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Carnaval 2021: pandemia alterou ponto facultativo em diversas cidades

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Cidade do Samba vazia e interditada. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Conhecido tradicionalmente como mês da folia no calendário brasileiro, fevereiro de 2021 será diferente. A pandemia de covid-19 afetou a comemoração em praticamente todo o território nacional, já que estados e municípios suspenderam as principais festas e desfiles em virtude da possível escalada no número de infecções pelo novo Coronavírus em meio às aglomerações de carnaval.

A decisão afeta até mesmo aqueles que não participam da folia, já que o carnaval não é considerado feriado nacional. A decisão de eximir os dias de trabalho do carnaval cabe a estados e municípios, que devem regulamentar o recesso por meio de leis ou decretos.

Certas localidades do Brasil – como a capital, Brasília, – deixaram a decisão a cargo dos patrões, configurando assim o ponto facultativo, enquanto outras suspenderam totalmente a possibilidade de abono. Em grande parte do país, os dias em que normalmente se comemora o carnaval serão dias comuns, sem dispensa ou redução da jornada de trabalho.

Rio de Janeiro
No estado do Rio de Janeiro o ponto facultativo está mantido pelo governador em exercício, Cláudio Castro. Já na capital, o prefeito Eduardo Paes voltou atrás após decretar medida semelhante e suspendeu o ponto facultativo tanto na segunda, como na quarta-feira. O feriado será mantido na terça-feira no estado e no município.

A prefeitura justificou a suspensão do ponto facultativo como uma das medidas para evitar aglomerações na cidade, que obedece ao planejamento conjunto de diversos órgãos para o período de carnaval.

Desfiles de blocos de rua e de escolas de samba estão proibidos na capital. Antes mesmo do decreto da prefeitura do Rio, representantes dessas manifestações culturais já tinham indicado que, diante dos efeitos da pandemia da covid-19, não fariam os desfiles. Para Jorge Castanheira, presidente da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), que reúne as agremiações do grupo especial, não seria possível manter os cuidados sanitários com os níveis de contaminação elevados que têm sido registrados, ainda mais após a evolução dos casos.

“É muito difícil para a gente ficar um ano inteiro na expectativa de preparar um espetáculo e não poder consumá-lo. A mesma coisa a questão de julho [quando estava previsto o carnaval fora de época]. A gente estava na expectativa de fazer o carnaval em julho. Não é possível pensar [nisso] com a pandemia no patamar em que se encontra. É lamentável para a gente, mas é uma questão mundial”, completou.

Com a suspensão dos desfiles, profissionais que pertencem à cadeia produtiva do carnaval ficaram sem trabalho justamente em um período em que costumam reforçar os rendimentos. A prefeitura do Rio lançou um edital de apoio ao setor que vai distribuir R$ 3 milhões a 125 propostas. A presidente da Associação Independente dos Blocos de Carnaval de Rua da Zona Sul, Santa Teresa e Centro da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro (Sebastiana), Rita Fernandes, afirmou que o edital seria recebido “com muita felicidade”, já que o cancelamento da folia deixou muita gente sem trabalho.

“São artistas, artesãos, compositores, músicos e ritmistas, muitos profissionais que não vão trabalhar e precisavam de alguma ajudar para suprir essa ausência. Foi um passo de suma importância e abre caminho para editais de fomento à cultura no Rio”, destacou.

Cláudio Vieira: ‘Liberdade, mas com facão e lei seca’

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Os dez mil litros de chope foram poucos. Uma hora depois do resultado anunciado pela TV, mais de sete mil foliões – a maioria do Complexo do Alemão – lotavam a quadra da rua Professor Lacê para comemorar a vitória da Imperatriz Leopoldinense (“Liberdade, Liberdade”), no Carnaval de 1989. Nem a chuva dispersou os torcedores, que tinham razões de sobra para comemorar.

O presidente Luizinho Drumond respirava aliviado, certo de que a Imperatriz apagara a péssima impressão deixada no ano anterior, quando chegou em 14º lugar. Na sua opinião, o segredo da transformação foi “muita disciplina” e o popular “facão”. Explicou que a primeira providência foi enxugar a parte administrativa, reduzindo o número de diretores de 406 para 83. As 38 alas foram condensadas em apenas 15. E desabafou: “Bicão não tem mais vez. A única personalidade da Escola é o Elymar Santos”.

O presidente afirmou que também foi obrigado a baixar a lei seca, proibindo os componentes de beberem antes do espetáculo. Os diretores tinham ordem expressa para barrar quem estivesse alcoolizado.

“É duro você trabalhar o ano inteiro para chegar na Avenida e encontrar os caras de porre. Eles têm 364 dias para beber e não serão os 90 minutos de desfile que vão desidratar alguém”, arrematou o presidente.

Ajude o CARNAVALESCO a escolher os dez melhores desfiles do Sambódromo. Assista ao desfile da Imperatriz em 1989 (“Liberdade, Liberdade”) e dê a sua nota! VOTE AQUI!

Elymar Santos revela que pensou na reprise dos desfiles pela TV Globo e fala da volta de Rosa Magalhães para Imperatriz

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O Carnaval de 2021 foi cancelado. Para amenizar a tristeza, a TV Globo criou o “Desfile Número 1 Brahma”, um especial com transmissão de desfiles que entraram para a história. O projeto é muito parecido com uma ideia pensada por Elymar Santos, ainda em novembro do ano passado. O site CARNAVALESCO conversou com o ícone da Imperatriz Leopoldinense sobre esse assunto, o cancelamento da folia e suas expectativas para o Carnaval de 2022.

