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Programação da semana no Bar do Zeca Pagodinho

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O Bar do Zeca Pagodinho segue com sua programação ao vivo sempre de terça à domingo. E, neste mês de dezembro, a casa traz duas grandes novidades, o novo show “Arlindindo Canta Arlindo”, uma homenagem do sambista a seu pai e “Xande de Pilares – Falando de Samba”, show que o artista idealizou especialmente para o público do Bar do Zeca Pagodinho.

PROGRAMAÇÃO BAR DO ZECA PAGODINHO – DE 01 a 06/12

TERÇA-FEIRA: 01/12

Sambinha do Primeiro Amor: Primeiro Amor, é uma banda conceito que fala do amor de ontem, hoje e de sempre. A banda já se apresentou em diversas casas de shows pelo Rio de Janeiro vai estar no Bar do Zeca Pagodinho, todas às terças-feiras, durante o mês de Dezembro. No repertório, um cardápio musical bem variado com canções de artistas consagrados como, Raça Negra, Soweto, Jeito Moleque, Art Popular, Negritude Júnior, SPC, Exaltasamba, Dilsinho, Ferrugem, Thiaguinho, Imaginasamba, Turma do Pagode e outros. Eles prometem levar o público para uma viagem através do tempo e assim recordar grandes clássicos do samba e do pagode.

Show: 20h30
Couvert Artístico: R$ 25,00

QUARTA-FEIRA: 02/12

Arlindinho: O cantor e compositor Arlindinho apresenta pela primeira vez o show, “Arlindinho Canta Arlindo”, no Bar do Zeca Pagodinho, todas quartas-feiras, durante o mês de Dezembro, iniciando em 02 de Dezembro, Dia Nacional do Samba. Nele, Arlindinho passeia pelos grandes sucessos de Arlindo Cruz, como, “Bom Aprendiz”, “Virou Religião”, “O Meu Lugar” e, claro, a aclamada, “O Show Tem Que Continuar”. O público poderá conhecer um pouco mais da obra do compositor Imperiano, que tem mais de 800 canções gravadas. O repertório engloba todas as fases da carreira do mestre Arlindo Cruz, desde os tempos de Fundo de Quintal, passando pela parceria com Sombrinha até a sua carreira solo. Arlindinho será acompanhado por: Henrique Arcanjo (percussão), Paulo Bonfim (bateria), Marquinhos Nunes (cavaco) e Danilo Rodrigues (violão).

Show: 20h30
Couvert Artístico: R$ 25,00

QUINTA-FEIRA: 03/12

Xande de Pilares: Xande de Pilares é uma das atrações especiais do Bar do Zeca Pagodinho. O sambista criou, especialmente para a ocasião, o show “Falando de Samba” que será apresentado nas três primeiras quintas de dezembro com repertório diferente a cada semana. Nesta primeira, Xande interpreta sambas de sucesso dos anos 70 até os atuais, na segunda canta músicas de autores que influenciaram sua carreira como, Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Fundo de Quintal. E, para finalizar, o último dia será reservado para homenagear compositores oriundos de Escolas de samba como Monarco, Geraldo Babão, Gracia do Salgueiro, entre outros.

Show: 20h
Couvert Artístico: R$ 25,00

SEXTA-FEIRA: 04/12

Michelini Cardoso: A cantora e compositora Micheline Cardoso, tem feito uma trajetória marcante nas casas de shows com sua roda de samba. Micheline foi backing vocal de artistas consagrados dentre eles, Martinho da Vila, Nando Reis, Geraldo Azevedo, Elba Ramalho e muitos outros. No repertório, apresenta releituras de sambas de grandes mestres como, Cartola, João Nogueira, Arlindo Cruz, Almir Guineto, Nelson Cavaquinho, Chico Buarque, Zeca Pagodinho e outros.

