Entre apostas e incertezas, os componentes da Estácio de Sá, Carla, Allan, Andréa e Luiz Carlos conversaram com o CARNAVALESCO e revelaram a ansiedade e o êxtase de integrar o maior espetáculo da Terra. A professora de Língua Portuguesa Carla Neves, de 48 anos, demonstrou confiança total na agremiação pela qual desfila desde os 15 anos.

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Carla Neves

“A Estácio vai ganhar. A confiança é total, porque a escola está muito bonita e a comunidade está se dedicando”, afirmou.

Quem também não titubeou ao cravar o título foi o administrador Allan Galdino, de 29 anos, em seu primeiro Carnaval defendendo a bandeira vermelha e branca.

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Allan Galdino

“A Estácio vai arrebentar a avenida, vai ser um grande desfile. A escola vem com tudo. A gente vem para conquistar o título”, projetou.

Andréa Soares, professora da rede municipal do Rio de Janeiro, de 52 anos, também celebrou a força estaciana.

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Andréa Soares

“A comunidade tem um canto muito forte, o povo vem com garra e com vontade de ganhar. A bateria é ótima. O pessoal aqui não brinca em serviço”, disse Andréa, que desfila na Estácio desde 1992, entre idas e vindas, e que, em 2026, retorna à agremiação após quatro anos afastada.

Na análise do aposentado Luiz Carlos dos Santos, de 62 anos, que caminha para o seu terceiro desfile pela Estácio, as coirmãs têm chances, mas a vermelha e branca não fica atrás.

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Luiz Carlos dos Santos

“Está concorrido, tem muita escola boa, mas estamos fazendo a nossa parte”, avaliou.

Sobre a competitividade, Andréa concorda: “Tem muitas escolas que também vêm com a mesma garra. Hoje em dia está difícil demais. Um milésimo faz muita diferença”.

Engana-se, porém, quem pensa que a Estácio chega despreparada ou alheia ao peso da disputa.

“O grande trunfo é o nosso enredo, sobre o pai de santo Tata Tancredo”, opinou Allan.

Já Andréa e Luiz Carlos apostam na força humana da escola. “Destaco o pé no chão e o amor que cada componente tem pela agremiação”, afirmou a professora.

“Vou citar a harmonia. Está todo mundo envolvido”, completou o aposentado.

Há, de fato, motivos para a animação dos entrevistados, considerando o histórico recente da escola do Morro de São Carlos.

“No último desfile, a gente quase ganhou. O título não veio por poucos décimos”, lembrou Luiz Carlos, ao comentar o vice-campeonato de 2025.

O estreante Allan, contudo, acredita que os ajustes necessários foram feitos para a tão aguardada vitória.

“A Estácio já realizou os acertos necessários para conquistar o campeonato e subir para o Grupo Especial”, concluiu.