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Tatuapé 2021: samba concorrente da parceria de James Bernardes

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Compositores: James Bernardes, Leozinho Nunes, Nikinha, Douglas Ribeiro, Diego Nascimento, Fabão, Gilmar, Marcos L., Rodrigo Ferraz, Ricardo Diégues, Jefinho Salvador, Fabio Barbosa e Marco Banderas

Chegou…
Quem faltava chegar, chegou!
Nuvens brancas beijando o céu
Dobre o rum, Ogan fiel
Do ventre de mãe a Do ventre da mãe a essência ancestral
Orixá na luta pra vencer o mal
Patuá, Rosário, Arruda e Guiné

Sou preto igual café!

Das montanhas de Ayê, o aroma ganha o mundo
Com requinte à francesa, chega devagar
Um lindo buquê , meus “fio”, o fruto ninguém viu
O ouro negro chegou no Brasil

Noite prata, canto na senzala
Tem mironga, pra esquecer “das dor”
Danço jongo feito mestre-sala
Chibata não arranca coro de tambor

Meus olhos se rendem a beleza
Que paira nos trilhos, é Modernidade
Alva luz deu o Norte a riqueza
O italiano vem buscar prosperidade
Os teus ramos tremularam na bandeira
liderança paulista, ora à mineira
Até um mundo de crise chegar
Inspiração… pinta e ao mundo dá o tom
Diz o futuro, o sabor da roça é bom
Aruanda chamou! O café já ferveu
Minha véia cadê o bolo de fubá
Vão meus “fio”, com as bênçãos de Obatalá

Adorê as almas, Adorê
Tem Jacutá pra prosiá café
Saravá, Preto Velho saravá
No Cazuá do meu Tatuapé

Mocidade Alegre 2021: samba concorrente da parceria de Cláudio Russo

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Compositores: Biro Biro, Cláudio Russo, Fabio Souza, Luis Jorge, Maradona, Rafa do Cavaco, Silas Augusto, Tinga, Turko e Zé Paulo Sierra

A COR DA VOZ
É GRAVE TOM PRA DESATAR OS NÓS
CLAVE DE SOL O SILÊNCIO ALGOZ
A COR DA VOZ FAZ DIFERENÇA
ALMA LÁ DOS CAMPOS DE VALENÇA
CANTA NAS RODAS DE JONGO
PLANTA SEM PODA É QUILOMBO
LUZ ANCESTRAL É LANTERNA
QUE ACENDE A TABERNA E APAGA A DOR
LEMBRO DA ROSA DE OURO É O POVO EM COURO
CLAMANDO A VOZ DA NEGRA COR

CLEMENTINA CADÊ VOCÊ? CADÊ VOCÊ? CADÊ VOCÊ?
CLEMENTINA CADÊ QUELÊ? QUELÊ!
“YAÔ, LÁ VAI SAUDADE” NUM TRIBUTO A MOCIDADE
TAMBÉM BATE UM CANDOMBLÉ

MARINHEIRO SÓ, MARINHEIRO SÓ
VEM NO BALANÇO POIS O TOMBO É BEM MAIOR

DESCER A CANDELÁRIA PARA A GLÓRIA
FAZER A EMOÇÃO PERDER A LINHA
AMÉM! PRA AGRADECER NOSSA SENHORA
AXÉ! NA PAZ DE ZAMBI É RAINHA
QUE FIRMA PONTO NO TERREIRO
CANGOMA CHAMOU A NEGA
FOI FEITA PRA VADIAR (OBA)
FLOR DA NOITE, PRETA BANTA
VAI CAIR NO SAMBA Ê LARAIÁ LA IÁ

É DO CONGO É DE ANGOLA… SARAVÁ
MÃE QUELÉ DA MINHA ESCOLA, MERECE UM ALTAR
QUEM É DE “JESUS” É NÓ NA MADEIRA, MULHER BRASILEIRA
HOJE A MORADA VAI TE COROAR

