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Com a presença de Iza, Instituto Imperatriz Leopoldinense realiza ação de Natal para crianças do Complexo do Alemão e Zona da Leopoldina

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O sábado foi de festa na quadra da Imperatriz Leopoldinense, em Ramos, Zona da Leopoldina do Rio. Com a aproximação do Natal, a verde, branco e dourado, por meio de seu instituto, realizou mais um ano de ação solidária às crianças do Complexo do Alemão e toda região. Com direito à recreação, brincadeiras, pipoca e algodão doce, o “Natal Leopoldinense”, realizado há mais de 5 anos pela presidente da Imperatriz, Catia Drumond, e por João Drumond, vice-presidente da escola e presidente do Instituto, promoveu também às crianças de sua comunidade a tão esperada chegada do Papai Noel, além da distribuição de mais de 3 mil brinquedos.

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Fotos: Wagner Rodrigues/Divulgação Imperatriz

“A chegada do bom velhinho é sempre um momento muito esperado por todas as crianças que frequentam a Imperatriz. E promover mais essa ação e ver cada sorriso na entrega dos brinquedos é muito gratificante. Esse é o maior presente que a gente recebe: fazer a diferença na vida de cada um dessa comunidade”, afirmou João Drumond.

A ação ainda contou com a participação especial de Rene Silva, idealizador do ‘Voz das Comunidades’, e também da cantora Iza, Rainha de Bateria da escola, que celebrou o tradicional evento.

“Foi uma tarde muito linda, com a quadra florida de crianças e suas famílias, e eu me sinto muito lisonjeada por fazer parte desse momento e da família Imperatriz. Um feliz Natal com muito amor e um próspero ano novo a todos”, disse Iza.

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Fundado neste ano e com previsão de inauguração de uma sede própria em janeiro de 2026, ampliando o atendimento aos moradores da Zona da Leopoldina para 5 mil pessoas, o Instituto Imperatriz Leopoldinense é uma entidade sem fins lucrativos, que tem como finalidade única promover cidadania, empatia, oportunidade e amor ao próximo.

Opinião! Falta previsibilidade para o carnaval, sobra discurso de Paes e Castro: subvenção atrasada é política cultural falida

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Dia 20 de dezembro e o cenário é, mais uma vez, revoltante. Nenhum centavo pago, nenhuma parcela depositada e nada de previsibilidade. O poder público, que tanto gosta de posar de amante do carnaval, abandona as escolas de samba do Rio de Janeiro justamente quando elas mais precisam. É um ABSURDO e precisa ser dito com todas as letras.

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O discurso é bonito, as fotos são fartas, os sorrisos aparecem em janeiro e fevereiro. Mas, na prática, o carnaval segue sendo tratado com descaso. Prefeitura do Rio e Governo do Estado ainda não efetuaram o pagamento de nenhuma parcela da subvenção para as escolas do Grupo Especial e das Séries Ouro, Prata e Bronze. Estamos no fim de dezembro, com barracões funcionando no limite, trabalhadores sem saber se vão receber, ter o direito de ceiar no Natal e os dirigentes tendo que fazer malabarismo para manter os trabalhos minimamente de pé.

O prefeito Eduardo Paes, conhecido como “prefeito do carnaval”, alguém que conhece como poucos o dia a dia das escolas de samba, demora inexplicavelmente a liberar um apoio que é fundamental para os desfiles. Não se trata de luxo, mas de cadeias produtivas inteiras, de gente que vive do carnaval, famílias que dependem desse trabalho para sobreviver.

A pergunta que não quer calar é simples: vai chegar janeiro, fevereiro, o prefeito vai visitar barracões, tocar com baterias, colocar chapéu de malandro, desfilar simpatia… e fica tudo bem? Os sambistas não podem aceitar isso como normal. Onde está a previsibilidade? Pagar a primeira parcela da subvenção entre os dias 10 e 15 de janeiro é ser “prefeito do carnaval”? Isso beira o impossível. Não há como disputar título, nem mesmo realizar um desfile digno, sem patronos, sem empresários, sem apoio de prefeituras locais. Para a maioria das escolas, a subvenção, principalmente dos Grupos de Acesso, é questão de sobrevivência, não de competitividade.

Enquanto isso, exemplos existem. Niterói e Maricá mostram que é possível fazer diferente. Lá, o poder público acredita, investe, incentiva e planeja. Não aparece só para usufruir do holofote. As escolas são tratadas como patrimônio cultural vivo, não como cenário descartável.

E o governador Cláudio Castro? O Estado, em sua gestão, apoia as escolas de samba, é verdade. Mas, assim como na Prefeitura do Rio, até agora não há sinal do apoio financeiro. O silêncio dói. É triste ver a principal manifestação cultural do nosso estado ser tratada com tamanho abandono, mesmo por governos que dizem compreender sua importância.