Paulão Sete Cordas e Júlio Estrela: Produtor musical, arranjador e violonista, Paulão se apresenta com o cantor Júlio Estrela, interpretando os grandes clássicos de Candeia, Nelson Cavaquinho, Cartola e sucessos de Zeca Pagodinho, Martinho da Vila, Jorge Aragão, Wilson Moreira, Zé Keti e muitos outros. No show, além de contar com a participação de Júlio Estrela (voz), Paulão será acompanhado por, Binho (Cavaquinho), Rodrigo de Jesus (pandeiro), Jagunço (tantan) e Alex Almeida (surdo).

Shows:18h / 20h30min
Couvert Artístico: R$ 25,00

SÁBADO: 05/12

Grupo Ciranda: Formado em 2006, e aproveitando o grande entrosamento e experiência no meio musical, os amigos e músicos que integravam bandas de vários artistas da MPB, resolveram criar um trabalho próprio, batizado pelo grande compositor Luís Carlos da Vila a quem o grupo acompanhou em muitas rodas de samba, shows e festivais pelo Brasil. Nesta apresentação, o Ciranda, interpreta sambas de, Monarco, Paulinho da Viola, Zeca Pagodinho, Fundo de Quintal, Arlindo Cruz, entre tantos outros. O time é composto por: Alessandro Cardozo (cavaquinho e voz), Alexandre Nunes (banjo e voz), Leandro Saramago (violão e voz), Rodrigo Jesus, Rodrigo Reis e Dinho, (percussão).

Grupo Arruda: Com 15 anos de carreira, o grupo apresenta um repertório com uma mistura de clássicos e músicas autorais. O Arruda é formado por: Maria Menezes (vocal) Gustavo Palmito (repique mão e percussão), Fabão Araújo (surdo), Marcelinho (tantan), Anderson Popó (percussão geral), Nego Josy (voz e pandeiro), Vitor Budóia (violão) e Armandinho do Cavaco (cavaquinho).

Nando do Cavaco: Cavaquinhista com uma carreira de mais de 30 anos, Nando já acompanhou diversos shows de grandes nomes do samba, como, Beth Carvalho, Jorge Aragão e Monarco. Com seu repertório amplo, o músico recorda grandes composições que fizeram história e também sucessos que vão desde clássicos até os atuais.

Shows: 12h30min/ 16h30min / 20h30min
Couvert Artístico: R$ 25,00

DOMINGO: 06/12

Feijoada do Leandro Sapucahy: O cantor, compositor e produtor foi influenciado pelos pais que eram apaixonados pela Música Popular Brasileira. Nesta Feijoada, Leandro Sapucahy apresenta sucessos da carreira como, “Favela Fashion Week”, “Efeito Amor”, “Cuca Quente” e outros.

Abertura/ Samba do Gota: O Samba do Gota vem ganhando destaque por suas apresentações marcantes com muito samba de raiz, pagode retrô e sucessos da atualidade. Sua formação atual é: Gota (cavaquinho), Júlio (pandeiro), Maiquinho (percussão geral) e Beto (violão).

Shows a partir das: 14h
Couvert Artístico: R$ 25,00

SERVIÇO:BAR DO ZECA PAGODINHO

Endereço: Av. das Américas, 8585 – Shopping Vogue Square – B. da Tijuca
Telefone: (21) 3030-9097
Couvert Artístico: R$ 25,00
Horários de Funcionamento:
Terça à Sexta: 17h às 0h30min
Sábados: 12h às 0h30min
Domingos:12h às 0h
Capacidade: 50% do público
Faixa etária: 18 anos
Aceita todos os cartões de débito e crédito
OBS: *Não fazemos reservas de mesas
* Entrada somente com máscaras

Evento online reúne uma série de palestras e aulas com grandes artistas do carnaval

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Em mais uma parceria da revista de arte Caju e do multiplataforma Carnavalize, as equipes dos dois projetos se reuniram e montaram uma seleção estelar para produzir o Mergulho de Carnaval. Com o objetivo de matar as saudades de nossa folia e promover debates sobre os múltiplos saberes artísticos da festa, o evento virtual contará com aulas, workshops e palestras com nomes fundamentais para a história contemporânea dos desfiles das escolas de samba.

