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Agora: Live com os intérpretes das escolas de samba

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    Programação de live no fim de semana: Unidos de Padre Miguel e Diogo Nogueira

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    Chegou mais um fim de semana e com ele o calendário das lives que vão agitar o sábado e o domingo. A Unidos de Padre Miguel começa a fase eliminatória do concurso de samba visando o próximo carnaval. Por conta da pandemia do Coronavírus e todas as restrições impostas pelas autoridades de saúde a fim de evitar aglomerações, a escola da Vila Vintém fará todo o processo através de live.

    Confira a programação:

    Sábado

    11h – Lançamento do enredo da Inocentes de Belford Roxo

    16h – Unidos de Padre Miguel

    19h – Maria Rita

    22h – Elza Soares (transmissão do show Mulher do Fim do Mundo)

    Domingo

    12h – Diogo Nogueira

    12h30 – Live Serginho Procópio da Portela – Veja aqui

    14h – Churras da Morada – A Mocidade Alegre faz sua live

    14h – Live do Samba Samba do Povo de Friburgo – Evento contará com a participação das oito agremiações da cidade. e será transmitida pela TV Zoom, canal 10 RCA.

    18h – Live Encontro das Paixões – Samba e futebol – Veja aqui

    João Gabriel faz live solidária na casa da família King

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    João Gabriel é um dos nomes fortes da música sertaneja e vem despontando em crescentes sucessos no Brasil. Já lançou música no Fantástico, teve música gravada por Luan Santana e Padre Fábio de Melo e já foi enredo de escola de samba. No primeiro sábado de julho, João fez mais uma live solidária, desta vez na casa da família King, na Barra da Tijuca. A ligação entre João e o carnaval é antiga.

    Essa história começou no berço de uma escola de samba que ganhou nome de Viradouro, por ter sido fundada próximo ao local onde os bondes da época faziam o retorno para voltar a circular. Ali, em 1946, nasceu a escola de samba que é a atual campeã do carnaval. Quando a escola surgiu, Paulo Horta era um dos compositores. 40 anos depois, chegava à família João Gabriel, neto de Paulo.

    João lembra que desde a infância sempre recebeu a influência da música, já que acompanhava as rodas de samba que aconteciam no quintal de casa. Inclusive, foi em uma dessas que o pai, José Gabriel, percebeu que filho tinha afinação e começou a levá-lo para se apresentar. Com 8 anos de idade, João cantava nos bailes das terceira idade, com a banda Cartão Postal, no clube Canto do Rio, localizado em Niterói. Nos áureos tempos o baile reunia de 600 a 800 pessoas nas noites de quarta-feira. Lá, João acabou encontrando o que seria seu destino.

    “Eu comecei cantando música romântica, Fábio Junior, Leandro e Leonardo, Zezé de Camargo e Luciano. Saíram várias reportagens sobre a criança de 8 anos que cantava no baile da terceira idade. Aos 9 eu estava em um hotel na cidade de Cordeiro, no Rio, e acabei conhecendo a dupla Leandro e Leonardo. Na mesma noite já subi ao palco para cantar com eles. Também cantamos juntos no Canecão em 1994”, relembra.

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    Tão jovem João entrou no mundo sertanejo e acabou não seguindo os passos do pai, que desfilava religiosamente na Viradouro. João chegou a ir à quadra da escola apenas duas vezes. Mas o encontro com o Carnaval aconteceu em 2017, quando João foi convidado para ser enredo da Mocidade Independente de Icaraí, comunidade do Morro do Cavalão, que foi campeã naquele ano. Ele desfilou com o pai, que normalmente desfila nas escolas de Niterói (Viradouro e Cubango) tocando surdo.

    “Foi uma experiência maravilhosa, meu pai chorava muito e eu ficava impressionado assistindo a minha história sendo contada. Foi uma alegria ímpar vive uma homenagem dessas na minha cidade”, relatou.