Mocidade Alegre 2021: samba concorrente da parceria de Arlindinho

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Compositores: Arlindinho, Fabiano Pires, Jorge Zanin, Rafael Babú, Genardão, Juniror Juba, Toninho,Boca, Carlos Zanin, Guilherme Cecílio e Renato Mooca

De Jesus onde andará Clementina? (REFRÃO)
Que seu canto fez morada em meu samba
Mocidade vem na Ginga e na Fé
Ela é Rainha, ela é mulher

Baobá
Herdeira da Mãe África
No suor da ladeira, destino traçado
Rompendo barreiras, o canto rasgado
Desce o morro pra brilhar (2x)
De Madureira a Mangueira
Um elo de amor
Senhora da Glória “alumia” o caminhar
Ameniza sua sina, faz a flor desabrochar
A menina fez a flor desabrochar

Moro na roça Ioiô, Moro na roça Iaiá (REFRÃO)
O Marinheiro vem no balanço do mar
Cadê Quelé, Cangoma chamou
Eu não sou daqui ooo
Moro na roça Ioiô, moro na roça iaiá
O marinheiro vem no balanço do mar
Cadê Quelé, Cangoma chamou
Levanta gente, o cativeiro acabou

Axé, minha preta Axé
Teu canto é uma reza pra quem tem Fé
Hoje tem festa pra Yaô,
Na proteção dos Orixás, o amor
Filha de Zambi, salve toda a Negritude
Fez da sombra do açoite sua força e atitude
Oh meu pavilhão, enche meu peito de emoção
Faz ecoar a voz da cor em cada coração
Oh meu pavilhão ,simplesmente poesia
Deixa o povo vadiar
No Ritmo puro da bateria

Tatuapé 2021: samba concorrente da parceria de André Diniz

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Compositores: André Diniz, Tiganá, Dadô, Evandro Bocão, Marcio Pessi, Benjamin Carioca e Osvaldo Cruz

DÁ LICENÇA MEU ZINFIO,DÁ LICENÇA SARAVÁ
DEIXA A FUMAÇA SUBIR QUEM QUISER PODE GIRAR
OGÃ BATE O TAMBOR, OGÃ BATE O TAMBOR
SOU A LUZ DE CANDEEIRO SOM DE PRETO QUE NÃO CALA
ALIVIO O CATIVEIRO, ALUMIO A SENZALA

BENDITA A LEMBRANÇA, DO FRUTO QUE ADOÇA
É ZAMBI É ESPERANÇA QUE BROTA NA ROÇA
MÃE TERRA, SAUDADE QUE BATE NO PEITO
SINGROU PELO MUNDO CHEGOU NESSE CHÃO
SOU REI DO CONGO SIM, O OURO NEGRO
VIVO EM CADA PLANTAÇÃO

DO TRONCO AO TOCO, DIA E NOITE, NOITE E DIA
DOR E MISTÉRIO NO ESPLENDOR DOS CAFEZAIS
FIRMO A BENGALA E O CACHIMBO VIXE MARIA
SOPRA A MAGIA QUE HÁ EM NOSSOS ANCESTRAIS
NO AXÉ DO ORIXÁS

O GRÃO TROUXE A FERROVIA
O PROGRESSO A ARTE A IMIGRAÇÃO
VIROU CANÇÃO SE FEZ POESIA
FOI COMANDANDO O DESTINO DA NAÇÃO
FUI EU QUE TE FIZ RESISTIR AOS GRILHÕES
SOU EU TUA FORÇA PRA SEGUIR EM FRENTE
SEREI SEMPRE A VOZ DENTRO DOS CORAÇÕES
A ESPERANÇA DE NOSSA GENTE
MELADO NO COITÉ, O PATUÁ PRA EU BENZER
OBATALÁ AVISOU, VEM VER
EU VOU CANTAR PRA SUBIR
VOU PRA ARUANDA VER O DIA AMANHECER

