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Em Cima da Hora dispensa o casal Robson e Ana Paula

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A Em Cima da Hora comunica que desligou nesta tarde o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da escola, Robson e Ana Paula.

Veja o comunicado da escola:

Em Cima da Hora MS e PB

“A mudança do segmento se deve a uma reestruturação pensada pela presidência da agremiação. Os novos nomes para os respectivos cargos serão anunciados em breve. A Em Cima da Hora agradeceu ao casal, que tão bem defendeu o nosso pavilhão, por toda a dedicação ao longo do tempo que esteve na escola”.

Eduardo Paes: ‘Carnaval é uma manifestação cultural fantástica e tem impacto econômico importantíssimo no Rio’

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A partir de 1º de janeiro de 2021, Eduardo Paes volta para Prefeitura do Rio de Janeiro. Será seu terceiro mandato. Durante o primeiro turno das eleições de 2020, ele conversou com o site CARNAVALESCO e explicou o que pensa sobre o carnaval na cidade.

APOIO PARA ESCOLAS DE SAMBA

Eduardo Paes: “Sempre apoiei o carnaval não porque amo a Portela, as escolas, o samba. Sempre separei meus gostos pessoais dos meus deveres institucionais como prefeito. O carnaval é uma manifestação cultural fantástica e que tem um impacto econômico importantíssimo na cidade do Rio. Isso tudo tem a ver com a nossa identidade, com o jeito de ser do carioca, uma marca que exportamos para outros lugares do Brasil e do mundo. Quando fui prefeito me dediquei a reformar as quadras das escolas de samba porque o meu objetivo era dar sustentabilidade a elas. Porque essa dependência do poder público, de um patrono não é o ideal e as agremiações são muito maiores do que isso. O caminho ideal é o poder público oferecer condições de sustentabilidade, para que as escolas se tornem independentes. E é isso que vou fazer ao dar o apoio que sempre dei”. (Fotos de Henrique Matos)

paes academia2

CIDADE DO SAMBA 2

Eduardo Paes: “Sou totalmente a favor e quis construir a Cidade do Samba 2, só que o mundo e o Brasil enfrentaram uma grave crise econômica nos meus últimos anos de governo e não consegui fazer. Mas cheguei a comprar um terreno que era do Exército para erguer a Cidade do Samba 2, destinada às escolas do Grupo de Acesso. O local é ao lado do Maracanã, de fácil acesso, próximo ao Morro da Mangueira e do Sambódromo. Infelizmente, o prefeito atual nada fez lá e esse é um projeto que vou tirar do papel”.

IMPORTÂNCIA DO CARNAVAL PARA ARRECADAÇÃO DA CIDADE

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“Como já disse, o carnaval é uma manifestação cultural fantástica e que tem um impacto econômico importantíssimo na cidade do Rio. Por isso, o prefeito precisa entender e ter a compreensão de que o Carnaval é um importante ativo e que movimenta a economia da cidade. Um Carnaval chega movimentar mais de R$ 2,5 bilhões e gera milhares de empregos. O que precisa é ser gestor, saber administrar e ter compreensão institucional. Infelizmente, o maior problema do prefeito Marcelo Crivella não foi de ter deixado de dar o subsídio, algo que por si só é grave, mas o pior foi a falta de respeito com a importância cultural do carnaval. E ele foi covarde ao falar: ‘vou tirar recursos do carnaval para colocar nas creches’. Isso é uma maneira de tentar colocar a população contra o carnaval. Como se R$ 10 milhões tirados do carnaval fossem recuperar todas as creches. Por exemplo, o orçamento da Educação são R$ 5 bilhões e, neste caso, R$ 10 milhões não iriam fazer tanta diferença. Como prefeito, vou trabalhar para recuperar não só carnaval, mas para que todos os grandes eventos na cidade voltem a ter a importância e a magnitude que merecem e que são tão importantes para a cultura e para a economia da nossa cidade”.

