Conheça a ordem dos desfiles da Série Prata para o Carnaval 2022
Na manhã deste sábado, na sede da Superliga, que administa os desfiles da Intendente Magalhães, foi sorteada a ordem dos desfiles da Série Prata para o Carnaval de 2022. As apresentações acontecem na segunda e terça de carnaval. Pelo regulamento, as primeiras colocadas de cada dia sobem para a Série Ouro. Três escolas de cada dia vão cair para Série Bronze. Veja abaixo a ordem oficial.
SEGUNDA-FEIRA DE CARNAVAL
1 – Arame
2 – Sereno
3 – Praça da Bandeira
4 – Raça Rubro-Negra
5 – Arranco
6 – Olaria
7 – Renascer
8 – Império da Uva
9 – Diversidade
10 – Difícil é o nome
11 – Botafogo Samba Clube
12 – São Cristóvão
13 – Engenho da Rainha
14 – Flor da Mina
Terça-feira de carnaval
1 – Alegria da ZS
2 – Rocinha
3 – Villa Rica
4 – Caprichosos
5 – União de Jacarepaguá
6 – Leão de Nova Iguaçu
7 – Santa Tereza
8 – Vila Kennedy
9 – Maricá
10 – Curicica
11 – Rosa de Ouro
12 – Abolição
13 – Acari
14 – Jacarezinho
Conheça a ordem dos desfiles da Série Bronze para o Carnaval 2022
Na manhã deste sábado, na sede da Superliga, que administa os desfiles da Intendente Magalhães, foi sorteada a ordem dos desfiles da Série Bronze para o Carnaval de 2022. As apresentações acontecem no domingo de carnaval. Pelo regulamento, as seis primeiras colocadas sobem para Série Prata e as quatro últimas vão para o Grupo de Avaliação. Veja abaixo a ordem oficial.
1 – Mocidade Unida do Santa Marta
2 – Jardim Bangu
3 – União Cruzmaltina
4 – Unidos do Cabuçu
5 – Império de Petrópolis
6 – Acadêmicos do Dendê
7 – Acadêmicos do Peixe
8 – Império Ricardense
9 – Vicente de Carvalho
10 – Guerreiros Tricolores
11 – Unidos de Manguinhos
12 – Acadêmicos de Jacarepaguá
13 – Arrastão de Cascadura
Em evento de regulamentação das rodas de samba, Paes garante Carnaval em 2022 e revela apoio total da prefeitura para o setor cultural
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, participou da assinatura do decreto que regulamento as rodas de samba na cidade, na noite desta sexta-feira, e, perguntado sobre o Carnaval em fevereiro de 2022, Paes garantiu que acontecerá e ainda falou sobre a subvenção para escolas de samba.

“Vai ter carnaval, a verba foi liberada (subvenção para todas escolas de samba produzirem seus desfiles). Vocês nem viram no Diário Oficial (brincou)”, disse Paes, ao site CARNAVALESCO.
Durante o encontro, Paes enalteceu a cultura, o samba e prometeu apoio para os sambistas.
“Tenho muito orgulho de ter colocado recurso na cultura. Infelizmente, tem visto pessoas que fazem cultura sendo atacadas. No Rio, vivemos nos últimos anos um inverno tenebroso, sob a batuta do preconceito. Gente que não gosta do que a cultura popular produz, porque ela tem matriz africana. Essas pessoas não conseguem entender e respeitar o diferente. Não tenho dúvida de que o carnaval sofreu perseguição ao longo desses anos e o samba também, por um fundo religioso, de não respeitar a fé e a crença dos outros. Temos que que fazer um programa de subsídio direto, juradicamente, precisamos ver como fazer isso. Faço questão de terminar o Dia da Cultura em uma roda de samba. A cultura vai voltar a ter muito apoio, porque ela revela nossa identidade, faz da gente o Rio de Janeiro e o Brasil”.
Regulamentação das rodas de samba
No Dia Nacional da Cultura, comemorado nesta sexta-feira, a Prefeitura do Rio regulamentou as Rodas de Samba em espaços públicos cariocas. O prefeito Eduardo Paes, ao lado dos secretários de Cultura, Marcus Faustini, e de Governo e Integridade Pública, Marcelo Calero, assinou o decreto no Museu de Arte do Rio, na Praça Mauá, com direito à roda de samba. A partir de agora, haverá um novo cadastramento e um calendário atualizado para o circuito das Rodas de Samba, atendendo a normas da Vigilância Sanitária e das secretarias de Ordem Pública (Seop), de Cultura (SMC) e de Governo e Integridade (Segovi).
Conheça Juliana Souza, nova rainha de bateria da União da Ilha
Cria da comunidade, Juliana Souza é a nova rainha de bateria da União da Ilha. A beldade ocupará o cargo ocupado por Gracyanne Barbosa, que reinou por três anos consecutivos. Aos 33 anos, a empresária começou sua história na agremiação ainda criança, quando começou a frequentar sua quadra, sempre levada pelo seu pai (Márcio André), um dos grandes compositores da escola e diretor de carnaval por vários carnavais. Mesma época em que também começou a desfilar pela escola, chegando a ocupar cargos como Destaque de Alegorias e Musa, como vinha desfilando desde 2016.

