço uma única entrada de pré-jogo com odd média. Se a casa altera a linha sem avisar ou trava no saque, marco alerta e repito em outro horário. Quando duas sessões seguidas mostram o mesmo problema, pauso por uma semana. Se tudo flui, sigo para testes com volume um pouco maior, mas sem passar de 2% do saldo por aposta.

Sinais de qualidade que reconheço na prática

Eu não dependo de slogans. Procuro pistas repetíveis que indicam operação madura. Esses pontos decidem se continuo medindo ou encerro o ciclo.

  • Pix caindo em até 5 minutos em horários distintos.

  • Suporte que escala rápido do bot para um agente humano.

  • Regras de bônus com rollover e prazos descritos de forma direta.

Depois de duas rodadas, já tenho um retrato. Se os tempos sobem sem explicação, descanso a casa e tento outra. Se ficam estáveis, mantenho o plano por mais sete dias. O objetivo é medir execução, não perseguir promessa.

“Plataforma de 1 real” no dia a dia

Esse termo virou meu atalho para testes enxutos. Eu quero validar pagamentos, liquidez e usabilidade com o mínimo de risco. Também comparo duas ou três casas do mercado brasileiro que aparecem no meu radar, como 1 win, 222bet e blbet, além de opções populares de app como 15win app. Não trato nomes como recomendação; uso para contraste.

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Na rotina, a métrica que mais separa a experiência boa da ruim é o tempo total “do toque ao dinheiro”. Conto desde abrir o app até ver o crédito do Pix e, no fim, até o saque cair na conta. Em dias de jogo grande, a rede oscila. Por isso, repito testes no 4G e no Wi-Fi, e anoto se a latência no celular muda a execução ao vivo.

Meu primeiro ciclo padrão de validação

No começo da semana, rodo um ciclo curto em duas casas. O desenho é simples e comparável.

  1. Cadastro e verificação em até 5 minutos no celular.

  2. Depósito de R$2 via Pix com print do horário de crédito.

  3. Aposta pré-jogo em mercado de alta liquidez.

  4. Solicitação de saque mínimo logo após liquidação.

  5. Registro de tempos e de qualquer alteração de linha.

Entre um ciclo e outro, escrevo um parágrafo de contexto: chuva, pico de tráfego, atualização de app. Essa nota explica variações que não dependem da casa. Em capitais, o tráfego em dia de clássico aumenta o atraso, então não concluo nada com um único teste.

Antes de escalar o plano, gosto de ver uma visão rápida dos critérios. A tabela abaixo resume como decido repetir, pausar ou encerrar.

🙂 Critério Como eu meço Próximo passo
🚀 Pix depósito Crédito ≤ 5 min Se > 15 min, repetir em outro horário
😊 Pix saque Crédito ≤ 15 min Se > 30 min, pausar por 7 dias
🔎 Diferença de cota Gap ≤ 0,03 vs rival Se > 0,05, revisar mercados
🛟 Suporte 1ª resposta < 3 min Se só bot, escalar e anotar
🧭 Bônus Rollover e prazos claros Se confuso, usar só saldo real

Depois da tabela, volto às medições. Se três campos ficam verdes por três sessões, avanço. Caso contrário, encerro o ciclo e substituo a casa. Esse filtro economiza tempo e tira a ansiedade da decisão.

Métricas semanais e mini-casos do Brasil

Eu mantenho um painel de quatro números e dois rótulos. Mostra rapidamente se vale seguir. Nos últimos meses, notei dois fatos úteis. Primeiro, alguns bancos digitais limitam Pix em faixas noturnas, o que alonga o crédito. Segundo, dados móveis oscilam mais em bairros com eventos grandes, e isso aumenta a latência do app durante o ao vivo. Registrar essas condições evita culpar a casa por fatores externos.

