“Ela é Maria, Mariá…”. Maria Padilha incorporou na Unidos de Jucutuquara e levou a tradicional escola da Coruja a realizar um delicioso desfile de carnaval. Os componentes flutuaram no Sambão do Povo com o samba de Rafael Mikaiá e parceiros. O canto alegre e a evolução solta, cheia de representação, mostraram a força de uma agremiação feliz por ter se reencontrado com sua própria alegria.

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A comissão de frente, assinada por Márcia Cruz, abriu mão de elementos cenográficos e apostou no carisma de suas dançarinas, dentro da representação clássica da homenageada. Arrancou aplausos.

A bateria dos mestres Yan Corrêa e Ed Wisley ainda apresentou pequenas falhas na execução de alguns naipes, mas se mostrou bem ensaiada e com marcações firmes.

O visual não comprometeu, mas passou longe de ser o ponto forte do desfile. O desenvolvimento do enredo nas fantasias ficou um pouco repetitivo, porém bem executado.

O desfile do reencontro para a nação Jucutuquara.

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Fotos: Eugênio Leal/CARNAVALESCO