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Presidente do Rosas de Ouro mantém convite para Rafa, do BBB, desfilar na escola

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Finalista do Big Brother Brasil 20, da TV Globo, a influencer Rafa Kalimann segue convidada pela presidente do Rosas de Ouro, Angelina Basílio, para desfilar na agremiação paulistana no próximo carnaval.

A sister participou de dois ensaios para o Carnaval 2020 e desfilaria na escola, mas recebeu o convite para entrar no Big Brother Brasil 20 e teve que adiar o convite.

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“Estamos torcendo pela vitória da Rafa no programa e esperamos por ela no próximo carnaval”, disse Angelina Basílio.

Live do CARNAVALESCO: mestre Macaco Branco

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Terceiro componente da Mocidade morre vítima de Covid-19

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A Mocidade Independente de Padre Miguel informou na noite deste sábado o falecimento do componente Adilson Santos. É a terceira vítima da escola que morre vítima de Covid-19.

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Veja abaixo o comunicado da escola:

“A Mocidade Independente de Padre Miguel mais uma vez lamenta o falecimento de um importante componente vitimado com Covid-19. Adilson Santos é mais um independente que nos deixa! Desejamos condolências aos amigos e familiares!Mais do que nunca, fiquem em casa!”

O segundo componente que faleceu foi Rodrigo Richard faleceu na madrugada do dia 24 de abril vítima de Covid-19. O primeiro foi Vagner Prata em 12 de abril.

Pilares foi CapriXosos: a homenagem para rainha dos baixinhos

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O ano é 2004, a escola de samba Caprichosos de Pilares escolheu como enredo fazer uma homenagem a das personalidades brasileiras mais queridas da época, Maria da Graça Meneghel, a eterna Xuxa. Falar sobre uma artista viva, em seu auge, gerou grande expectativa em cima do desfile da Caprichosos – que, para a homenagem, adotou a grafia Caprixosos – gerando também expectativa sobre a presença da Xuxa na avenida. Isso explica o tremendo alvoroço causado quando ela finalmente saiu do camarim para subir na alegoria que fechava o desfile, um grande coração azul composto por várias crianças da fundação Xuxa Meneghel.

Ao longo de toda a apresentação da agremiação nós pudemos ver a significativa presença de crianças em vários setores do desfile. A escolha feita pelo carnavalesco Cahê Rodrigues foi por um desfile voltado para a imagem “Xuxa, rainha dos baixinhos”, isto é, inspirado no público infantil da homenageada, o que fez com que o desfile fosse algo mais lúdico, com traços de contos de fadas, conectado com a forte presença de Xuxa na infância de seus fãs, mesmo os já crescidos, trazendo para estes uma sensação de nostalgia. Essa escolha casava com os interesses da artista a respeito de um desfile em sua homenagem, já que circulou nos jornais da época que Xuxa, após aceitar o convite, fez algumas exigências, dentre elas que não houvesse nudez no desfile e que sua vida pessoal não fosse abordada. Assim sendo e considerando que o projeto, como cantora, “Xuxa só para baixinhos” (XSPB) era um sucesso nessa época, a ideia de desfilar uma Xuxa voltada para o público infantil era a ideal, ou a possível naquele momento.

Na sinopse do enredo essas escolhas ficam mais evidentes, pois de acordo com a narrativa adotada nela, desde o nascimento Xuxa estaria envolta em magia. Numa quase releitura bíblica, o famoso mago Merlin teria escolhido um casal para gerar uma de suas fadas, cujo nome deveria ser Morgana, a rainha das fadas. A parte do seu nome está, de fato, presente na história de Xuxa, mas, por conta de complicações no parto, ela teve seu nome alterado para Maria da Graça, graças a uma promessa que seu pai fez caso a filha fosse salva. Mesmo não se chamando Morgana, a história de Xuxa não deixou de ser representada de forma mágica no desfile, com direito a muitas fadas, duendes e o Merlin, claro, que vinha à frente do carro abre-alas em uma escultura de 12 metros, “O mágico destino”, trazendo o bebê Maria da Graça que havia acabado de nascer. Era uma escultura que chamava muita atenção não só pela altura já que ele sequer cabia dentro do barracão, mas, também, pela composição de modo geral, pois tinha bastante expressão facial, movimentos e iluminação. Essa alegoria também era circundada por belas figuras de fadas que também estavam presentes na comissão de frente que a precedia. A comissão de frente, “A mais pura das criaturas do mundo”, que representava as crianças, era composta por onze meninas vestidas de fadas, além de mais quatro Merlins que empurravam o elemento alegórico da comissão em formato de cogumelos.