Recado dado! Cariocas respondem nas urnas comentário de Crivella sobre chapéu de Zé Pilintra usado por Eduardo Paes

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O recado foi muito bem dado nas urnas. Os eleitores da Cidade Maravilhosa derrotaram o bispo licenciado da Igreja Universal, Marcelo Crivella, com mais de 715 mil votos de vantagens para Eduardo Paes. Foram 1.629.319 para Eduardo e 913.700 para o bispo. Os sambistas estão de alma lavada, ainda mais depois que o atual prefeito atacou a entidade de seu Zé Pilintra, quinta-feira, no debate da TV Globo.

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“O Eduardo dava R$ 70 milhões para o carnaval porque queria desfilar, ia lá com o chapeuzinho do Zé Pelintra. Saia na capa do jornal, queria autopromoção, por isso pegava dinheiro das pessoas para se promover”, disse Crivella.

Por isso, neste domingo, milhares de sambistas, apaixonados por carnaval e religiosos, foram votar com o querido chapéu. Eduardo Resino e o pai, conhecido como Chumbo, produzem os chapéus que ficaram famosos na quadra da Portela. Ao site CARNAVALESCO, Eduardo comentou o que sentiu quando ouviu a declaração de Crivella.

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“Estava assistindo o debate e fiquei surpreso com o tom que ele (Crivella) usou. Parecia algo que já o incomodava bastante tempo. É uma total falta de empatia dele e preconceito com os sambistas e todos religiosos de matrizes africanas. Na hora senti repúdio. O meu maior público é formado por essas duas linhas e sou muito grato a isso”, disse.

O produtor dos chapéus contou que a procura aumentou após a declaração de Crivella. Ao lado do pai, ele personalizam ao gosto do cliente.

“Após o debate o número de vendas cresceu. O chapéu personalizado para as escolas de samba é criação do meu pai. Antes, eles não levavam os nomes bordados das escolas e nem símbolos. Eles podem ser usados por homens e mulheres. Para jovens e crianças, nós temos uma modelagem menor”, explicou.

Os interessados em adquirirem os chapéus personalidades podem entrar em contato pelo telefone (21) 99937-4645. O valor varia de R$ 25 a R$ 50.

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Intérprete Celsinho Mody está com Covid-19

O intérprete Celsinho Mody, do Paraíso do Tuiuti e Tatuapé, informou na noite desta sexta-feira que está com Covid-19. O cantor explicou que está em isolamento e é assintomático.

Veja a publicação do artista:

covid cantor

“Tenho que informar a todos que fui infectado COVID 19, já estou em isolamento e por hora assintomático. Agradeço a todas as manifestações de carinho e vamos com Deus na frente vencer mais essa batalha. Infelizmente nós músicos e tantos outros profissionais chegamos no limite com os 8 meses de isolamento e tivemos que sair para trabalhar, quero deixar minha energia positiva para a urgente recuperação e cura de todos os irmãos que estão na mesma situação pelo mundo inteiro”.

João Vitor na coluna Espaço do Sambista: ‘A origem das escolas de samba é negra’

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O carnavalesco João Vitor Araújo, considerado um dos maiores talentos da nova geração, carrega o DNA de luta, amor e resistência no carnaval. Ele concedeu entrevista para a coluna “Espaço do Sambista”, que é publicada toda sexta-feira no jornal MEIA HORA. Veja abaixo o papo na íntegra.

Em um sentido mais amplo, por que o carnaval tem poucos carnavalescos negros?

João Vitor: “Falar sobre isso sempre acaba gerando polêmica. Infelizmente, quando este assunto vem a baila, uma quantidade expressiva de pessoas que se dizem apaixonadas por carnaval, são incapazes de compreender a origem das escolas de samba que é negra. Tão sempre ali proferindo comentários preconceituosos, falando que é mimimi. Muitos não tem boa vontade de entender o quão tudo isso é grave, principalmente, por se tratar de uma festa que é genuinamente negra como eu disse anteriormente. E quando você nota a ausência de artistas negros na linha de frente dos desfiles, não se pode simplesmente dizer que a razão dessa ausência é porque nós não queremos, não nos interessamos, que a oportunidade é para todos e nós é que não a abraçamos. Isso é um absurdo. Acho que tudo isso está incluído no racismo estrutural. Automaticamente muitas pessoas aprenderam e acostumaram a associar a arte do carnaval a um artista branco. Eu já falei com você algumas vezes que ainda causo estranheza em algumas pessoas, por ser carnavalesco negro. Acho que temos uma caminhada de luta muito grande para que esse quadro empreteça. Existem muitos artistas negros fabulosos nos grupos de acesso, aguardando apenas uma oportunidade. Essa chance só pode ser dada por aqueles que estão no comando das administrações. É preciso esquecer as comparações maldosas. Já dizia um ditado antigo: ‘Sem oportunidade não há experiência’. Ainda te digo mais, não gosto de ser rotulado como o único carnavalesco negro do Especial (nem sou mais rs), gostaria de ser apenas carnavalesco, desde que outros artistas negros também estivessem ocupando a mesma profissão no grupo principal. Aí sim poderíamos dizer que a profissão é ‘racialmente democrática’.

