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Diretora cultural da Liesa, Evelyn Bastos analisa parceria da Liga com as escolas mirins: ‘cuida do futuro do carnaval’

Presidente da Mangueira do Amanhã faz análise de parceria com a secretaria municipal de Educação e balanço à frente da área cultural da Liesa

Evelyn Bastos, diretora cultural da Liesa, rainha de bateria da Mangueira e presidente da escola de samba mirim Mangueira do Amanhã, esteve presente no desfile das escolas mirins na última sexta-feira, e conversou com o CARNAVALESCO sobre a parceria da Liesa com a Associação das Escolas de Samba Mirins.

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Foto: Matheus Morais/CARNAVALESCO

Ela iniciou o papo comentando sobre a importância do apoio da Liga para a realização do desfile das escolas mirins.

“Representa um braço atuante para que a gente tenha mais estrutura, que a gente tenha mais visibilidade, o que para mim é a parte, eu sempre digo, a parte mais bonita do carnaval, que é a parte que cuida do futuro do carnaval. Se a gente acredita que temos a maior parte popular do mundo, se a gente acredita na nossa cultura, na nossa manifestação popular, a gente precisa cuidar dessa base. A Liesa abre os braços para poder estruturar e melhorar as condições do desfile das mirins”.

A diretora cultural também explicou como a Liga ajudou na realização do carnaval mirim com a questão financeira e em outros suportes.

“Além da condição financeira mesmo, porque a verba que as mirins recebem chega a ser vergonhosa, mediante o tamanho que as escolas mirins têm. Acaba que na condição financeira ajuda-se muita gente, porque a gente sustenta o barracão desde de outubro. São até 20 funcionários, entre costureiras, aderecistas, da mesma forma que acontece nas escolas-mães. Mas a gente está mais estruturado, com o suporte de transporte, do chegar e sair dos ônibus das crianças. Tudo isso está sendo somado também a esse braço da Liesa com a AESM”.

Para 2026, a rainha de bateria da Verde e Rosa já enaltece uma parceria com a secretaria de Educação do município, e se prepara para, após os desfiles, ver o que buscar para melhorar ano que vem nos desfiles.

“Em um primeiro momento a gente, por exemplo, está fazendo uma parceria com a secretaria de Educação. Tivemos esse ano 2.600 crianças das escolas municipais do Rio de Janeiro assistindo aos desfiles mirins. Isso é inédito, pela primeira vez, e assim que acabar a gente faz um diagnóstico do que deu certo, do que poderia ter sido melhor, mas com certeza essa experiência para as crianças está sendo mágica, incrível, enriquecedora, e inesquecível. Estamos muito felizes com essa realização, com essa parceria com a secretaria municipal de Educação, e a gente já agradeceu ao secretário e toda a equipe por estar com a gente, por acreditar no desfile dos mirins, por acreditar no carnaval mirim, e ao nosso presidente também, Gabriel David, que deu os esforços para fazer com que tudo isso fosse possível”.

Evelyn também fez um balanço deste primeiro ano na frente da área cultural da Liesa, destacando o trabalho livre e coletivo dentro desta área na entidade responsável pelo Grupo Especial.

“Tive o aval do nosso presidente para aumentar, e a minha equipe é majoritariamente composta por mulheres, que já trabalham comigo em outras vertentes, que eu confio 100%, que também são do setor de cultura, sustentabilidade, educação, e a gente está fazendo um trabalho coletivo. Eu sempre digo que para mim funciona melhor, e acredito muito em um trabalho coletivo. A gente é muito livre. O nosso presidente Gabriel dificilmente ele bloqueia alguma coisa, não é do perfil dele, ele é um cara que ouve, está sempre pronto para ouvir e agregar. Estou muito feliz, realmente me surpreendi, inclusive, a gente pode aprofundar, e trazer mais ainda as pessoas, o povo, para conhecer a nossa história. Temos um acervo incrível, uma história incrível que está dentro da Liga, e os nossos planos para o futuro é fazer com que o povo também tenha ainda mais acesso a essa história do carnaval carioca”.

A rainha da Mangueira falou sobre o prêmio Estrela do Carnaval Guanabara na categoria “Rainha de Bateria” neste ano de 2025.

“Eu fiquei muito feliz. Foi um ano que a gente trouxe um enredo muito potente, muito forte, educacional também, porque a gente acabou ensinando muito sobre a cultura banto, sobre o quanto nós somos banto. Eu fico muito feliz toda vez que eu recebo um prêmio, ainda mais do CARNAVALESCO. Sempre digo que é um algo a mais para mim, porque é um veículo que me acompanha desde o meu início, desde os meus primeiros passos de rainha de bateria. Poder ganhar um prêmio diante de tantas rainhas maravilhosas, com recorde de rainhas comunidades, para mim é honroso demais”.

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