As alas e alegorias seguintes ao abre-alas representaram, por exemplo, a cidade de Santa Rosa, onde Xuxa nasceu. Nesse segundo carro a cidade era mostrada como uma floresta encantada, repleta de flores e duendes com roupas coloridas e feições infantis. Esse também era o carro onde vinham os familiares da Xuxa, seus pais e seus irmãos. Depois do segundo carro viam as alas que tratavam da infância da Xuxa, com direito a “príncipe encantado”, uma ala que representava “a menina e seus heróis”, além da fantasia da bateria que era em homenagem ao palhaço Carequinha e uma última só dos “Flintstones”, um dos desenhos preferidos dela. Este setor terminava com a terceira alegoria, “O universo dos sonhos”, outro carro que chamava bastante atenção pelo colorido, possuía uma grande escultura de uma menina loirinha de chuquinhas na frente do carro e, também, um grande carrossel no centro.

O samba se ateve também aos aspectos mágicos, lúdicos e infantis do desfile, em passagens como “E o mágico destino embalou/Lindos sonhos da menina/A princesa o mundo consagrou/Na modelo ideal/O baixinho sorriu, a rainha surgiu/Em uma nave espacial”. Esse trecho do samba, além de atribuir um “Q” de contos de fadas a vida da homenageada, também remete a momentos importantes da sua vida. Como o início da carreira como modelo, seu sucesso como artista voltada para o público infantil, bem como sua eterna alcunha de “rainha dos baixinhos”, e um de seus programas de maior sucesso, o “Xou da Xuxa”, cujo elemento marcante era uma nave espacial de onde Xuxa surgia.

De volta ao desfile, depois desse setor sobre a infância, ele começava finalmente a entrar na fase da vida da homenageada sobre o início de carreira e da fama. Essa fase aparece a partir do carro número quatro, “Embarque para a fama”. Essa alegoria que representava o dia em que um fotógrafo viu a Xuxa em uma estação de trem no subúrbio carioca era constituída por um grande vagão de trem no meio e, ao redor do vagão, algumas esculturas de bichos de pelúcia. Os bichos de pelúcia representavam o desejo da Xuxa em ser veterinária, mas não deixavam de ser um elemento mais infantil, mesmo em uma alegoria que representava já uma fase adolescente dela. Depois dessa alegoria vinha a “O despertar de uma estrela” que representava Xuxa já como uma supermodelo. Esse era um dos carros que destoavam do estilo do restante do desfile possui. Era uma alegoria não tão colorida quanto às outras, cercada de fotos profissionais da homenageada e possuía uma escultura de um paparazzi deitado no centro do carro.

Desse ponto do desfile em diante nós veríamos representados os trabalhos mais famosos da Xuxa enquanto apresentadora, atriz e cantora infantil, ou seja, a consolidação do seu sucesso, o que o carnavalesco chamou na sinopse de “O reino encantado de Xuxa”. A alegoria número seis, “O mito da tv brasileira” representava os muitos programas que Xuxa havia apresentado durante sua carreira até o momento, como o “Xou da Xuxa”, cuja nave espacial estava presente na alegoria, além das paquitas, balões coloridos e uma enorme centopeia colorida que vinha a frente do carro. Teve também referências aos filmes da artista, como uma ala de fadas e duendes (“Xuxa e os duendes”), outra que remetia ao filme “Super Xuxa Contra o Baixo Astral”, dividida ao meio entre componentes com roupas brancas e componentes com roupas pretas. E a alegoria número sete, “Xuperstar”, que era outro elemento que se destacava do restante do desfile também fazia referência ao mesmo filme. Era um carro todo em preto e branco cujo elemento principal era um grande busto, de braços abertos e com movimentos, do vilão do filme, o Baixo Astral, interpretado pelo ator Guilherme Karan.