Em São Paulo, num sábado de rodada cheia, vi um depósito cair em 3 minutos e o saque em 11. Em Belo Horizonte, no mesmo horário, o suporte respondeu em 2 minutos com agente humano. No interior do Paraná, em rede 4G instável, o app precisou quatro toques extras para abrir mercados. Esses recortes mostram por que repito o cenário antes de concluir.

Indicadores que realmente cabem em uma tela

Para não me perder em planilhas, padronizo assim:

  • Tempo de Pix em depósito e saque por sessão.

  • Gap médio de cota em três jogos iguais no dia.

  • Taxa de sessões “no zero” para controlar orçamento.

  • Porcentual máximo do saldo em risco, sempre ≤ 2%.

Entre esses blocos, gosto de um teste de latência lado a lado. Abro duas casas na mesma liga e cronometr o primeiro mercado a aparecer. Já rodei com xwin bet, win bet 777 e 1win bet para ter referência de interface e de atalhos. No fim do segundo terço do meu roteiro, se preciso de um atalho para medir clique a clique, costumo manter uma aba com a 16bet aberta para comparar o caminho até os mercados mais usados.

Plano de 14 dias para decidir onde continuar

Com duas semanas, dá para formar opinião baseada em execução. Na primeira, faço três sessões alternadas com banca de R$30 e perda máxima de R$6 por dia. Na segunda, repito os mesmos jogos e valores, ajustando apenas horários. Se a casa mantém padrão de Pix e cota, avalio um bônus pequeno e volto a medir. Se piora, pauso e troco.

Também registro “erros evitáveis”: entrei tarde, linha mudou, atualização interrompeu a sessão. Isso separa falha da operação de falha minha. No fim do período, olho o conjunto e não um dia isolado. O critério é simples: se o fluxo “toque-dinheiro” é curto e consistente, fico mais uma semana. Se não, encerro e foco onde executo com menos atrito.

Checklist final de decisão

Antes de cravar a próxima semana, passo por um checklist curto. Se quatro de cinco itens derem “ok”, mantenho. Se menos, troco e recomeço o ciclo com outra casa.

  1. Pix caiu em até 5 min em três horários diferentes.

  2. Saque mínimo caiu em até 15 min ao menos duas vezes.

  3. Gap médio de cota ficou abaixo de 0,03 em jogos iguais.

  4. Suporte humano apareceu sem loop infinito de bot.

  5. App manteve sessão estável no 4G e no Wi-Fi.

Se quer começar agora, separe R$20, rode um ciclo de 15 minutos com a plataforma de 1 real e registre cada tempo. Repita numa rival amanhã, com o mesmo valor. Compare onde a execução foi mais lisa, mantenha só o que entrega e descarte o resto. Abra o cronômetro, siga o roteiro e me mostra seus números esta semana.

Mocidade Independente realiza feijoada celebrando 70 anos com presença de todas escolas do Grupo Especial

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A Mocidade Independente de Padre Miguel realiza no domingo, a partir das 13h, uma edição especial da tradicional feijoada em comemoração aos 70 anos de história da escola. O evento promete uma tarde repleta de animação e muito samba, com a presença de todas as escolas do Grupo Especial do carnaval do Rio de Janeiro, em pleno Maracanã do samba, a quadra da Avenida Brasil.

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Além do show da “Não Existe Mais Quente”, sob o comando do mestre Dudu, o público poderá desfrutar pela primeira vez todos os sambas das co-irmãs, após o lançamento das obras oficiais nas plataformas digitais.

Outra novidade especialmente preparada para os torcedores da verde e branca é que o ingresso do evento dará uma camisa especial em comemoração ao aniversário da Estrela Guia de Padre Miguel. Os camarotes superiores e as mesas já estão esgotados. Restam apenas ingressos de pista.