BAILA PELO AR AROMA DE CAFÉ
SAMBA ENCORPADO É NO TATUAPÉ
MANDINGUEIRO, TEM MAGIA NO TERREIRO IOFÁ
CHAMA PRETO VELHO PRA CONTAR

Tatuapé 2021: samba concorrente da parceria de Jairo Roizen

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Compositores: Jairo Roizen, Morganti, Sukata, Alexandre Gordão, André Valêncio, Valentim, Tubino, Jadson Fraga, Marcel da Cohab, Luan, Claudio Mattos e Meiners

PRETO VELHO VEM BAIXAR NESSE TERREIRO
AXÉ! FIRMA O PONTO, MANDINGUEIRO
ACENDO VELAS PRA LOUVAR
AGRADEÇO MEU SENHOR
DESSE CHÃO FIZ CAZUÁ… AGÔ, ÔÔÔ
ÁFRICA, BERÇO DA ANCESTRALIDADE
ZAMBI É FORÇA E CORAGEM… Ó, ÁFRICA!
NOS GRÃOS, O AROMA MOSTRA AO MUNDO SEU REAL VALOR
UM BUQUÊ DE NOBREZA
O OURO NEGRO FEITO A MINHA COR

Ê MIRONGUEIRO, Ê
VI O SOL SE ESCONDER LÁ NOS CAFEZAIS
CLEMÊNCIA EU PEÇO A SÃO BENEDITO
AO MEU POVO TÃO SOFRIDO TODA LUZ DOS ORIXÁS

E LÁ VEM O TREM, LÁ VAI FUMAÇA
HOJE O PROGRESSO ME ABRAÇA
O BRAÇO FORTE DA NAÇÃO
AUÊ BRASIL!
NOS QUATRO CANTOS DESSA MÃE GENTIL
ARTE E CULTURA QUE NOS INSPIROU
QUERO PROVAR ESSE SABOR
FIRMA O AGOGÔ PRA SAUDAR
O AXÉ DE OBATALÁ VAI GUIAR A PAZ DO MEU POVO
QUE CANTA DE NOVO E BATE TAMBOR

SARAVÁ, MEU PAI, ME GUIA!
VOU BATER CABEÇA, SOU TATUAPÉ
NO MEU CORAÇÃO PULSA ESSA PAIXÃO
NO AR SINTA O CHEIRO DE CAFÉ

Bois Garantido e Caprichoso preparam live para o sábado

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O Festival de Parintins foi adiado, devido ao novo Coronavírus, mas o povo deu um jeito de presentear os fãs com uma live história, que será realizada no próximo sábado, no Bumbódromo. A apresentação especial será transmitida ao vivo, às 20h30, pela TV A Crítica, direto da Ilha Tupinambarana, e reunirá os bois Garantido e Caprichoso.

A organização definiu que cada boi poderá se apresentar por duas horas e com um número mínimo de pessoas para evitar aglomerações, seguindo todas normas sanitárias.

Durante todas apresentações as pessoas vão poder fazer doações e ajudar os moradores locais que sofrem com a Covid-19.

bois parintins

“Com esta versão, nós potencializamos a cultura local e fortalecemos o movimento, ao mesmo tempo em que nos reajustamos à realidade, conscientes da importância do distanciamento social como prevenção da Covid-19 e seguindo todos os protocolos de segurança”, afirma o secretário. “Toda arrecadação será destinada para os artistas dos bumbás que estão em situação de vulnerabilidade”, disse Marcos Apolo Muniz, titular da pasta de Cultura e Economia Criativa.

Curso ‘Escolas de Samba: cultura e negritude’

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Os pesquisadores Vinícius Natal e Mauro Cordeiro irão ministrar, entre os meses de julho e agosto, o curso “Escolas de Samba: cultura e negritude”. Serão oferecidas 4 aulas, aos sábados, de 15 às 18h, pelo Google Meet.