O que você pensa desse momento de enredos que citam causas sociais?

João Vitor: “Acho fantástico. Estamos vivendo um momento de total desgoverno. O racismo cada vez mais escancarado, a política retrocedendo cada vez mais. Acho que são razões mais do que suficiente para tratar em forma de enredo ou pelo mesmo como passagem dentro de um enredo. Acho pertinente, não acho batido como dizem por aí. Quantas anos seguidos vimos várias escolas homenageando cidades? Muitas sem grandes relevâncias históricas?  Tem espaço para o lúdico, para o biográfico, para o histórico, CEP e para as críticas políticas e sociais também. Não falar sobre os dois temas perguntados, acho que só se o Brasil fosse o país das maravilhas, como dizia Joãozinho Trinta”.

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Você teve grande destaque no Acesso. Dizem que é uma escola. Mas como se destacar lá hoje sem condição de estrutura e de finança?

João Vitor: “O Grupo de Acesso será sempre a verdadeira universidade para quem sonha em realizar seus sonhos carnavalescos no Grupo Especial. Todas as teorias acadêmicas caem por terra. Muitas vezes não conseguimos concretizar o que foi projetado no papel. O trabalho na prática muitas vezes faz com que ignoremos o que sonhamos. É preciso ser perspicaz para tomar as melhores decisões, ter paciência, pensar muito rápido nos momentos mais difíceis, ser muito criativo sem perder o bom gosto e o carinho pelo trabalho. Este grupo dirá se você está pronto ou não”.

Qual sua mensagem para um menino que ler essa entrevista e sonha em ser um carnavalesco como você?

João Vitor: “Interessante esse pergunta, pois é por eles que eu luto, não desisto e quero seguir em frente. Fazer carnaval não é fácil, só quem tem amor por tudo isso, é capaz de enfrentar todos os obstáculos encontrados pela frente. Não temos quase nenhum dia de paz, mas depois que você vê o resultado lá na frente, tudo compensa. Hoje eu tenho muitos admiradores pelo Brasil a fora. Recebo inúmeras mensagens de meninos que dizem me ter como referência artística, de coragem e determinação. Isso me deixa muito orgulhoso. Costumo sempre dizer para eles que sejam aquilo que eles quiserem ser, por mais difícil que a vida esteja, sonhar vale muito a pena, conseguir realizar é melhor ainda. Querem ser carnavalesco? Sejam. Estudem, pesquisem, aprendam. A profissão é linda, mesmo com inúmeras dificuldades. Eu espero que os desfiles de escolas de samba aconteçam nos próximos mil anos. Para isso, renovar será sempre preciso”.

Com Covid-19, Neguinho da Beija-Flor é internado e grava mensagem para os fãs

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O intérprete Neguinho da Beija-Flor foi internado após passar alguns dias em casa tentando se recuperar da Covid-19. Em publicação nas redes sociais do cantor, a esposa Elaine explicou o caso.

“Ontem (quinta-feira), o médico sugeriu a internação pois achou que a hidratação via oral não estava satisfatória. Para evitar o agravamento do quadro por conta de desidratação, o médico optou por hidratação intravenosa. Mas ele está bem, sem qualquer complicação em decorrência do vírus”.

