A Mocidade Alegre foi a terceira escola a desfilar no sábado de carnaval pelo Grupo Especial de São Paulo. Com o enredo “Malunga Léa, Rapsódia de uma Deusa Negra”, assinado pelo carnavalesco Caio Araújo, a agremiação apresentou um desfile técnico e luxuoso, com harmonia e evolução excepcionais na Avenida.

Após a apresentação, a presidente Solange celebrou a emoção de ver o projeto ganhar vida e destacou o empenho coletivo para cumprir o que foi planejado ao longo do ano.

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“Uma super emoção. Feliz a beça. O importante é a gente conseguir passar, trazer tudo direitinho, dentro do compacto, dentro de tudo. Eu espero que todo mundo tenha visto o que muita gente viu e que os jurados principalmente, mas eu estou muito feliz. A gente trabalha muito, batalha para caramba”, disse.

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Solange também ressaltou o compromisso da escola com a ancestralidade e afirmou ter orgulho da identidade construída pela Mocidade ao longo de sua trajetória.

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“A Mocidade é uma das escolas que, apesar de eles falarem que a direção é branca, é uma escola que fala mais de ancestralidade do que muitas outras. E isso eu tenho muito orgulho, de preservação, de identidade, de pertencimento, de fazer acontecer, porque a minha batalha quanto presidente de uma escola de samba é essa”, concluiu.

Por fim, a presidente fez questão de agradecer à comunidade, destacando a entrega nos ensaios e a dedicação que, segundo ela, refletiram diretamente no resultado apresentado no Sambódromo.

“Para a comunidade eu só tenho agradecimentos e gratidão, só mesmo, porque eles se esforçaram, eles se entregaram, eles fizeram muita coisa legal e eu acho que eles ensaiaram demais. E aqui deu resultado, deu certo. Agora a cabeça de jurado a gente não sabe, temos que esperar”, falou.