“A União da Ilha é uma paixão que está no sangue e já vem comigo desde o berço. Em 1986, um ano antes de eu nascer, meu pai, que se chama Márcio André, fez a primeira composição de samba dele para a escola, que inclusive foi o vencedor com inesquecível enredo ‘Assombrações’. É de lá para cá não largou mais. Foi um amor que contagiou toda a família. Minha mãe desfilava pela escola, minha irmã, (Mariana Souza), também já foi musa da escola, por menos três anos, 2016, 2017 e 2018”, se orgulha Juliana que completou sobre suas raízes em seguida.

“Meu irmão (Márcio André Filho) é que é um dos compositores do samba de 2022. Ele coleciona outras composições vencedoras da escola como o do enredo 2009, que nos trouxe um título inesquecível, entre outros sambas nos anos de 2010, 2011, 2012, 2014, e 2020″.
Juliana Souza disse o que representa ser rainha de bateria da União da Ilha. “É o sonho de toda menina que nasce e é cria da escola. Eu espero poder ajudar o meu pavilhão e fazer um trabalho a altura da responsabilidade que é ocupar este cargo, principalmente depois de todo o legado deixado por mulheres como a Gracyanne Barbosa, Deise Nunes, Bruna Bruno, entre outras mulheres inspiradoras que foram muito importantes para a história da União da Ilha e que estarão sempre em nossos corações”, concluiu animada.