No âmbito federal, o cenário também é nebuloso. O governo voltou a dialogar, há sinalização de apoio, mas a realidade é que nenhum valor foi pago até agora, e tudo indica que os recursos só devem chegar no fim de janeiro ou até em fevereiro. Para quem precisa comprar material agora, isso é quase inútil. Os preços já estão nas alturas, o atraso compromete a produção dos desfiles e o sufoco financeiro recai, mais uma vez, sobre quem está na ponta.

O Ministério Público, tão atento à fiscalização das subvenções, poderia ir além. Poderia ajudar os trabalhadores das escolas de samba exigindo previsibilidade de pagamento, com um cronograma claro, começando, por exemplo, em julho, um sonho antigo e absolutamente razoável das agremiações. Os Tribunais de Contas, tanto do Estado quanto do Município, também podem e devem atuar para garantir organização, transparência e respeito.

O que não pode mais acontecer é chegarmos a dezembro sem nenhum centavo de subvenção, em governos que dizem “gostar” das escolas de samba. Se é assim com quem gosta, imagine se não gostasse. Comprar material nesse momento é quase impossível, a produção atrasa, e quem sobrevive financeiramente do carnaval é jogado em um abismo de incertezas.

As ligas ainda conseguem, por outros caminhos, levantar algum recurso. Se não fosse isso, a crise já seria gigantesca. Mas não é aceitável que o carnaval do Rio viva eternamente de pires na mão, dependendo de favores, improvisos e promessas vazias.

O carnaval não pode ser apenas usufruído em fevereiro. Ele precisa ser respeitado o ano inteiro. E respeito, nesse caso, se chama planejamento, previsibilidade e pagamento em dia. Tudo o resto é discurso.

União de Maricá realiza evento no Baródromo com Império Serrano e União da Ilha neste domingo

Para encerrar o ano de 2025 em clima de celebração, a União de Maricá promove neste domingo a primeira edição do evento “Maricá faz a festa”. Com entrada franca, a partir das 16h, o encontro acontece no Baródromo, no bairro do Maracanã, e contará com a participação dos segmentos da escola, além de apresentações do Império Serrano, da União da Ilha do Governador e do Grupo Samba Enredo de Raiz.

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Foto: Divulgação/União de Maricá

A proposta do evento é fortalecer a integração entre agremiações da Série Ouro e ampliar a presença da União de Maricá junto ao público sambista do Rio de Janeiro. O Baródromo, consolidado como um dos principais pontos de encontro do samba carioca, foi escolhido estrategicamente para sediar a iniciativa.

Além de celebrar o encerramento do ano, o evento reforça o espírito de união entre as escolas. União de Maricá, Império Serrano e União da Ilha do Governador levarão seus sambas ao público em uma tarde que promete ser marcada por alegria e confraternização. O presidente Matheus Santos destacou a importância desse encontro:

“Quando pensamos em fazer esse evento no Baródromo, entendemos que é também uma forma de criar um laço entre Maricá e o povo sambista do Rio. E nada melhor do que encerrar o ano com uma grande festa, ainda mais ao lado de duas grandes escolas. Será uma honra dividir esse espaço com o Império e a União da Ilha”, afirmou.

Serviço:
Maricá faz a festa com Império Serrano e União da Ilha
Data: 21 de dezembro (domingo)
Horário: a partir das 16h
Local: Baródromo
Endereço: Rua Dona Zulmira, 40, Maracanã – Rio de Janeiro
Atrações: União de Maricá, Império Serrano, União da Ilha do Governador e Grupo SER
Evento gratuito

Salgueiro recebe Mocidade neste sábado

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A temporada de grandes encontros segue com tudo e o próximo ‘Salgueiro Convida’ já está no forno. Neste sábado, a energia vem diretamente de Padre Miguel. A Mocidade chega no Torrão com todo balanço, irreverência e promete estremecer a Silva Teles com grandes sambas.

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As portas do Torrão abrem as 20h30 com um pagodinho e logo depois a Academia do Samba sobe ao palco com um show completo de seus segmentos. Em seguida, a Mocidade promete um show inesquecível com seus maiores sucessos.

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Foto: Divulgação/Salgueiro

Liesa divulga os julgadores do quesito Bateria e apresenta formato de análise para o Carnaval 2026

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A Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) divulgou os nomes dos seis julgadores do quesito Bateria para os desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro no Carnaval 2026. Como novidade, no ano que vem, todos os seis entram na avaliação, porém, após um sorteio, na quarta de cinzas, vão ser definidos os nomes que vão ter suas notas lidas na apuração.