O evento acontecerá em um fim de semana inteiro, dividido nos dias 5 e 6 de dezembro. Por conta do cenário pandêmico, ele ocorrerá virtualmente, via Zoom. Para garantir que ninguém perderá nenhum momento dos encontros, eles serão gravados e disponibilizados com link intransferível para os presentes. A organização é da curadora Daniela Name e do historiador da arte Leonardo Antan.

Após o sucesso de dois cursos de Leandro Vieira sobre o seu processo de criação e de um curso sobre a estética das escolas de samba, de Leonardo Antan e Daniela Name, mais um grande evento virtual foi preparado para o público apaixonado pelo carnaval e para os foliões curiosos e iniciantes.

A programação contará com aulas sobre o processo criativo de Jorge Silveira, Leonardo Bora, Gabriel Haddad, João Vitor Araújo e Guilherme Estevão, além de um workshop sobre cor e forma com a Maria Augusta, carnavalesca e comentarista da festa, e uma aula sobre carnavais críticos com Jack Vasconcelos e Luiz Fernando Reis, unindo diferentes gerações que criaram importantes narrativas na Avenida.

Haverá ainda mesas sobres os quesitos musicais e corporais, com participação da porta-bandeira Lucinha Nobre, a rainha de bateria Evelyn Bastos, os compositores Cláudio Russo e Manu da Cuíca e os coreógrafos Priscilla Mota e Rodrigo Negri, responsáveis por comissões de frente inesquecíveis. O ponto alto dos dois dias de programação será uma entrevista exclusiva com o multicampeão Renato Lage, atualmente carnavalesco da Portela ao lado de Márcia Lage, fazendo um panorama sobre sua carreira.

A iniciativa busca valorizar o carnaval como manifestação artística fundamental da História do país, promovendo discussões sobre seus fazeres artísticos e a manutenção dos seus saberes. O projeto conta ainda com retorno financeiro aos profissionais da folia, diante do cenário de instabilidade do carnaval por conta da pandemia.

mergulho

Para inscrição e mais informações sobre o investimento e as formas de pagamento, deve-se acessar o evento no Sympla: https://www.sympla.com.br/mergulho-de-carnaval—caju-e-carnavalize__1014306.

Confira a programação completa:

Dia 5 de dezembro, sábado

10h: E quando o carnaval nos inspirou a fazer uma pausa? – Aula de boas vindas com DANIELA NAME, da Caju, e LEONARDO ANTAN, do Carnavalize.

11h: Comissões de frente: um quesito em transformação – Palestra com PRISCILLA MOTA e RODRIGO NEGRI. A mediação é de Felipe Tinoco, do Carnavalize.

13h30: Workshop Teoria da Forma e Teoria da Cor com MARIA AUGUSTA, a artista responsável por carnavais históricos na União da Ilha. A mediação é de Priscila Medeiros, da Caju.

14h30: Samba-enredo, letra e música: um debate com MANU DA CUÍCA e CLAUDIO RUSSO. A mediação é de Eryck Quirino, do Carnavalize.

16h: Bordando processos – Uma aula com LEONARDO BORA e GABRIEL HADDAD.

Dia 6 de dezembro, domingo

10h: Histórias do Acesso – Aula com JOÃO VITOR ARAÚJO e GUILHERME ESTEVÃO. A mediação é Marcelo Coutinho, da Caju.

11h15: Um carnaval de brinquedo – Palestra sobre processo criativo com JORGE SILVEIRA.

13h30: Narrativas do Corpo – Debate com LUCINHA NOBRE e EVELYN BASTOS. A mediação é de Beatriz Freire, do Carnavalize.

14h45: Carnaval e política: esta dobradinha ainda assusta? – Uma aula com LUIZ FERNANDO REIS e JACK VASCONCELOS. A mediação de Daniela Name e Leo Antan.

16h30: Tantos carnavais: uma entrevista-depoimento com RENATO LAGE – As equipes de Caju e Carnavalize entrevistam o carnavalesco da Portela, responsável por carnavais antológicos na Mocidade, no Salgueiro, no Império Serrano e na Unidos da Tijuca.

19h: Um serão com MARIA AUGUSTA – Debate sobre os resultados dos processos do Workshop.

