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	<title>Grupo Especial &#8211; Carnavalesco</title>
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	<description>Carnaval do Rio de Janeiro, escolas de samba, sambas-enredo, fantasias e vídeos</description>
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	<title>Grupo Especial &#8211; Carnavalesco</title>
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		<title>Grande Rio leva narrativas de carnaval às ruas de Caxias em aula pública sobre memória e território</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Carnavalesco]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 15:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Grande Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tatá Londirá, Exu e a Onça que Engoliu Caxias chega às ruas de Duque de Caxias como uma aula pública-circuito que convida a caminhar pela cidade, escutar suas narrativas e refletir sobre memória, território, colonialidade e as potências educativas das periferias. * Seja o primeiro a saber as notícias do carnaval! Clique aqui e siga [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-196760" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/aulagriocaxias.jpg" alt="" width="567" height="734" title="Grande Rio leva narrativas de carnaval às ruas de Caxias em aula pública sobre memória e território 2" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/aulagriocaxias.jpg 567w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/aulagriocaxias-309x400.jpg 309w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/aulagriocaxias-116x150.jpg 116w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/aulagriocaxias-324x420.jpg 324w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/aulagriocaxias-150x194.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/aulagriocaxias-300x388.jpg 300w" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" /></p>
<p>Tatá Londirá, Exu e a Onça que Engoliu Caxias chega às ruas de Duque de Caxias como uma aula pública-circuito que convida a caminhar pela cidade, escutar suas narrativas e refletir sobre memória, território, colonialidade e as potências educativas das periferias.</p>
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<p>A atividade integra a programação do FEBF na Praça e propõe um percurso atravessado pelas narrativas carnavalescas do G.R.E.S. Acadêmicos do Grande Rio, aproximando universidade, cultura popular e cidade em uma experiência de diálogo e produção coletiva de conhecimento.</p>
<p>A proposição é uma realização do Grupo de Pesquisa e Extensão Cultural A Cor da Baixada, do Grupo de Pesquisa e Extensão Pensar em Ginga – Educação e Descolonização e do Departamento Cultural do G.R.E.S. Acadêmicos do Grande Rio.</p>
<p>📍 A concentração será na quadra do G.R.E.S. Acadêmicos do Grande Rio, seguindo em circuito por diferentes espaços de Duque de Caxias.</p>
<p>📅 20 de agosto<br />
🕞 15h30<br />
📌 Saída: Quadra do G.R.E.S. Acadêmicos do Grande Rio</p>
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		<title>Carnaval sem fronteiras: transmissões das eliminatórias de samba conquistam o público pela internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Estela Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 05:23:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Carnaval]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os apaixonados por carnaval sabem que o evento não se limita ao mês de fevereiro. Na verdade, lá é só o fim de um ciclo. Os desfiles ganham vida muito antes de passar pela Sapucaí. Durante todo o ano, há etapas que fazem a obra final ganhar forma, e as eliminatórias de samba-enredo são um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_196745" aria-describedby="caption-attachment-196745" style="width: 770px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-196745" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/transmissaoriocarnaval.jpg" alt="transmissaoriocarnaval" width="770" height="540" title="Carnaval sem fronteiras: transmissões das eliminatórias de samba conquistam o público pela internet 3" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/transmissaoriocarnaval.jpg 770w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/transmissaoriocarnaval-570x400.jpg 570w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/transmissaoriocarnaval-150x105.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/transmissaoriocarnaval-768x539.jpg 768w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/transmissaoriocarnaval-599x420.jpg 599w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/transmissaoriocarnaval-300x210.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/transmissaoriocarnaval-600x421.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/transmissaoriocarnaval-696x488.jpg 696w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/transmissaoriocarnaval-100x70.jpg 100w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/transmissaoriocarnaval-200x140.jpg 200w" sizes="(max-width: 770px) 100vw, 770px" /><figcaption id="caption-attachment-196745" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação/Rio Carnaval</figcaption></figure>
<p>Os apaixonados por carnaval sabem que o evento não se limita ao mês de fevereiro. Na verdade, lá é só o fim de um ciclo. Os desfiles ganham vida muito antes de passar pela Sapucaí. Durante todo o ano, há etapas que fazem a obra final ganhar forma, e as eliminatórias de samba-enredo são um exemplo. É o que o mundo do carnaval está vivendo atualmente. Visando à expansão do público, que antes era restrito aos que frequentavam as quadras, agora é transmitido gratuitamente no canal da Rio Carnaval, no YouTube. A disputa pode ser vista por todos espalhados pelo país e pelo mundo.</p>
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<p>A iniciativa aproxima e conecta os torcedores que não conseguiram acompanhar presencialmente. É o caso de Daniel Nunes, de 21 anos, estudante de Direito e torcedor da Porto da Pedra, que vê as transmissões como uma forma essencial de democratizar o acesso.</p>
<figure id="attachment_196743" aria-describedby="caption-attachment-196743" style="width: 780px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-196743 size-full" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/danieltorcedor.jpg" alt="danieltorcedor" width="780" height="556" title="Carnaval sem fronteiras: transmissões das eliminatórias de samba conquistam o público pela internet 4" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/danieltorcedor.jpg 780w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/danieltorcedor-561x400.jpg 561w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/danieltorcedor-150x107.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/danieltorcedor-768x547.jpg 768w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/danieltorcedor-589x420.jpg 589w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/danieltorcedor-300x214.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/danieltorcedor-600x428.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/danieltorcedor-696x496.jpg 696w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/danieltorcedor-100x70.jpg 100w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /><figcaption id="caption-attachment-196743" class="wp-caption-text">Daniel Nunes estudante de Direito e torcedor da Porto da Pedra. Foto: Maria Estela Costa/CARNAVALESCO</figcaption></figure>
<p>&#8220;É um recurso muito bom, principalmente, para as pessoas que não podem estar presentes nas quadras, a galera de fora do Rio, que gosta de acompanhar o Carnaval. Eu acho essa iniciativa bem legal. Estava lá em casa vendo a live da Tijuca, sambando, cantando&#8230; Bem legal&#8221;.</p>
<p>Além disso, Daniel afirma que não pode faltar, na transmissão, mais informações sobre a história da agremiação: &#8220;Falar um pouco da história de cada escola, do samba, bairro, a interação da escola com a comunidade&#8221;.</p>
<p>O espaço digital dá visibilidade à dedicação diária dos que trabalham no carnaval. Clarice Nascimento, de 18 anos, porta-bandeira da Portela, destaca a forma como a transmissão prepara o público para o evento final, na Sapucaí.</p>
<figure id="attachment_196741" aria-describedby="caption-attachment-196741" style="width: 757px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-196741 size-full" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/claricetorcedora.jpg" alt="claricetorcedora" width="757" height="621" title="Carnaval sem fronteiras: transmissões das eliminatórias de samba conquistam o público pela internet 5" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/claricetorcedora.jpg 757w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/claricetorcedora-488x400.jpg 488w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/claricetorcedora-150x123.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/claricetorcedora-512x420.jpg 512w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/claricetorcedora-300x246.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/claricetorcedora-600x492.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/claricetorcedora-696x571.jpg 696w" sizes="auto, (max-width: 757px) 100vw, 757px" /><figcaption id="caption-attachment-196741" class="wp-caption-text">Clarice Nascimento porta-bandeira da Portela. Foto: Maria Estela Costa/CARNAVALESCO</figcaption></figure>
<p>&#8220;Eu acho muito importante porque mostra que o carnaval não é só em fevereiro ou janeiro na Sapucaí. Mostra que tem o making of, que as pessoas dão duro desde o início do ano e que muitas vivem disso. Entrevistar pessoas importantes da escola dá visibilidade e ajuda muito os componentes. E assistindo em casa dá para sentir, sim: arrasta o sofá, arrasta a mesa e samba!&#8221;, afirma a porta-bandeira.</p>
<p>Clarice ainda ressalta a importância das entrevistas com os componentes, para o público entender mais da história da agremiação: &#8220;Entrevistar pessoas importantes da escola, que dão visibilidade, ajuda muito os componentes e faz as pessoas conhecerem um pouco mais a história de cada escola&#8221;.</p>
<p>A interação com o público de casa e a animação transmitida no evento são pontos que a porta-bandeira Gabriela Alves, de 19 anos, torcedora da Grande Rio, conta que aumentam o desejo dos telespectadores de vivenciarem o momento de perto.</p>
<figure id="attachment_196740" aria-describedby="caption-attachment-196740" style="width: 751px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-196740 size-full" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/gabrielatorcedora.jpg" alt="gabrielatorcedora" width="751" height="600" title="Carnaval sem fronteiras: transmissões das eliminatórias de samba conquistam o público pela internet 6" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/gabrielatorcedora.jpg 751w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/gabrielatorcedora-501x400.jpg 501w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/gabrielatorcedora-150x120.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/gabrielatorcedora-526x420.jpg 526w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/gabrielatorcedora-300x240.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/gabrielatorcedora-600x479.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/gabrielatorcedora-696x556.jpg 696w" sizes="auto, (max-width: 751px) 100vw, 751px" /><figcaption id="caption-attachment-196740" class="wp-caption-text">Porta-bandeira Gabriela Alves torcedora da Grande Rio. Foto: Maria Estela Costa/CARNAVALESCO</figcaption></figure>
<p>&#8220;É uma forma de outras pessoas que não conseguem chegar às quadras assistirem de casa. Eu acho emocionante quando os intérpretes também chegam perto da câmera e vibram bastante. Desperta o interesse de querer ver de perto. A gente vê de longe e fala: &#8216;Eu quero estar lá&#8217;. Dá uma emoção muito diferente&#8221;, disse Gabriela.</p>