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A Liesa revelou também como será o formato do julgamento do quesito Bateria com três subquesitos: Manutenção da cadência (3, 6 e 4 pontos), conjugação dos instrumentos (2,7 e 3 pontos) e criatividade e versatilidade (2,7 a 3 pontos).

Conheça os julgadores

Hélcio Eduardo: Atuou como julgador em carnavais das regiões Sul e Sudeste. Experiência de Avenida + técnica consolidada.

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Rafael Castro: Multi-insrumentista com atuação ligada à direção musical e construção rítmica. Olhar técnica de conjunto para avaliar a execução e a musicalidade das baterias.

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Márcio Lopes: Maestro, diretor musical e produtor artístico em projetos carnavalescos (bailes, blocos e desfiles). Direção musical e visão de conjunto aplicadas ao quesito bateria.

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Philipe Galdino: Vivência no carnaval (bloco Carmelitas) e mastercalsses de percussão de sama. Rigor técnico + sensibilidade popular para avaliar bateria.

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Geiza Carvalho: Atua na música popular e erudita com experiênca em projetos como a Orquestra Sinfônica de Mulheres do Brasil e o bloco “Mulheres de Chico”. Versatilidade musical com conexão direta com o carnaval.
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Nelson Pestana: Criador de instrumentos percussivos e de método de capacitação para jurados. Olhar técnica e profundo sobre os elementos de uma bateria de excelência.
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Leandro Vieira festeja renovação no corpo de julgadores para o Carnaval 2026

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A Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) ainda não divulgou para imprensa e público os julgadores dos desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro para o Carnaval 2026, mas todas escolas já conhecem o corpo de jurados. Afinal, a última semana foi de curso na sede da Liesa. Em publicação no X, o carnavalesco da Imperatriz Leopoldinense, Leandro Vieira, celebrou a mudança nos quadros, principalmente, nos seus quesitos: Alegorias e Adereços, Fantasias e Enredo.

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Carnavalesco Leandro Vieira. Foto: Matheus Morais/CARNAVALESCO

“Festejo o acerto da Liesa em ter renovado parte do corpo julgador com gente que, além do excelente currículo, amplia a negritude e a presença feminina no júri. Olhando para os meus (três) quesitos, dá gosto saber quem tá avaliando aquilo que trabalho pra realizar. Bola dentro”, disse Leandro Vieira.

Em mais uma mudança significativa no modelo de julgamento, a Liesa anunciou que o Carnaval 2026 do Grupo Especial do Rio de Janeiro contará com 54 jurados, seis por quesito, e que, antes da apuração, será realizado um sorteio para definir quais 36 julgadores terão suas notas lidas e consideradas no resultado oficial. A medida altera a estrutura tradicional, que até 2025 trabalhava com quatro jurados por quesito. Agora, com um corpo mais amplo, a Liesa explica que busca aumentar o rigor técnico e a pluralidade de visões durante a avaliação dos desfiles.

SAIBA MAIS
Carnaval 2026 em transformação: Escolas criam novas regras, mas Liesa precisa buscar mais justiça nas avaliações
Carnaval 2026: Nota 10 terá que ser justificada pelos julgadores do Grupo Especial do Rio
Liesa informa alteração no posicionamento de cabines e aumenta número de jurados para o Carnaval 2026

A dinâmica do sorteio será feita antes da leitura das notas, na Quarta-feira de Cinzas. Os 18 jurados não sorteados terão suas notas arquivadas, sem interferência na apuração. O sistema manterá o tradicional descarte da menor nota por quesito, entre as quatro recebidas, o que garante margem de segurança contra avaliações destoantes.

Thiago Monteiro elogia trabalho de Antônio Gonzaga e aponta que artista segue metodologia da Grande Rio

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A Acadêmicos do Grande Rio segue firme na preparação para o Carnaval 2026, apostando na continuidade de um método de trabalho que tem rendido resultados expressivos à escola de Duque de Caxias. Em entrevista ao CARNAVALESCO, o diretor de carnaval Thiago Monteiro falou sobre o desenvolvimento do enredo “A Nação do Mangue” e destacou a tranquilidade da agremiação mesmo com a estreia de Antônio Gonzaga como carnavalesco solo no Grupo Especial do Rio.

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Foto: Eduardo Hollanda/Divulgação Rio Carnaval

Gonzaga assume o comando artístico após atuar como assistente de Gabriel Haddad e Leonardo Bora durante parte da vitoriosa passagem da dupla pela tricolor caxiense, além de ter trabalhado na Portela com André Rodrigues. Segundo Thiago, essa trajetória faz com que não haja uma ruptura estética ou metodológica no trabalho da escola, garantindo a manutenção de um padrão já consolidado.