Serviço:
Feijoada da Mocidade em celebração aos 70 anos.
Data: 08 de novembro
Horário: a partir das 13h
Local: Maracanã do Samba – Avenida Brasil, 31146.
Atrações: Show tradicional com os segmentos da Mocidade Independente, além de todas as Escolas do Grupo Especial do Carnaval carioca
Ingressos: https://www.ingresse.com/mocidade-grande-feijoada/

Mangueira inaugura primeiro Polo de Ensino Superior gratuito dentro de uma escola de samba

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A Estação Primeira de Mangueira vai inaugurar, em parceria com o Centro Universitário Celso Lisboa, o primeiro Polo de Educação Superior 100% gratuito instalado dentro da Verde e Rosa. O novo espaço, que funcionará na quadra da agremiação, oferecerá bolsas integrais para cursos de graduação EAD a ritmistas, trabalhadores da escola e moradores da comunidade que possuam ensino médio completo.

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A ação tem apoio da Engemon IT e da Vulp Air. Mais do que um polo educacional, o projeto quer gerar impacto contínuo na Mangueira, fortalecendo oportunidades de carreira, renda e ascensão social. O local funcionará como um centro de estudos com apoio presencial, tecnologia de ponta e acompanhamento acadêmico.

O evento de inauguração reunirá lideranças comunitárias, representantes da Mangueira e da Celso Lisboa, além de apresentações culturais da escola.

Serviço:
Data: 5/11 (quarta-feira)
Horário: 10h
Local: Palácio do Samba — Rua Visconde de Niterói, 1072, Mangueira, Rio de Janeiro

Feijoada do King celebra 15 anos na Ilha Itanhangá e apresenta as novidades do Camarote King 2026

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A tradicional Feijoada do King, que acontece há 15 anos, teve mais uma edição grandiosa no último fim de semana, reunindo cerca de 1.500 pessoas na Ilha Itanhangá, em um dia ensolarado e no ritmo do samba. O evento marcou também o lançamento oficial do Camarote King 2026, um dos espaços mais disputados da Sapucaí.

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Fotos: Nelson Malfacini/Divulgação Camarote do Kig

Entre os convidados ilustres, destaque para influenciadora Silvana Oliveira, mãe da cantora Ludmilla, que foi apresentada oficialmente como embaixadora do camarote. A presença do Jogador Romário e Jorge Perlingeiro também chamou atenção do público e da imprensa.

O palco recebeu nomes de ritmos diversos da música: Yara Velasco cantou seus modões, seguida pelo Grupo Revelação, que fez o público cantar sucessos que marcaram gerações. A Bateria da Estácio de Sá encerrou a noite com o tradicional batuque vermelho e branco. Após as 22h a festa continuo em um espaço fechado na Ilha Itanhangá, onde aconteceu um after com a presença de Djs.

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Sob o comando de Ju Diniz, neta de Monarco da Portela, o público conheceu as novidades do Camarote King 2026, que promete ser a experiência mais completa da Sapucaí.

Entre as novidades, o novo meeting point no Novotel Parque Olímpico — pensado para agilizar o deslocamento até o Sambódromo — e a ampliação da estrutura com espaços mais acessíveis, inclusivos e sustentáveis, reforçando o compromisso do King com a diversidade e o meio ambiente. As cores das camisas oficiais, assinadas pela marca South, também foram divulgadas e serão produzidas pelo 2º ano com algodão 100% nacional.

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O line-up da boate do Camarote King 2026 também já tem nomes confirmados: Orochi, Thiago Martins, FP do Trem Bala, Yara Velasco, Grupo Entre Elas, Pique Novo, Swing & Simpatia, Maneirinho e Rodrigo do CN, além das atrações residentes Landim e sua banda, Chacal do Sax e os DjsTubarão, Bacalhau, Sammi e Peyper.

O camarote também já se prepara para o tradicional Samba da Abelhinha, que acontece sempre nos dias dos Ensaios Técnicos, com atrações na Boate King que permitem ao público conhecer o espaço e aproveitar os ensaios com conforte de um camarote.

