Início Site Página 1447

Confira a ordem dos desfiles do Grupo Especial para julho de 2021

0

Ordem 2021Ainda sem nenhuma definição sobre a campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil, a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) fez na tarde desta segunda-feira o sorteio da ordem dos desfiles do Grupo Especial para o mês de julho de 2021. Caso seja possível pelas autoridades sanitárias, a data está marcada para os dias 11 e 12 de julho.

Confira abaixo como ficou a ordem dos desfiles:

Domingo

1 – Imperatriz Leopoldinense
2 – Mangueira
3 – Salgueiro
4 – São Clemente
5 – Viradouro
6 – Beija-Flor

Segunda

1 – Paraíso do Tuiuti
2 – Portela
3 – Mocidade
4 – Unidos da Tijuca
5 – Grande Rio
6 – Vila Isabel

Antes do sorteio, a direção da Liesa apresentou a formação dos pares para manter o equilíbrio de forças nos dois dias de desfiles. As escolas que vão desfilar na posição ímpar vão ter a concentração no lado dos Correios e a posição par será no prédio do Balança.

Acompanhe todas informações sobre o sorteio do Grupo Especial do Rio

0

Escolas do Grupo Especial fazem sorteio nesta segunda-feira

0

Em reunião apenas para os presidentes das Escolas de Samba do Grupo Especial, a Liesa realizará, na tarde desta segunda-feira, a partir das 16h, o sorteio para definir a ordem dos desfiles previstos para 11 (domingo) e 12 (segunda-feira) de julho de 2021, caso, até lá, já tenhamos condições sanitárias para que o evento aconteça. O site CARNAVALESCO informará todos os detalhes, inclusive, pelas suas redes sociais. Nos acompanhem no Twitter (https://twitter.com/scarnavalesco) e Facebook (https://www.facebook.com/CARNAVALESCO2007)

Antes do sorteio, a direção da Liesa apresentará a formação dos pares para manter o equilíbrio de forças nos dois dias de desfiles. Par a par, os representantes sortearão em que dia a sua Escola desfilará, se no domingo, 11 de julho, ou na segunda, 12 de julho.

Posteriormente, as Escolas do bloco de Domingo sortearão em que ordem se apresentarão; o mesmo acontecendo, posteriormente, com as de Segunda-feira. Como determina o regulamento, as agremiações terão dez minutos para efetuar troca de posição de desfile, dentro do dia previamente sorteado.

sambodromo
Marquês de Sapucaí. Foto: Riotur

Duas agremiações já têm posições estabelecidas pelo regulamento: a Imperatriz Leopoldinense, campeã do Grupo de Acesso Série A em 2020, abrirá o espetáculo de Domingo; e a Paraíso do Tuiuti, 11ª colocada do Grupo Especial em 2020, abrirá os desfiles de Segunda-Feira.

Leia a sinopse do enredo da Viradouro para o desfile de 2021

0

SINOPSE DO ENREDO: “NÃO HÁ TRISTEZA QUE POSSA SUPORTAR TANTA ALEGRIA.”

´´DEPOIS DA ENERGIA ELÉTRICA, DA ENERGIA ATÔMICA,
SÓ UMA TERCEIRA ENERGIA CHAMADA ALEGRIA
PODERIA REALIZAR GRANDES EVENTOS. “
(A GENIALIDADE PROFÉTICA DE JOÃO JORGE TRINTA).

CORAÇÕES À ESPERA:
– QUE SERÁ DO CARNAVAL?
QUESTIONAM OS SAMBISTAS NA FESTA DA PENHA, NO OITO DE DEZEMBRO DE 1918, SÉC. XX.

