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Compliance e prisão de Chiquinho da Mangueira determinaram saída da Uber do carnaval do Rio

UberA Uber anunciou para Riotur e a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) que não irá patrocinar o Carnaval 2019. Além de não dar R$ 500 para cada uma das 14 agremiações do Grupo Especial, a empresa não apoiará os desfiles do Acesso na Intendente Magalhães, que era a responsável por toda a infraestrutura.

A alegação da Uber para a desistência é a prisão do deputado e presidente da Mangueira, Chiquinho da Mangueira (PSC), e a política de compliance da empresa, que é o conjunto de normas legais e diretrizes para que para o negócio e para as atividades da instituição ou empresa, que evitem, detectem e tratem qualquer desvio ou inconformidade que possa ocorrer.

Em entrevista ao jornal O Dia, o presidente da Riotur, Marcelo Alves, questionou a postura da empresa sobre o cancelamento. “As escolas já fazem o seu planejamento contando com esse recurso. Como a gente vai suprir isso? Tem também com a Intendente Magalhães, o que ela tem a ver com isso?”.

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