Viradouro apresenta fantasias de composições de alegorias para o Carnaval 2026

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Alegoria 3 | Composições masculinas e femininas

Fantasia: Moacyanas 92

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O nome da fantasia remete às Bachianas Número 2 de Heitor Villa-Lobos. Trenzinho, bandeiras e muito samba no pé são elementos que compõem a visão de um desfile consagrador. Mostrando ao mundo o perfil do brasileiro, a Estácio transformou os 70 anos da Semana de Arte Moderna em tela viva de um novo Modernismo.

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Contato para vendas:
Lu Altman – Tel.: (21) 99991-4504 (WhatsApp)
Ficha técnica:
Carnavalesco: Tarcísio Zanon
Direção de Carnaval: Alex Fab
Desenho de Figurino: Márcio Ronald e Roberto Monteiro
Confecção: Atelier Alessandra Reis e equipe
Texto: João Gustavo Melo
Assistentes Carnavalesco: Bernardo Lara e Natália Solis
Apoio de Barracão: Diretor Niltinho
Fotografia: Renata Xavier
Direção de Movimento: Marcio Moura
Iluminação: Leandro Lucas
Transporte: Edilson Mude Home
Modelos: Thais Timóteo, Renata Cruz, Verônica Câmara, Pablo Jales, Bruno Souza, Rodrigo Nascimento e João Victor Silva

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Alegoria 5 | Composições masculinas e femininas

Fantasia: Toque de Caveira

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Ao longo da carreira como mestre, Ciça vem deixando seu legado nas baterias. Entre essas marcas, o talento de fazer um samba com vigor, mas sem perder a plena sustentação do ritmo.

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Contato para vendas:
Lu Altman – Tel.: (21) 99991-4504 (WhatsApp)
Ficha técnica:
Carnavalesco: Tarcísio Zanon
Direção de Carnaval: Alex Fab
Desenho de Figurino: Márcio Ronald e Roberto Monteiro
Confecção: Atelier Alessandra Reis e equipe
Texto: João Gustavo Melo
Assistentes Carnavalesco: Bernardo Lara e Natália Solis
Apoio de Barracão: Diretor Niltinho
Fotografia: Renata Xavier
Direção de Movimento: Marcio Moura
Iluminação: Leandro Lucas
Transporte: Edilson Mude Home
Modelos: Thais Timóteo, Renata Cruz, Verônica Câmara, Pablo Jales, Bruno Souza, Rodrigo Nascimento e João Victor Silva

Abre-Alas | Composições masculinas e femininas

Fantasia: Quem é Você que Brilha Nesse Carnaval?

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Representa os componentes do bairro do Estácio, que descem o morro para brilhar no asfalto em noite de desfile.

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Contato para vendas:
Lu Altman – Tel.: (21) 99991-4504 (WhatsApp)
Ficha técnica:
Carnavalesco: Tarcísio Zanon
Direção de Carnaval: Alex Fab
Desenho de Figurino: Márcio Ronald e Roberto Monteiro
Confecção: Atelier Alessandra Reis e equipe
Texto: João Gustavo Melo
Assistentes Carnavalesco: Bernardo Lara e Natália Solis
Apoio de Barracão: Diretor Niltinho
Fotografia: Renata Xavier
Direção de Movimento: Marcio Moura
Iluminação: Leandro Lucas
Transporte: Edilson Mude Home
Modelos: Thais Timóteo, Renata Cruz, Verônica Câmara, Pablo Jales, Bruno Souza, Rodrigo Nascimento e João Victor Silva

Alegoria 4 | Composições femininas

Fantasia: Toque de Ijexá

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Reproduz o toque suave para Oxum, entidade das águas doces, louvada no inesquecível campeonato de 2020, “Viradouro de Alma Lavada”.