DAVID BUTTER, JORNALISTA E PESQUISADOR DO CARNAVAL, DESCREVE:

´´À ÉPOCA, A FESTA DA PENHA ERA UM TERRENO DE TESTE PARA CANÇÕES, ONDE SE ESBARRAVAM FIGURAS DAS SOCIEDADES, DOS RANCHOS, DOS BLOCOS E DA INCIPIENTE MÚSICA POPULAR BRASILEIRA. PARA LÁ, MUDAVA-SE POR ALGUNS DIAS, A PEQUENA ÁFRICA, COM AS TIAS BAIANAS E SUAS BARRACAS“.

O MATINAL O PAIZ, EM 03 DE MARÇO DE 1919, DESCREVE:

´´O CARNAVAL NÃO MORREU. VINGOU-SE GLORIOSAMENTE DAS RESTRIÇÕES QUE O PASSADO LHE IMPÔS NA GUERRA E PRESTOU UM ÓTIMO SERVIÇO DE FAZER ESCURECER A VISITA MACABRA DA ´ESPANHOLA`. “

EXTINTA A DOR DA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL. ASFIXIADA A GRIPE ESPANHOLA. FINDO O ANO DE 1918.

logo enredo horizontal

SINOPSE
1919.

´´ E o Mundo não se acabou. “
(O carnaval de 1919 foi uma das inspirações para o compositor Assis Valente – música eternizada na voz inesquecível de Carmem Miranda).

Os cronistas dos principais jornais da cidade assinam como PIERROT as notícias matinais que prenunciam a Chegada do Carnaval. No jornal O Malho, a charge do cartunista Hélios Seelinger revela em nanquim traços de saudosos foliões esquecidos do imaginário popular. Momo deixa de ser tratado como Rei, é elevado aos céus para ser glorificado como Deus, no dia 1º de março de 1919.

Confino a tristeza, me despeço das trevas. Rompo o isolamento de uma infinda solidão. Calçadas testemunham passos contidos, janelas se entreabrem. Inebrio-me com os ares do Marca-meu-Coração. A Casa das Fazendas Pretas retira os fardos de um luto elegante, que vestiu a dor dos últimos tempos – em seu lugar o lume dos brocados, das rendas e cetins. Entrelaço o olhar nas fitas métricas da Boutique Le France, recebendo os primeiros foliões. Céu desenhado por varais de ventarolas da Casa Buis, na Rua do Ouvidor. A nova dama do cabaré se faz presente nas esquinas da Avenida Mem de Sá, seguindo o legado da cafetina Alice Cavalo de Pau, dizimada pela gripe. Sou um PIERROT em recesso das redações de jornais. Faço parte da nata da sociedade que se prepara para o último baile pré-carnavalesco do Clube dos Democráticos. Evoco a vingança da vida!

´´…Assim é que é, viva a folia!
Viva Momo, viva a troça!
Não há tristeza que possa
suportar tanta alegria. “
(Canção de baile do pré-carnaval dos Democráticos, Autor Desconhecido, 1919).

O carioca instaura a desforra da peste na primeira manhã de um carnaval. Ensaio um canto a contemplar a concentração dos préstitos das Grandes Sociedades: a Barca da Vitória, do Clube dos Democráticos; a Hespanhola, do Tenentes do Diabo e o icônico Chá da MeiaNoite, dos Fenianos. Parto no Bonde da Vingança para a Praça da República, conduzido pelo popular Jamanta – desvairado folião a retomar a nossa delirante fantasia de viver, levada por espíritos revoltosos. Esbarro nas Cocotas Emplumadas e me embriago num ardente xarope de Calibrina. Desfaço a melancolia de uma face mal-ajambrada, que revela o sorriso envolto à alegria do bloco Carões mascarados.