Veja abaixo o vídeo com a mensagem do intérprete da Beija-Flor

Sem torcida e respeitando regras sanitárias, Beija-Flor abre disputa de samba. ‘Estou agradecida por esse recomeço’, diz Selminha

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Após meses fechada por conta da pandemia, a quadra da Beija-Flor de Nilópolis abriu suas portas na noite de quinta-feira, para a primeira rodada de apresentações de sambas-enredo. Atendendo a todos os protocolos sanitários exigidos para evitar o contágio da Covid-19, a agremiação recebeu compositores, alguns ritmistas e peças-chave da escola, como Claudinho e Selminha Sorriso e Raíssa de Oliveira.

Para acessar a disputa fechada ao público, que definirá o hino oficial da escola em 2021, os inscritos precisaram seguir à risca todas as regras, como o distanciamento social e o uso ininterrupto de máscaras. Cada compositor foi alocado em um camarote, evitando assim aglomerações, e na entrada os poucos visitantes foram submetidos a um teste de temperatura, além do oferecimento de álcool em gel para higienização das mãos.

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Segundo o diretor de carnaval Dudu Azevedo, a saúde de todos está em primeiro lugar dentro da azul e branco.

“Nós não fizemos um evento. Apenas reunimos os compositores e os espalhamos na quadra, sem aglomeração. Proibimos também as torcidas, para que fosse respeitado o protocolo de segurança. Vamos tirar o melhor som da quadra, com pouquíssimos ritmistas e um bom canto”, ele afirmou.

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Quando questionado sobre a reabertura do barracão, o diretor comunicou que não há previsão. “Nossa volta depende de uma decisão da presidência”, disse Dudu, que também revelou estar triste ao ver tantos profissionais e amigos parados, por conta do risco de contágio da Covid-19.

A rainha de bateria Raíssa contou que a escola seguiu com seu trabalho de assistência à comunidade durante a quarentena, assim como outras agremiações, fazendo distribuição de alimentos e dando suporte a todos os seus funcionários. Ela sente falta do calor humano transmitido durante a celebração do carnaval, entretanto entende e concorda com todas as normas.

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“Nós perdemos muitos amigos sambistas para a doença e isso nos afetou. Não estamos pensando só no carnaval. Nós nos importamos com as vidas que pisam nesse chão. Precisamos começar aos poucos, mas sempre respeitando as determinações. Eu, Raíssa, sei que a Beija-Flor está preocupada com a situação daqueles que frequentam a quadra. O samba é feito de povo e é claro que gostaríamos de receber nossos amigos, de abraçar todo mundo, de pegar a bandeira e poder beijá-la com amor… Entretanto, neste momento não é possível”, declarou ela.

O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira ficou feliz com o retorno, mesmo que mínimo e restrito, das atividades da agremiação.

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“Eu já me emocionei e chorei. Estou muito agradecida por esse recomeço, apesar de acontecer de uma forma nunca esperada por nós. Essa é uma prova de que estamos vivos e de que somos resistência”, disse Selminha Sorriso.

Para Claudinho, a volta foi maravilhosa porque a cultura do carnaval não pode parar. Ele espera que uma vacina seja distribuída em breve, para que todas as agremiações possam tornar a receber suas comunidades.

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“Essa reabertura é importante para que não percamos a pegada para 2021. Hoje, aqui, eu sinto que falta algo mais. A energia do público, do componente… Mas já perdemos muita gente e o protocolo precisa ser cumprido. Estamos cuidando para que consigamos chegar bem e saudáveis no próximo ano”, falou o mestre-sala.

As apresentações foram assistidas por uma banca. Nela, estava presente Almir Reis, o vice-presidente da “Deusa da Passarela”. Ele afirma estar bastante animado com a temática escolhida pela azul e branco e espera que o samba eleito consiga tratar do assunto enormemente necessário com alegria e reverência.

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“Esse enredo tem tudo a agregar. Você sabia que o Túnel Rebouças foi arquitetado por pretos? Por André Rebouças e seu irmão? Quase ninguém sabe! Se fosse o Oscar Niemeyer, seria sempre lembrado e comentado. É esse o nosso objetivo, estamos tentando mostrar o valor do povo preto. Queremos que o samba de 2021 passe essa mensagem para o mundo, através de sua musicalidade”, afirmou Almir Reis.