Contato para vendas:
Lu Altman – Tel.: (21) 99991-4504 (WhatsApp)
Ficha técnica:
Carnavalesco: Tarcísio Zanon
Direção de Carnaval: Alex Fab
Desenho de Figurino: Márcio Ronald e Roberto Monteiro
Confecção: Atelier Alessandra Reis e equipe
Texto: João Gustavo Melo
Assistentes Carnavalesco: Bernardo Lara e Natália Solis
Apoio de Barracão: Diretor Niltinho
Fotografia: Renata Xavier
Direção de Movimento: Marcio Moura
Iluminação: Leandro Lucas
Transporte: Edilson Mude Home
Modelos: Thais Timóteo, Renata Cruz, Verônica Câmara, Pablo Jales, Bruno Souza, Rodrigo Nascimento e João Victor Silva

Vizinha Faladeira conta no Carnaval 2026 a saga da reconexão do homem com o mar

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O CARNAVALESCO conversou com a equipe criativa das escolas da Série Prata e Bronze, em parceria com a Superliga, na Academia Brasileira de Artes Carnavalescas (ABAC), no Centro do Rio, sobre os preparativos para os desfiles de 2026. Leandro Mourão e Vitor Mourão, carnavalescos da Vizinha Faladeira, da Série Prata, apresentaram a narrativa do enredo “A voz que vem do mar é ancestral” que pretendem levar para a avenida. Eles também comentaram sobre o malabarismo criativo que o trabalho na Intendente Magalhães exige das escolas.

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Vitor Mourão e Leandro Mourão, carnavalescos da Vizinha Faladeira. Foto: Gabriel Radicetti/CARNAVALESCO

“A gente fala da desconexão do homem com a natureza usando o mar como referência. O mar, que sempre foi altar, deixa de ser sagrado e o homem passa a destruir, deteriorar, poluir”, explicou Leandro.

Constatando esse abandono, o símbolo da escola, a sereia, transformado por eles na personagem Sereia Faladeira, parte em uma aventura para conscientizar o homem sobre a importância das águas.

De início, ela percebe o caos urbano da atual Zona Portuária, onde a escola, que reivindica o título de precursora de todas as outras, está instalada desde 1932. A sereia tenta se reunir com outras irmãs da cultura brasileira, como Iara, a Sereia das Furnas, a Sereia de Itapuã, a Mãe d’Água e a Sereia da Praia Formosa, mas percebe que todas também enfrentam suas próprias dificuldades, de naturezas diversas.

Fortalecida, no entanto, por esses encontros, a Sereia Faladeira, como filha da Pequena África, recorre às sereias originárias da Mãe África. Ao cruzar o Oceano Atlântico, ela se depara com Iemanjá e, especialmente, com a sereia angolana Kianda. Esta última revela que o que ela procurava sempre esteve ao seu lado: a Baía de Guanabara continua a alimentar o imaginário cultural e religioso da população que vive às suas margens, com manifestações como a coleta da primeira água, as procissões de barcos, a procissão de Nossa Senhora dos Navegantes e a umbanda de praia.

Ao retornar ao seu território natal, a Sereia Faladeira entende que, mesmo diante da negligência de alguns, o seu papel, enquanto guardiã e porta-voz daquela região, é incentivar e preservar o potencial do sagrado marítimo do carioca.

“Nosso desfile vai ser claro, vai ser transparente. Você vai conseguir escutar a nossa história e vê-la acontecendo, com todos os seus elementos, diante dos seus olhos. A história, como um todo, nos dá a possibilidade de trabalhar cada setor, cada elementozinho de forma muito nítida”, garantiu Vitor.

“O desfile é dividido em cinco setores. O primeiro representa a desconexão do homem com a natureza, esse caos urbano que a sereia encontra frente à modernização da Zona Portuária. Depois, ela convoca as irmãs, como uma seita. Quando chega ao Oceano Atlântico, no terceiro setor, vê que o mar está completamente poluído, destruído, deteriorado e se revolta. No quarto, encontra Iemanjá, as sereias africanas e Kianda. No quinto e último, retorna à Baía de Guanabara com todos os ensinamentos aprendidos nessa jornada”, detalhou Leandro.