Nas ondas da Avenida Beira-Mar, dou cor à angústia em folhas de papel crepom. Contemplo corsos engarrafados de flertes e melindrosas. Autos que figuram deusas ávidas, despertando o olhar sensual do jovem Nelson Rodrigues. Bandas marciais fanfarram por coretos e boulevards ao denotarem o traço Art Decò de J.Carlos. Numa das esquinas da Rio Branco, de um bar, exclama um folião: – Chegou o Caveirinha! Mestre que driblou a morte a desfraldar seu pavilhão, no primeiro desfile do Cordão da Bola Preta. Peço exílio a milhares de corações aglomerados no Bloco do Eu Sozinho – cortejo que rendeu ao folião Júlio Silva, 53 memoráveis carnavais. Nas matinês, o moleque mestiço com chapéu de jornal Tico-Tico, em que retrato o Rio em palavras e desenhos. O beijo na serpentina declara um amor que se desdobra nas batalhas de flores da Avenida Central.

Reside em mim a eterna fantasia de um palco reanimado. Pernaltas vibram cornetas, que prenunciam os bilhetes dos grandes bailes de clubes e theatros. Escadarias conferem um refinado bailado, sacadas preenchem vivências que revelam a fúria de uma metrópole em festa.

Orquestras animam valsas, dando um baile em qualquer tristeza. Bombons adoçam sentimentos. Na luz da ribalta, o equilíbrio dos artistas do Circo American-France. Figuras macabras de um salão (diabinhos, morcegos, bruxas) curvam-se à sombra de aplausos aos heróis da Cruz Vermelha. Descortino lembranças heroicas de vestes bordadas por sagradas
mãos do caldeirão da Praça Onze.

O carnaval é do corpo e o samba é de alma preta. Na Pequena África, reverencio as tias curandeiras que extirparam o mal da gripe de centenas de baianos e mestiços. Borboletas Negras clamam a transformação para uma sociedade igualitária. Guerreiros Paladinos empunham lanças tribais pela legitimidade do samba – que se faz o principal gênero musical do carnaval. O folclórico Grupo Caxangá, de João Pernambuco, germina a criação dos Oito Batutas. Entraram Donga, China e Pixinguinha – a primeira linhagem de sambistas. O lenço negro caído dos sobrados dá lugar ao colorido de estandartes dos ranchos. Evoco o Senhor da Cura! Cubra-nos com suas palhas! Que teu xaxará afaste de vez todas as mazelas que vierem tocar os sambistas.

O único contágio possível? A alegria.

´´A alegria estava entre nós,
era dentro de nós que estava a alegria.
A profunda e silenciosa alegria. “
(´´Sonhos de uma terça-feira gorda“, de Manuel Bandeira).

Ar libertário na manhã de um último dia de carnaval. Um Rio em transe, de almas cantantes, em uma catarse de alegria. ´´Desmascaro“ um Rio que o próprio Rio não conhecia – esperança para os dias atuais. Volto aos dias calorosos, dos abraços afetuosos como todo carioca preza. Corpos que se transpassam, mãos que se unem nos reencontros familiares–Folião-Original a exorcizar toda saudade. Figuram tribos ébrias, corações perambulantes em estado de graça. Euforia que não derrubou a sabedoria dos foliões mais antigos a procurar, na Quarta de Cinzas, os seus. Pulsa no epicentro da capital, o Destemidos do Conselheiro, que clama revanche a se ouvir do outro lado da Baía de Guanabara.

Aportam na enseada os revanchistas da Cidade Sorriso, lançados dos corredores da Barca XIX, Nictheroy-Rio. Alguns ensaiam um funambulesco banho de mar. Outros desembarcam sonhos de uma apoteótica travessia de balão. Sob um sol estridente, esvaíam-se cantoria adentro, embalados pelas composições do poeta barretense Zé de Matos. O Rio de Janeiro, memorável, desperta com a emoção que formaria, mais tarde, o chão da Unidos do Viradouro.

Adormeço em meio aos últimos foliões resignados: eram trapeiros que carregavam palmos de confetes e serpentinas de uma troça sem fim. Quarenta toneladas de uma folia que teve papel histórico. Retomar a vida pela alegria no maior carnaval de todos os séculos.

´´Na Quarta-feira de Cinzas,
o Rio despertou convicto
de que vivera
o maior Carnaval de sua história. “
(´´ Metrópole à Beira-mar, o Rio moderno dos anos 20“, de Ruy Castro).