    No mesmo ano, João também foi à Sapucaí pela primeira vez, mas como convidado, no camarote do Ronaldinho Gaúcho e diz que ficou sem ação ao ver os desfiles do Grupo Especial.

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    “Eu nunca tinha ido ali, mas quando eu vi aquela emoção, aquele espetáculo vivo… Quando eu percebi o que estava acontecendo, eu fiquei totalmente arrepiado. Foi uma coisa única”, descreveu.

    Daí para frente João faz questão de passar os carnavais na Avenida. Ele se apresenta em alguns camarotes, mas desde 2018, se tornou atração certa no Camarote do King, não apenas no camarote, como se tornou amigo de toda a família.

    “Nossa amizade começou nos meus shows. O King sempre chegava acompanhado de uma galera, e aquilo fazia um movimento nos lugares. Acabamos nos conhecendo e ficamos amigos, fiquei amigo da família, porque eles são assim, agregadores, uma família festiva e competente na área de eventos. Tudo o que eles colocam a mão dá certo. A Lilian é uma pessoa muito querida, está sempre nos meus shows e eu sou grato por essa amizade”, disse.

    Em meio à pandemia, sem fazer shows, João tem acompanhando os trabalhos sociais das escolas de samba.

    “Esse engajamento de ajudar as pessoas é a marca da escola de samba. Eu sou amigo de alguns gestores, como o Calil e o Ivo Meirelles [ex-presidente da Mangueira], acompanho a galera toda e é sempre assim, eles ficam o ano inteiro com a comunidade, apoiando e vendo acontecer. Neste momento difícil não foi diferente”.

    Acompanhe agora: Game do CARNAVALESCO Grupo Especial Rio

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      Em prol dos ritmistas, Ritmo Solidário reúne intérpretes em live nesta sexta-feira

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        Nesta sexta-feira, a partir das 19h30, direto do Camarote do King, com transmissão do canal Fita Amarela, e, apoio do site CARNAVALESCO, acontece o “Samba Live Ritmo Solidário”, em prol dos ritmistas das escolas de samba. A apresentação será de Selminha Sorriso e Junior Escafura.

        As doações já podem ser feitas através de uma “vakinha” virtual (veja aqui: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/ajuda-para-os-ritmistas-das-escolas-de-samba-do-rj) e também vão poder ser feitas duranta a live.

        “Muitos componentes moram em comunidades e estão passando por um momento delicado em suas residências. A intenção é que nós possamos nos unir nessa ação de solidariedade”, explica China, o organizador do projeto Ritmo Solidário”.

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        Estão confirmadas as presenças dos intérpretes Bruno Ribas, Emerson Dias, Gilsinho, Leonardo Bessa, Ito Melodia, Igor Vianna e Tinga. Além dos compositores Cláudio Russo, Diego Nicolau, Fadico, Junior Escafura, Junior Fionda, Lequinho, Márcio André e Wanderley Monteiro.

        Os músicos Vitor Alves e Hugo Bruno acompanham o encontro que terá também as participações dos mestres Átila, Macaco Branco, Ciça, Chuvisco, Demétrius, Lolo, Marcão, Rodney, Gustavo e Guilherme, Caliquinho e Léo Capoeira.

        Confira os enredos divulgados do Grupo de Acesso 1 de São Paulo

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        Das oito agremiações do grupo de Acesso 1 de São Paulo, apenas duas ainda não divulgaram o enredo para o próximo carnaval. O site CARNAVALESCO reuniu os temas para o próximo carnaval.

        A X-9 Paulistana, agremiação que caiu do Grupo Especial, divulgou o enredo durante live na própria sede, na noite do dia 07 de Julho. O enredo é intitulado como “Arapuca Tupi – A Reconquista de Uma Terra Sem Dono”, e carrega um carácter crítico-social em relação ao tratamento com vidas indígenas e exploração do meio-ambiente nacional.