Para além da inteligibilidade de uma narrativa tão complexa, a verba limitada, se comparada às coirmãs do Grupo Especial ou mesmo da Série Ouro, configura, na avaliação da dupla, um dos grandes desafios do trabalho na Intendente.

“A parte financeira impacta muito no desenvolvimento do projeto. É um trabalho difícil. Intendente não é para qualquer um. Tem que ter muita criatividade, porque senão fica bem complicado”, pontuou Vitor.

Nesse sentido, Leandro destacou que a Mangueira e a União da Ilha foram grandes parceiras da histórica agremiação na cessão de fantasias e outros materiais a serem transformados a partir de reciclagem e reaproveitamento. Houve também a utilização de materiais alternativos, como tecidos mais baratos, penas no lugar de plumas e recicláveis, como garrafinhas e elos de latinhas.

“Isso não significa que a escola vai fazer um carnaval pobre, de forma alguma. Com todos esses materiais que angariamos, fazemos fantasias ricas, fantasias luxuosas”, esclareceu o criador.

“Mantemos a qualidade, o luxo, o brilho e tudo que o carnaval pede”, finalizou o parceiro, Vitor.

Ito Melodia promete alegria à Inocentes e mira volta ao Especial: ‘Sou samba de raiz, sou comunidade’

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Ito Melodia e mestre Washington Paz estão à frente da parte musical da Inocentes de Belford Roxo para o próximo carnaval. Ao CARNAVALESCO, ambos falaram sobre as expectativas para 2026, o trabalho em conjunto e a empolgação em busca do título da Série Ouro e o consequente retorno ao Grupo Especial. Ito começou falando sobre sua chegada à Inocentes, destacando o carinho que já nutria pela tricolor desde os tempos em que era intérprete da União da Ilha, pelas similaridades entre as agremiações, a começar pelas cores, e pelas recepções calorosas ao longo dos anos. Ele revelou ainda ter composto um novo samba-exaltação para a comunidade de Belford Roxo.

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Fotos: Matheus Morais/CARNAVALESCO

“Todas as vezes que eu vinha aqui, era uma festa. Alegria, felicidade com o nosso presidente, com o Rodrigo, e toda a comunidade. E eu sou festa, sou o samba de raiz, sou samba no chão, sou comunidade, sou favela. Foi muito fácil aceitar esse convite fantástico da Inocentes, com muito carinho e zelo. Fiz um samba em homenagem à escola, uma obra linda de minha autoria com Gugu das Candongas, que já virou a marca da Inocentes. Esse samba vai pra avenida como o samba do esquenta”, contou.

Agradecido pelo apoio da família, amigos e fãs, Ito garantiu que vai se doar ao máximo para ajudar a agremiação, em parceria com todos os segmentos, na busca pela vitória na Série Ouro.

“Aqui é o mesmo Ito Melodia de qualquer outra escola: com a mesma garra, emoção, vibração e vontade de vencer. Estamos com um time, modéstia à parte, maravilhoso e fantástico. Vamos nos reunir muito para fazer o melhor pela Inocentes, dar o mérito e a glória e trazer alegria não só para a escola, mas para toda a cidade de Belford Roxo”.

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O intérprete destacou também o ambiente positivo na agremiação para 2026, que exaltará Pernambuco, celebrando a liberdade artística que vem encontrando na escola.

“O Ito Melodia está muito feliz, sem demagogia. Aqui eu também tenho a oportunidade de trabalhar o meu projeto de carreira solo, algo que eu buscava há muito tempo. Quero devolver alegria à escola com esse enredo sobre Pernambuco, que rendeu um excelente samba, temático, emocionante, com letra, melodia e interpretação de excelência. Vamos fazer um trabalho coletivo de altíssimo nível”.