Estou me guardando para quando o carnaval chegar.
(Autoria Enredo, Texto) Marcus Ferreira e Tarcísio Zanon – Carnavalescos

* Tributo à Marie Louise Nery (Nossa eterna Eneida). História do Carnaval Carioca:

Barca da Vitória – Alegoria ao fim da 1ª Guerra Mundial; Borboletas Negras – Bloco feminino que desfilou na Praça Onze em 19; Calibrina – Famosa cachaça; Carões – Foliões humildes, mascarados improvisados; Casa Buis – Armazém de artigos carnavalescos; Casa das Fazendas Pretas – Loja de tecidos; Caveirinha (Álvaro Gomes de Oliveira) – Fundador do Cordão da Bola Preta; Caxangá – Grupo carnavalesco de inspiração afronordestina, de João Pernambuco; Chá da Meia-Noite – Alegoria da lenda urbana de um chá mortal oferecido na Santa Casa de Misericórdia; Cocotas Emplumadas – Bloco de homens travestidos de Galinhas (revanchistas à dita curativa canja de galinha); Destemidos dos Conselheiro – Grupo de Zé-Pereira da Saúde/Gamboa; Folião-Original – O folião eleito o mais animado; Funambulesco – adj. excêntrico, brincalhão; Guerreiros Paladinos – Bloco de homens pretos da Cidade Nova; Hespanhola – Carro alegórico de leque espanhol; Jamanta (Zé Cordeiro) – Condutor ferroviário do antecessor Bonde da Morte; Marcameu-coração – Famoso lança-perfume; Préstitos – Apresentação, desfile; Trapeiros – Catadores de papel; Xaxará – Cajado de Omulu (orixá da cura); Zé de Matos – Compositor de Carnaval do Largo do Barreto.

(Pesquisa) Marcus Ferreira, Tarcísio Zanon e Igor Ricardo
(Revisão textual) Henrique Pessoa

(Agradecimentos especiais)
Aos nossos atuais PIERROTS.
David Butter, Ruy Castro.

CASTRO, Ruy. Metrópole à Beira-mar, o Rio Moderno dos anos 20, Capítulo: O carnaval da guerra e da gripe. Companhia das letras, 2019
BUTTER, David. O carnaval de 1919. – Em lançamento
SILVEIRA, Leandro. VIUG, Matheus. DELMAR, Winnie. Antigamente é que era bom: A Folia Niteroiense entre 1900-1986
ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado. Música Popular Brasileira. Paracatu Ed. Rio de Janeiro Ano 2006
BASTOS, Rafael José de Menezes. “Les Batutas, 1922: uma antropologia da noite parisiense”, in Revista Brasileira de Ciência Sociais, V. 20, nº 58, São Paulo, Junho 2005
RIO, João do. A alma encantadora das ruas, Companhia das Letras, 1997.
CONY, Carlos Heitor. “O carnaval da gripe”, in Folha de S. Paulo, 25/02/2001
BRITO, Nara de Azevedo. “La dansarina: a gripe espanhola e o cotidiano na cidade do Rio de Janeiro”, In Hist. cienc. saúde-Manguinhos [online], 1997, V. 4, n.1 (p.11–30)
DOS SANTOS, Ricardo Augusto. “O Carnaval, a peste e a ‘espanhola”, in História, Ciências, Saúde — Manguinhos, V. 13 (1) jan.-mar. Ano 2006 (p. 129–158)
SCHATZMAYR, Herman G. e CABRAL, Maulori Curié. “A virologia no Estado do Rio de Janeiro: Uma visão global”, FIOCRUZ, Ano 2012 (p. 57–62)
ARAÚJO, Hiram. Carnaval, Seis Milênios de História. Rio de Janeiro, GRYPHUS, Ano 2002
CAVALCANTI, Luciano Marcos Dias. O Carnaval na poética de Manuel Bandeira, in Darandina, Revista eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Letras/UFJF, V. 2, (1), 2010 “Pixinguinha/Sinhô: Dados artísticos”, in Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira
GONÇALVES, Renata de Sá. Os Ranchos pedem passagem — O carnaval no Rio de Janeiro do começo do século XX, Dissertação submetida ao corpo docente do Programa de PósGraduação em Sociologia e Antropologia — PPGSA da Universidade Federal do Rio de Janeiro (p. 81–98)
VELLOSO, Mônica Pimenta. As tias baianas tomam conta do pedaço: Espaço e identidade cultural no Rio de Janeiro, in Estudos Históricos, Rio de Janeiro, V. 3, n. 6, 1990
DA SILVA, Thiago Rocha Ferreira. Eu quero é botar meu bloco na rua: a construção de uma cidadania da festa no carnaval de rua do Rio de Janeiro”, Tese de Doutorado em Geografia — UFRJ/IGEO/PPGG, 2013
Segundo o Jornal dos Sports (descrição sobre a música de Assis Valente): https://jornaldossportsusa.com/bd-news/1920-apesar-de-todos-os-sinais-o-mundo-nao-seacabou/

