A Imperatriz Leopoldinense recuperou e consolidou sua força nos últimos anos no Carnaval carioca ao terminar em terceiro lugar em 2025. Com o impactante enredo “Ómi Tútu ao Olúfon — Água fresca para o senhor de Ifón” e uma apresentação repleta de alegorias e fantasias luxuosas, a escola demonstrou porque continua a ser uma das grandes protagonistas da folia. Em entrevista ao CARNAVALESCO, no desfile das campeçãs, a presidente Cátia Drumond fez um balanço geral do que achou do carnaval esse ano e contou o que podemos esperar do próximo ano.
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“O saldo é totalmente positivo. Foram três noites com escolas super fortes e grandes apresentações. Não deu para a gente esse ano, mas já vamos pensar em 2026, virar a página e ver o que segue. A cabeça do Leandro Vieira (carnavalesco, renovado pela agremiação) é uma caixinha de surpresa. Nem posso imaginar o que ele vai criar, mas tenho certeza que será algo bem maior do que foi 2025”.
A Verde e Branca da Leopoldina obteve nota máxima em sete quesitos, sendo a menor delas 29,9 pontos, surpreendentemente, nos quesitos Fantasias e Samba-enredo. Sobre isso, a presiente confessa sua frustração.
“O que mais me doeu foi o ponto do samba-enredo, porque ele foi fortemente cantado pelo público em todos os ensaios de rua e nos dois ensaios técnicos. Fizemos um grande desfile, mas, sinceramente, não sei o que deu no ouvido do julgador que, infelizmente, não conseguiu compreender a letra”.
Recentemente, a escola anunciou que ampliaria o terreno da tradicional quadra de ensaios, localizada na Rua Professor Lacé, em Ramos, com o objetivo de proporcionar mais conforto e bem-estar ao público e componentes.
“As obras já foram iniciadas. Vou tentar entregar a quadra até o Carnaval de 2026”, afirmou Cátia, que comprou um imóvel nos fundos do local, para possibilitar sua ampliação.