Compositores: Paulo Cesar Feital, Henrique Hoffmann, Andinho Samara STS, André do Posto 7, Jefferson Oliveira e Ronaldo Fininho
Intérpretes: Tinga e Zé Paulo Sierra
Firma ponto no juremá, pro corpo fechar
Patuá e Ladainha
Risca pemba no chão
Tem erva, farinha e facão
A vida é rinha!
Ginga de Angola ancestral
Falange, Ogã, berimbau
Besouro… Saravá… Serrinha!
Canta o justiceiro vingador
Que Mestre Alípio ensinou
O negro há de se orgulhar
Filho de faísca é fogo
Se entra no jogo é pra incendiar
Camará… Mangangá… Toque de Cavalaria
Camará… Mangangá… Não aceita tirania
Se quebrar pra São Caetano
O cativo azeda o mel
Negro feito na cabaça não se rende a coronel
No Tucum o fim da vida
Finda a vida nasce a luta
E o revide do pretume
Idalina força bruta
Amazonas valentia
Salve Manoel Pereira
Meia lua de caboclo rabo de arraia é pedreira
Não chore não meu mano
Que eu volto já
Contra toda intolerância sou Exu de Oxalá
Não chore não meu mano
Que eu volto já
Hoje o Rei da Resistência
Capoeira quer jogar
Bate marimba Camará
Camugerê Paticumbum
Sou eu Império
Da Patente de Ogum


A Liesa decidiu no mês de setembro que não haverá desfiles em 2021 na data religiosa do carnaval, em fevereiro, em virtude da pandemia do novo coronavírus. Entretanto o cenário de incertezas causado pela Covid-19 permanece afligindo escolas de samba e profissionais e deixa muitas perguntas ainda sem resposta. Haverá desfile em 2021? Quando? Como as escolas farão para ter fluxo de caixa? O que fazer com os profissionais que dependem da festa para se sustentar?
Erradamente muita gente no mundo do carnaval atestou que a União da Ilha reeditaria no próximo carnaval o enredo de 1989 da escola, ‘Festa Profana’. Em entrevista concedida ao site CARNAVALESCO, o presidente da tricolor insulana, Djalma Falcão, revelou que nunca foi confirmado este enredo e que foi o intérprete Ito Melodia quem revelou o seu desejo e não a escola de maneira institucional ou oficial.