<p>Entre os componentes, o sentimento que floresce é o de pertencimento. Quem concilia a vida pessoal com as atividades nas escolas de samba entende o meio digital como uma inclusão para quem não consegue estar presente. Maria Flor Simões, intérprete da escola mirim Herdeiros da Vila, destaca o impacto positivo das transmissões:</p>
<figure id="attachment_196744" aria-describedby="caption-attachment-196744" style="width: 752px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-196744 size-full" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mariaflortorcedora.jpg" alt="mariaflortorcedora" width="752" height="647" title="Carnaval sem fronteiras: transmissões das eliminatórias de samba conquistam o público pela internet 7" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mariaflortorcedora.jpg 752w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mariaflortorcedora-465x400.jpg 465w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mariaflortorcedora-150x129.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mariaflortorcedora-488x420.jpg 488w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mariaflortorcedora-300x258.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mariaflortorcedora-600x516.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mariaflortorcedora-696x599.jpg 696w" sizes="auto, (max-width: 752px) 100vw, 752px" /><figcaption id="caption-attachment-196744" class="wp-caption-text">Maria Flor Simões, intérprete da escola mirim Herdeiros da Vila. Foto: Maria Estela Costa/CARNAVALESCO</figcaption></figure>
<p>&#8220;Achei bem melhor, porque, se a gente está longe, conseguimos ver de casa e eu já vi a live da Mangueira. Foi algo bem mais organizado, as imagens são muito bonitas. Ele aproxima as pessoas que têm curiosidade, elas conseguem ver de casa e se interessar em ir&#8221;, disse a cantora.</p>
<p>O bailarino e estudante de Educação Física Kauã Augusto, de 22 anos, torcedor da Beija-Flor, Portela e Paraíso do Tuiuti, partilha da mesma opinião que Maria Flor. Ele ressaltou o alcance social das transmissões:</p>
<figure id="attachment_196742" aria-describedby="caption-attachment-196742" style="width: 672px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-196742 size-full" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/kauetorcedor.jpg" alt="kauetorcedor" width="672" height="573" title="Carnaval sem fronteiras: transmissões das eliminatórias de samba conquistam o público pela internet 8" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/kauetorcedor.jpg 672w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/kauetorcedor-469x400.jpg 469w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/kauetorcedor-150x128.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/kauetorcedor-493x420.jpg 493w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/kauetorcedor-300x256.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/kauetorcedor-600x512.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 672px) 100vw, 672px" /><figcaption id="caption-attachment-196742" class="wp-caption-text">Bailarino e estudante de Educação Física Kauã Augusto. Foto: Maria Estela Costa/CARNAVALESCO</figcaption></figure>
<p>&#8220;Eu particularmente fiquei muito feliz, porque uma que estava representando lá é uma amiga minha, Larissa Ramalho. Fiquei muito feliz por ela estar lá na frente. E eu acho muito bom porque tem pessoas que não conseguem chegar lá nas escolas, assistir. Eu também posto alguns conteúdos engraçados, aí acaba que ajuda muito a pessoa que não pode comparecer lá a assistir pela live. Eu sou muito animado. Se tiver que pular dentro de casa, eu vou pular dentro de casa. Se tiver que dar cambalhota, eu vou dar cambalhota, mas eu prefiro estar lá pertinho, sentir de perto&#8221;, concluiu Kauã Augusto.</p>
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		<title>Quem cantou mais alto na Mocidade? Eliminatória começa a revelar os favoritos de 2027</title>
		<link>https://carnavalesco.com.br/quem-cantou-mais-alto-na-mocidade-eliminatoria-comeca-a-revelar-os-favoritos-de-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júnior Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 20:36:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Mocidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Mocidade Independente de Padre Miguel realizou, no último domingo, mais uma etapa da disputa de sambas-enredo para o Carnaval 2027. Em clima de mata-mata, nove obras subiram ao palco da quadra da Vila Vintém, em uma noite de apresentações marcadas pelo equilíbrio. Ao fim da etapa, três parcerias foram eliminadas e seis garantiram vaga [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_196701" aria-describedby="caption-attachment-196701" style="width: 702px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-196701" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mocidade1608.jpg" alt="mocidade1608" width="702" height="527" title="Quem cantou mais alto na Mocidade? Eliminatória começa a revelar os favoritos de 2027 9" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mocidade1608.jpg 702w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mocidade1608-533x400.jpg 533w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mocidade1608-150x113.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mocidade1608-559x420.jpg 559w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mocidade1608-80x60.jpg 80w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mocidade1608-160x120.jpg 160w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mocidade1608-300x225.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mocidade1608-600x450.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mocidade1608-696x522.jpg 696w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mocidade1608-265x198.jpg 265w" sizes="auto, (max-width: 702px) 100vw, 702px" /><figcaption id="caption-attachment-196701" class="wp-caption-text">Foto: Júnior Azevedo/CARNAVALESCO</figcaption></figure>
<p>A Mocidade Independente de Padre Miguel realizou, no último domingo, mais uma etapa da disputa de sambas-enredo para o Carnaval 2027. Em clima de mata-mata, nove obras subiram ao palco da quadra da Vila Vintém, em uma noite de apresentações marcadas pelo equilíbrio. Ao fim da etapa, três parcerias foram eliminadas e seis garantiram vaga nas quartas de final, que acontecem no próximo domingo. A escola levará para a Avenida o enredo “Latinamente Independente: Nosso Norte é o Sul em Remanifesto”, desenvolvido pelo carnavalesco Jack Vasconcelos. O <strong>CARNAVALESCO</strong> analisa abaixo as apresentações dos sambas classificados.</p>
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<p><strong>Parceria de Franco Cava</strong>: Abrindo a noite de apresentações, a parceria de Franco Cava, Juca, Nito de Souza, Marcinho.com, Anderson Migão e Gule Machado teve Tuninho Junior como cantor principal. A obra apresentou uma proposta de andamento envolvente, sustentada por uma boa interpretação e por uma condução melódica segura. O refrão principal, “de punhos cerrados pro céu, na boina, a estrela de Padre Miguel, alma latina de quem não se rende, avante, Mocidade Independente”, mostrou força para marcar a apresentação. Já o refrão do meio, “evoco os donos da mata, Jurupari é quem manda, enquanto o branco desmata, Tupana vence demanda, o sol de maio na pele marrom, Guantanamera é revolução”, manteve o bom rendimento e se destacou especialmente pela melodia forte e de fácil assimilação. Na construção da letra, a parceria investiu de maneira evidente nas referências às ancestralidades negra e indígena, elementos que ocupam espaço importante ao longo da narrativa. A apresentação cumpriu bem o papel de abrir a disputa, com uma performance equilibrada e sem grandes oscilações.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="156JwoFJ9hU"><iframe loading="lazy" title="MOCIDADE 2027 | PARCERIA DE FRANCO CAVA (16/08)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/156JwoFJ9hU?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><strong>Parceria de Santana</strong>: Santana, Paulo Senna Poeta, Carlos Augusto, Saulinho, Edvaldo Lucas e Everaldo Silva tiveram o samba defendido por Dowglas Diniz e Leonardo Bessa. A obra apresentou uma passagem marcada pela garra dos intérpretes e por uma boa melodia, que contribuiu para um bom rendimento do samba durante a apresentação. O refrão principal passou de maneira correta, mantendo a fluência necessária. Mas o grande momento da obra esteve no refrão do meio: “Okê, okê, okê arô, okê, okê, arô, se ontem eu fui a caça, hoje eu sou caçador”. O trecho ganhou muita força na quadra, especialmente na frase final, que traduz de maneira direta a ideia de resistência, transformação e afirmação presente no enredo. A letra percorre uma narrativa de enfrentamento e bravura, valorizando a identidade latino-americana e a capacidade de resistir diante das adversidades. A parceria também encontrou espaço para inserir certa irreverência em meio à narrativa, como nos versos “em cada canto um guardião, se quer me levar, vai ficar no cheiro, na essência de um batuque verdadeiro”. No conjunto, foi uma apresentação aguerrida, com boa condução dos intérpretes e uma melodia que se mostrou um dos pontos positivos da obra.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="5vCCzZUnOXY"><iframe loading="lazy" title="MOCIDADE 2027 | PARCERIA DE SANTANA (16/08)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/5vCCzZUnOXY?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><strong>Parceria de Leo Peres</strong>: O samba de Léo Peres, Leandro Fregonesi, Felipe Pires, Rogerinho, Wilson Paulino e Bruno Serrinho foi defendido por Bruno Ribas e Igor Pitta. A obra teve uma apresentação satisfatória nas três passadas, com uma melodia eficiente, que manteve o samba bem conduzido mesmo com poucas variações ao longo da composição. Os refrões foram os grandes destaques da parceria. O principal, “Dale Mocidade, canta, incendeia a avenida, se a latinidade é forte, o Sul vira norte, gracias a la vida”, ganhou muita adesão da quadra e ajudou a elevar a apresentação. A torcida também teve participação importante, entre as mais empolgadas da noite, contribuindo para potencializar a força do trecho. O refrão do meio, “vade retro, invasor, kaô, laroyê, ai se eu te pego no maculelê, feito a guerrilha e o raiar do sol de mayo, um outro raio pra expulsar quem se atrever”, também mostrou força e reforçou a proposta de resistência presente na obra. A letra constrói uma narrativa de enfrentamento e afirmação latino-americana, reunindo referências indígenas, negras e populares para defender a ideia de um continente que se levanta e reescreve o próprio destino. No geral, o samba encontrou nos refrões seus momentos de maior impacto e conseguiu manter um bom rendimento durante toda a apresentação.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="SZz_d-K1y78"><iframe loading="lazy" title="MOCIDADE 2027 | PARCERIA DE LÉO PERES (16/08)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/SZz_d-K1y78?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><strong>Parceria de Paulo Cesar Feital</strong>: Paulo Cesar Feital, Alex Saraiça, Denilson do Rozário, André Russo, Carlinho da Chácara e Fábio Bueno apresentaram uma obra de perfil melódico, poético e lírico. Mesmo sem a presença de Zé Paulo Sierra, os cantores conseguiram conduzir bem o samba, que contou ainda com boa resposta da torcida e adesão da quadra. A composição se destaca por uma letra de forte conteúdo político, construída a partir de imagens de resistência, ancestralidade e enfrentamento à opressão. O discurso ganha diferentes nuances ao longo da obra, passando pela denúncia social e chegando à afirmação de uma identidade latino-americana que se recusa a abrir mão de sua liberdade. O refrão do meio, “eu sonhei com Obatalá e Tupã lá no Orum, Caetés na Casa Branca, a Colômbia e o Peru, na soberania plena todos juntos somos um, Pindorama era o quilombo dos saberes de Ogum”, se sobressai pela riqueza poética e pelo diálogo entre referências indígenas, africanas e latino-americanas. O trecho teve boa execução e funciona como um importante ponto de sustentação narrativa da obra. Na sequência, a letra apresenta versos de forte carga simbólica, como “os sabores do amor têm punhados de alegria, preparados no calor da rebeldia” e “no Brasil, meus companheiros são heróis da resistência”. São passagens que ajudam a dar densidade ao discurso político do samba sem abandonar o lirismo. O grande momento musical está no refrão principal: “toca o agueré, pra fazer revolução, toca o agueré e respeita essa nação, o meu norte sempre foi nossa pátria mãe gentil, Mocidade Independente do Brasil”. Forte, envolvente e de fácil assimilação, o trecho teve excelente rendimento e recebeu grande adesão da quadra. A apresentação, no conjunto, mostrou uma obra de personalidade, que equilibra poesia e discurso político com bons momentos melódicos.