Museu do Samba: Exposição se propõe a fazer uma imersão nas origens do samba e na formação das escolas

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O Museu do Samba lança nesta quarta-feira uma exposição para celebrar os saberes ancestrais negro-africanos, os fundamentos religiosos e a diversidade sociocultural, com destaque para as raízes do samba no Rio de Janeiro. Devido às restrições impostas pela pandemia, o público vai poder participar da abertura da exposição através de uma visita virtual guiada pelo historiador Luiz Antônio Simas. A partir daí, a mostra estará aberta para pequenos grupos, através de agendamento.

“SEMBA/SAMBA: Corpos e Atravessamentos” foi idealizada por um time de especialistas, formado pelos pesquisadores Rachel Valença, Aloy Jupiara, Felipe Ferreira e Nilcemar Nogueira, com pesquisas e textos dos escritores e sambistas Nei Lopes e Luiz Antônio Simas. Além disto, o projeto expográfico e a concepção artística são assinados pelos carnavalescos Gabriel Haddad e Leonardo Bora. Todos se entendem curadores, um coletivo de amantes do samba dispostos a promover discussões através de diálogos com artistas cujas obras evocam múltiplas vivências, travessias e memórias.

Os espaços da mostra são compostos de reproduções de trabalhos de artistas como Rosa Magalhães, Fernando Pinto, Mulambö, Tia Lúcia, Rosana Paulino, Júlia Tavares e Ayrson Heráclito, além de figurinos de Rafael BQueer e Samile Cunha, esculturas carnavalescas de Marina Vergara e pinturas originais de Nelson Sargento e Wanderley Caramba, representantes dos “Sambistas Pintores”, e fotografias de Daniel Taveira, Wigder Frota e Almir Junior. A proposta é buscar detalhar as facetas que envolvem o samba e as escolas de samba, as conexões religiosas – sempre flertando entre o sagrado e o profano -, destacar toda a diversidade de sentidos que liga o Brasil aos nossos ancestrais africanos, tudo com um toque de louvor e reconhecimento da importância de todas essas referência na nossa cultura.

semba

A exposição conta com criações de vários carnavalescos contemporâneos e obras especialmente concebidas para o projeto, como a série “Portas marítimas”, de Antônio Gonzaga, jovem artista e compositor do Salgueiro que também assina o design da exposição. A programação envolve uma série de ativações, encontros com artistas, aulas, debates, performances e visitas guiadas.

Serviço

“Semba/Samba – Corpos e Atravessamentos”
De 2/12/2020 a 2/12/2021
Abertura com Ritual de Lavagem do Museu pelas baianas do santo e do samba
Visita virtual mediada com o pesquisador Antonio Simas pelo canal do Museu do Samba – no Youtube
Museu do Samba – Rua Visconde de Niterói, 1296 – Mangueira, Rio de Janeiro.
Telefone para agendamento: (21) 3234.5777
Site: http://museudosamba.org.br

Trem do Samba terá live na quadra da Portela na quarta-feira para celebrar o Dia Nacional do Samba

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Nesta quarta-feira, 2 de dezembro, Dia Nacional do Samba, acontece a Live do Trem do Samba, direto da quadra da Portela, com Marquinhos de Oswaldo Cruz e vários convidados, entre eles, Jorge Aragão, Monarco, Nelson Sargento, Noca da Portela e Zé Luiz do Império.

marquinhos de Oswaldo Cruz no Trem do Samba

Em razão da pandemia, o evento não poderá ocorrer da maneira tradicional: com muita aglomeração e calor humano. Porém, dada a importância do Trem do Samba para a cultura brasileira, o encontro será de forma virtual o espírito de celebração, buscando reproduzir da melhor maneira possível o clima de festa.

A live será transmitida nas páginas de YouTube e Facebook do Trem do Samba. Começa às 19h. Durante a live, serão arrecadadas doações para o projeto social Mesa Brasil Sesc, com o qual o Trem do Samba tem uma antiga parceria (já tendo arrecadado, em uma única edição, 2,5 toneladas de alimentos).