        A Terceiro Milênio também adotou o método das transmissões pela internet e divulgou o enredo “Ô abre-alas que Elas vão passar”. Tema que valoriza a luta e trajetória de várias mulheres na sociedade.

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        Já a Mocidade Unida da Mooca, inovou e utilizou a ferramenta que possibilita que todos os veículos de imprensa de mídia especializada vinculassem a transmissão. O papo entre o presidente Rafael Falanga e o carnavalesco André Rodrigues foi assistido por diversos sambistas, mesmo aqueles que não curtiam a página da agremiação. O enredo, no caso, é “Aruanda – O Eterno Retorno”, que conta a história de Aruanda, um paraíso espiritual através dos conceitos da Ubanda.

        A Camisa Verde e Branco traz o enredo “Rezadeiras. Na fé do trevo, eu te benzo, Na fé do trevo, eu te curo”, uma homenagem as mulheres através das rezas, pela fé das rezadeiras, responsáveis por cura de males individuais.

        Também com uma temática africana, a Leandro de Itaquera traz “No ecoar dos tamborins, e no feitiço da Leandro – de Dahomé as terras de encantaria – O cortejo da rainha Jeje e os segredos de Xelegbtá”, que aborda a história do candomblé Jeje, conhecido mundialmente pelos cultos aos vudus.

        Não julgada no ano passado, a Independente Tricolor intitula seu enredo como: “Brava gente. É hora de acordar”. A escola deixa claro que o tema não tem ideologias políticas, e explica que enredo é um grito de liberdade e que só o povo tem poder para mudanças.

        As escolas de samba Pérola Negra e Morro da Casa Verde, ambas também do Grupo de Acesso 1, ainda não divulgaram os enredos para o próximo carnaval.

        Quitéria Chagas lança filtro do Instagram em homenagem ao carnaval

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        Quitéria Chagas lançou um filtro no Instagram para homenagear as escolas de samba do Rio de Janeiro. Desenvolvido pelo italiano Luiggi Manasse para a sambista, tem o Sambódromo como cenário e o público pode usar e abusar da criatividade, escolhendo a bandeira da sua escola do coração.

        Esse filtro chegou em uma hora onde todas as agremiações promovem suas lives e eventos virtuais ajudando a alegrar e descontrair em um período de pandemia.

        Hoje, ela mora com a família em Milão, na Itália, e utiliza suas redes sociais para mostrar seu dia a dia e abordar temas sobre empoderamento feminino, intolerância social, como racismo, além de sempre enaltecer o Império Serrano e as escolas de samba.

        Quitéria aproveitou para falar sobre a nova gestão do Império Serrano.

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        “O Império Serrano está em um momento de união, e força, nesta nova gestão administrada pelo presidente Sandro Avelar e Rildo Seixas. Como imperiana só tenho que incentivar e ajudar”.

        Sinopse do enredo do Salgueiro para o próximo carnaval

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        Enredo: “RESISTÊNCIA”

        Maior cidade escravista das Américas, o Rio de Janeiro foi o palco da assinatura da Lei Áurea, diploma legal que extinguiu o trabalho cativo no Brasil. Abolir a escravidão, porém,não foi suficiente para promover as mudanças tão desejadas por todos nós. Abandonados pelo Império, continuamos sem condições para uma existência decente. Libertos, tornamo-nos prisioneiros da miséria nos cortiços, nas ruas, nos trabalhos precários e na ausência de direitos humanos e sociais básicos. Discriminados e marginalizados,sem cidadania, sem alternativas para uma vida digna, fomos lançados à nossa própria sorte. Excluídos – no dia seguinte, na década seguinte, no século seguinte –, vivemos, até hoje, sufocados.