O curso visa debater o fenômeno das escolas de samba partindo de uma perspectiva da experiência do racismo e da escravidão negra no Brasil, buscando entender de que maneira as trajetórias desses atores, no período pós-abolição, foram importantes para a construção de um pensamento social do samba constituído por saberes escritos, corporais, da memória e ancestrais. Ao longo do curso serão exploradas as relações, mediações, fluxos e contradições do associativismo negro que se transforma em símbolo de brasilidade no mundo contemporâneo.

Ofereceremos bolsas de estudo para sambistas autodeclarados negros (pretos e pardos). Basta enviar um e-mail para [email protected] com justificativa de interesse no curso e da necessidade da bolsa.

Os certificados de participação serão emitidos pelo Museu do Samba, que participará da aula de encerramento com palestra da profª Drª Nilcemar Nogueira.

11/07 – Aula 1: Diáspora Africana e os batuques nos terreiros: a permanência da cultura negra

18/07 – Aula 2: Espaços e sociabilidades negras na cidade do Rio de Janeiro

28/07 – Aula 3: Cultura negra e/ou Cultura nacional: trânsitos, fluxos, mediações e contradições

01/08 – Aula 4: Carnaval espetáculo: profissionalização, indústria cultural e o samba como patrimônio imaterial brasileiro.

Os professores:

Vinícius Natal – Ritmista e pesquisador de enredos. Doutor em Antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, instituição a qual também se tornou mestre, pelo mesmo curso. É graduado em História pela Universidade Federal Fluminense e possui curso técnico em Publicidade e Propaganda, pela Escola Técnica de Comunicação. Atualmente, cursa o Pós-Doutorado pelo Programa de Pós-graduação em História da Arte, na UERJ. Atuou como pesquisador do Centro Cultural Cartola, atual Museu do Samba, Diretor Cultural do GRES Unidos de Vila Isabel, implementando a constituição de um acervo de memória oral com componentes da agremiação, dando origem ao documentário “Kizomba – 30 anos de um grito negro na sapucaí”; Exerceu a função de Coordenador de Promoção das Políticas de Igualdade Racial – CPIR – do município do Rio de Janeiro. Além de artigos em revistas científicas, publicou dois livros: um livro de crônicas, “As Titias da Folia: O Brilho Maduro das Escolas de Alta Idade”, e o “Cultura e Memória nas Escolas de Samba do Rio de Janeiro: Dramas e Esquecimentos”, ganhador da menção honrosa do prêmio Afonso Carlos Marques do Santos em 2016, promovido pelo Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro. Hoje, atua como pesquisador do OBCAR – Observatório de Carnaval da UFRJ, do Núcleo de Estudos de Ritual e Sociabilidade Urbana, UFRJ, e pesquisador do GRES Acadêmicos do Grande Rio, onde, para o ano de 2020, elaborou, junto de Gabriel Haddad e Leonardo Bora, o enredo “Tata Londirá: o canto do caboclo no quilombo de Caxias”, sobre o pai de santo Joãozinho da Gomeia”.

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Mauro Cordeiro – Salgueirense e amante inveterado do samba de Irajá. Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ. Mestre em Ciências Sociais pela PUC-Rio (2019) e graduado em Ciências Sociais pela UFRRJ (2016). Pesquisador Orientador do Observatório de Carnaval (UFRJ). Estudou a relação entre as escolas de samba e a prefeitura municipal na gestão Crivella, a partir do conflito instaurado com o corte da subvenção pública aos desfiles. Professor de Sociologia das redes pública e privada do Rio de Janeiro. Também atuou como bolsista no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) da Capes entre 2012 e 2013. Seu interesse e experiência de pesquisa situa-se na Antropologia com ênfase na cultura popular, sobretudo as suas manifestações afro-diaspóricas como o samba e as escolas de samba.

Serviço:

Curso: “Escola de Samba: cultura e negritude”
Datas: 11, 18 e 25 de Julho e 1º de Agosto.
Valor: R$ 100
Maiores informações: [email protected]

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