Início Site Página 1567

Nota 40! Casal do Império Serrano fala do desfile no Carnaval 2020

0

Após o desfile do Império Serrano, o casal de mestre-sala e porta-bandeira, Matheus e Verônica, conversou com o site CARNAVALESCO sobre a apresentação da escola.

imperio serrano desfile 2020 058

A dupla citou que desfilou com confiança e firmeza nas apresentações para os julgadores. Na quarta-feira de cinzas, eles foram premiados com a nota 40.

imperio serrano desfile 2020 116

Ouça abaixo a entrevista com o casal imperiano:

 

Alex Neoral diz que comissão de frente da Viradouro conseguiu sintetizar o enredo e apresentar ineditismo

0

O coreógrafo da comissão de frente da Viradouro, Alex Neoral, conversou com o site CARNAVALESCO, após o desfile campeão em 2020. O artista, que está com contrato renovado para 2021, citou que o trabalho foi feito em conjunto com sua equipe, a dupla de carnavalescos da escola, e que o grupo conseguiu sintetizar o enredo e ainda trouxe o ineditismo.

viradouro desfile 2020 090 Copy

Na apresentação, a escola levou uma mulher, atleta de nado sincronizado, que fazia função de uma sereia, nadando em um tubo com 7 mil litros de água.

viradouro desfile 2020 055 Copy

Ouça abaixo a entrevista com Alex Neoral:

Cubango renova com o 1º casal de mestre-sala e porta-bandeira

0

A direção do Acadêmicos do Cubango, através de seu presidente, Rogério Belisário, anuncia a renovação de contrato com o primeiro casal de mestre-sala e porta bandeira, Diego Falcão e Patrícia Cunha, para o carnaval de 2021.

Diego irá completar o sexto ano como guardião do pavilhão da verde e branca de Niterói, já Patrícia é cria da escola, começou a desfilar na ala mirim de porta-bandeira aos sete anos de idade e está indo para o quarto desfile como 1ª porta-bandeira da agremiação.

cubango desfile 2020 35

O casal está junto desde 2019 e está muito feliz com a renovação para o próximo desfile.

“É mais um ano de resistência, de luta, de trabalho intenso, de amor e dedicação à escola mais querida de Niterói. Me sinto muito honrado pela confiança da escola no nosso trabalho e tenho certeza que iremos nos superar mais uma vez e apresentar um belíssimo trabalho em 2021”, diz Diego Falcão.

“Eu estou muito feliz por continuar defendendo o pavilhão da escola que é a minha casa. É uma alegria imensa representar esse povo aguerrido, essa comunidade que nos enche de orgulho. Vamos continuar fazendo o melhor para ajudar nossa escola chegar ao Grupo Especial”, conta Patrícia Cunha.

O Acadêmicos do Cubango ainda não tem enredo definido para o Carnaval de 2021.

Beija-Flor escala time de estrelas para rodada de lives durante quarentena

0

Apesar de quaisquer incertezas sobre a situação do Brasil e do mundo nos próximos meses, componentes e torcedores da Beija-Flor podem confiar que a escola de samba segue cumprindo a própria missão. Para manter todos os apaixonados reunidos em torno de sua bandeira (mesmo que à distância), a azul e branca escalou para participar de transmissões ao vivo em suas redes sociais o time de estrelas que costuma encantar o público da Marquês de Sapucaí a cada Carnaval.

Na primeira live da semana, promovida pelo Instagram da agremiação nesta quarta-feira, o convidado será o intérprete Neguinho da Beija-Flor. O artista responderá a perguntas do público, de profissionais da imprensa e de setores da escola, transmitidas durante a conversa pelo diretor de carnaval da escola, Dudu Azevedo. Ele será o responsável por conduzir os papos com toda a equipe, programados para acontecer até o próximo dia 24 de abril. Nesta quinta-feira, o participante será Gabriel David, membro da administração da instituição e um dos líderes mais jovens da folia carioca. As transmissões acontecerão sempre às 19h.

neguinho

O calendário inclui ainda encontros virtuais com a porta-bandeira Selminha Sorriso (sexta, dia 17); o mestre de bateria Rodney (segunda, dia 20); os diretores gerais de harmonia Valber Frutuoso (terça, dia 21) e Simone Sant’anna (quarta, dia 22) e o coreógrafo da comissão de frente Marcelo Misailidis (sexta, dia 24). Haverá também momentos ao vivo para tratar de temas específicos com os carnavalescos da escola: Alexandre Louzada falará sobre alegorias e adereços (sábado, dia 18) e enredo (quinta, dia 23) e Cid Carvalho responderá a questões sobre fantasias (domingo, dia 19).

