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Mocidade Alegre 2021: samba concorrente da parceria de Cláudio Russo

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Compositores: Biro Biro, Cláudio Russo, Fabio Souza, Luis Jorge, Maradona, Rafa do Cavaco, Silas Augusto, Tinga, Turko e Zé Paulo Sierra

A COR DA VOZ
É GRAVE TOM PRA DESATAR OS NÓS
CLAVE DE SOL O SILÊNCIO ALGOZ
A COR DA VOZ FAZ DIFERENÇA
ALMA LÁ DOS CAMPOS DE VALENÇA
CANTA NAS RODAS DE JONGO
PLANTA SEM PODA É QUILOMBO
LUZ ANCESTRAL É LANTERNA
QUE ACENDE A TABERNA E APAGA A DOR
LEMBRO DA ROSA DE OURO É O POVO EM COURO
CLAMANDO A VOZ DA NEGRA COR

CLEMENTINA CADÊ VOCÊ? CADÊ VOCÊ? CADÊ VOCÊ?
CLEMENTINA CADÊ QUELÊ? QUELÊ!
“YAÔ, LÁ VAI SAUDADE” NUM TRIBUTO A MOCIDADE
TAMBÉM BATE UM CANDOMBLÉ

MARINHEIRO SÓ, MARINHEIRO SÓ
VEM NO BALANÇO POIS O TOMBO É BEM MAIOR

DESCER A CANDELÁRIA PARA A GLÓRIA
FAZER A EMOÇÃO PERDER A LINHA
AMÉM! PRA AGRADECER NOSSA SENHORA
AXÉ! NA PAZ DE ZAMBI É RAINHA
QUE FIRMA PONTO NO TERREIRO
CANGOMA CHAMOU A NEGA
FOI FEITA PRA VADIAR (OBA)
FLOR DA NOITE, PRETA BANTA
VAI CAIR NO SAMBA Ê LARAIÁ LA IÁ

É DO CONGO É DE ANGOLA… SARAVÁ
MÃE QUELÉ DA MINHA ESCOLA, MERECE UM ALTAR
QUEM É DE “JESUS” É NÓ NA MADEIRA, MULHER BRASILEIRA
HOJE A MORADA VAI TE COROAR

Mocidade Alegre 2021: samba concorrente da parceria de Arlindinho

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Compositores: Arlindinho, Fabiano Pires, Jorge Zanin, Rafael Babú, Genardão, Juniror Juba, Toninho,Boca, Carlos Zanin, Guilherme Cecílio e Renato Mooca

De Jesus onde andará Clementina? (REFRÃO)
Que seu canto fez morada em meu samba
Mocidade vem na Ginga e na Fé
Ela é Rainha, ela é mulher

Baobá
Herdeira da Mãe África
No suor da ladeira, destino traçado
Rompendo barreiras, o canto rasgado
Desce o morro pra brilhar (2x)
De Madureira a Mangueira
Um elo de amor
Senhora da Glória “alumia” o caminhar
Ameniza sua sina, faz a flor desabrochar
A menina fez a flor desabrochar

Moro na roça Ioiô, Moro na roça Iaiá (REFRÃO)
O Marinheiro vem no balanço do mar
Cadê Quelé, Cangoma chamou
Eu não sou daqui ooo
Moro na roça Ioiô, moro na roça iaiá
O marinheiro vem no balanço do mar
Cadê Quelé, Cangoma chamou
Levanta gente, o cativeiro acabou

Axé, minha preta Axé
Teu canto é uma reza pra quem tem Fé
Hoje tem festa pra Yaô,
Na proteção dos Orixás, o amor
Filha de Zambi, salve toda a Negritude
Fez da sombra do açoite sua força e atitude
Oh meu pavilhão, enche meu peito de emoção
Faz ecoar a voz da cor em cada coração
Oh meu pavilhão ,simplesmente poesia
Deixa o povo vadiar
No Ritmo puro da bateria

Tatuapé 2021: samba concorrente da parceria de André Diniz

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Compositores: André Diniz, Tiganá, Dadô, Evandro Bocão, Marcio Pessi, Benjamin Carioca e Osvaldo Cruz

DÁ LICENÇA MEU ZINFIO,DÁ LICENÇA SARAVÁ
DEIXA A FUMAÇA SUBIR QUEM QUISER PODE GIRAR
OGÃ BATE O TAMBOR, OGÃ BATE O TAMBOR
SOU A LUZ DE CANDEEIRO SOM DE PRETO QUE NÃO CALA
ALIVIO O CATIVEIRO, ALUMIO A SENZALA

BENDITA A LEMBRANÇA, DO FRUTO QUE ADOÇA
É ZAMBI É ESPERANÇA QUE BROTA NA ROÇA
MÃE TERRA, SAUDADE QUE BATE NO PEITO
SINGROU PELO MUNDO CHEGOU NESSE CHÃO
SOU REI DO CONGO SIM, O OURO NEGRO
VIVO EM CADA PLANTAÇÃO