Em seguida vinham a ala das baianinhas que fazia referência a Sasha, filha de Xuxa a única referência direta a ela de todo o desfile, inclusive, uma ala do personagem Txutxucão do álbum XSPB 2 e um enorme tripé da personagem Bruxa Keka, do programa “Xuxa no mundo da imaginação”, fechando esse setor. O desfile foi encerrado com a velha guarda da Caprichosos seguida do último carro, “Marquei um X no seu coração”, que possuía um grande coração azul com um X no meio, onde Xuxa, cuja fantasia de Xuxa, para a época, era bastante coberta, vinha em cima. Além, é claro, da presença das crianças da Fundação Xuxa Meneghel que vinham em volta da alegoria e encerravam o desfile assim como ele começou: com crianças e voltado para elas. O desfile da Caprichosos de Pilares foi, de fato, voltado mais para a imagem da Xuxa enquanto a “rainha dos baixinhos”, um desfile mais lúdico, com aspectos mais fantasiosos e mágicos. E que, como dito antes, foi uma das opções possíveis para a época, dentro do interesse da homenageada e do que ela representava naquele momento. Apesar de ter amargado um décimo terceiro lugar na apuração, foi um desfile que ficou marcado na memória de muitos foliões, baixinhos e altinhos.

Autora: Raphaela Vaz, graduanda em História – UFRJ, membro efetivo do OBCAR.
Orientador: Max Oliveira, Doutorando em História/Doutorando em História –
PPHR/UFRRJ, Pesquisador OBCAR.
Instagram: @obcar_ufrj

Sambista Mumuzinho está internado com Covid-19

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    O sambista Mumuzinho, de 36 anos, revelou nesta sexta-feira que está com Covid-19 após passar por exame no no Hospital Vitoria, no Rio de Janeiro. O artista vinha com um quadro de amigdalite e febre.

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    Além disso, Mumuzinho foi diagnosticado com pneumonia de grau intermediário. Ele está internado e em observação.

    “O artista permanece no hospital, em observação, já que foi detectado uma pneumonia de grau intermediário. O cantor conta com o apoio e vibrações positivas dos fãs e, em breve, diante da melhora clínica”, diz o comunicado da assessoria do sambista.

    Luto no samba! Morre o intérprete Rico Medeiros

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    Faleceu nesta terça-feira Nilzo Medeiros, o intérprete Rico Medeiros. O cantor fez história no Salgueiro e na Viradouro. A suspeita é que o sambista tenha sido vítima de Covid-19, mas que ainda não foi confirmada. Não há informações ainda sobre o enterro do intérprete.

    Rico foi um dos mais emblemáticos intérpretes do carnaval carioca com passagens em agremiações gigantes e atuações memoráveis na avenida.

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    Rico Medeiros marcou época como intérprete do Salgueiro, e foram na sua voz desfiles históricos da academia do samba entre o fim dos anos 70 e o início dos 90. Destaque para o desfile de 1978. Recentemente Rico foi homenageado pela escola na quadra e entoou o lendário samba, para a emoção dos presentes. Veja abaixo o vídeo de Rico Medeiros, em junho de 2014, cantando o samba de 1978 na quadra do Salgueiro.

    Após a saída do Salgueiro passou por diversas agremiações e voltou a brilhar como intérprete na Unidos do Viradouro. Em 1993 como apoio e em 1994 e 1995 já como intérprete oficial da vermelha e branca do Barreto.

    Os cacos e o grito de guerra de Rico viveram no imaginário dos sambistas. O mais marcante era o seu “aí bateria” que conferia um enorme swing às gravações que participava. Nos últimos anos participava do carnaval gravando sambas concorrentes.

    O Salgueiro lamentou a morte de Rico Medeiros. “Faleceu, na tarde desta sexta-feira, Rico Medeiros que emprestou voz inconfundível ao carro de som da nossa escola por duas décadas. Não podemos afirmar que tenha sido esse vírus fatal mas isto também não importa já que o samba perde mais um de seus grandes baluartes. Nos solidarizamos com todos os familiares e amigos do intérprete e pedimos a vocês, orações de conforto a todos”.

    Cantores de São Paulo divulgam vídeo para relembrar sambas antigos durante quarentena

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    O perfil “Ala Musical SP” juntou intérpretes e músicos para cantar diversos sambas relevantes da história do carnaval. O primeiro divulgado foi o da Unidos de Vila Maria de 2002, ano em que a agremiação trouxe o enredo “Intolerância não! Viva e deixe viver!”, um carnaval crítico sobre assuntos de tolerância e preconceito.