A relação com mestre Washington, segundo Ito, é de amizade e sintonia musical. “O Washington é um irmão, com uma facilidade musical monstruosa. Um cara simples, fantástico, pé no chão e de comunidade. A parceria já está feita. É só vir aquele hino que a gente vai trabalhar o samba com alma e coração”.

Sobre o fato de estar fora do Grupo Especial, Ito afirmou que o foco e a entrega permanecem os mesmos.

“É diferente, porque o Especial tem mais visibilidade na TV e na mídia, mas tudo depende do trabalho que o profissional faz. Mesmo na Série Ouro, estou dando o meu melhor. Tenho três projetos lançados nas redes, e o público continua me acompanhando. Quando faço um show, pode ter cem pessoas ou cinco milhões, eu sou o mesmo Ito Melodia. Aqui vai ser igual: vou vestir a camisa para a Inocentes voltar ao Especial. O compromisso este ano é com Belford Roxo, e vou dar tudo de mim. Tenho certeza de que a Inocentes fará um desfile para subir”.

Já mestre Washington fez um balanço do Carnaval 2025 e afirmou que os desafios enfrentados servirão de aprendizado para um desfile ainda mais forte em 2026.

“Não foi como a gente esperava, mas também não foi essa catástrofe toda que falaram. Aconteceram alguns problemas, sim, mas tudo serve para fortalecer a escola. Em 2026, teremos muitas novidades e surpresas. Não posso contar tudo, mas a Cadência da Baixada sempre apronta alguma coisa na avenida e no próximo carnaval vai ser três vezes mais”.

Sobre a parceria com o carro de som, Washington destacou a harmonia com o intérprete. “Essa parceria entre carro de som e bateria vai ser muito tranquila, até porque o Ito é um cara sereno, que dá ideias e também escuta. Trabalhamos em prol da escola, não de realizações pessoais. Pode ter certeza que vem coisa boa por aí”.

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Encerrando, o mestre exaltou o carinho que tem pela Inocentes e a honra de comandar mais uma vez a “Cadência da Baixada”.

“É sempre uma honra, porque nós temos muitas histórias aqui. A Inocentes sempre me recebeu de braços abertos, e é um carinho enorme estar à frente dessa rapaziada, dessa família que é a Cadência da Baixada”.

Caldeirão fervendo! Colorado do Brás grava samba de 2026 com clima de mistério e foco na valorização do intérprete

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A Colorado do Brás viveu mais um momento marcante em sua preparação para o Carnaval 2026. A escola realizou a gravação oficial de seu samba-enredo, uma obra que mistura misticismo, teatralidade e potência popular, e transformou a Fábrica do Samba em um verdadeiro caldeirão de criatividade. Com um time afinado, formado por Léo do Cavaco, Márcio Bijú, Mestre Acerola de Angola e a dupla de harmonia João Daniel e Luciano Lopes, a gravação reforçou a identidade vibrante da vermelha e branca e o compromisso da escola em evoluir tecnicamente a cada ano.

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Fotos: Gustavo Lima/CARNAVALESCO

Na voz de Léo do Cavaco, o samba mostrou maturidade e crescimento. O cantor destacou a força da obra e a empolgação da comunidade com o refrão principal.

“Como eu imaginava, o samba teve uma grande apresentação novamente. Ele cresceu, continua crescendo. A expectativa está a mil! Acredito que o que vai pegar é o refrão de cabeça: ‘Vem ver, vai ferver o caldeirão’”.

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O intérprete também ressaltou o trabalho intenso de preparação realizado com os componentes.

“Estamos trabalhando muito forte com a comunidade. Hoje, não é só o samba-enredo, mas também os quesitos harmonia e evolução, três quesitos que estão interligados. Fazemos ensaios de canto toda semana para chegar bem preparados aos ensaios técnicos e à Avenida”.

Léo destacou ainda a parceria com o diretor musical Márcio Bijú e a ambientação temática que guiou a gravação.