“Essa ideia é minha, pensei em novembro. Falei com o meu produtor, Jorge Cardoso, que achou maravilhosa e passou para o Elmo (José dos Santos, diretor de carnaval da Liesa). Era um pouco diferente dessa exibida. Cada escola poderia escolher o carnaval que iria reapresentar. Não necessariamente um carnaval que foi campeão. E a minha intenção era que fizesse uma votação popular e criar um troféu simbólico. O importante é que tenha alguma coisa na TV para as pessoas poderem curtir em suas casas com tranquilidade, sem riscos”, afirma o artista, que este ano não vai colocar o bloco na rua, muito menos fazer lives.

No ano passado, depois de muitos anos de luta, o cantor conseguiu realizar mais um sonho, desfilar com seu trio pelas ruas de Ramos. “Elymar pra pular” saiu pelas ruas do bairro da Zona Norte do Rio, tendo como madrinha a atriz Paolla Oliveira.

“Tenho um trio elétrico que faço fora do Rio há muitos anos. E 2020 consegui fazer algo que não conseguia fazer nos outros anos, o bloco saiu no sábado de carnaval, com mais de 600 mil pessoas na rua. Foi um grande momento, um grande movimento”, relembra o artista que esse ano vai passar o carnaval em casa.

“Meu carnaval vai ser igual foi o meu Natal, o meu Ano Novo… Em casa. A gente está com o coração apertado, vou estar em casa. As pessoas pediram para eu fazer live, até cheguei a pensar, mas não consigo arrumar o varandão e ficar pulando ‘Se a canoa não virar’, ‘olê, olê, olá’, ‘colombina como vai você’, com o mundo desabando”.

Em 2020 a Imperatriz foi a grande campeã da Série Ouro, Antiga Série A, e ganhou o direito de voltar à elite do Carnaval Carioca. Com o adiamento da festa, o retorno ficou para 2022, mas os gresilenses já estão comemorando o retorno de Rosa Magalhães para a escola e Elymar é um deles.

“A Rosa está acima do bem e do mal, ela tem a cara da escola, é maravilhosa, não poderia ser outra pessoa para levantar o astral da Imperatriz Leopoldinense, nesse momento. Rosa é a cara da Imperatriz, os momentos mais importantes vivemos com ela. Quem sou eu pra falar da importância da Rosa, um dos maiores nomes do carnaval, a professora é fantástica, perfeita, principalmente, quando dão a ela a condição de ser perfeita, se não derem a ela o recurso fica complicado, aliás fica complicado pra qualquer um. Mas se ela tiver na mão o que precisa pra fazer o carnaval aí ninguém segura”, elogia o cantor que continua.

“Esse carnaval que ela pegou, tem tudo a ver com ela. Além de render homenagem ao nosso presidente é falar do Arlindo Rodrigues que é a mesma escola da Rosa, a mesma linha de carnaval, de perfeição, de acabamento. As alegorias da Rosa você pode chegar de pertinho pra olhar. Tem muitos carros por aí, de uns carnavalescos, que você só pode ver de longe. As alegorias da Rosa são obras de arte”, destaca o sambista que acha cedo ainda para falar em desfile.

“A volta da Imperatriz para o Especial é muito importante pra gente. Voltou pro lugar de onde ela nunca deveria ter saído, mas enfim, coisas de carnaval. Vai ser uma volta muito emocionante pra todos os componentes da escola porque perdemos nosso comandante, fora ele, perdemos muita gente querida, mas ainda é muito cedo para falar de carnaval. Não sei se vai ter ano que vem, vai depender do comportamento das pessoas”, pondera Elymar, que apesar de viver da música não está trabalhando e nem fazendo lives no momento, ele diz que só voltará a fazer shows na hora certa e só voltará a Sapucaí quando estiver tudo bem.

Cadê o padrão de qualidade? Carnaval 2021 da TV é alvo de críticas dos sambistas

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Milton Cunha e o ator Aílton Graça são os responsáveis pela apresentação e comentários sobre o “Desfile Número 1 Brahma” na TV Globo. Foto: Globo / João Miguel Jr

O tão esperado e falado projeto Carnaval 2021 da TV Globo, chamado de “Desfile Número 1 Brahma”, que começou na noite de sábado e seguirá neste domingo, não agradou e foi alvo de muitas reclamações dos sambistas das escolas de samba. As redes sociais ficaram lotadas de críticas ao trabalho da emissora detentora dos direitos de transmissão dos desfiles no Rio de Janeiro e em São Paulo.

O principal alvo foi a questão do som. A TV Globo não utilizou o áudio original da pista dos desfiles. Colocou o playback (processo de sonorização que utiliza uma gravação prévia de trilha sonora) com a versão do CD. Em São Paulo, como os sambas são gravados no esquema “ao vivo” não ficou tão esquisito, mas os desfiles do Rio de Janeiro a qualidade deixou a desejar.

Veja abaixo algumas reclamações:

Galeria de Fotos: Resenha dos Sambistas no Carnaval 2021

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