Ao vivo: lançamento da sinopse do enredo da Viradouro para o desfile de 2021

0

Liesa e escolas de samba prestam homenagem para Farid Abrão David

0

O ex-presidente da Beija-Flor e prefeito de Nilópolis, Farid Abrão David, faleceu na sexta-feira e recebeu homenagens da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) e das agremiações do Grupo Especial. Confira abaixo os textos das escolas para o ex-dirigente nilopolitano.

Liesa
“Consternada, a Diretoria da LIESA comunica, com profundo pesar, o falecimento de seu Sócio-Fundador e Benemérito Farid Abrão David. Farid, como era carinhosamente conhecido e respeitado, presidiu a Beija-Flor de Nilópolis, sagrando-se campeão inúmeras vezes pela Agremiação. A LIESA se junta à Família David, ao povo nilopolitano e à Nação Beija-Flor para que, em nossas preces, possamos elevar o pensamento pela alma do nosso estimado Farid”.

Grande Rio
“Em meio a tantas dores, aquela tão pungente: a da perda de um verdadeiro amigo. O Acadêmicos do Grande Rio, em nome do seu presidente Milton Perácio e dos seus Presidentes de Honra Jayder Soares, Leandro Soares e Helinho de Oliveira, expressa seu profundo pesar pelo falecimento, no dia de hoje, de Farid Abraão David. Mais do que um companheiro de jornada do mundo do samba, choramos pela saudade que deixará uma pessoa próxima de nossos corações. Pelo padrinho da nossa Ala das Baianas, rogamos a Deus que o receba em seus braços. À família Abraão David e a todo o povo nilopolitano, nos somamos humildemente ao enorme luto e tristeza, desejando que Ele nos conforte o coração”.

Imperatriz Leopoldinense
“A Imperatriz Leopoldinense, através da Presidente Catia Drumond e toda diretoria executiva, lamenta o falecimento, devido a complicações em decorrência da COVID-19, de Farid Abrão David. Farid, que tinha 76 anos, era prefeito de Nilópolis e foi presidente do G.R.E.S. Beija-Flor de Nilópolis, além de vice-presidente administrativo, vice-presidente jurídico da agremiação, fundador e sócio benemérito da LIESA. Ao longo de sua trajetória, foram muitas as contribuições para o Carnaval. Manifestamos nosso profundo respeito e desejamos força à toda família e à Escola, além de agradecermos o legado deixado”.