DO TRONCO AO TOCO, DIA E NOITE, NOITE E DIA
DOR E MISTÉRIO NO ESPLENDOR DOS CAFEZAIS
FIRMO A BENGALA E O CACHIMBO VIXE MARIA
SOPRA A MAGIA QUE HÁ EM NOSSOS ANCESTRAIS
NO AXÉ DO ORIXÁS

O GRÃO TROUXE A FERROVIA
O PROGRESSO A ARTE A IMIGRAÇÃO
VIROU CANÇÃO SE FEZ POESIA
FOI COMANDANDO O DESTINO DA NAÇÃO
FUI EU QUE TE FIZ RESISTIR AOS GRILHÕES
SOU EU TUA FORÇA PRA SEGUIR EM FRENTE
SEREI SEMPRE A VOZ DENTRO DOS CORAÇÕES
A ESPERANÇA DE NOSSA GENTE
MELADO NO COITÉ, O PATUÁ PRA EU BENZER
OBATALÁ AVISOU, VEM VER
EU VOU CANTAR PRA SUBIR
VOU PRA ARUANDA VER O DIA AMANHECER

BAILA PELO AR AROMA DE CAFÉ
SAMBA ENCORPADO É NO TATUAPÉ
MANDINGUEIRO, TEM MAGIA NO TERREIRO IOFÁ
CHAMA PRETO VELHO PRA CONTAR

Tatuapé 2021: samba concorrente da parceria de Jairo Roizen

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Compositores: Jairo Roizen, Morganti, Sukata, Alexandre Gordão, André Valêncio, Valentim, Tubino, Jadson Fraga, Marcel da Cohab, Luan, Claudio Mattos e Meiners

PRETO VELHO VEM BAIXAR NESSE TERREIRO
AXÉ! FIRMA O PONTO, MANDINGUEIRO
ACENDO VELAS PRA LOUVAR
AGRADEÇO MEU SENHOR
DESSE CHÃO FIZ CAZUÁ… AGÔ, ÔÔÔ
ÁFRICA, BERÇO DA ANCESTRALIDADE
ZAMBI É FORÇA E CORAGEM… Ó, ÁFRICA!
NOS GRÃOS, O AROMA MOSTRA AO MUNDO SEU REAL VALOR
UM BUQUÊ DE NOBREZA
O OURO NEGRO FEITO A MINHA COR

Ê MIRONGUEIRO, Ê
VI O SOL SE ESCONDER LÁ NOS CAFEZAIS
CLEMÊNCIA EU PEÇO A SÃO BENEDITO
AO MEU POVO TÃO SOFRIDO TODA LUZ DOS ORIXÁS

E LÁ VEM O TREM, LÁ VAI FUMAÇA
HOJE O PROGRESSO ME ABRAÇA
O BRAÇO FORTE DA NAÇÃO
AUÊ BRASIL!
NOS QUATRO CANTOS DESSA MÃE GENTIL
ARTE E CULTURA QUE NOS INSPIROU
QUERO PROVAR ESSE SABOR
FIRMA O AGOGÔ PRA SAUDAR
O AXÉ DE OBATALÁ VAI GUIAR A PAZ DO MEU POVO
QUE CANTA DE NOVO E BATE TAMBOR

SARAVÁ, MEU PAI, ME GUIA!
VOU BATER CABEÇA, SOU TATUAPÉ
NO MEU CORAÇÃO PULSA ESSA PAIXÃO
NO AR SINTA O CHEIRO DE CAFÉ

Bois Garantido e Caprichoso preparam live para o sábado

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O Festival de Parintins foi adiado, devido ao novo Coronavírus, mas o povo deu um jeito de presentear os fãs com uma live história, que será realizada no próximo sábado, no Bumbódromo. A apresentação especial será transmitida ao vivo, às 20h30, pela TV A Crítica, direto da Ilha Tupinambarana, e reunirá os bois Garantido e Caprichoso.

A organização definiu que cada boi poderá se apresentar por duas horas e com um número mínimo de pessoas para evitar aglomerações, seguindo todas normas sanitárias.

Durante todas apresentações as pessoas vão poder fazer doações e ajudar os moradores locais que sofrem com a Covid-19.

bois parintins

“Com esta versão, nós potencializamos a cultura local e fortalecemos o movimento, ao mesmo tempo em que nos reajustamos à realidade, conscientes da importância do distanciamento social como prevenção da Covid-19 e seguindo todos os protocolos de segurança”, afirma o secretário. “Toda arrecadação será destinada para os artistas dos bumbás que estão em situação de vulnerabilidade”, disse Marcos Apolo Muniz, titular da pasta de Cultura e Economia Criativa.

Curso ‘Escolas de Samba: cultura e negritude’

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Os pesquisadores Vinícius Natal e Mauro Cordeiro irão ministrar, entre os meses de julho e agosto, o curso “Escolas de Samba: cultura e negritude”. Serão oferecidas 4 aulas, aos sábados, de 15 às 18h, pelo Google Meet.