Todas as transmissões ocorrem no Instagram e podem ser encontradas na conta @beijafloroficial.

Prefeitura do Rio participa da campanha Ritmo Solidário e cede setor 10 do Sambódromo para recebimento de alimentos e distribuição de cestas básicas

    0

    A Prefeitura do Rio, por meio da cessão do Sambódromo, espaço gerido pela Riotur, participa de campanha promovida por sambistas das 27 agremiações do Grupo Especial e do Acesso do Carnaval carioca. A partir desta sexta, o setor 10 do Sambódromo estará destinado ao recebimento e armazenamento de alimentos e à montagem e distribuição das cestas básicas. A Empresa de Turismo do município do Rio também vai disponibilizar o espaço para fazer a limpeza das embalagens dos produtos, vai ajudar na organização da fila, mantendo o distanciamento e a segurança de todos, e captou doadores de alimentos.

    A CAMPANHA

    Durante esta pandemia da Covid-19, um grupo de mestres e diretores das mais variadas baterias das escolas de samba do Rio de Janeiro decidiram se mobilizar para ajudar os colegas que estão em situação difícil e criaram a campanha “Ritmo Solidário”. Organizada pelo sambista China do Estácio, a campanha vem mobilizando mestres de bateria de várias agremiações com o objetivo de arrecadar alimentos e produtos de limpeza e higiene para ajudar seus integrantes que estão em situação vulnerável.

    Imagem 2

    “Muitos componentes moram em comunidades e estão passando por um momento delicado em suas residências. A intenção é que nós possamos nos unir nessa ação de solidariedade”, explica China, organizador do projeto.

    Cada mestre de bateria fará um cadastro dos seus ritmistas que necessitem da ajuda para o recebimento das doações, que podem ser entregues por toda a população a partir de sexta-feira, das 10h às 18h, no Setor 10 do Sambódromo.

    Mais informações e contato para doações podem ser realizados através do e-mail [email protected]

    Ruan Lira diz que sonha com carnaval fora de época para celebrar fim da Covid-19

      351

      Ainda não temos nenhuma previsão para o fim da quarentena contra o Coronavírus. Porém, as pessoas já imaginam como vão festejar quando o vírus não tiver mais força entre a população e que todos vão ter permissão oficial para saírem de suas casas com segurança e encontrarem familiares e amigos em festas, shows e bares.

      Ruan Lira014

      O subsecretário de Grandes Eventos do Rio de Janeiro, Ruan Lira, participou de uma live do CARNAVALESCO e disse que sonha com uma grande festa quando a pandemia acabar.

      “Queria mesmo o carnaval fora de época. Meu sonho é que aconteçam dois carnavais em um ano. Seria surreal de bonito ver o povo comemorando nas ruas, sem preocupação de contaminação, já com vacina e tratamento robusto. O carioca gosta de abraçar e de estar junto com o outro”.

      Paulo Barros sobre a estreia nos Gaviões e no carnaval de São Paulo: ‘O Anhembi é um altar’

      0

      Responsável pelos Gaviões da Fiel no Carnaval 2020, o carnavalesco Paulo Barros fez sua estreia em São Paulo no desfile desse ano. Os Gaviões da Fiel terminaram na décima primeira colocação em 2020 com 268,9 pontos.

      gavioes0101 2

      Ao fim do desfile, ele conversou com o site CARNAVALESCO e elogiou a área de concentração e disse que espera que a relação com o carnaval paulistano seja duradora. O artista já renovou o contrato com os Gaviões para o desfile de 2021.

      Ouça abaixo a entrevista com Paulo Barros:

      Portela promove campanha de arrecadação de alimentos e produtos de higiene

      0

      A Portela está arrecadando alimentos não perecíveis e produtos de higiene em sua quadra (Rua Clara Nunes 81, Madureira), de segunda a sexta-feira, de 9h às 16h. O material recebido pelo programa ‘Águia Solidária’ vai ser usado para montar cestas básicas e kits, que terão como destino comunidades carentes de Madureira, Oswaldo Cruz e bairros vizinhos.

      aguia quadra

      Outra ação desenvolvida em prol da comunidade é o Portela Por Todos, que abriu espaço nas redes sociais da agremiação para divulgar gratuitamente produtos e serviços delivery de pequenos empreendedores de Madureira e região. O objetivo é dar uma força a quem teve suas vendas reduzidas diante da crise do coronavírus.