Estação Primeira de Mangueira
“A Estação Primeira de Mangueira vem manifestar à coirmã Beija Flor de Nilópolis, à Família Abraão David, à LIESA e à Família Nilopolitana seu profundo pesar pelo falecimento de Farid Abrão David, mais uma vítima da COVID 19 que infelizmente já ceifou uma enorme quantidade de vidas, entre elas, muitos amigos e amigas do mundo do samba.
Desejamos que seus familiares e amigos encontrem forças e sejam envolvidos por energias positivas, muita luz, paz e que lá do andar de cima Farid continue olhando por todos.
Pedimos que cada um, em sua crença e Fé, continue somando esforços para que logo os cientistas consigam encontrar a cura para esse mal”.

São Clemente
“Um amigo, um padrinho! A família clementiana lamenta profundamente o falecimento do querido Farid Abrão David. Nossos mais sinceros sentimentos aos amigos e familiares.
Descanse em paz”.

farid bf

Mocidade
“A Mocidade Independente de Padre Miguel lamenta profundamente o falecimento do eterno presidente da nossa madrinha e coirmã Beija-Flor de Nilópolis, o Sr. Farid Abraão David. Desejamos condolências aos amigos e familiares”.

Paraíso do Tuiuti
“Consternada, a diretoria do Paraíso do Tuiuti vem prestar toda solidariedade e apoio à família Abraão David neste momento de dor e tristeza. Em nome do presidente Renato Thor, o Tuiuti presta condolências aos familiares de Farid Abraão David, ex-presidente da coirmã Beija-Flor de Nilópolis, que nos deixou nesta sexta-feira (11). Deixamos aqui nossa homenagem e sinceros pesar por esta inestimável perda”.

Vila Isabel
“O presidente Fernando Fernandes, em nome da Unidos de Vila Isabel, lamenta o falecimento de Farid Abrão, prefeito de Nilópolis. Farid Abrão foi presidente da Beija Flor de Nilópolis por 18 anos. Desejamos conforto a familiares e amigos nesse momento de tamanha dor”.

Unidos da Tijuca
“A Unidos da Tijuca lamenta profundamente a partida de Farid Abrão, prefeito de Nilópolis e ex presidente da Beija-Flor de Nilópolis por complicações da Covid-19. Nossas condolências aos familiares, amigos e toda nação nilopolitana”.

Portela lamenta morte de Farid Abrão David
“O presidente Luis Carlos Magalhães, o vice-presidente Fábio Pavão e toda a diretoria do Grêmio Recreativo Escola de Samba Portela lamentam profundamente o falecimento de Farid Abrão David, de 76 anos, prefeito da cidade de Nilópolis e ex-presidente da coirmã Beija-Flor. Nossos mais sinceros sentimentos aos familiares e amigos de Farid. Expressamos nossas condolências, também, a todos os membros da diretoria da Beija-Flor e componentes da agremiação. Farid, que estava internado desde o dia 30 de novembro no Hospital Copa D’Or, em Copacabana, com Covid-19, teve morte cerebral confirmada nesta sexta-feira (11). Ele deixa esposa, três filhos e sete netos”.

Salgueiro
“O GRES ACADÊMICOS DO SALGUEIRO se solidariza com toda a família nilopolitana neste momento em que a tristeza toma conta de.todos por conta da perda irreparável de Farid Abrão, ex-presidente do GRES BEIJA FLOR DE NILÓPOLIS e prefeito da cidade. Em um dia de grandes perdas, reiteramos nosso pedidos de que todos se.preservem ao máximo e se unam em orações para que possamos, juntos, passar por mais este momento difícil”.

Morre Gisele, ex-porta-bandeira da Portela

0

A ex-porta-bandeira Gisele, 62 anos, faleceu neste sábado. A causa da morte não foi divulgada. Ela havia sofrido um AVC há sete anos e lutava contra as sequelas. Gisele defendeu o pavilhão da Portela nos desfiles de 1988, 1989, 1990 e 1991.

Filha de Antonia Eleutéria, ex-Destaque da Portela, Gisele começou no samba como passista. Após deixar a Portela, foi, ainda, porta-bandeira e presidente da coirmã Arrastão de Cascadura.

gisele

Gisele também teve participação ativa no projeto Madureira Toca, Canta e Dança, criado por Waldir Gallo. Viúva, ela deixa um filho.