“O Gonzaga é um cara muito organizado, assim como a Grande Rio. Temos um cronograma que é como um trilho. Dentro desse trilho, a mudança estética não é tão grande, porque o Gonzaga já bebeu bastante da fonte do Gabriel e do Leo como assistente. Não existe uma ruptura total”, afirmou o diretor.

De acordo com Thiago Monteiro, a Grande Rio consolidou ao longo dos últimos anos uma forma própria de planejar e executar seus projetos carnavalescos, o que permite que as transições de profissionais aconteçam de maneira segura e estruturada. O cumprimento rigoroso do cronograma é apontado como um dos pilares desse processo.

“O planejamento e o cronograma estão sendo cumpridos de forma muito parecida, o que nos dá mais tranquilidade. Hoje, independente do profissional que esteja na escola, a Grande Rio tem uma forma de fazer o seu trabalho, uma metodologia de como implementar o seu projeto”, completou.

Com o enredo “A Nação do Mangue”, a escola aposta na continuidade de uma identidade artística e organizacional que se tornou marca registrada da agremiação nos últimos carnavais. A confiança no processo, segundo a direção, é fundamental para que a Grande Rio siga competitiva e forte na disputa do Grupo Especial, mantendo o alto nível que a colocou entre as protagonistas recentes da Sapucaí.

Álbum dos sambas-enredo do carnaval de Vitória amplia visibilidade nas plataformas digitais

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O Carnaval de Vitória deu um passo importante rumo aos desfiles de 2026. Todos os sambas-enredo das escolas filiadas à Liesges, liga responsável pela organização das agremiações, já estão disponíveis nas principais plataformas musicais. A iniciativa marca um feito inédito na folia capixaba: pela primeira vez, todos os sambas do carnaval foram distribuídos de forma massiva nas redes digitais, ampliando o alcance e a visibilidade.

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Foto; Divulgação

O álbum reúne as obras que embalarão os desfiles no Sambão do Povo e conta com produção musical do músico carioca Rafael Prates. A distribuição ficou a cargo da editora Street Music, que já possui experiência consolidada no universo do samba e do carnaval, com trabalhos realizados junto à Liga RJ e à Superliga, no Rio de Janeiro, além da UESP, em São Paulo.

Após resultados expressivos no cenário carioca, a chegada da Street Music ao carnaval de Vitória tem como objetivo impulsionar ainda mais a festa capixaba, que vem crescendo em estrutura, qualidade artística e projeção nacional a cada ano. A presença dos sambas nas plataformas digitais permite que as obras alcancem um público mais amplo, ultrapassando as fronteiras do Espírito Santo e fortalecendo a identidade musical das escolas.

O projeto já apresenta números positivos, com altos índices de acesso e compartilhamento nas redes sociais, reforçando o potencial do Carnaval de Vitória no ambiente digital. A disponibilização antecipada dos sambas também contribui para o engajamento do público e para a valorização do trabalho de compositores, intérpretes e comunidades, consolidando mais um avanço na profissionalização e na difusão do carnaval capixaba.

‘Meu Nome é Maalum!’ Conheça o clipe da Pimpolhos da Grande Rio para o Carnaval 2026

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O universo do audiovisual, da música e do carnaval se encontram no clipe “Meu Nome é Maalum”. A produção marca o início da parceria entre a produtora Pé de Moleque Filmes e os Pimpolhos da Grande Rio, que em 2026 levarão Maalum para a avenida. A música é assinada por Ifátókí, Mayra Freitas e Yaya do Cavaco, artistas que traduzem em versos e melodia a força simbólica e representativa de Maalum. A direção do clipe é de Victor Fiuza e Magna Domingues, com produção da Pé de Moleque Filmes.

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As gravações foram realizadas no barracão dos Pimpolhos da Grande Rio, e todo o elenco é formado pelas crianças da escola mirim, reforçando a autenticidade, a potência coletiva e o vínculo direto com o universo do samba. Esse projeto só foi possível por que foi financiado com pela Lei Paulos Gustavo/SECEC.

Mais do que um lançamento musical, “Meu Nome é Maalum” representa um gesto de afirmação cultural, identidade e pertencimento, unindo cinema, infância, música e carnaval em um mesmo projeto artístico e social. O clipe traduz, em imagens, a energia da comunidade, a força das tradições e o protagonismo das novas gerações.

A estreia do clipe acontece em clima de celebração, abrindo oficialmente o caminho para o Carnaval de 2026, quando os Pimpolhos irão cantar Maalum na avenida, ampliando ainda mais o alcance dessa história.