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="mjJitCAI1to"><iframe loading="lazy" title="MOCIDADE 2027 | PARCERIA DE PC FEITAL (16/08)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/mjJitCAI1to?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><strong>Parceria de Jefinho Rodrigues</strong>: Jefinho Rodrigues, Xande de Pilares, Marquinho Índio, Estevão Ciavatta, Cleiton Roberto e Prof. Renato Cunha tiveram o samba conduzido por Wander Pires, que foi um dos grandes destaques da apresentação. O intérprete aproveitou muito bem as possibilidades oferecidas pela composição e imprimiu personalidade à passagem, valorizando especialmente a beleza melódica presente na obra. A segunda parte trouxe um dos melhores exemplos desse trabalho, no trecho “ginga no samba e na salsa, pra celebrar, tem colorido pra desnortear o teu olhar”. A melodia ganha movimento, permitindo que Wander explore diferentes nuances e dê mais dinâmica ao samba. O resultado foi uma apresentação de ótimo rendimento, com o cantor contribuindo diretamente para potencializar os principais momentos da composição. O refrão central, “o amor serpenteou, o vento anunciou, a luz tá no saber de Pachamama, Kosi Ewé, o que será do amanhã, se não reverdejar o Pindorama”, aparece como outro ponto alto da obra. É um trecho de beleza melódica, com imagens poéticas que conectam ancestralidade, natureza e a preocupação com o futuro. A passagem foi bem aproveitada na quadra e ajudou a criar uma mudança de atmosfera dentro do samba. A letra consegue traduzir com clareza diferentes elementos propostos pelo enredo. A primeira parte, especialmente, apresenta uma narrativa de resistência e afirmação, ao colocar o latino como protagonista de sua própria história e defender a inversão da lógica imposta pelo invasor. Referências afro-indígenas aparecem ao longo da composição, como em “sangue afro-tupi” e “retupinizar a nossa voz”, reforçando o discurso de valorização das raízes. A obra também encontra espaço para trabalhar a identidade de Padre Miguel por meio de versos como “o meu sorriso é resistência ancestral, Padre Miguel, essência do carnaval”, aproximando a narrativa ampla do enredo da própria Mocidade. No refrão principal, “Arriba la Mocidade, leva mi corazón, faz valer tua verdade, teu chão, mostra pro mundo o que só a gente tem, dale ritmo caliente, molho da Vila Vintém”, a composição aposta em uma construção contagiante, com boa força de canto e referências diretas à identidade da escola e de sua comunidade. No conjunto, foi uma apresentação muito consistente, em que a qualidade da melodia encontrou em Wander Pires um intérprete capaz de explorar suas nuances e elevar o desempenho do samba.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="g2-s13snjJo"><iframe loading="lazy" title="MOCIDADE 2027 | PARCERIA DE JEFINHO (16/08)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/g2-s13snjJo?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><strong>Parceria de Richard Valença</strong>: Richard Valença, Orlando Ambrósio, Renan Diniz, Jorginho Via 13, W. Corrêa e Cabeça do Ajax encerraram a noite com uma apresentação de muita intensidade. Mesmo sem a presença de Tinga, os cantores conseguiram sustentar a energia da obra e garantir um desempenho de destaque. A composição tem como uma de suas principais características uma melodia linear, mas capaz de imprimir força à apresentação. O samba não depende de grandes passeios melódicos para funcionar e encontra justamente na contundência de sua construção um dos seus principais atributos. Um dos momentos mais fortes está na sequência “pelo sangue derramado, pelo sol da liberdade, sou o braço rebelado, manifesto a Mocidade”, seguida pelo trecho “O mapa que vira, virou, refez o passado, independente não vai ser colonizado, o mapa que vira, virou, nos faz ir além, são outros quinhentos na Vila Vintém”. A estrutura, mesmo sem recorrer ao bis, ganhou caráter explosivo na quadra e ajudou a manter a apresentação em alta. A letra também se destaca pela objetividade com que desenvolve a ideia de resistência e retomada. Versos como “quero meu povo em cada busto, nossa memória muito além do museu, nasci índio batizado, pois você brincou de Deus, vim pra retomar o que é meu” apresentam um discurso direto, trabalhando memória, identidade e enfrentamento à imposição histórica. O samba ainda estabelece uma conexão interessante entre a narrativa do enredo e a identidade da Mocidade, especialmente ao trazer a Vila Vintém para dentro do discurso. No conjunto, foi uma passagem de grande força, marcada pela empolgação dos intérpretes, pela boa resposta da quadra e por uma obra que encontrou na contundência melódica e na clareza da narrativa seus principais trunfos.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="HVW29KmTpS0"><iframe loading="lazy" title="MOCIDADE 2027 | PARCERIA RICHARD VALENÇA (16/08)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/HVW29KmTpS0?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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			<media:title type="plain">Arquivos Grupo Especial - Carnavalesco</media:title>
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		<title>Análise: confira como se saíram os sambas da Chave Azul na Portela</title>
		<link>https://carnavalesco.com.br/analise-confira-como-se-sairam-os-sambas-da-chave-azul-na-portela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 13:51:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Portela]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Madureira, a disputa avança em busca do hino para o Carnaval 2027. A Portela recebeu a etapa eliminatória da Chave Azul, que precede a unificação das chaves. Nesta fase, se apresentaram dez sambas, e seis permanecerão na disputa. Os quatro eliminados serão anunciados no início desta semana. No Carnaval 2027, a Portela abrirá a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_196645" aria-describedby="caption-attachment-196645" style="width: 841px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-196645" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/portela1608.jpg" alt="portela1608" width="841" height="598" title="Análise: confira como se saíram os sambas da Chave Azul na Portela 10" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/portela1608.jpg 841w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/portela1608-563x400.jpg 563w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/portela1608-150x107.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/portela1608-768x546.jpg 768w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/portela1608-591x420.jpg 591w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/portela1608-300x213.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/portela1608-600x427.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/portela1608-696x495.jpg 696w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/portela1608-100x70.jpg 100w" sizes="auto, (max-width: 841px) 100vw, 841px" /><figcaption id="caption-attachment-196645" class="wp-caption-text">Foto: Mariana Santos/CARNAVALESCO</figcaption></figure>
<p>Em Madureira, a disputa avança em busca do hino para o Carnaval 2027. A Portela recebeu a etapa eliminatória da Chave Azul, que precede a unificação das chaves. Nesta fase, se apresentaram dez sambas, e seis permanecerão na disputa. Os quatro eliminados serão anunciados no início desta semana. No Carnaval 2027, a Portela abrirá a noite de terça-feira com o enredo “Ao Mestre, com carinho”, desenvolvido por Paulo Barros, em homenagem ao compositor e baluarte Monarco. A seguir, o <strong>CARNAVALESCO</strong> analisa as apresentações da noite.</p>
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<p><strong>Parceria de Dudu Nobre</strong>: Abrindo a noite de apresentações, o samba da parceria de Dudu Nobre foi performado por Negô e Carlos Júnior. Um dos destaques líricos da noite, a composição se destaca pela poesia e criatividade na abordagem da narrativa. A obra funciona como uma carta da Águia para Monarco, sintetizando toda a saudade que a comunidade sente de seu baluarte e reverenciando seu legado gravado na história da escola. A composição tem uma melodia gostosa e cadenciada, que abraça os versos de alta sensibilidade sobre o ex-presidente de honra. Entretanto, a defesa careceu de harmonia: muito “gritada” e pouco cantada, não combinando com um samba tão melódico e emocionado. A execução acabou ficando fora do “tom” que a obra pede. O verso do refrão principal, “Assino meu sobrenome: Portela, Portela, Portela”, é contagiante e de fácil assimilação. Já “E você, compositor / Te abracei, dei colo de mãe e carinho” sintetiza a relação da agremiação com seu “filho”, em que o compositor foi nutrido e pôde render clássicos não apenas para a própria escola, mas para a música brasileira. “Ensinei e aprendi que toda Águia tem que voltar pro ninho” é um dos versos mais afetuosos da composição. A apresentação teve uma queda de rendimento da terceira para a última passada, com o próprio intérprete reduzindo a intensidade dos vocais ao longo da execução. O samba contagiou alguns dos poucos presentes na quadra.</p>
<p><strong>Parceria de Jamys Ferraz</strong>: Originalmente, a parceria teria Igor Sorriso e Sandro Ferraz como intérpretes, mas apenas Sandro se apresentou nesta noite. A composição e a melodia carregam força poética ao evocar a nostalgia da infância e juventude de Monarco, profundamente ligada ao território suburbano carioca e com seu ápice em Madureira, na Portela. Como é visto nos versos “Vem sentir o vento do tempo soprar / Abrindo a janela, o quintal a lembrar / Tem cheiro de infância, de terra molhada / Onde o samba acordava na madrugada”, que apresentam uma construção poética sensível e diretamente conectada à memória de Monarco. O sentimento tem ênfase no refrão do meio: “Sonho de menino, dom de verdade / Azul e branco&#8230; identidade”. Entretanto, o trecho “Por outras bandeiras também fez história / Mas é na Portela que vive sua glória”, que finaliza o refrão, perde um pouco da força lírica construída anteriormente. Na primeira passada, o verso “Do rádio de pilha, despertou a inspiração”, que é cantado em um tom mais baixo, teve alguns desencontros na execução, com uma marca desarmônica no carro de som. Em alguns trechos da obra, a melodia também não atende bem à força lírica proposta pela composição. É o caso de “Nova Iguaçu viu Monarco crescer”, cuja construção melódica não valoriza o verso, assim como “Mestre, segue viva sua lição”, que também passa de maneira mais fraca. Além desses, o verso “Nada pode ser maior que instituição” aparece de forma desconexa em relação à composição e à própria melodia. A apresentação começou enérgica, mas o carro de som demonstrou falta de harmonia, com alguns intérpretes entrando atrasados na letra, além de diferenças de tom e afinação. O rendimento caiu já na segunda passada e foi decaindo ao longo da apresentação, que passou sem brilho e teve rendimento regular.</p>
