Kamila Simioni, de 39 anos, entrou no ritmo acelerado do Carnaval de 2026, mostrando no desfile da Imperatriz da Pauliceia a sua estreia como rainha de bateria em São Paulo. A rainha não poupou energia para brilhar na avenida. Ela, que também é musa da Barroca Zona Sul, vive uma nova fase dentro do samba paulistano, já que vem se dedicando intensamente para defender duas cores no Anhembi.

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Foto: Ana Carla Dias/CARNAVALESCO

“Foi uma experiência maravilhosa. É a primeira vez que eu saio como rainha de bateria. Já desfilo pelo segundo ano consecutivo como musa, mas rainha, não que seja mais ou menos importante, mas é diferente. A responsabilidade, o peso que a gente carrega, fazem ser uma experiência maravilhosa. Estou super feliz, super grata, foi incrível”, diz Kamila.

A Imperatriz da Pauliceia levou para a avenida o enredo “Congá, o Altar Sagrado da Minha Fé”, que propõe diversidade e o fim da inteligência religiosa. A bateria “Swing da Pauliceia” performou aos comandos da mestre Rafaella Rocha, a “mestra Rafa”, um dos poucos nomes femininos na regência de baterias em São Paulo. Ela é reconhecida como a primeira mulher a comandar uma bateria no Sambódromo do Anhembi.

Kamila Simioni, que distribuiu simpatia com o público na avenida, ganhou projeção nacional após participar do reality show A Fazenda, da TV Record. Quando anunciada oficialmente como rainha de bateria da Imperatriz da Pauliceia para o Carnaval de São Paulo 2026, Kamila assumiu uma das funções mais simbólicas do desfile.

“Quando me convidaram, não tinha noção do tamanho da responsabilidade que tinha. Em todos os ensaios eu vivenciava, mas, principalmente hoje, senti um pouco o peso dessa responsabilidade. Mas espero que tenha tirado de letra, espero que tenha ficado todo mundo feliz, a diretoria, a presidência e a comunidade”, conta.

À frente da “Swing da Pauliceia”, ela diz que sentiu firmeza para a conquista do acesso: “As expectativas são as melhores, tenho certeza de que a gente vai conseguir”, confirmou a rainha.