Em Cima da Hora dispensa o casal Robson e Ana Paula

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A Em Cima da Hora comunica que desligou nesta tarde o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da escola, Robson e Ana Paula.

Veja o comunicado da escola:

Em Cima da Hora MS e PB

“A mudança do segmento se deve a uma reestruturação pensada pela presidência da agremiação. Os novos nomes para os respectivos cargos serão anunciados em breve. A Em Cima da Hora agradeceu ao casal, que tão bem defendeu o nosso pavilhão, por toda a dedicação ao longo do tempo que esteve na escola”.

Eduardo Paes: ‘Carnaval é uma manifestação cultural fantástica e tem impacto econômico importantíssimo no Rio’

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A partir de 1º de janeiro de 2021, Eduardo Paes volta para Prefeitura do Rio de Janeiro. Será seu terceiro mandato. Durante o primeiro turno das eleições de 2020, ele conversou com o site CARNAVALESCO e explicou o que pensa sobre o carnaval na cidade.

APOIO PARA ESCOLAS DE SAMBA

Eduardo Paes: “Sempre apoiei o carnaval não porque amo a Portela, as escolas, o samba. Sempre separei meus gostos pessoais dos meus deveres institucionais como prefeito. O carnaval é uma manifestação cultural fantástica e que tem um impacto econômico importantíssimo na cidade do Rio. Isso tudo tem a ver com a nossa identidade, com o jeito de ser do carioca, uma marca que exportamos para outros lugares do Brasil e do mundo. Quando fui prefeito me dediquei a reformar as quadras das escolas de samba porque o meu objetivo era dar sustentabilidade a elas. Porque essa dependência do poder público, de um patrono não é o ideal e as agremiações são muito maiores do que isso. O caminho ideal é o poder público oferecer condições de sustentabilidade, para que as escolas se tornem independentes. E é isso que vou fazer ao dar o apoio que sempre dei”. (Fotos de Henrique Matos)

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CIDADE DO SAMBA 2

Eduardo Paes: “Sou totalmente a favor e quis construir a Cidade do Samba 2, só que o mundo e o Brasil enfrentaram uma grave crise econômica nos meus últimos anos de governo e não consegui fazer. Mas cheguei a comprar um terreno que era do Exército para erguer a Cidade do Samba 2, destinada às escolas do Grupo de Acesso. O local é ao lado do Maracanã, de fácil acesso, próximo ao Morro da Mangueira e do Sambódromo. Infelizmente, o prefeito atual nada fez lá e esse é um projeto que vou tirar do papel”.

IMPORTÂNCIA DO CARNAVAL PARA ARRECADAÇÃO DA CIDADE

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“Como já disse, o carnaval é uma manifestação cultural fantástica e que tem um impacto econômico importantíssimo na cidade do Rio. Por isso, o prefeito precisa entender e ter a compreensão de que o Carnaval é um importante ativo e que movimenta a economia da cidade. Um Carnaval chega movimentar mais de R$ 2,5 bilhões e gera milhares de empregos. O que precisa é ser gestor, saber administrar e ter compreensão institucional. Infelizmente, o maior problema do prefeito Marcelo Crivella não foi de ter deixado de dar o subsídio, algo que por si só é grave, mas o pior foi a falta de respeito com a importância cultural do carnaval. E ele foi covarde ao falar: ‘vou tirar recursos do carnaval para colocar nas creches’. Isso é uma maneira de tentar colocar a população contra o carnaval. Como se R$ 10 milhões tirados do carnaval fossem recuperar todas as creches. Por exemplo, o orçamento da Educação são R$ 5 bilhões e, neste caso, R$ 10 milhões não iriam fazer tanta diferença. Como prefeito, vou trabalhar para recuperar não só carnaval, mas para que todos os grandes eventos na cidade voltem a ter a importância e a magnitude que merecem e que são tão importantes para a cultura e para a economia da nossa cidade”.