<p><strong>Parceria de Luiz Carlos Máximo</strong>: Interpretado por Wantuir, o samba apresenta uma composição simples e direta, em tom saudoso e de lembrança ao Mestre. A obra carrega a verdade de lembrar alguém querido que se foi: passeia pela memória, assume um tom mais divertido, reafirma o legado e mostra que sua presença ainda é sentida. Entretanto, a melodia, que traz algumas variações em tom mais baixo, passeia junto aos versos, mas não os exalta. Falta à música trazer para fora o brilho que a composição apresenta. Um exemplo está no refrão do meio, que traz um momento divertido: “Cocorocou, o galo já cantou / Levanta nego pra buscar o caraminguá / E você ia numa estrada dessa vida / Vender peixe pra Lili, vender peixe pra Iaiá”. A melodia, porém, não atende à energia de determinados versos que poderiam ter mais destaque. Em “Me disse: ‘Pega esse lenço sem demora / E dessa vez pode chorar / Pega esse lenço que agora vem a Portela / Do mestre Hildemar’”, o tom mais baixo e a construção melódica também não trazem a empolgação e a energia que o samba poderia alcançar; a variação melódica do refrão “A gente se encontra, Monarco / Nas estrelas do caminho / Com carinho assinado: Portela / Pra sempre seu ninho” também não chega a empolgar. O verso “São rimas do seu pai, são pipas pelo céu / Brilha mais que os antigos quintais” teve execução levemente truncada na segunda passada. Já “Meu poeta, que Oswaldo Cruz emprestou ao Brasil / Te sinto no zunzum da quadra / Na Velha Guarda, em cada azul / E no orgulho que tem de você / Até o portelense que está pra nascer” também ficou desfavorecido pela melodia. A defesa foi justa ao samba, dando-lhe a energia pedida. Teve um rendimento regular, chegando a movimentar algumas pessoas da quadra.</p>
<p><strong>Parceria de Charlles André</strong>: A quarta apresentação da noite foi a parceria de Charlles André. Originalmente defendida por Emerson Dias, Celso Lopes e Charlles André, a composição contou nesta noite apenas com a presença de Celso e Charlles. A obra traz uma grande carga afetuosa, em formato de “carta” da Portela ao mestre Monarco. Entretanto, o carro de som apresentou falta de harmonia, com afinações e entradas na letra desencontradas. Já o samba tem uma melodia pouco enérgica, sem grandes destaques melódicos ou líricos, mantendo-se mais linear ao longo da apresentação. Em destaque, no refrão do meio, “Tempo voa e o pequeno sonhador / Em Osvaldo Cruz encontrou o seu lugar / Em cada passo, o bailado e a valentia / De um grito vendendo peixe, animando a freguesia”, a melodia perde força. O verso que finaliza o refrão, “Vendendo peixe, animando a freguesia”, fica um pouco solto dentro da narrativa. Em “E no meu chão tamanha emoção / A tua união foi linda”, os intérpretes deram mais ênfase ao verso, mas o público não veio junto na terceira passada. Já o verso “Hoje com os olhos rasos d’água / E na mesma fé que te guiava” aparece como um destaque melódico. Além deste, o trecho “Numa estrada dessa vida o samba te consagrou” utiliza uma composição de Monarco como recurso criativo e melódico, mas é colocado de maneira tímida, ficando solto e sem alcançar a força necessária para chamar o público. O refrão principal, “Se eu chorar ao cantar é porque / Me faltam palavras pra agradecer / Com todo carinho, por todo legado / Aplausos, eterno Monarco”, quase engata, inclusive com o público. Começa bem, mas perde força lírica ao longo da execução. A defesa dos intérpretes demonstrou segurança com a composição, porém teve rendimento decrescente. Começou enérgica e chegou à última passada se arrastando. Conseguiu animar alguns dos presentes nas primeiras passadas, como a Velha Guarda, que dançou e cantou trechos do samba.</p>
<p><strong>Parceria de Lico Monteiro</strong>: A parceria de Lico Monteiro foi defendida por Fredy Vianna, já que Pitty de Menezes não esteve presente. Um dos destaques da noite pela beleza lírica, a composição traz uma lembrança ao mestre Monarco, puxando fortemente o sentimento de ser portelense. Isso aparece no verso “Eu sou Portela, onde todo encontro é sagrado / Quando um portelense é batizado / Canta os teus versos em oração”, que traz forte identificação com a comunidade, já que Monarco compôs grandes “hinos” de amor à escola. A composição também apresenta trechos liricamente belos, como “Vai, menino, o corpo é estandarte / Quem corteja o talabarte / Com o lenço entre as mãos / De certo, já conhece o caminho / Mesmo que em desalinho / Se aventure o coração”. O refrão tem sua beleza poética e melódica, além da fácil assimilação: “Não há nada que explique este sentimento / Por todos os tempos, por onde for / A Águia quando vê voar um filho / Lembra que lá em seu ninho / Monarco me ensinou o que é o amor / Portela me ensinou o que é o amor”. A defesa foi justa ao samba, entregando a energia que a composição pedia. Apesar do saudosismo, a melodia é um pouco mais enérgica. O rendimento foi bom, com os intérpretes mantendo a apresentação sem deixar o samba cair, embora a obra não tenha chegado a empolgar muito.</p>
<p><strong>Parceria de Marcello Luz</strong>: A parceria de Marcello Luz teve Tem-tem Jr e Guto como intérpretes. A composição traz a lembrança de Monarco e se declara ao mestre. A estrofe “Portela é luz na poesia / O vento em memória floresce os quintais / Relembro onde o samba ecoava / No chão da morada / Menino a brincar / Saudosa Baixada encantada” foi bem cantada pelo povo. O refrão também foi cantado por muitos na quadra, sendo um dos mais quentes que passaram pela noite de disputa: “Oh! Minha Águia abre as asas sobre o céu / Traz o Monarco pra Portela de novo / Quem é raiz atravessa o véu / E vive eterno no canto do povo”. Em alguns momentos, o trecho “Mestre&#8230; seus versos em desalinho&#8230; / Um hino de amor feito acalanto&#8230; / A Velha Guarda abraçou entre cores e amores&#8230;” passou de forma um pouco arrastada. Ainda assim, a apresentação teve bom rendimento e crescimento ao longo da execução, tomando fôlego até o final.</p>
<p><strong>Parceria de Noca Neto</strong>: Interpretada por Rodrigo Tinoco, a composição também assume um formato de carta a Monarco, tal qual a sinopse proposta. Porém, a obra traz como um de seus destaques o bom uso de composições de Monarco como recurso criativo e melódico: “‘Agora’ em meu altar se fez acalanto / A arte ‘Enxuga o Pranto’ pra ‘Retumbante Vitória’ / Glória com teu povo azul e branco / Tua voz é o encanto para o mundo ‘Vadiar’”. O verso “‘Agora’ em meu altar se fez acalanto”, em interpolação melódica de “Coração em Desalinho”, é indutivo ao canto e fácil de memorizar. Outro destaque melódico aparece no verso “Lá laiá laiá laiá / Se eu for falar de ti não vou terminar / ‘Juro que nem posso me lembrar’ / Se eu for falar de Monarco não vou terminar”, gostoso de ouvir e cantar. A melodia da obra, em geral, é muito agradável, apesar de não ser explosiva, e atende bem à composição. Entretanto, o refrão principal “Salve a Velha Guarda, salve o nosso sentinela / ‘Corre pra ver’, tua Portela! / Eterna é a minha devoção / Ao mestre, com carinho e gratidão” perdeu a oportunidade de ter a mesma força e destaque dos outros versos, passando sem brilho. A performance foi segura e teve a energia necessária à obra, com belas harmonias vocais do carro de som. Apesar do bom rendimento da apresentação, o samba foi recebido de forma fria pela quadra.</p>
<p><strong>Parceria de Toninho Geraes</strong>: Um dos grandes destaques da noite foi a parceria de Toninho Geraes, defendida energicamente por Dowglas Diniz. A composição traz forte poética em mais uma carta endereçada ao Mestre, relembrando sua importância para a comunidade azul e branca de Madureira. O refrão principal, “Enxugue o pranto, diga a Deus e vem embora / Traga seu lenço pra essa gente que lhe adora / Viva Monarco! Portela canta feliz / Eternamente Hildemar Diniz”, mostrou sua força: estava na boca do povo desde o início e é um dos momentos mais fortes em melodia e letra, além de ser um dos refrões mais potentes desta noite de apresentação. Além dele, o pré-refrão, “Mestre, ‘a cor do nosso pavilhão’ / Nos conduz, é ‘a cor do nosso coração’ / É a luz, comunhão de gente bamba / A fé em Nossa Senhora e São Sebastião / Embala toda gratidão / Nos braços da Majestade do Samba”, também foi um momento quente. O refrão do meio, “Caiu no samba iaiá e a Águia chamou / Botou chapéu Panamá, ‘oh linda’ / História de amor / Poesia no quintal / Brincou o Carnaval / Com a bênção de Natal em Madureira”, é divertido e se destaca pelo jogo de palavras e por chamar um dos “ancestrais” da Portela, Natal. Evocar os nomes de Paulo, Candeia, Rufino e Natal é tocar no “centro de força” do portelense. Presentes em grandes clássicos da agremiação, esses nomes representam uma boa conexão com a memória da escola. A parceria teve ótimo rendimento, além de contar com alguns segmentos, como a presidência da escola, cantando o samba.</p>
<p><strong>Parceria de Gerson PM</strong>: O penúltimo samba da noite foi interpretado por Paulo Bispo, Antônio Carlos, Joãozinho e Cecília D Preto. A obra traz a trajetória do mestre Monarco, destacando seu destino traçado pela música desde a infância. A composição apresenta uma melodia empolgante e foi defendida de forma enérgica. Entretanto, a performance careceu de fluidez, começando já atravessando a melodia e ficando desordenada durante boa parte da primeira passada. Os intérpretes também não pareciam muito seguros com a letra. Na terceira passada, o intérprete chegou a demonstrar fortemente falta de sustentação, parando os trechos com cansaço. Também merece destaque o trecho “Tendo fé no padroeiro e na loteria / Com o amor de Dona Olinda a cantar na boemia”, que apresenta uma melodia pouco coesa. O refrão “Olha o peixe, olha o peixe, freguesia! / Pelas feiras da cidade no dia a dia / Olha o peixe, olha o peixe, freguesia! / Cantando, ele vendia” é um recurso criativo que traz descontração e certa “bossa” à letra, apesar da repetição excessiva, que tira um pouco de sua força. O rendimento foi decrescente. A apresentação passou sem brilho, com a energia caindo ao longo da performance, com um público desconectado e desengajado.</p>
<p><strong>Parceria de Wanderley Monteiro</strong>: Um dos grandes destaques da noite foi responsável por encerrar a disputa. A obra da parceria de Wanderley Monteiro foi defendida por Wander Pires, Wandinho e Charles Silva. Em sua composição, traz uma bela exaltação ao legado de Monarco e sua permanência na alma portelense. Tem seu ápice em “Eu sou a sua eterna continuação”, verso que sela a ideia de continuidade e da presença eterna de Monarco na “cultura portelense”. A performance teve um início de arrepiar, tamanha sua força, sustentado pelos versos, pela força poética e pela defesa brilhante do trio e de seu carro de som. Em destaque, o verso “A bênção, meu velho”, apresentado nessa mesma estrutura de início de estrofe, bate como uma memória recente para os sambistas e funciona muito bem, remetendo a uma construção lírica recentemente consagrada no Carnaval, sem perder a identidade da própria composição. O trecho “Pra entender tem que ter um ‘a’ / De amor, e um ‘quê’ / De Madureira na alma / Tem que ter a luz / Carregar no peito Oswaldo Cruz” foi fortemente cantado na quadra, além de carregar um dos destaques melódicos e criativos da obra. É um dos versos mais fortes da composição. Já o trecho “Agora uma enorme saudade devora”, alusão a “Coração em Desalinho”, está bem encaixado na canção, bem executado e indutivo ao canto. O refrão principal, “E por falar de amor, dos que não vão terminar / Falar de Monarco, meus olhos vão marejar / A Velha Guarda, teu sorriso na lembrança / Eu sou Portela desde os tempos de criança”, tem sua força especialmente no verso final. “Sou Portela desde os tempos de criança” bate forte no peito do portelense, trazendo um ponto de identificação ainda maior para uma relação que já é profundamente existente entre o torcedor e o enredo. O samba foi cantado do início ao fim pela quadra, de “cabo a rabo”, com pouca necessidade de “cola” da letra. A apresentação encerrou a noite levantando a quadra. Empolgou a Velha-Guarda e os baluartes, que se aproximaram do palco para cantar e dançar.</p>