      Quem tem um pequeno negócio que entrega em casa ou oferece serviço delivery na região da quadra, basta enviar um e-mail para [email protected], com informações sobre o produto, redes sociais da empresa, telefone, se usa aplicativos de entrega e a área de abrangência.

      A Majestade do Samba, que acaba de completar 97 anos de fundação, também produzirá máscaras de tecido e aventais para profissionais de saúde. A iniciativa faz parte de uma força-tarefa coordenada pela Liesa, que vai unir costureiras e outros funcionários das escolas do Grupo Especial.

      Homenagem em oito atos – a Viradouro reverencia a maior personagem do espetáculo cênico brasileiro

      0

      “Abram as cortinas que o show vai começar!”

      bibi 1 Acervo O Globo

      Com um enredo altamente poético e mantendo a tradição de homenagear mulheres importantes em nossa história, a Unidos do Viradouro reverenciou em 2003 uma das maiores artistas do cenário teatral e que, na época, completava 60 anos de atividades ininterruptas nos palcos e 80 anos de vida. Reza a lenda que a menina Abigail Izquierdo Ferreira “nasceu” dentro do palco. Seu pai, o ilustre diretor e ator Procópio Ferreira contracenava no ano de 1922 a peça “Uma Manhã de Sol” e deu falta de uma boneca, o que levou o artista a colocar a filha, com 24 dias de vida para contracenar. A partir disso, a vida de Bibi Ferreira sempre foi atrelada às artes cênicas e é impossível desassociá-la desse mundo.

      Devido a sua vasta e honrosa história no teatro, no cinema e na música, Bibi Ferreira foi projetada para o mundo e tornou-se um símbolo cultural do Brasil. Entretanto, faltava-lhe algo. Algo que a consagrasse para o povo no maior espetáculo a céu aberto do planeta. Foi então que a Viradouro a convidou para ser a protagonista de seu desfile, no enredo cheio de emoção e teatralidade, como bem era a vida da homenageada. Um fato importante a ser mencionado aqui é que este enredo e desfile casou muito bem com a característica da escola. A vermelho e branco de Niterói é chamada por muitos como a “escola da emoção” e olhando seu histórico na folia, a agremiação sempre apresentou enredos ligados às artes cênicas (dentre os quais as homenagens à atrizes importantes como a própria Bibi Ferreira (2003) e Dercy Gonçalves (1991), as releituras de óperas como “Orfeu” (1998) e “Alabê de Jerusalém” (2016), além de homenagens ao compositor Carlos Gomes (1959) e ao escritor Nelson Rodrigues, no ano de 2013).

      A narrativa do desfile não fugiu do padrão biográfico em sua cronologia e como bem foi explicitada na sinopse, a vida da Bibi Ferreira é uma grande peça teatral onde o carnavalesco Mauro Quintaes dividiu a história em oito importantes atos perpassados desde a infância, as representações da atriz nos palcos do Brasil e do mundo e terminou fazendo uma reverência grande mentor da homenageada, o pai Procópio Ferreira. Porém, o fator determinante foi a emoção. Emoção esta que foi perceptível desde a escolha do enredo e do samba até a realização na avenida. Ali se materializou o encontro do erudito com o popular, ambos filhos da mesma arte. Bibi tornou-se um símbolo dessa aproximação e sua presença na Marquês de Sapucaí ecoa até hoje em nossa memória.

      O discurso narrativo ultrapassou a biografia, a concepção estética superou o rigor e as formalidades da erudição teatral e o samba se transformou em uma ode perfeita à maior estrela que ali se fez presente. É interessante observar que este enredo é uma metalinguagem, onde o “código explica o próprio código”. O título do enredo “A Viradouro canta e conta Bibi – uma homenagem ao teatro brasileiro” metaforiza, como já mencionado, Bibi Ferreira sendo o próprio teatro e isso se justifica pela sua grande contribuição à cultura teatral e musical no país. E mais do que isso, era a arte reverenciando a própria arte.