        Ser preto no Brasil e no Rio de Janeiro, hoje, éter que lutar diariamente por respeito. Lutar para não ceder nem sucumbir à segregação e ao constrangimento promovidos pela sociedade e pelo Estado. É recusar os abusos e a submissão pela ausência de políticas públicas que poderiam promover melhores condições de vida. É não se deixar enganar pela pseudo “democracia racial”, sempre camuflada por hipocrisia, eufemismos ou subterfúgios mal disfarçados.

        Aqui, ser preto é,acima de tudo, um ato de RESISTÊNCIA.

        E resistir é ter nossa história, antes negada e silenciada, ressignificada e recontada no carnaval, lugar de alegria, mas também de diálogo com o mundo.Ao som dos tambores ancestrais, o Salgueiro foi pioneiro na introdução da temática africana nas escolas de samba. Seguiu na contramão da narrativa “oficial” do país e deu vez e voz aos personagens, heróis e protagonistas pretos. Como um Griot, transmitiu ricas histórias por meio de seus enredos e desfiles, consolidando a participação da escola no processo de resistência cultural e de luta contra o racismo institucional.

        Resistir é plantar um legado nos “chãos” do Rio de Janeiro. Criamos Quilombos, lugares de resistência e insurgência, com estrutura politica, econômica e social africana. Revivemos a história nas marcas deixadas na Pequena África, região que se destaca como lugar de acolhimento e também por personagens como as tias baianas festeiras da Praça XI, cozinheiras e Mães de Santo celebradas até hoje pela fantasia e pelo rodopio que as nossas Alas de Baianas exibem. Foram elas que formaram o espaço sociocultural do samba, entendido como extensão dos terreiros de Candomblé.

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        Resistir é professar nossa fé. Por ela nos unimos nas irmandades religiosas que faziam filantropia por justiça social. Construímos os terreiros de Candomblé, templos que são uma reinvenção do macro universo cultural e religioso trazido do continente africano. Desenvolvemos o Culto Omolokô e criamos a Umbanda, religião afro-brasileira surgida no Rio de Janeiro, que sincretiza elementos do Candomblé, do Espiritismo e do Catolicismo.

        Resistir é expressar nossa cultura para manter a continuidade de valores civilizatórios. Com a benção dos orixás, entramos na cozinha, espaço de saber, para alimentar o corpo e a alma. Para transformar alimentos, hábitos e a própria culinária brasileira. Ao som dos atabaques, “compramos o jogo” nas rodas de capoeira e dançamos jongo ou caxambu. Pisamos nos gramados para expulsar os cabelos esticados e o pó-de-arroz que “disfarçavam” a cor da nossa pele. Colorimos as passarelas e as ruas com as formas, signos, símbolos, texturas e acessórios de nossa moda.

        Resistir é fazer arte. Inquietos por representatividade e pela visibilidade que insistem em nos sonegar, criamos nossas próprias narrativas e espaços nas artes cênicas, como o Teatro Experimental do Negro. Assumimos nosso protagonismo e nos fizemos enxergar também por meio da literatura, da dança, das artes plásticas. Espalhamos para o mundo a vocação artística que reside em nós.

        Resistir é festejar. É revelar nossa maneira de ser por meio das festas, do modo de celebrar a vida, do entusiasmo que propicia o resgate de nossa identidade e afirmação existencial. Desde o chorinho na Festa da Penha, passando pelas escolas de samba, afoxés e blocos afro. Pelo pagode à sombra da tamarineira, pelo funk carioca e pelo charmoso baile sob o viaduto de Madureira.

        Resistir é existir.

        É continuar a reverberar a coragem dos nossos heróis contemporâneos de pele preta.

        É saber que somos frutos de uma mesma raiz de igualdade, fé, esperança, arte e vida.

        É crer que nenhuma luta foi em vão. Que nenhuma luta será em vão.

        É persistir no sonho de igualdade para que ele não seja silenciado.

        É entender que, juntos, em cada passo e em cada pequena mudança, seguiremos adiante.

        E é ter certeza que no dia em que fizermos cair todas as máscaras da discriminação, conseguiremos, enfim, respirar.