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		<title>Salgueiro apresenta ótimos sambas candidatos a hino vermelho e branco de 2027 em noite de eliminatórias da Chave Branca</title>
		<link>https://carnavalesco.com.br/salgueiro-apresenta-otimos-sambas-candidatos-a-hino-vermelho-e-branco-de-2027-em-noite-de-eliminatorias-da-chave-branca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Vinícius]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 14:37:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Salgueiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A disputa de samba do Salgueiro passou por mais uma noite de eliminatórias com a 1ª etapa da Chave Branca. A quadra da vermelho e branco recebeu a apresentação de sete sambas, após a desclassificação de duas composições por descumprimento de regras, e o resultado sairá nos próximos dias. A escola vai levar para a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_196617" aria-describedby="caption-attachment-196617" style="width: 734px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-196617" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/salgueiro1508.jpg" alt="salgueiro1508" width="734" height="441" title="Salgueiro apresenta ótimos sambas candidatos a hino vermelho e branco de 2027 em noite de eliminatórias da Chave Branca 11" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/salgueiro1508.jpg 734w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/salgueiro1508-600x360.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/salgueiro1508-150x90.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/salgueiro1508-699x420.jpg 699w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/salgueiro1508-300x180.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/salgueiro1508-696x418.jpg 696w" sizes="auto, (max-width: 734px) 100vw, 734px" /><figcaption id="caption-attachment-196617" class="wp-caption-text">Foto: Matheus Vinícius/CARNAVALESCO</figcaption></figure>
<p>A disputa de samba do Salgueiro passou por mais uma noite de eliminatórias com a 1ª etapa da Chave Branca. A quadra da vermelho e branco recebeu a apresentação de sete sambas, após a desclassificação de duas composições por descumprimento de regras, e o resultado sairá nos próximos dias. A escola vai levar para a Marquês de Sapucaí o enredo “Laroyê, Xica da Silva: A história por trás da história” e será a terceira escola a desfilar na segunda-feira de carnaval. As eliminatórias continuam no próximo sábado, 22 de agosto, já com o chaveamento unificado.</p>
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<p><strong>Parceria de Gerson Riosampa</strong>: A parceria que abriu a noite foi a dos compositores Gerson Riosampa, Claudionor Leite, Marcelo 100, Diego Tilin, Professora Tânia e Liane Harmonia, que contaram com uma torcida pequena. O refrão principal é o ponto alto do samba. Com esse começo, “Tragam os xequerês, dobrem os atabaques // Vai ter xirê outra vez nesse terreiro”, a música se pretende puxar um ritmo enérgico. Porém, a torcida pequena não empolgou o restante da quadra. Um ponto de atenção é a levada empregada pelos intérpretes. Alguns trechos, principalmente a segunda parte, necessitam de agilidade para pronunciar cada uma das palavras, mas percebeu-se que a emissão do canto produziu difícil entendimento.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="fZZJsnUxOHs"><iframe loading="lazy" title="SALGUEIRO 2027 | GERSON RIOSAMPA E CIA (APRESENTAÇÃO)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/fZZJsnUxOHs?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><strong>Parceria de Ian Ruas</strong>: O trio de intérpretes Grazzi Brasil, Dowglas Diniz e Vitor Cunha puxou o samba dos compositores Ian Ruas, Caio Miranda, Zé Carlos, David Carvalho, Luiz Fernando, Luana Rosa, Fabiano Mattos e Carlão. Como uma das melhores apresentações da noite, a composição tem como recurso caminhos criativos, não óbvios e literais, ao se referir ao enredo. Um exemplo é a sutileza ao citar a representação de Xica da Silva no cinema, no teatro e na televisão com “Tal qual a trama da atriz // Que encenou, de uma vida, um capítulo só”. Além disso, o refrão principal se mostrou forte com os versos “Toda mulher tem direito à própria história // Meu Salgueiro é a memória que eu voltei pra consagrar”, assim como o refrão do meio, com impacto no verso “Meu corpo foi invasão, fetiche da branquitude!”. O samba sustentou a cadência intensa sem deixar cair o rendimento. Como resultado, o samba empolgou o público, além da volumosa torcida que a parceria contava.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="x-hZb0nhzrA"><iframe loading="lazy" title="SALGUEIRO 2027 | IAN RUAS E CIA (APRESENTAÇÃO)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/x-hZb0nhzrA?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><strong>Parceria de Rico Teixeira</strong>: A terceira parceria a se apresentar pela Chave Branca foi a de Rico Teixeira, Luiz Mangara, Darcy Maravilha, Carlinho Japona, Professor Claudio, Ananias, Marcílio Moreno, Professora, Jota Ailton e Romero. Interpretaram o samba-enredo Clóvis PE, Neto Braz, Robson Negreiros, Carol do Império e Thayan. Em aspecto de letra, os refrões se mostraram fáceis de decorar, pela repetição marcante de “Deixa a gira girar”, no refrão do meio, e de “Laroyê”, no refrão principal. Uma das melhores sequências de versos fica com “Todas marias, passistas e baianas são rainhas soberanas, diamantes do senhor // Nunca fui santa nem tampouco realeza, mas forjei minha nobreza gargalhando aonde vou // Nessa batida conto sem meia verdade que eu morro e de saudade do Tijuco, meu amor”. Mas é perceptível que os versos que citam as atrizes Taís Araújo e Zezé Motta ficaram descasados do resto do samba.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="tEYztuWmAbM"><iframe loading="lazy" title="SALGUEIRO 2027 | RICO TEIXEIRA E CIA (APRESENTAÇÃO)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/tEYztuWmAbM?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><strong>Parceria de T’Nem</strong>: Depois do Samba 10, foi a vez da parceria 02 subir ao palco. A composição desenvolvida por T’Nem, Renato Penna, André Monteiro, Chico Lero, DJ do Salgueiro Paulinho Letra, Wilsão do Salgueiro, Marcos Padrinho, Vinicius Ramos e Calazans foi puxada pelo intérprete Leandro Santos. Um traço interessante é que o refrão principal é curto e de fácil compreensão. Um ponto positivo é a ponte para o refrão principal, que começa em “Negra escola de samba, és minha inspiração” e termina com “Incorporada, quero ver quem vai segurar!”. A apresentação não teve problema de rendimento ou dificuldade de compreensão do samba. Portanto, fez uma passagem correta pela quadra do Salgueiro.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="8MymWX2GPT4"><iframe loading="lazy" title="SALGUEIRO 2027 | T&amp;apos;NEM E CIA (APRESENTAÇÃO)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/8MymWX2GPT4?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><strong>Parceria de Xande de Pilares</strong>: Em mais uma das melhores apresentações da noite salgueirense, Charles Silva defendeu com destreza a composição de Xande de Pilares, Fred Camacho, Betinho de Pilares, Miguel Dibo, Renato Galante, Jorginho Via 13, W. Correa, Orlando Ambrosio, Jefferson Oliveira e Rafael Gigante. Narrativamente, o samba é dividido em três partes e reúne equilibradamente as características da entidade e dos fatos históricos da homenageada, como fica marcado na sinopse. O refrão principal é cativante, com trechos que exaltam a personagem conectada à escola, por exemplo, em “A dona da casa quer girar furiosa no dendê” e “A moça incorporou na Academia”. O último refrão demonstra força ao descrever características importantíssimas de Xica da Silva e faz bom uso da alcunha em “Chegou a Xica que manda”. O intérprete e o apoio conseguiram sustentar bem o ritmo e a empolgação do samba. Aparentemente com a maior torcida da Chave Branca, os torcedores chegaram com grandes leques, bandeiras e balões, o que levou o público comum a interagir com a torcida.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="zVisZ4vT20E"><iframe loading="lazy" title="SALGUEIRO 2027 | XANDE DE PILARES E CIA (APRESENTAÇÃO)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/zVisZ4vT20E?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><strong>Parceria de Marcelo Adnet</strong>: O intérprete da Acadêmicos do Viradouro, Wander Pires, apresentou o samba de Marcelo Adnet, Gustavo Albuquerque, Babby do Cavaco, André Capá, Bruno Zullo, Igor Marinho, Pedro Ayres, Sergio Pimentel, De Lima e Fabiano Paiva. O pré-refrão “Quero ver bater de frente com a escola de Xangô” esquenta o samba para chegar ao refrão principal. Sobre o refrão principal, observa-se a evidente referência ao samba campeão de 1963 em homenagem à Xica da Silva. Além disso, o refrão mais interessante da música é o do meio, com os versos “Avisa na casa grande meu nome é Francisca” e “Arreda, moço, Xica dá o que quiser”, em referência a Jorge Ben. Completando a lista de destaques da eliminatória, a parceria de Marcelo Adnet conseguiu manter a quadra empolgada; não houve momentos de queda de rendimento.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="PJ-7ehBi0QE"><iframe loading="lazy" title="SALGUEIRO 2027 | MARCELO ADNET E CIA (APRESENTAÇÃO)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/PJ-7ehBi0QE?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><strong>Parceria de Gui Salgueiro</strong>: Para fechar a madrugada, os compositores Gui Salgueiro, Daniel Rozadas, Marcão Campos, Fábio Teixeira, Geraldo da Valda, Dennis Garcia, Júlio James, Marcelo Peixoto, Ricardo Henrique e Walter Monteiro contaram com o talento dos intérpretes Luana Pinheiro e Guto Intérprete. A melhor parte do samba é a primeira, cuja força se expressa com versos como “Oi, gira saia, vento sopra, gargalhada [&#8230;] É Mojubá, Senhoras da Academia”. Além disso, o refrão principal é potente e fecha bem com “Sou Xica da Silva e do Salgueiro”. Infelizmente, o começo da segunda parte tem versos que os intérpretes não foram capazes de pronunciar com segurança em alguns momentos, pelo ritmo com mais nuances nessa introdução.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="FI2A56H_Mx4"><iframe loading="lazy" title="SALGUEIRO 2027 | GUI SALGUEIRO E CIA (APRESENTAÇÃO)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/FI2A56H_Mx4?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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			<media:title type="plain">Arquivos Grupo Especial - Carnavalesco</media:title>
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		<title>Alto nível! Mangueira mantém disputa acirrada pelo samba de 2027</title>
		<link>https://carnavalesco.com.br/alto-nivel-mangueira-mantem-disputa-acirrada-pelo-samba-de-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júnior Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 14:25:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mangueira]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nem o mau tempo que atingiu o Rio de Janeiro durante todo o dia afastou o público da quadra da Mangueira no último sábado. Com a casa lotada, quatro sambas-enredo foram apresentados em mais uma etapa da disputa para o Carnaval 2027, em uma noite marcada pelo alto nível das obras e pela forte participação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_196610" aria-describedby="caption-attachment-196610" style="width: 737px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-196610" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mangueira1508.jpg" alt="mangueira1508" width="737" height="527" title="Alto nível! Mangueira mantém disputa acirrada pelo samba de 2027 12" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mangueira1508.jpg 737w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mangueira1508-559x400.jpg 559w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mangueira1508-150x107.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mangueira1508-587x420.jpg 587w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mangueira1508-300x215.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mangueira1508-600x429.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mangueira1508-696x498.jpg 696w" sizes="auto, (max-width: 737px) 100vw, 737px" /><figcaption id="caption-attachment-196610" class="wp-caption-text">Foto: Júnior Azevedo/CARNAVALESCO</figcaption></figure>