      Logo, homenageá-la foi homenagear a arte cênica no Brasil e acentuar que a cultura artística brasileira precisa ser valorizada em sua totalidade. O cortejo aconteceu na avenida com a narrativa romântica e saudosa aos grandes feitos da Grande Dama, que completara ali seus 60 anos de carreira. O último ato do desfile e talvez o mais representativo, fazia uma alusão direta ao primeiro ato da vida da artista. Bibi surgiu brilhantemente em cima da última alegoria encenando para o público e interpretando a si mesma. Seu pai, Procópio, o mesmo que a levou para o palco aos 24 dias de vida, estava ali em forma de uma grande escultura, olhando a filha sendo homenageada pelo povo brasileiro. A mesma, de acordo com as entrevistas da época, se perguntou por que seria homenageada no carnaval. Talvez ela achasse que não era digna de ter sua história contada de uma forma gigantesca e carnavalizada, mas a homenagem foi necessária para mostrar que Bibi era, de fato, a maior expressão da cultura de nosso país.

      Conclui-se que a agremiação conseguiu bom êxito ao unir, discursivamente, a estrela da arte erudita à arte popular. Essa união eternizou Bibi Ferreira em nossa memória e no hall de grandes narrativas contadas na Avenida Marquês de Sapucaí, pois este desfile ecoa de maneira apaixonada no coração do sambista, principalmente no coração da vermelha e branca de Niterói que escreveu em sua história mais um carnaval emotivo e simbólico. As cortinas deram lugar aos portões de abertura e encerramento do grande ato, a plateia reuniu-se numa grande arena aberta e o espetáculo foi uma ode metalinguística a sua maior estrela. As personagens vividas por Bibi ao longo dos seus 60 anos de carreira multiplicaram-se na alma de cada componente que seguiu o cortejo festivo e emocionante em busca da consagração deste desfile triunfal. O desejo é que Bibi, hoje brilhando nos céus, aplauda sempre a arte carnavalesca e que nós imortalizemos sua memória cênica enquanto artistas e espectadores do maior espetáculo teatral do mundo.

      Autor: Rodrigo Pereira – Doutorando em Linguística/UFRJ, Pesquisador-orientador do Observatório de Carnaval/UFRJ.
      Instagram: @obcar_ufrj

      ‘Duelo dos Desfiles’: Vai-Vai 2015 vence 2017 na preferência dos leitores

      0

      Com 70,3% dos votos o desfile de 2015 do Vai-Vai venceu 2017 na série “Duelo dos Desfiles”.

      vaivai2015

      O 15º título do Vai-Vai em 2015 veio com a homenagem para Elis Regina. O enredo “Simplesmente Elis, a Fábula de Uma Voz na Transversal do Tempo” emocionou todos os sambistas presentes no Anhembi.

      Vai-Vai 2015 (Por Matheus Mattos): “Dos grandiosos desfiles do Vai-Vai, procurei optar por um que aliasse atributos além do visível, um desfile sentido por todos, e por isso optei pelo carnaval de 2015, ano em que a agremiação homenageou a cantora Elis Regina. O carnaval se mostrava diferenciado ainda durante o processo de construção. Não é incomum ouvir, de componentes ou não, que os ensaios daquele ano tinham algo inexplicável. O próprio desfile começou de forma diferenciada, toda parte do sambódromo, setor popular e camarotes, vibraram com a largada e cantaram o último refrão de uma forma tão entusiasmada, que coloco como um dos trechos mais cantados na história do sambódromo. A presença da Maria Rita, logo na comissão de frente, proporcionou um enorme sentimento de emoção, mantido durante todo desfile. Maria não só se fez presente, mas coreografou com a ala, ou seja, ela se inseriu literalmente nas atividades da escola. Outro ponto, mesmo comparando com o carnaval atual, não é nenhum absurdo se impressionar com a grandiosidade e suntuosidade do abre-alas daquele ano. Claro que houveram alguns problemas de evolução e parte estética, mas essas questões perdem a relevância quando a emoção proporcionada é lembrada, ou seja, o carnaval sobrepôs qualquer crítica, e por isso a Vai-Vai conquistou o carnaval do respectivo ano. Como jornalista do carnaval de São Paulo, sinto falta de um julgamento que leva em consideração a emoção, a paixão, que enxergue a reação do sambista na arquibancada. A Vai-Vai atingiu isso em 2015 e proporcionou um dia histórico ao samba nacional”.