O carnavalesco Flávio Campello foi para o seu quarto ano consecutivo na Tom Maior. Dentro desses trabalhos e dos níveis de apresentações que a escola estava realizando nos carnavais anteriores, jamais imaginava um descenso. Entretanto, mesmo com este ocorrido, Flávio optou por ficar na agremiação e ajudou a conquistar o título do Grupo de Acesso 1, ocasionando o retorno da ‘vermelho e amarelo’ à elite. Vale ressaltar que o artista já está com contrato renovado e irá com força total rumo ao Carnaval 2026. No Desfile das Campeãs, Flávio conversou com o CARNAVALESCO e celebrou a vitória com a reedição da ‘Nova Angola’, realizada com sucesso.
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Nova identidade com título
O artista celebrou a volta do histórico samba à avenida, dando uma nova identidade ao enredo e, sobretudo, concedendo o título do Acesso 1 para a escola. “Foi um presente, porque é um enredo que merecia uma nova oportunidade e uma nova roupagem. Acho que a justiça foi feita esse ano com um samba inesquecível da escola, onde a gente pôde pelo menos ser campeão, mesmo que tenha sido no acesso. Foi um título que para a gente foi inesquecível, pois simboliza o nosso retorno ao grupo especial”, afirmou.
Foco no objetivo: Desfile de elite
Flávio Campello é um dos carnavalescos mais requisitados do carnaval paulistano. Em termos de resultado e pista, o profissional entrega ótimos trabalhos há vários anos. Mesmo com a queda da Tom Maior, o artista aceitou o desafio de encarar o Grupo de Acesso, tendo como missão realizar um desfile no patamar de Grupo Especial. “Desde o início, quando a escola fez a proposta para que eu continuasse, eles me pediram para fazer um desfile de Grupo Especial. Realmente foi o que a gente tentou apresentar. Para mim foi como se eu estivesse no Grupo Especial pelo tamanho do trabalho, do projeto, gigantismo das alegorias, das fantasias e eu acho que a gente conseguiu”, disse.
Alegorias em destaque
Ainda comentando sobre o nível do desfile, o carnavalesco declarou que o gigantismo das alegorias foi o principal ápice da Tom Maior dentro da pista. “O ponto alto foi as alegorias, porque sempre foi um quesito xodó meu. Acho que alegoria sempre vai ter um grande carinho na minha vida. A gente cumpriu um papel de trazer uma Angola nova, com outra identidade e isso nos concebeu o resultado que a gente tanto almejava”, concluiu.