<p>Nem o mau tempo que atingiu o Rio de Janeiro durante todo o dia afastou o público da quadra da Mangueira no último sábado. Com a casa lotada, quatro sambas-enredo foram apresentados em mais uma etapa da disputa para o Carnaval 2027, em uma noite marcada pelo alto nível das obras e pela forte participação da torcida. Ao fim da eliminatória, três parcerias avançaram para a próxima fase, enquanto o samba 09, da parceria de Gustavo Louzada, foi eliminado. Abaixo, a análise do <strong>CARNAVALESCO</strong> sobre as apresentações das obras classificadas.</p>
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<p><strong>Parceria de Arlindinho</strong>: Defendido por Evandro Malandro, Bruno Ribas e Vitor Cunha, o samba da parceria de Arlindinho, Pedro Terra, Tomaz Miranda, Herval Neto, Paulo César Feital e Igor Leal já começou a disputa em alta. Antes mesmo de os intérpretes assumirem o comando da apresentação, a torcida já cantava a obra, mostrando a força que o samba conquistou junto ao público. Ao longo das passadas, a conexão entre cantores e torcida se manteve em alto nível, com uma interpretação firme e constante. O grande destaque ficou para o refrão principal, de forte apelo popular e que encontrou resposta imediata na quadra. A estrutura da obra contribui para esse efeito, especialmente no diálogo entre os diferentes momentos do samba. O trecho “Dobra o adarô, rufa o alujá, no toque de guerra a Mangueira vai passar” funciona como preparação para a retomada do refrão, criando dinâmica e mantendo a apresentação em movimento. Outro ponto alto foi justamente o momento em que os intérpretes entregaram o canto para a torcida, conforme determinou a regra da disputa. A quadra respondeu à altura, transformando a passagem em um dos momentos mais fortes da apresentação e evidenciando a capacidade de comunicação do samba para além da própria parceria. Na construção da letra, a obra encontra caminhos poéticos para apresentar características de Oyá e sua relação com Xangô, com imagens como “na fúria de um furacão a fera vai se transformar, asas de labá-labá”. O samba também estabelece uma conexão interessante com a própria Mangueira ao citar a quarta-feira, dia dedicado à orixá, justamente como a data em que a escola encerrará os desfiles do Grupo Especial. A melodia possui força e poucas oscilações que comprometam sua condução. Mais do que apostar em um único momento de explosão, o samba consegue manter um rendimento elevado durante toda a apresentação, sustentado pelo trabalho dos intérpretes e pela adesão da torcida. Por fim, foi um samba que mostrou grande capacidade de funcionar na quadra, teve um excelente desempenho e saiu fortalecido da disputa.</p>
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<p><strong>Parceria de Chacal do Sax</strong>: Defendido por Pixulé e Tinguinha, o samba da parceria de Chacal do Sax, Verônica dos Tambores, Laura Roméro, Rafael Capiberibe, Giovani e Ronnie Machado teve nos intérpretes um de seus principais trunfos nesta apresentação. A dupla conduziu a obra com segurança, mantendo a letra bem compreensível e imprimindo energia ao canto durante toda a passagem. Mesmo com uma torcida numericamente menor em relação às demais parcerias classificadas, a resposta na quadra foi positiva e constante. O refrão principal aparece como um dos grandes pontos de força da obra. “Ô ô ogã, bate o aro ogã, eu sou Mangueira, ventania de Yansã, iluminando essa favela inteira, Oyá por nós da Estação Primeira” possui uma melodia de assimilação imediata, com um canto simples de acompanhar e forte capacidade de envolver o componente. A resposta da torcida confirmou essa característica, com o refrão funcionando bem nas diferentes passadas. Antes dele, a obra constrói uma sequência de crescimento que passa pelo trecho “Quando ela passa, nada fica no lugar! / Incendeia, mãe! Incendeia! / Eu não seria nada sem Oyá! / Quem é do fogo tem dendê na veia!”. Os versos reforçam a imagem de uma Oyá em movimento, associada ao fogo, à força e à transformação, e entregam ao refrão uma carga de energia que favorece a apresentação. Outro momento que merece destaque foi o canto da torcida à capela. Ela respondeu com potência quando chamada a participar, mostrando que a obra conseguiu estabelecer uma relação efetiva com quem estava presente na quadra. A participação foi animada do começo ao fim e ajudou a sustentar o rendimento do samba. Na letra, a parceria percorre diferentes aspectos ligados a Oyá, passando pelos caminhos, pela religiosidade e pelos ritos do Candomblé, sem abandonar a relação direta com a Mangueira. Musicalmente, a obra alterna passagens de maior intensidade com momentos mais cadenciados, mas encontra no refrão principal seu ponto de maior comunicação. Foi uma apresentação segura, valorizada principalmente pela força dos intérpretes e pela facilidade com que seus principais momentos chegaram à quadra.</p>
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<p><strong>Parceria de Lequinho</strong>: Fechando a noite, a parceria de Lequinho, Júnior Fionda, Gabriel Machado, Orlando Ambrósio, Guilherme Sá e Paulinho Bandolim teve uma recepção que impressionou desde antes do início da apresentação. Tinga, Charles Silva e a equipe de cordas ainda se preparavam no palco quando a quadra já cantava o refrão principal em alto volume. A torcida sustentou o samba durante toda a passagem e, em determinado momento, chegou a cantar uma passada inteira, com a participação de diferentes segmentos da escola, especialmente das baianas, que se posicionaram à frente da torcida organizada. Tinga teve papel importante para manter o samba em alto rendimento. O intérprete conduziu a obra com segurança e intensidade, mas encontrou uma quadra que já conhecia e cantava a letra inteira. Essa adesão não ficou restrita à torcida da parceria: o samba também foi bastante entoado por quem estava na quadra sem integrar o grupo organizado, um indicativo da facilidade de comunicação que a obra apresentou nesta noite. O refrão do meio, “Iyá mesan orun, treme-terra, desce o morro, sobe o run, é guerra, bate o Oguê que o sangue tem Dendê, tá pra nascer quem manda nela”, concentra uma das características mais marcantes do samba: a linguagem direta e afirmativa. O trecho cresceu nas passadas e encontrou forte resposta da quadra, funcionando como um dos principais pontos de sustentação da apresentação. A letra também se destaca por aproximar os atributos de Oyá de questões que ultrapassam a narrativa religiosa. O verso “O Brasil da intolerância eu despacho no ebó” aborda a intolerância religiosa, enquanto “porque não existe macho que levante a mão pra mim, é que eu sou preta, macumbeira e de Oyá” traz uma afirmação de identidade que encontrou forte identificação no público e foi cantado com uma emoção especial por diversos componentes, com pessoas batendo no peito ao entoá-lo. É um verso de grande força semântica e que, na quadra, mostrou capacidade de criar pertencimento. O refrão principal, “Oyá Tetê Oyá Tetê Oyá, Oyá Tetê Oyá Mangueira Yabá, Ê mamãe, traz de novo teu axé, relampejou pra vitória, Motumba Lè”, confirmou a força popular da obra. Cantado em alta intensidade pela torcida e pelos intérpretes, levantou a quadra em todas as passadas e encerrou a disputa em clima de grande empolgação. É um samba que se apresentou com muita força e capacidade de comunicação, especialmente pela combinação entre uma torcida extremamente participativa, um intérprete em alto rendimento e versos que encontraram identificação imediata. No mais, a parceria fechou a noite como uma das grandes forças da eliminatória.</p>
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			<media:title type="plain">Arquivos Grupo Especial - Carnavalesco</media:title>
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		<title>Análise: Sambas despontam na primeira etapa de disputa na Imperatriz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 14:07:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Imperatriz abriu sua disputa de samba-enredo na feijoada, no último sábado, em sua quadra, em Ramos. A escola encerrará a segunda-feira de carnaval com o enredo “A Memória do Rei e o Sumiço de Dona Júlia”, desenvolvido pelo carnavalesco Leandro Vieira. Nesta primeira fase, 27 parcerias se apresentaram, e destas, 10 seguem na disputa. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_196596" aria-describedby="caption-attachment-196596" style="width: 815px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-196596" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/imperatriz_1508.jpg" alt="imperatriz 1508" width="815" height="499" title="Análise: Sambas despontam na primeira etapa de disputa na Imperatriz 13" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/imperatriz_1508.jpg 815w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/imperatriz_1508-600x367.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/imperatriz_1508-150x92.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/imperatriz_1508-768x470.jpg 768w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/imperatriz_1508-686x420.jpg 686w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/imperatriz_1508-300x184.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/imperatriz_1508-696x426.jpg 696w" sizes="auto, (max-width: 815px) 100vw, 815px" /><figcaption id="caption-attachment-196596" class="wp-caption-text">Foto: Mariana Santos/CARNAVALESCO</figcaption></figure>
<p>A Imperatriz abriu sua disputa de samba-enredo na feijoada, no último sábado, em sua quadra, em Ramos. A escola encerrará a segunda-feira de carnaval com o enredo “A Memória do Rei e o Sumiço de Dona Júlia”, desenvolvido pelo carnavalesco Leandro Vieira. Nesta primeira fase, 27 parcerias se apresentaram, e destas, 10 seguem na disputa. A próxima fase ocorrerá na próxima sexta-feira. A seguir, o <strong>CARNAVALESCO</strong> analisa as apresentações dos sambas classificados nesta etapa do concurso.</p>
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<p><strong>Parceria de Matheus Pranto</strong>: A nona parceria a se apresentar na tarde de sábado foi defendida por Preto Joia, Dowglas Diniz e Tinguinha. O samba 13 apresentou um dos trabalhos melódicos mais interessantes da noite, com ótimo rendimento, fruto de uma defesa segura e enérgica. A obra se volta diretamente à narrativa do desaparecimento de Dona Júlia e também explora o ritual de reencantamento da boneca após seu retorno como um artifício lírico e melódico: “Foi cabra calçada com bicho de pena / Menga no ori / Renasceu pelo sagrado no peji”. Mais poética que descritiva, sem perder a função de sintetizar bem o rito. Poucos sambas utilizaram esse recurso, mas essa obra garantiu uma abordagem mais criativa a esse momento-chave do enredo, que aborda o “Sumiço da calunga Dona Júlia”. A composição traz refrões fortes, como “Iya kekere eu vi a terra tremer, Iya kekere é a noite do dendê / Imperatriz no toque da alfaia e ganzá / É mandinga de Xangô, tem mironga de Oxalá”, por seu lirismo, construção melódica, além da performance dos intérpretes, que potencializaram o peso natural do trecho, balançando a quadra. Outro momento de destaque foi o verso “Cadê a boneca?”, que explodiu, contagiante. A performance embalou não só os presentes, de maneira geral, mas também alguns segmentos, como a presidência, a equipe criativa e o carro de som.</p>