Lins Imperial faz festa neste sábado para coroar rei de bateria
Além das tradicionais figuras femininas que acompanham a bateria no desfile, a Lins Imperial terá em 2022 pela primeira vez em sua história, um rei ao lado da madrinha e da rainha de bateria. Johnathan Avelino, conhecido no carnaval carioca como o muso das arquibancadas estreia no posto no próximo desfile e a verde e rosa prepara para este sábado, a partir das 15h, em sua quadra, a festa de coroação da majestade.
Nascido em Goiás e atualmente morador da Cidade Maravilhosa, John Avelino é apaixonado por carnaval desde quando nasceu. Formado e pós-graduado em estética, cosmética e tricologia, exercendo a profissão de cabeleireiro e maquiador em diversos estados do país, tendo inclusive como clientes, grandes musas e personalidades do carnaval carioca, o rei de bateria da Lins Imperial é professor de dança (samba) e coreógrafo.
A festa que iniciará às 15 horas terá como atração musical o cantor Leozinho, além do tradicional show da escola. Como convidados especiais, as pratas da casa, os intérpretes Celino Dias e Emerson Dias, nascidos na comunidade do Lins de Vasconcelos, filho e sobrinho do fundador Tuninho da Padaria, embalarão junto com o carro de som verde rosa todos os presentes.
John Avelino virou figura carimbada nos setores das arquibancadas ano após ano, desde o Carnaval 2010. Em 2011 desfilou pela primeira vez em uma escola de samba, mas foi debaixo do temporal no desfile da Estação Primeira de Mangueira em 2015 que o rei da bateria Verdadeira Furiosa de mestre Átila virou o Muso das Arquibancadas, através de um vídeo sambando na chuva que viralizou, chegando a atingir mais de 2,5 milhões de acessos.
A quadra da Lins Imperial fica situada na Rua Lins de Vasconcelos 623 (entrada pelos fundos – Rua Ernestina). A entrada é franca.
Serviço
Festa de Coroação do Rei de Bateria da Lins Imperial – John Avelino
Dia: 06/11
Horário: A partir das 15 horas
Atrações: Cantor Leozinho e os intérpretes Celino e Emerson Dias
Local: Quadra de Ensaios – Rua Lins de Vasconcelos nº 623 – Lins (entrada pelos fundos – Rua Ernestina).
Entrada Franca
Classificação Livre
Mestre Dudu completa 10 anos como o dono do ritmo em Padre Miguel
O desfile da Mocidade Independente de Padre Miguel em 2022 será muito especial para mestre Dudu. Primeiro, a bateria é a principal homenageada no enredo “Batuque ao Caçador”. Segundo, o comandate completará dez anos à frente dos ritmistas de uma das principais baterias do carnaval.

Herdeiro de mestre Coé, que ficou nove anos à frente da “Não existe mais quente”, Dudu sabe que está perto de bater o recorde de tempo do inigualável mestre André. “Passa um filme. Só em pensar que quando trabalhava com meu pai, não tinha interesse nenhum em comandar a bateria. Hoje, fazem 10 anos que estou no comando. É um lance histórico. Mestre André ficou 14 anos e já estou em segundo por tempo na bateria. Motivo de muito orgulho”, disse ao CARNAVALESCO.
Para ficar ainda mais especial o momento de Dudu, na quarta-feira que vem, dia 10 de novembro, dia do seu aniversário e da Mocidade, ele lança o livro “As paradinhas da Não Existe Mais Quente”.
“O livro remete para nossas bossas. Não perco o nosso conceito de paradinhas, mas tento juntar. Coloquei partituras para contar como elas são feitas. Não tenho dúvida do reconhecimento do povo com o meu trabalho. Esse ano vou fazer diferente para que o jurado possa entender. Falo isso no sentido de colocar a bossa dentro da melodia. Não vou mudar radicalmente a bateria, estou trabalhando em cima do que foi dito pelos jurados, mas jamais vou perder nossas características. Tenho certeza que vão reconhecer o trabalho porque está muito bem encaixadinho”, garantiu.
Dudu falou também sobre o enredo de 2022. “Representa muita coisa pra mim e para todo batuqueiro de Padre Miguel. Ficará marcado para vida. Confesso que fiquei muito emocionado quando fiquei sabendo do enredo. Carrego uma cruz de madeira maçaranduba. Comandar a bateria da Mocidade e que foi do mestre André não é para qualquer um. Bato no peito, sei do tamanho, meu pai deixou um legado muito grande e tento sempre dar resposta a altura”.
Perguntado o que falaria hoje, se fosse possível, para o pai, Dudu ficou emocionado. “Aí, vocês me pegaram. Se ele pudesse me ouvir hoje eu daria um grito bem alto e falaria que é tudo por ele. Só agradecer pelo legado que deixou pra mim e para o meu irmão. Em todos os momentos que piso na escola é impossível não lembrar dele. Fiz um quarto para ele na quadra com a foto e será sempre tudo para ele e por ele. Tomei muita porrada. Sempre fui um moleque muito atrevido. Sempre me meti no meio. Sempre fui chamado de bangunceiro e isso serviu de experiência. Era o jeito do meu pai cuidar de mim e aprendi a respeitar todo mundo. Devo esse legado para ele”, disse Dudu, muito emocionado”.