    Mesmo distante por causa das medidas de segurança em meio à pandemia, os intérpretes cantaram diferentes trechos e juntaram no mesmo vídeo. Participaram da gravação: Marcos Bubba e Edson Ferreira (cordas), Dom Júnior, Renan Biier, Thiago Lima, Rafaela Trigo, Tim Cardoso, Rodrigo Atração, Tuca Maia, Adauto Jr., Douglas Chocolate, Rodney Claudino, William Lima, Tiago Nascimento, Fabio Silva, Digão Lima, Dida Mattos e Fabinho Pires.

    De acordo com a postagem, os idealizadores citaram: “Nesse momento difícil, juntamos alguns integrantes de carros de som do carnaval de São Paulo para cantar esse samba enredo sensacional, um basta à intolerância e uma mensagem de paz e esperança”.

    Enredo da Viradouro surgiu do livro ‘O carnaval da guerra e da gripe’

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    Uma releitura do carnaval carioca de 1919, conhecido como o maior do século passado, será o tema do próximo desfile da Unidos do Viradouro. Intitulado “Não há tristeza que possa suportar tanta alegria”, o enredo de Marcus Ferreira e Tarcísio Zanon vai destacar o sentimento dos cariocas que foram às ruas naquele ano para celebrar o fim da pandemia da gripe espanhola.

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    A inspiração dos carnavalescos surgiu a partir da leitura do livro “O carnaval da guerra e da gripe”, do escritor e jornalista Ruy Castro. O título do enredo é um verso de uma marchinha cantada em 19 pelo Democráticos, uma das grandes instituições carnavalescas da época.

    O presidente Marcelinho Calil ressalta a importância cultural do tema escolhido.

    “A escolha do tema se deu principalmente pelo conteúdo cultural, que é muito forte, com muito embasamento. E é exatamente o que estávamos buscando: aliar história à cultura. Aposto que teremos mais um desfile marcado pela emoção como o do último carnaval.

    Lins Imperial contrata coreógrafa para os casais de mestre-sala e porta-bandeira

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    Após renovar o contrato dos casais de mestre-sala e porta-bandeira, Weslen Santos e Manoela Cardoso, e Paulo Roza e Manu Brasil para o carnaval 2021, a Lins Imperial contratou a preparadora e coreógrafa Fernanda Costa para coreografar os duplas para o próximo carnaval, quando a agremiação voltará a desfilar na Marquês de Sapucaí pela Série A após 9 anos desfilando na Intendente Magalhães.

    Fernanda iniciou sua carreira no carnaval coreografando alas na Mocidade Independente de Padre Miguel e Unidos da Tijuca. Na escola do Borel se aproximou do então casal Julinho Nascimento e Rute Alves e passou a fazer escola com a dupla. Em 2019 coreografou o segundo casal de mestre-sala e porta-bandeira da Portela e primeiro da Unidos da Ponte, Yuri Souza e Camila Nascimento e em 2020 coreografou o primeiro casal do Acadêmicos da Rocinha, Vinicius Jesus e Viviane Oliveira.

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    “A Lins é uma escola extremamente organizada e estruturada, o que facilitará o trabalho. Particularmente já gosto demais da dança dos casais. Acho que já passamos da fase da dança muito coreografada, vamos fazer um trabalho mais clássico. Nesse momento de pandemia em que não podemos ter contato físico, já iniciamos uma análise à distância. Já identificamos os pontos fortes e fracos de cada um através de vídeos. A mudança de movimentos de mãos, pés de finalização, além de estudo de justificativas”, explica a contratada.

    Além da contratação da coreógrafa, a escola já prepara, pós pandemia, a parceria com um estúdio de dança na Lapa para realizar os ensaios, bem como treinamento funcional para os bailarinos.

    Mocidade perde mais um componente vítima de Covid-19

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    A Mocidade Independente de Padre Miguel informou que o componente Rodrigo Richard faleceu na madrugada desta sexta-feira vítima de Covid-19.

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    É o segundo componente da escola que morre após contrair o Coronavírus. O primeiro foi o componente Vagner Prata que faleceu no dia 12 de abril.

    Veja abaixo a publicação da escola:

    A Mocidade Independente de Padre Miguel, profundamente consternada, informa que perdeu mais um componente vitimado com Covid-19. Rodrigo Richard nos deixou nesta madrugada. Prestamos as mais sinceras condolências aos amigos e familiares!Vamos nos proteger! Fiquem em casa!