Recado dado! Cariocas respondem nas urnas comentário de Crivella sobre chapéu de Zé Pilintra usado por Eduardo Paes

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O recado foi muito bem dado nas urnas. Os eleitores da Cidade Maravilhosa derrotaram o bispo licenciado da Igreja Universal, Marcelo Crivella, com mais de 715 mil votos de vantagens para Eduardo Paes. Foram 1.629.319 para Eduardo e 913.700 para o bispo. Os sambistas estão de alma lavada, ainda mais depois que o atual prefeito atacou a entidade de seu Zé Pilintra, quinta-feira, no debate da TV Globo.

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“O Eduardo dava R$ 70 milhões para o carnaval porque queria desfilar, ia lá com o chapeuzinho do Zé Pelintra. Saia na capa do jornal, queria autopromoção, por isso pegava dinheiro das pessoas para se promover”, disse Crivella.

Por isso, neste domingo, milhares de sambistas, apaixonados por carnaval e religiosos, foram votar com o querido chapéu. Eduardo Resino e o pai, conhecido como Chumbo, produzem os chapéus que ficaram famosos na quadra da Portela. Ao site CARNAVALESCO, Eduardo comentou o que sentiu quando ouviu a declaração de Crivella.

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“Estava assistindo o debate e fiquei surpreso com o tom que ele (Crivella) usou. Parecia algo que já o incomodava bastante tempo. É uma total falta de empatia dele e preconceito com os sambistas e todos religiosos de matrizes africanas. Na hora senti repúdio. O meu maior público é formado por essas duas linhas e sou muito grato a isso”, disse.

O produtor dos chapéus contou que a procura aumentou após a declaração de Crivella. Ao lado do pai, ele personalizam ao gosto do cliente.

“Após o debate o número de vendas cresceu. O chapéu personalizado para as escolas de samba é criação do meu pai. Antes, eles não levavam os nomes bordados das escolas e nem símbolos. Eles podem ser usados por homens e mulheres. Para jovens e crianças, nós temos uma modelagem menor”, explicou.

Os interessados em adquirirem os chapéus personalidades podem entrar em contato pelo telefone (21) 99937-4645. O valor varia de R$ 25 a R$ 50.

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Intérprete Celsinho Mody está com Covid-19

O intérprete Celsinho Mody, do Paraíso do Tuiuti e Tatuapé, informou na noite desta sexta-feira que está com Covid-19. O cantor explicou que está em isolamento e é assintomático.

Veja a publicação do artista:

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“Tenho que informar a todos que fui infectado COVID 19, já estou em isolamento e por hora assintomático. Agradeço a todas as manifestações de carinho e vamos com Deus na frente vencer mais essa batalha. Infelizmente nós músicos e tantos outros profissionais chegamos no limite com os 8 meses de isolamento e tivemos que sair para trabalhar, quero deixar minha energia positiva para a urgente recuperação e cura de todos os irmãos que estão na mesma situação pelo mundo inteiro”.

João Vitor na coluna Espaço do Sambista: ‘A origem das escolas de samba é negra’

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O carnavalesco João Vitor Araújo, considerado um dos maiores talentos da nova geração, carrega o DNA de luta, amor e resistência no carnaval. Ele concedeu entrevista para a coluna “Espaço do Sambista”, que é publicada toda sexta-feira no jornal MEIA HORA. Veja abaixo o papo na íntegra.

Em um sentido mais amplo, por que o carnaval tem poucos carnavalescos negros?

João Vitor: “Falar sobre isso sempre acaba gerando polêmica. Infelizmente, quando este assunto vem a baila, uma quantidade expressiva de pessoas que se dizem apaixonadas por carnaval, são incapazes de compreender a origem das escolas de samba que é negra. Tão sempre ali proferindo comentários preconceituosos, falando que é mimimi. Muitos não tem boa vontade de entender o quão tudo isso é grave, principalmente, por se tratar de uma festa que é genuinamente negra como eu disse anteriormente. E quando você nota a ausência de artistas negros na linha de frente dos desfiles, não se pode simplesmente dizer que a razão dessa ausência é porque nós não queremos, não nos interessamos, que a oportunidade é para todos e nós é que não a abraçamos. Isso é um absurdo. Acho que tudo isso está incluído no racismo estrutural. Automaticamente muitas pessoas aprenderam e acostumaram a associar a arte do carnaval a um artista branco. Eu já falei com você algumas vezes que ainda causo estranheza em algumas pessoas, por ser carnavalesco negro. Acho que temos uma caminhada de luta muito grande para que esse quadro empreteça. Existem muitos artistas negros fabulosos nos grupos de acesso, aguardando apenas uma oportunidade. Essa chance só pode ser dada por aqueles que estão no comando das administrações. É preciso esquecer as comparações maldosas. Já dizia um ditado antigo: ‘Sem oportunidade não há experiência’. Ainda te digo mais, não gosto de ser rotulado como o único carnavalesco negro do Especial (nem sou mais rs), gostaria de ser apenas carnavalesco, desde que outros artistas negros também estivessem ocupando a mesma profissão no grupo principal. Aí sim poderíamos dizer que a profissão é ‘racialmente democrática’.