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A agremiação planeja fazer cortes até que restem apenas dez concorrentes dos 30 inscritos. Esses últimos serão interpretados pela icônica voz de Neguinho da Beija-Flor e gravados, para que se inicie a reta final da disputa.

Tuiuti inicia eliminatória de samba-enredo neste domingo

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O Paraíso do Tuiuti inicia neste domingo, a partir das 17h30, as eliminatórias de samba-enredo para o próximo desfile. Na disputa, que ocorrerão sempre aos domingos, estão sete obras.

Durante o evento, haverá ainda apresentação dos segmentos da escola, como mestre-sala e porta-bandeira, passistas e bateria. No próximo carnaval, a azul e amarelo vai desfilar com o enredo “Soltando os bichos”, do carnavalesco Paulo Barros.

A diretoria do Tuiuti ressalta que todas as medidas de segurança sanitária serão tomadas para evitar a disseminação do Coronavírus. Frascos de álcool em gel serão disponibilizados e o uso de máscara será obrigatório.

A venda de ingressos também será limitada para evitar aglomeração. O preço é de R$ 20, por pessoa.

Serviço:
Eliminatória de samba-enredo do Paraíso do Tuiuti
Data: domingo, 29 de novembro, a partir das 17h30
Ingressos:
Classificação: Livre

Beija-Flor comemora safra de sambas-enredo com 30 inscrições; disputa começa nesta quinta

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Compositores da Beija-Flor de Nilópolis inscreveram 30 obras na disputa de sambas-enredo da escola que começa nesta quinta-feira, rumo ao próximo Carnaval. As letras das canções foram entregues à azul e branco na segunda-feira, e serão apresentadas ao vivo na quadra e gravadas para serem posteriormente exibidas nas redes sociais da agremiação.

O processo de inscrição sem gravação em estúdio e o registro das apresentações ao vivo é parte do novo modelo de disputa de samba da Beija-Flor, movido pelos protocolos de distanciamento social necessários para conter a pandemia de Covid-19 e pelo esforço da diretoria em desenvolver a melhor maneira de buscar um bom samba. A trilha sonora escolhida irá embalar o enredo “Empretecer o pensamento é ouvir a voz da Beija-Flor”, uma construção coletiva da comunidade nilopolitana a ser desenvolvida pelo carnavalesco Alexandre Louzada e artistas colaboradores.

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Para o diretor de carnaval Dudu Azevedo, a safra de sambas da “Deusa da Passarela” evidencia o êxito da gestão da instituição e a força de seus componentes:

— Os pilares de uma escola de samba são a condução de seus líderes e a força dos segmentos. Mais do que nunca, a inscrição de sambas da Beija-Flor demonstrou a força dessas bases da escola — afirma Azevedo, completando: — A ala de compositores foi chamada para fazer um samba sobre negritude, da essência da escola, e tivemos muito mais sambas inscritos do que no ano passado. São letras maravilhosas, belíssimas nesse grande concursos que começa quinta. Mais do que nunca, a ala de compositores está sendo valorizada e mostra sua força.

Programada para esta quinta, a primeira rodada de apresentações dos sambas não será aberta ao público, por causa da pandemia. Vídeos com as obras serão publicados em breve nas redes sociais da Beija-Flor. A previsão é que o intérprete Neguinho da Beija-Flor grave mais adiante, as dez obras que restarem na competição após os cortes. Eles serão iniciados já nesta semana.

Confusão em Madureira. Correligionários de Crivella tentam interromper feirinha perto da quadra do Império Serrano

A região de Madureira passou por uma confusão, na manhã desta quinta-feira, envolvendo correligionários do candidato e atual prefeito Marcelo Crivella e trabalhadores informais. Os “guardiões” do prefeito tentaram interromper a feirinha que acontece no estacionamento da quadra imperiana.

Sem nenhuma justificativa, as pessoas adeptas de Crivella insistiram para fechar a feira. Alguns feirantes alegaram perseguição, já que o presidente do Império Serrano, Sandro Avellar, divulgou o vídeo em que Crivella ataca o governador de São Paulo, João Dória, xingando o paulista de “veado” e “vagabundo”.

Veja abaixo o vídeo da confusão na manhã desta quinta.