O curso visa debater o fenômeno das escolas de samba partindo de uma perspectiva da experiência do racismo e da escravidão negra no Brasil, buscando entender de que maneira as trajetórias desses atores, no período pós-abolição, foram importantes para a construção de um pensamento social do samba constituído por saberes escritos, corporais, da memória e ancestrais. Ao longo do curso serão exploradas as relações, mediações, fluxos e contradições do associativismo negro que se transforma em símbolo de brasilidade no mundo contemporâneo.

Ofereceremos bolsas de estudo para sambistas autodeclarados negros (pretos e pardos). Basta enviar um e-mail para [email protected] com justificativa de interesse no curso e da necessidade da bolsa.

Os certificados de participação serão emitidos pelo Museu do Samba, que participará da aula de encerramento com palestra da profª Drª Nilcemar Nogueira.

11/07 – Aula 1: Diáspora Africana e os batuques nos terreiros: a permanência da cultura negra

18/07 – Aula 2: Espaços e sociabilidades negras na cidade do Rio de Janeiro

28/07 – Aula 3: Cultura negra e/ou Cultura nacional: trânsitos, fluxos, mediações e contradições

01/08 – Aula 4: Carnaval espetáculo: profissionalização, indústria cultural e o samba como patrimônio imaterial brasileiro.

Os professores:

Vinícius Natal – Ritmista e pesquisador de enredos. Doutor em Antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, instituição a qual também se tornou mestre, pelo mesmo curso. É graduado em História pela Universidade Federal Fluminense e possui curso técnico em Publicidade e Propaganda, pela Escola Técnica de Comunicação. Atualmente, cursa o Pós-Doutorado pelo Programa de Pós-graduação em História da Arte, na UERJ. Atuou como pesquisador do Centro Cultural Cartola, atual Museu do Samba, Diretor Cultural do GRES Unidos de Vila Isabel, implementando a constituição de um acervo de memória oral com componentes da agremiação, dando origem ao documentário “Kizomba – 30 anos de um grito negro na sapucaí”; Exerceu a função de Coordenador de Promoção das Políticas de Igualdade Racial – CPIR – do município do Rio de Janeiro. Além de artigos em revistas científicas, publicou dois livros: um livro de crônicas, “As Titias da Folia: O Brilho Maduro das Escolas de Alta Idade”, e o “Cultura e Memória nas Escolas de Samba do Rio de Janeiro: Dramas e Esquecimentos”, ganhador da menção honrosa do prêmio Afonso Carlos Marques do Santos em 2016, promovido pelo Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro. Hoje, atua como pesquisador do OBCAR – Observatório de Carnaval da UFRJ, do Núcleo de Estudos de Ritual e Sociabilidade Urbana, UFRJ, e pesquisador do GRES Acadêmicos do Grande Rio, onde, para o ano de 2020, elaborou, junto de Gabriel Haddad e Leonardo Bora, o enredo “Tata Londirá: o canto do caboclo no quilombo de Caxias”, sobre o pai de santo Joãozinho da Gomeia”.

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Mauro Cordeiro – Salgueirense e amante inveterado do samba de Irajá. Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ. Mestre em Ciências Sociais pela PUC-Rio (2019) e graduado em Ciências Sociais pela UFRRJ (2016). Pesquisador Orientador do Observatório de Carnaval (UFRJ). Estudou a relação entre as escolas de samba e a prefeitura municipal na gestão Crivella, a partir do conflito instaurado com o corte da subvenção pública aos desfiles. Professor de Sociologia das redes pública e privada do Rio de Janeiro. Também atuou como bolsista no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) da Capes entre 2012 e 2013. Seu interesse e experiência de pesquisa situa-se na Antropologia com ênfase na cultura popular, sobretudo as suas manifestações afro-diaspóricas como o samba e as escolas de samba.

Serviço:

Curso: “Escola de Samba: cultura e negritude”
Datas: 11, 18 e 25 de Julho e 1º de Agosto.
Valor: R$ 100
Maiores informações: [email protected]

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Império Serrano e Portela se encontram no Botequim do Império neste domingo

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Neste domingo, o Reizinho de Madureira vai realizar a segunda edição da Live Botequim do Império Serrano, com participação da coirmã Portela, reunindo grandes sucessos das duas agremiações. O evento em formato de transmissão via internet será apresentado pelo jornalista imperiano Robson Aldir e comandado por Jorginho do Império e Arlindinho Cruz.

Além das atrações que estarão no comando do repertório musical da Live Botequim do Império, o público vai curtir também nomes como Serginho Procópio, Nilson Rangel, Aldo Ribeiro, além do Mestre Nilo Sérgio e os intérpretes Nego e Gilsinho.

botequim

“A primeira live foi um sucesso, com avaliações e retorno muito positivo por parte do público, então resolvemos seguir com o projeto. Tem a Portela conosco nesta segunda edição será uma importante exaltação ao samba de Madureira e adjacências”, destacou o Presidente do Império Serrano, Sandro Avelar.

A Live Botequim do Império Serrano acontecerá no próximo domingo, 28, a partir das 13h com transmissão da pela TV Império Serrano e canal Fita Amarela na plataforma Youtube, mais uma vez com um cunho solidário, onde todos poderão realizar doações para famílias carentes do Complexo da Serrinha e comunidades vizinhas.