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<p><strong>Parceria de Zé Katimba</strong>: A parceria do baluarte Zé Katimba foi a décima primeira apresentação da noite. A obra foi defendida por Nego, Bruno Ribas e Juan Briggs e traz em sua composição um foco no retorno da calunga e na essência religiosa do Maracatu Nação, além de abordar o ritual de reencantamento da boneca após seu retorno. O samba tem sua força na composição, com uma melodia que abraça com a potência necessária. Tem refrões potentes que utilizam a repetição como artifício, e que foi eficaz para o público presente: “Igbalé Oyá, Igbalé Oyá / Meia-noite na matriz, meia-noite na matriz / Na boneca de madeira o egun da catimbozeira é o axé da Imperatriz”. A performance foi enérgica, porém, na primeira passada, alguns dos intérpretes demonstravam falta de intimidade com a letra, chegando a executar de forma um pouco truncada a repetição do refrão “Igbalé Oyá, Igbalé Oyá&#8230;”. Ainda assim, a defesa engatou ao longo da apresentação, com um rendimento crescente, terminando em um bom momento. Teve seu ápice na última passada do refrão principal, deixando um gostinho de “quero mais” nos presentes na quadra, que cantavam alto.</p>
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<p><strong>Parceria de Eduardo Medrado</strong>: A parceria de Eduardo Medrado foi a décima sexta a se apresentar. Wander Pires, Wandinho e Tinganá são os intérpretes oficiais, porém, Wander Pires não esteve presente na noite de hoje. Em sua narrativa, a composição é bem imagética, com uma abordagem criativa ao sumiço de Dona Júlia: “Rei do Congo atravessa o mar / Novas vestes vão lhe cortejar / É preto, banto e nagô / Se fez maracatu / Fio de Orum à eternidade / Rito de egum, ancestralidade / No trono da anciã, calunga guardiã / Moldada no ifé, reluz no cinzel / Veludo protetor, colares, paetês e um véu”. A construção melódica do refrão “Deu meia-noite, mas por lá é meio-dia / Tambor ressoa pro tambor que silencia / Maracatu Porto Rico é fundamento e raiz / É sentimento feito Imperatriz” é gostosa de ouvir, apesar de perder um pouco da potência lírica. A obra teve uma apresentação mais morna em comparação a outras obras da noite, obtendo um rendimento regular, sem grandes momentos de impacto no público.</p>
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<p><strong>Parceria de Josimar</strong>: Defendido por Pixulé, o décimo sétimo samba a se apresentar foi um dos grandes destaques da noite. A performance iniciou com o pé direito, trazendo uma introdução bonita e poética, valendo-se de todo o potencial do grande tenor do Carnaval, embelezando a performance, e aqueceu a quadra antes mesmo do início oficial da música, fazendo o público vibrar. Em sua composição, a obra se volta ao retorno de Dona Júlia ao Maracatu Porto Rico, explorando a narrativa com um olhar mais criativo e menos preso à simples reprodução da sinopse. O trecho “Quando o portão abrir, eparrey Oyá! / Que a ancestralidade venha nos guiar! / A gira vai começar” foi um dos pontos altos do samba – contagiante, forte e com uma boa melodia. O verso “Tem macumba e maracatu segunda-feira” espelha um dia de importância para os ritos do Maracatu Porto Rico com o dia de desfile da Rainha de Ramos em 2027 e é um destaque da construção lírica. Além da brincadeira com a expansão do sentido da frase, o verso aproxima a narrativa da comunidade. Outro destaque está nas variações melódicas de “Gira aí calunga / Boneca morada do egum no ayê”; o samba também apresenta soluções mais criativas para contar a história, como em “No encanto do criador, Porto Rico perguntou: ‘Dona Júlia, cadê você?’”, que também “explodiu” na quadra. A defesa de Pixulé foi enérgica e deu mais brilho à obra. Uma defesa equivalente à potência do samba e de rendimento excelente do início ao fim. Baianas, harmonia e direção de Carnaval também cantaram e bailaram o samba durante a apresentação, que conseguiu esquentar a quadra e fazer o refrão pegar rapidamente.</p>
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<p><strong>Parceria de Jeferson Lima</strong>: A décima oitava apresentação da tarde foi a parceria de Jeferson Lima, defendida por Evandro Malandro e Lissandra Oliveira. Com dois intérpretes de peso, a apresentação começou com impacto dos intérpretes: Lissandra brilhou na introdução, com toques de adaró evocando Oyá, que energizou a quadra. A composição começa explorando o valor histórico do Maracatu, resgatando a nobreza negra do Congo e a trajetória construída por pessoas escravizadas e suas gerações. A narrativa depois se aproxima da relação encantada de Dona Júlia com a festa. Em destaque, os versos “Banto, traço nagô / Laço, cor e saudade / Dama do laço, porta-estandarte&#8230;” apresentam uma construção poética que desemboca no refrão “Gira, girou, deixa girar / Tem carnaval além da despedida”. O comando “gira, girou, deixa girar” fez sucesso na quadra. O simples verso “Dona Júlia volta pro seu terreiro” também mostrou sua força: rapidamente passou a ser cantado pela quadra. Outro destaque foi “Ê calunga! Ê calunga! / Dona Júlia assentamento, seu egum foi abraçar”, impulsionado por sua melodia, que ganhou o peso dos atabaques. Além do público geral, a diretoria e o carnavalesco demonstraram estar contagiados pela melodia. O rendimento foi excelente e a composição conseguiu fazer com que parte significativa da quadra acompanhasse o samba para além do refrão.</p>
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<p><strong>Parceria de Moisés Santiago</strong>: A parceria de Moisés Santiago foi a décima nona apresentação, performada por Igor Sorriso, Wic Tavares, Tuninho Júnior, Rodrigo Tinoco e Diego Nicolau. A composição evoca a força histórica do maracatu e seus ritos e o reencantamento da boneca Dona Júlia. Um dos destaques é o início já forte: “Vai ter baque virado na segunda-feira pra coroar a Imperatriz macumbeira”. Na estrofe, “Ê calunga aê, calunga aê, calunga Dona Santa encantada foi guiada ao Orúm / Calunga aê, calunga aê, calunga é boneca Dona Júlia, guardiã do seu egúm” e, no refrão, “Ilê Axè Oyá Menguê, Olinda te cuidou na tradição Xambá” também há interessantes variações rítmicas. O samba, no geral, apresenta certo “swing” por todo o seu corpo melódico. A defesa foi enérgica, embora o rendimento geral tenha sido regular, recebido de maneira mais morna pelo público. Mesmo sem atingir o mesmo brilho de outros sambas da noite, a melodia foi o maior ponto de destaque da apresentação: apesar de não acompanharem o canto, muitos se balançavam ao ritmo da obra.</p>
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<p><strong>Parceria de Guga Martins</strong>: A parceria de Guga Martins foi defendida por Marquinhos Art Samba na vigésima primeira apresentação da noite. A composição traz uma abordagem mais criativa da narrativa e de força poética, sem seguir necessariamente uma linha cronológica dos acontecimentos propostos pela sinopse, com ênfase nos versos: “Maracatu a wurè egun iê / Baque virou e balançou o mar / Maracatu é fundamento, macumba calunga! / O sagrado que vou carregar / O couro dos batuques virou a maré / Nos passos que já foram guardei minha fé&#8230;”; e “Guardada em desencanto, ela sumiu / Tantos anos de vazio, encontrada em Olinda / Alafiou na trama de Arupemba / No ilê do caçador&#8230;”. Seu momento de peso e destaque se dá nos refrões como “Ê Congo aê gonguê&#8230; gira Imperatriz! / Ê Congo aê gonguê&#8230; canta forte Imperatriz”, que se espalhou rapidamente pela quadra; e o refrão “Oyá balé e láári ó! / Oyá balé roda contra o tempo a nossa gente e a coroa da ‘nação’ leopoldinense”. Um dos méritos do destaque se dá pela performance dos intérpretes: limpa, forte e de harmonias muito bonitas e agradáveis de ouvir, que fizeram a composição brilhar. A apresentação teve um bom rendimento e conseguiu contagiar parte da quadra, especialmente nos refrões.</p>
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<p><strong>Parceria de Me Leva</strong>: A vigésima quarta apresentação da noite, da parceria Me Leva, foi defendida por Grazzi Brasil e Chicão. Igor Vianna também compõe o time de intérpretes, mas não estava presente. A obra apresentou uma melodia de grande força, vibrante, com influência do ritmo do maracatu, à altura da composição. Um dos destaques está na utilização do ritual de purificação de Dona Júlia como recurso lírico e melódico. O trecho “É galinha-d’angola, farinha / Sangue no couro / Sassanha pra folha de boldo&#8230;” cria uma construção que estimula o canto e o acompanhamento com palmas. É um trecho que tem certa complexidade melódica e lírica, mas foi muito bem executado pelos intérpretes. A melodia, inclusive, é um destaque no desenvolvimento desse trecho por sua variação. O recurso ganha ainda mais importância porque o samba segue uma narrativa em ordem cronológica, próxima à apresentada na sinopse, encontrando na música uma maneira de criar movimento dentro dessa estrutura. Outro destaque é o poderoso refrão “OYÁ OYÁ&#8230; Ê LARI Ô OYÁ BALÉ OYÁ OYÁ&#8230; Ê LARI Ô OYÁ BALÉ QUE MEU OGÃ EVOQUE UM PONTO DE MACUMBA PRA GANHAR A RUA A IMPERATRIZ DO CANDOMBLÉ”, por sua força e beleza poética. O samba teve um bom rendimento, e a performance conseguiu animar a quadra, além da direção, da bateria e da equipe criativa, que cantaram o samba do início ao fim.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="RPa6IT0djFI"><iframe loading="lazy" title="IMPERATRIZ LEOPOLDINENSE 2027 | PARCERIA DE ME LEVA | 15/08" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/RPa6IT0djFI?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><strong>Parceria de Hélio Porto</strong>: A parceria campeã da junção do samba de 2026 foi a penúltima a se apresentar. O samba de Hélio Porto e companhia, defendido por Charles Silva, foi um dos grandes destaques da noite. A composição dá foco maior ao lado ritualístico e espiritual do Maracatu Nação Porto Rico, com uma construção lírica potente e poderosos refrões, com toda a força de um bom samba-enredo “afro”. Mais uma vez, a exploração do ritual de reencantamento no trecho “Vai começar o ritual: tem vela acesa, couro em sangue, copo d’água / A cantiga tira mágoa / Veste branco no roncó&#8230; / Quem vai pra rua não vai só” foi reproduzida muito bem, em um momento de destaque e peso melódico. Outro ponto alto é a interpolação melódica de “Deu meia-noite”, alusão a um ponto de Umbanda, que cria um momento indutivo ao canto e funcionou bem na quadra. O refrão “Akoro mina dewa Oya afulele / Akoro mina dewa motumbalê / Catimbó, catimbozeiro nos encantos da calunga / Imperatriz firma seu ponto na macumba!” também foi executado e recebido à altura de sua força. O samba levantou a quadra já no final da noite, com um ótimo rendimento. Agitou os que ainda estavam presentes e contagiou a direção da agremiação, a equipe criativa e o mestre-sala.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="qWgAtvtbsDk"><iframe loading="lazy" title="IMPERATRIZ LEOPOLDINENSE 2027 | PARCERIA DE HÉLIO PORTO | 15/08" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/qWgAtvtbsDk?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><strong>Parceria de Renan Gêmeo</strong>: Encerrando a noite, a parceria de Renan Gêmeo foi interpretada por Wantuir. O samba, apesar de se ater à cronologia e à narrativa apresentada na sinopse, se destaca por uma abordagem mais narrativa, exaltada por sua melodia vibrante. O refrão “Imperatriz tem mironga de macumbeiro” foi um dos destaques, enquanto a melodia apresentou influências do toque do Maracatu, reforçando a conexão musical com o universo do enredo. Outro momento interessante aparece em “A eparrey! O destino na trama de arupemba / É lei, é lei / Fundamento de orixá”, que traz uma variação melódica bastante agradável de ouvir e bem executada na performance. No geral, a apresentação teve um rendimento crescente e terminou a noite em alta, com uma quadra mais receptiva e participativa, que chegou a contagiar alguns segmentos.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="K28-maeb5_c"><iframe loading="lazy" title="IMPERATRIZ LEOPOLDINENSE 2027 | PARCERIA DE RENAN GEMEO | 15/08" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/K28-maeb5_c?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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			<media:title type="plain">Arquivos Grupo Especial - Carnavalesco</media:title>