O que você pensa desse momento de enredos que citam causas sociais?

João Vitor: “Acho fantástico. Estamos vivendo um momento de total desgoverno. O racismo cada vez mais escancarado, a política retrocedendo cada vez mais. Acho que são razões mais do que suficiente para tratar em forma de enredo ou pelo mesmo como passagem dentro de um enredo. Acho pertinente, não acho batido como dizem por aí. Quantas anos seguidos vimos várias escolas homenageando cidades? Muitas sem grandes relevâncias históricas?  Tem espaço para o lúdico, para o biográfico, para o histórico, CEP e para as críticas políticas e sociais também. Não falar sobre os dois temas perguntados, acho que só se o Brasil fosse o país das maravilhas, como dizia Joãozinho Trinta”.

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Você teve grande destaque no Acesso. Dizem que é uma escola. Mas como se destacar lá hoje sem condição de estrutura e de finança?

João Vitor: “O Grupo de Acesso será sempre a verdadeira universidade para quem sonha em realizar seus sonhos carnavalescos no Grupo Especial. Todas as teorias acadêmicas caem por terra. Muitas vezes não conseguimos concretizar o que foi projetado no papel. O trabalho na prática muitas vezes faz com que ignoremos o que sonhamos. É preciso ser perspicaz para tomar as melhores decisões, ter paciência, pensar muito rápido nos momentos mais difíceis, ser muito criativo sem perder o bom gosto e o carinho pelo trabalho. Este grupo dirá se você está pronto ou não”.

Qual sua mensagem para um menino que ler essa entrevista e sonha em ser um carnavalesco como você?

João Vitor: “Interessante esse pergunta, pois é por eles que eu luto, não desisto e quero seguir em frente. Fazer carnaval não é fácil, só quem tem amor por tudo isso, é capaz de enfrentar todos os obstáculos encontrados pela frente. Não temos quase nenhum dia de paz, mas depois que você vê o resultado lá na frente, tudo compensa. Hoje eu tenho muitos admiradores pelo Brasil a fora. Recebo inúmeras mensagens de meninos que dizem me ter como referência artística, de coragem e determinação. Isso me deixa muito orgulhoso. Costumo sempre dizer para eles que sejam aquilo que eles quiserem ser, por mais difícil que a vida esteja, sonhar vale muito a pena, conseguir realizar é melhor ainda. Querem ser carnavalesco? Sejam. Estudem, pesquisem, aprendam. A profissão é linda, mesmo com inúmeras dificuldades. Eu espero que os desfiles de escolas de samba aconteçam nos próximos mil anos. Para isso, renovar será sempre preciso”.

Com Covid-19, Neguinho da Beija-Flor é internado e grava mensagem para os fãs

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O intérprete Neguinho da Beija-Flor foi internado após passar alguns dias em casa tentando se recuperar da Covid-19. Em publicação nas redes sociais do cantor, a esposa Elaine explicou o caso.

“Ontem (quinta-feira), o médico sugeriu a internação pois achou que a hidratação via oral não estava satisfatória. Para evitar o agravamento do quadro por conta de desidratação, o médico optou por hidratação intravenosa. Mas ele está bem, sem qualquer complicação em decorrência do vírus”.

Veja abaixo o vídeo com a mensagem do intérprete da Beija-Flor