        Autoria e curadoria: Dra. Helena Theodoro
        Carnavalesco: Alex de Souza
        Concepção: Eduardo Pinto e Marcelo Pires (Diretoria Cultural)
        Texto: Paulo Barros

        Resistência é o enredo do Salgueiro para o próximo carnaval

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        O Salgueiro anunciou seu enredo para o próximo carnaval, na noite desta quarta-feira, em uma live no YouTube. “Resistência” é o título e o carnavalesco Alex de Souza, mais uma vez, é o responsável pelo desenvolvimento do desfile. Será o quarto carnaval do artista na vermelho e branco. * LEIA AQUI A SINOPSE DO ENREDO DO SALGUEIRO

        Durante a live de anúncio do enredo, ele falou sobre o tema escolhido pela escola.

        “Toda história é muito importante. É uma honra poder fazer parte do Salgueiro. Sempre admirei desde criança. É uma escola diferente. O lema é perfeito. Não teremos esse ano a festa na quadra para lançar o enredo. A vantagem da live é que estamos atingindo uma quantidade enorme de salgueirenses”, disse. * LEIA AQUI MAIS NOTÍCIAS DO CARNAVAL

        Alex de Souza citou a importância da parceria com o departamento cultural salgueirense no desenvolvimento do enredo.

        Resistência é o enredo do Salgueiro para o próximo carnaval

        “O departamento cultural do Salgueiro é um dos mais importantes e atuantes. Fizemos uma reunião e debatemos ideias. Durantes esses mesmos nós pensamos no enredo que seria apropriado para escola. E o departamento cultural decidiu por um enredo muito atual e com assunto eterno. Tem tudo a ver com o Salgueiro, que é protagonista na sua luta, desde os anos 60, e o enredo está nas discussões tanto do Brasil, quanto no mundo. Não poderia estar fora desse assunto tão importante que vamos desenvolver”.

        O enredo tem autoria e curadoria de Helena Theodoro e concepção da diretoria cultural salgueirense, através de Eduardo Ponto e Marcelo Pires. A sinopse tem o texto de Paulo Barros.

        Veja o vídeo do lançamento do enredo:

         

        Liga-SP nega suspensão do pagamento dos direitos de transmissão dos desfiles por parte da TV Globo

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        A Liga-SP, em comunicado divulgado na tarde desta quarta-feira, esclareceu que não existe nenhuma suspensão de pagamentos por parte da TV Globo para as escolas de samba do Carnaval de São Paulo. Em matéria publicada pelo jornalista Léo Dias, no site Metrópoles, a informação é que a Globo suspendeu os pagamentos no Rio de Janeiro e em São Paulo.

        Confira abaixo a nota da Liga-SP na íntegra:

        “Nesta quarta-feira (8), informações equivocadas sobre o Carnaval paulistano despontaram na grande mídia. Por isso, a Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo esclarece que não é verdadeira a notícia que circula sobre a suspensão de pagamentos por parte da TV Globo para as escolas de samba do Carnaval de São Paulo.

        Assim como as agremiações precisaram se reinventar diante do cenário atípico provocado pela pandemia da Covid-19 para exercerem com maior intensidade o papel de entidades sociais nas suas comunidades, há também uma preocupação com a saúde de todos por parte da Liga-SP e da Globo. Em São Paulo, ao contrário do que dizem as notícias publicadas nesta quarta (8), não existe nenhum tipo de comunicação oficial em relação ao Carnaval de 2021 vinda da detentora dos direitos de transmissão dos desfiles, tampouco um atraso no cronograma de pagamentos.

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        Como parceiras que são, a Liga-SP e a TV Globo estudam e planejam os próximos passos do Carnaval paulistano em conjunto, com o apoio da Prefeitura. Qualquer informação que não tenha sido divulgada por estas três instituições sobre os desfiles das escolas de samba na cidade de São Paulo, portanto, é mera especulação”.