			<media:description type="html"><![CDATA[Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.]]></media:description>
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		<title>Beija-Flor anuncia parcerias campeãs da etapa de Belém</title>
		<link>https://carnavalesco.com.br/beija-flor-anuncia-parcerias-campeas-da-etapa-de-belem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Carnavalesco]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 13:46:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Beija-Flor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Beija-Flor de Nilópolis anunciou, no último sábado, as duas agremiações paraenses vencedoras da etapa especial realizada em Belém do Pará: Bole Bole e Xodó da Nega. As obras foram selecionadas para representar o Pará na disputa de samba-enredo do Carnaval 2027 da escola. * Seja o primeiro a saber as notícias do carnaval! Clique [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_196592" aria-describedby="caption-attachment-196592" style="width: 781px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-196592" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/beijaflorbelem.jpg" alt="beijaflorbelem" width="781" height="570" title="Beija-Flor anuncia parcerias campeãs da etapa de Belém 14" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/beijaflorbelem.jpg 781w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/beijaflorbelem-548x400.jpg 548w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/beijaflorbelem-150x109.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/beijaflorbelem-768x561.jpg 768w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/beijaflorbelem-575x420.jpg 575w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/beijaflorbelem-300x219.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/beijaflorbelem-600x438.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/beijaflorbelem-696x508.jpg 696w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/beijaflorbelem-324x235.jpg 324w" sizes="auto, (max-width: 781px) 100vw, 781px" /><figcaption id="caption-attachment-196592" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução de internet</figcaption></figure>
<p>A Beija-Flor de Nilópolis anunciou, no último sábado, as duas agremiações paraenses vencedoras da etapa especial realizada em Belém do Pará: Bole Bole e Xodó da Nega. As obras foram selecionadas para representar o Pará na disputa de samba-enredo do Carnaval 2027 da escola.</p>
<h2 data-fetch="true"><strong><a href="https://whatsapp.com/channel/0029VaAb9275fM5RRZWlW22w" target="_blank" rel="noopener">* Seja o primeiro a saber as notícias do carnaval! Clique aqui e siga o CARNAVALESCO no WhatsApp</a></strong></h2>
<p>Como campeãs da etapa paraense, as duas obras garantiram vaga direto na semifinal da disputa de samba-enredo da Beija-Flor, que acontece no dia 3 de setembro, no Rio de Janeiro, quando irão concorrer com as demais composições classificadas nas eliminatórias realizadas na quadra da escola.</p>
<ul>
<li><a href="https://carnavalesco.com.br/beija-flor-2027-samba-da-parceria-de-luizinho-moura/" target="_blank" rel="noopener"><strong>OUÇA AQUI O SAMBA DA PARCERIA DE XODÓ DA NEGA</strong></a></li>
<li><strong><a href="https://carnavalesco.com.br/beija-flor-2027-samba-da-parceria-de-herivelto-martins-e-silva-vetinho/" target="_blank" rel="noopener">OUÇA AQUI O SAMBA DA PARCERIA DE BOLE BOLE</a></strong></li>
</ul>
<p>A etapa de Belém integra o intercâmbio cultural promovido pela Beija-Flor em torno do enredo “Zeneida: O Sopro do Pó de Louro”, dedicado à trajetória da pajé marajoara Zeneida Lima. A programação contou com a presença da comitiva liderada pelo presidente Almir Reis, além de artistas, equipe de pesquisa, profissionais do Carnaval e integrantes da diretoria.</p>
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		<item>
		<title>CARNAVALESCO abre votação para o público eleger o melhor enredo do Grupo Especial do Rio para o Carnaval 2027</title>
		<link>https://carnavalesco.com.br/carnavalesco-abre-votacao-para-o-publico-eleger-o-melhor-enredo-do-grupo-especial-do-rio-para-o-carnaval-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Carnavalesco]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 04:38:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Carnaval]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A disputa pelo Carnaval 2027 já começou também fora da Marquês de Sapucaí. O CARNAVALESCO abriu nesta sexta-feira a votação para o público escolher qual é o melhor enredo do Grupo Especial do Rio de Janeiro para o próximo carnaval. A enquete ficará disponível até 28 de agosto. O resultado será divulgado no dia 31 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A disputa pelo Carnaval 2027 já começou também fora da Marquês de Sapucaí. O CARNAVALESCO abriu nesta sexta-feira a votação para o público escolher qual é o melhor enredo do Grupo Especial do Rio de Janeiro para o próximo carnaval. A enquete ficará disponível até 28 de agosto. O resultado será divulgado no dia 31 de agosto. O público poderá escolher entre os seguintes enredos:</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfObYyTzNFipswe-FSJjAfYLuDWFLV_vXQpAihRyxHoNmfsXg/viewform?embedded=true" width="640" height="923" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0">Carregando…</iframe></p>
<p>União de Maricá — &#8220;Utopia Brasil: Darcy Ribeiro&#8221;<br />
Beija-Flor de Nilópolis — &#8220;Zeneida &#8211; O Sopro do Pé de Louro&#8221;<br />
Paraíso do Tuiuti — &#8220;Ciata &#8211; A Mãe Preta do Samba&#8221;<br />
Unidos de Vila Isabel — &#8220;Torto Arado &#8211; Sobre a terra há de viver sempre o mais forte&#8221;<br />
Mocidade Independente de Padre Miguel — &#8220;Latinamente Independente – Nosso norte é o Sul em Remanifesto&#8221;<br />
Unidos da Tijuca — &#8220;A Cabeça do Santo&#8221;<br />
Acadêmicos do Salgueiro — &#8220;Laroyê Xica da Silva &#8211; A história por trás da história&#8221;<br />
Imperatriz Leopoldinense — &#8220;A Memória do Rei e o Sumiço de Dona Júlia&#8221;<br />
Portela — &#8220;Ao Mestre, com Carinho&#8221;<br />
Unidos do Viradouro — &#8220;Griôs&#8221;<br />
Acadêmicos do Grande Rio — &#8220;Sankofa Tabon – Os Retornados da Costa do Ouro e a Estrela Negra da Liberdade&#8221;<br />
Estação Primeira de Mangueira — &#8220;Oyá Por Nós&#8221;</p>
<p>Os temas apresentam propostas bastante diferentes para a Sapucaí. A União de Maricá fará sua estreia no Grupo Especial com uma homenagem a Darcy Ribeiro, enquanto a Beija-Flor contará a trajetória de Zeneida Lima e sua relação com a cultura marajoara. O Tuiuti terá Tia Ciata como personagem central, e a Vila Isabel levará para a avenida uma narrativa inspirada no romance Torto Arado, de Itamar Vieira Junior.</p>
<p>Na segunda-feira de carnaval, a Mocidade apresentará uma reflexão sobre a América Latina, a Unidos da Tijuca apostará na literatura de Socorro Acioli, o Salgueiro revisitará a história de Xica da Silva e a Imperatriz contará a história de Dona Júlia, boneca sagrada do maracatu que desapareceu durante décadas.</p>
<p>Na terça-feira, a Portela homenageará Monarco, a Viradouro contará a história dos griôs, a Grande Rio abordará os africanos escravizados que retornaram ao continente africano após conquistarem a liberdade, enquanto a Mangueira levará Oyá, também conhecida como Iansã, para o centro de sua narrativa.</p>
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		<item>
		<title>Mocidade transforma seleção de passistas em grande evento na Zona Oeste</title>
		<link>https://carnavalesco.com.br/mocidade-transforma-selecao-de-passistas-em-grande-evento-na-zona-oeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Carnavalesco]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 04:11:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Mocidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ala de passistas da Mocidade Independente de Padre Miguel vive uma fase de protagonismo e ganhou mais um capítulo rumo ao Carnaval 2027. A escola realizou uma grande audição para a formação de seu novo elenco, com mais de 130 candidatas inscritas e oito jurados responsáveis pela avaliação. * Seja o primeiro a saber [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_196547" aria-describedby="caption-attachment-196547" style="width: 532px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-196547" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/passistasmocidade.jpg" alt="passistasmocidade" width="532" height="355" title="Mocidade transforma seleção de passistas em grande evento na Zona Oeste 15" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/passistasmocidade.jpg 532w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/passistasmocidade-150x100.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/passistasmocidade-300x200.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/08/passistasmocidade-530x355.jpg 530w" sizes="auto, (max-width: 532px) 100vw, 532px" /><figcaption id="caption-attachment-196547" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação/Mocidade</figcaption></figure>
<p>A ala de passistas da Mocidade Independente de Padre Miguel vive uma fase de protagonismo e ganhou mais um capítulo rumo ao Carnaval 2027. A escola realizou uma grande audição para a formação de seu novo elenco, com mais de 130 candidatas inscritas e oito jurados responsáveis pela avaliação.</p>
<h2 data-fetch="true"><strong><a href="https://whatsapp.com/channel/0029VaAb9275fM5RRZWlW22w" target="_blank" rel="noopener">* Seja o primeiro a saber as notícias do carnaval! Clique aqui e siga o CARNAVALESCO no WhatsApp</a></strong></h2>
<p>O processo seletivo enaltece o tamanho que as audições vêm ganhando dentro da Verde e Branco. Depois de reunir centenas de candidatos na seleção da comissão de frente, a Mocidade transformou também a escolha das passistas em um verdadeiro evento, com show, bar e uma programação pensada para receber candidatas, integrantes da comunidade e público da região.</p>
<p>A movimentação faz parte de um projeto de profissionalização dos segmentos da escola e acompanha o momento de valorização da ala de passistas. Mais do que uma audição, a seleção se tornou uma atração para a região de Padre Miguel, aproximando a comunidade da rotina de preparação para o carnaval. A escola também preparou lembranças especiais para as candidatas, como forma de agradecer a participação e marcar a experiência de quem sonha em defender o verde e branco na Avenida.</p>
<p>A grande procura pela seleção demonstra a força do segmento e o interesse de novas passistas em integrar a Mocidade. A partir dos critérios avaliados pelo corpo de jurados, a escola busca formar um elenco que reúna samba no pé, técnica, personalidade, presença cênica e identificação com a identidade da agremiação.</p>
<p>“A ideia foi realizar uma seleção criteriosa, mas também acolhedora. Receber tantos candidatos mostra a força do nosso carnaval e o desejo dessas mulheres de fazer parte da Mocidade. Queremos formar um elenco que tenha técnica, personalidade, samba no pé e, principalmente, identificação com a escola”, conta George Louzada, diretor artístico da Mocidade.</p>
<p>A iniciativa integra uma série de ações que vêm movimentando a preparação da Mocidade para 2027 e reforça uma característica que a escola pretende levar para o próximo Carnaval: “Tudo ganha dimensão de espetáculo — dos grandes ensaios às audições que começam a revelar quem estará na Avenida”, finaliza Louzada.</p>
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