“O presidente Luis Carlos Magalhães, o vice-presidente Fábio Pavão e toda a diretoria da Portela se solidarizam com os familiares e amigos de Gisele neste momento de luto e dor”, diz trecho da nota portelense.

Imperatriz Leopoldinense lança novo site oficial

883

De cara nova, a Imperatriz Leopoldinense apresentou o seu novo site. Através do Imperatrizleopoldinense.com.br é possível navegar pelos carnavais da escola, sua história, crônicas e curiosidades e outros dados.

Será também através dele que será lançado o programa de sócio-torcedor, a boutique online e, futuramente, o app “portal leopoldinense”.

WhatsApp Image 2020 12 10 at 22.18.45

Corpo de Bombeiros interdita quadra da Estação Primeira de Mangueira

0

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) interditou, nesta sexta-feira, a quadra da Estação Primeira de Mangueira, na Rua Visconde de Niterói. Segundo informações dos militares, o “local vem realizando eventos não-autorizados, desrespeitando as regras de ouro de enfrentamento à Covid-19, está em situação irregular junto à corporação”.

“O local não conta com Certificado de Aprovação (CA). Uma vistoria identificou irregularidades que caracterizam perigo sério e iminente e que impedem a realização de eventos públicos”, afirmou o comandante-geral do Corpo de Bombeiros e secretário de Defesa Civil, coronel Leandro Monteiro.

Através de sua assessoria de imprensa, a Mangueira se pronunciou: “O Grêmio Recreativo Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira, com a finalidade de esclarecer sobre a interdição da sua quadra, na data de hoje pelo Corpo de Bombeiros, informa que a documentação para sua legalização já está em andamento, a fim de cumprir todas as exigências necessárias para a segurança de todos os seus frequentadores. O atraso se deu por conta da pandemia do Coronavirus, o que dificultou as ações por parte da diretoria da agremiação. Importante ressaltar que a instituição preza pela vida e saúde de todos e tem demonstrado isso em suas ações desde o início das restrições por conta do Covid-19. Confiamos que em breve teremos esse problema resolvido e nosso templo do samba restabelecido”.

quadra mangueiraDe acordo com o decreto 47.345 de 5 de novembro, os produtores de eventos devem garantir o distanciamento social, o uso de máscara facial, a oferta de álcool 70% para o público e a lotação máxima de 50% da capacidade total.

Morre Farid Abrahão David, ex-presidente da Beija-Flor e prefeito de Nilópolis

1

Faleceu na noite desta sexta-feira, aos 76 anos, Farid Abraão David, ex-presidente da Beija-Flor e prefeito do município de Nilópolis. Ele estava internado desde o início da semana no hospital Copa D’Or, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Farid estava sendo mantido sedado, respirava com ajuda de aparelhos e foi vítima de complicações da Covid-19.

Farid Beija Flor de Nilopolis

A partir de janeiro de 2021, Farid será sucedido na prefeitura de Nilópolis por Abraãozinho Neto (PL), seu sobrinho. Ele era casada com Jane Louise Martins David e deixa três filhos, Ricardo, Adriana e Flávia, além de sete netos. Era irmão do patrono da Beija-Flor de Nilópolis, Aniz Abraão David, e primo do deputado federal Simão Sessim.

Veja o comunicado da Beija-Flor:

“A Beija-Flor de Nilópolis informa a seus integrantes e torcedores, bem como a toda sociedade, que está de luto oficial pela perda de Farid Abraão David, ex-presidente da escola de samba e prefeito do município de Nilópolis, onde a agremiação está sediada. Farid morreu nesta sexta-feira, 11, devido a complicações da Covid-19. Na azul e branco, além de um grande apaixonado, ele também atuou como vice-presidente administrativo e jurídico e fez história ao promover projetos sociais que até hoje beneficiam nossos componentes”.