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Intérprete Léo do Cavaco

“O Bijú está indo para o segundo ano e quisemos trazer o clima de bruxas para o estúdio. Acredito que acertamos. Ficou bem legal”.

Arranjo equilibrado e clima de mistério

Responsável pela direção musical, Márcio Bijú explicou que o processo de gravação buscou respeitar a essência da obra, sem excessos.

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Responsável pela direção musical, Márcio Bijú

“A gravação veio de forma intuitiva, por causa do samba, que foi muito bem escrito. Procuramos aproveitar isso e trazer o clima de bruxas e mistério que o samba pedia. O Léo está cantando muito bem, o que facilita demais”.

Segundo o diretor, o arranjo contou com músicos de excelência e recursos que intensificaram a atmosfera do enredo.

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“As cordas ficaram fáceis de trabalhar, porque temos um time fantástico: Zé, Bruninho, Cicinho e Vitor Alves, do Rio de Janeiro, que fortaleceu ainda mais o grupo. Os teclados ajudaram a compor o clima de mistério. Sem ‘enfeitar o pavão’, deixamos a batucada do Ritmo Responsa fazer o som e viemos para compor. O arranjo é bonito, mas sem exageros”.

Bijú destacou que o mesmo conceito será levado para a Avenida. “Foi feito para a gravação, mas é o que pretendemos levar para a pista também. A ideia é a mesma: valorizar o samba e o intérprete. O Léo está em uma fase excelente. A base é sólida para ele mostrar o talento”.

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Ritmo Responsa e o caldeirão da bateria

À frente da bateria, mestre Acerola de Angola descreveu um samba com personalidade própria e capacidade de empolgar a comunidade.

“O refrão é bom demais, muito forte. O que está acontecendo nos nossos ensaios é impressionante o povo já está cantando demais o samba inteiro! Esse trecho ‘Vem ver, vai ferver o caldeirão’ arrepia. É para sentir o caldeirão ferver”.

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Mestre Acerola de Angola

O mestre também adiantou detalhes técnicos do trabalho da bateria. “É um samba diferente, um enredo fora da curva. Vai ter apagões, nuances de terror e uma bossa que começa na segunda parte e vai até o refrão. Muita coisa que só ouvindo a faixa completa dá para entender o grau de possibilidades e desafios que vamos encarar”.

Com emoção, ele celebrou o ambiente acolhedor da escola. “A Colorado me acolheu como poucas escolas acolheram. A gente fala das bruxas, mas também das mulheres. A escola é maravilhosa. É, sem dúvida, a escola mais feliz do carnaval”.

Harmonia em sintonia e foco no topo

Representando o setor de harmonia, João Daniel e Luciano Lopes reforçaram o entusiasmo da comunidade e a dimensão do projeto.

“É o segundo ano nesse modelo de gravação sensacional. A comunidade abraçou demais o samba! O clipe vai emocionar muita gente”, disse João.

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Representando o setor de harmonia, João Daniel e Luciano Lopes

Em sua estreia na função, Luciano Lopes celebrou a experiência. “É uma sensação maravilhosa! A estrutura é muito dinâmica, e a comunidade está empolgada com o tema das bruxas. O canto está forte, o ensaio está gostoso e a energia é incrível”.

João completou com uma meta ousada. “O projeto é ser campeão. Pulamos uns cinco degraus em tudo, fantasias, alegorias, harmonia, o conjunto geral. O povo do carnaval vai se surpreender. É uma mudança de chave: queremos o topo, respeitando as coirmãs, mas buscando o maior carnaval da nossa história”.

Com uma gravação que uniu musicalidade, emoção e identidade, a Colorado do Brás mostra que o “caldeirão” de 2026 está fervendo. Entre o mistério do enredo, a força da comunidade e o refinamento técnico da produção, a vermelha e branca se prepara para entrar na Avenida com um samba de forte presença e espírito competitivo.