<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" >

<channel>
	<title>Renato Palhano &#8211; Carnavalesco</title>
	<atom:link href="https://carnavalesco.com.br/author/renato-palhano/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://carnavalesco.com.br</link>
	<description>Carnaval do Rio de Janeiro, escolas de samba, sambas-enredo, fantasias e vídeos</description>
	<lastBuildDate>Thu, 28 Jan 2021 18:58:57 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2024/01/cropped-profile-image-ig-page-sitecarnavalesco-32x32.jpg</url>
	<title>Renato Palhano &#8211; Carnavalesco</title>
	<link>https://carnavalesco.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Série &#8216;Navegando nas histórias dos carnavais&#8217;: o polêmico &#8216;Cama, Mesa e Banho de Gato&#8217;, da Unidos da Tijuca</title>
		<link>https://carnavalesco.com.br/serie-navegando-nas-historias-dos-carnavais-o-polemico-cama-mesa-e-banho-de-gato-da-unidos-da-tijuca/</link>
					<comments>https://carnavalesco.com.br/serie-navegando-nas-historias-dos-carnavais-o-polemico-cama-mesa-e-banho-de-gato-da-unidos-da-tijuca/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Palhano]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2021 18:58:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Unidos da Tijuca]]></category>
		<category><![CDATA[Navegando nas histórias dos carnavais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.carnavalesco.com.br/?p=65601</guid>

					<description><![CDATA[<p>O polêmico enredo da escola de samba do Morro do Borel é uma mistura de irreverência, machismo, catarse e até inocência. A Unidos da Tijuca no seu primeiro carnaval após a redemocratização parece ter incorporado os ventos de liberdade que que sopravam pelo país a fora e levou para Marquês de Sapucaí um carnaval que [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br/serie-navegando-nas-historias-dos-carnavais-o-polemico-cama-mesa-e-banho-de-gato-da-unidos-da-tijuca/">Série &#8216;Navegando nas histórias dos carnavais&#8217;: o polêmico &#8216;Cama, Mesa e Banho de Gato&#8217;, da Unidos da Tijuca</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br">Carnavalesco</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O polêmico enredo da escola de samba do Morro do Borel é uma mistura de irreverência, machismo, catarse e até inocência. A Unidos da Tijuca no seu primeiro carnaval após a redemocratização parece ter incorporado os ventos de liberdade que que sopravam pelo país a fora e levou para Marquês de Sapucaí um carnaval que parecia ser um grito geral de tudo é permitido.</p>
<p>Antes de tudo temos que contextualizar o momento da época. Após 21 anos de ditadura e repressão muitas escolas (merecidamente ou não) incorporaram o “a moral e os bons costumes” implementadas pelo período militar. Muitas se tornaram adesistas ao sistema e cantaram pela passarela a fora enredos chamados oficiais como: Educação para o desenvolvimento (1973), Brasil ano 2000 (1974) e o pesadíssimo O Grande Decênio (1975); todos protagonizados pela Beija-Flor. E outros nem tão adesistas, mas claramente incorporando componentes pouco carnavalescos como: De Nonô a JK (1981) e Os modernos Bandeirantes (1971) trazidos pela Mangueira.</p>
<p>Quebrando um elo da corrente oficial as escolas de samba, que nada mais são reflexo da sociedade e suas transformações, o ano de 1986 desceu na Sapucaí de uma forma mais leve enredos que já não tratavam de exaltar feitos de heróis de ocasião e plataformas governamentais. Enredos como “Caymmi Mostra ao Mundo o que a Bahia e a Mangueira Tem”, “Assombrações” União da Ilha e até questionamentos como “Brazil, não seremos Jamais ou Seremos? ” Da Caprichosos de Pilares.</p>
<p>É dentro desse contexto que a Unidos da Tijuca se apresenta com &#8220;Cama, Mesa e Banho de Gato&#8221;, do carnavalesco Wany Araújo. O início do samba a escola já mostra a que veio e diz: “o homem orgulhoso como o quê, não se sente feliz com a sua matriz (não, não, não) monta uma filial, mostra os pecados capitais no carnaval”. E realmente mostrou. Os componentes da escola mais aproveitando o tema jocoso trazido pela escola parecem desfilar em um grande bloco de carnaval de rua. Passistas soltos sambavam, pulavam, se abraçavam em clima de tudo é permitido. A comissão de frente trazia componentes fantasiados de gatos, dando uma impressão singular de uma fábula inocente, quase infantil, mas na verdade a história era outra, bem mais polêmica, politicamente incorreta e de vertente controversa olhando aos dias de hoje.</p>
<p>Lançando os olhos sobre o que foi a Tijuca 1986 o samba segue na sua toada de ser um elemento crucial para o que realmente expõe o pensamento comum de uma sociedade que ali na passarela não se esconde atrás de falsas dialéticas. A Tijuca veio como franca atiradora de uma escola que até ali não parecia se importar muito não estar inserida no grupo das grandes, talvez isso tenha ajudado no relaxamento de mostrar um enredo que não se preocupava em esconder isso ou aquilo que poderia ou não chocar o júri.</p>
<p>Com uma sinceridade própria o samba diz em outro trecho: “A hora é essa vamos e admitir, uma só mulher é pouco, deixa o homem no sufoco com muitas que andam por aí. O Arroz com feijão lá de casa é bom, mas o cozido da vizinha é melhor (é melhor)”.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="UZl8Md5Zoeg"><iframe title="&quot;Cama, mesa e banho de gato&quot; - Unidos da Tijuca 1986 | Carnavalesquiando" width="696" height="522" src="https://www.youtube.com/embed/UZl8Md5Zoeg?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p>Pronto, está aí a mensagem do enredo e pouco importava o que os outros iam dizer. A Tijuca faz uma grande convocação, em rede nacional, o que grande parte daquela sociedade reprimida pensava lá no fundo, mas sem expor, e esboçando aquele sorrido constrangido de canto de boca no expectador que estava assistindo em casa com a família, até as gargalhadas nas mesas de botequins, onde sempre foi visto como um local de homens e machista, até então. Essa é a graça do Carnaval, essa é a conexão que as escolas de samba tinham com a sociedade em plena era de ouro do samba-enredo.</p>
<p>Passados 35 anos desse desfile a gente pensa no como ele seria recebido hoje pela sociedade? Que escola hoje se propõe a abrir uma discussão dessas na avenida? Não faço aqui juízo de valor sobre a qualidade da obra e o gosto sobre o tema e da forma como foi abordado, o papel aqui é abrir luz a história do carnaval e suas peculiaridades.</p>
<p>Era outra sociedade, havia uma inocência de esperança, liberdade, e eu acho que nada mais carnavalesco que essa abordagem, esse tema. Goste ou não a Tijuca fez sua cama, mesa, banho de gato, passou brincando, teve problemas pagou o preço e foi rebaixada. Seria esse um recado do júri ao tema? Talvez, mas o recado estava dado e a escola deu uma grande banana para o resultadismo mostrando seu desfile dionisíaco e sem amarras. Isso é Carnaval!</p>
<p><strong>Letra do samba Unidos da Tijuca em 1986</strong></p>
<p>O homem orgulhoso como quê<br />
Não se sente feliz com a sua matriz<br />
Montou uma filial<br />
Mostra os pecados capitais no carnaval<br />
A hora é essa e vamos admitir<br />
Uma só mulher é pouco<br />
Deixa o homem no sufoco<br />
Com tantas que andam por aí<br />
O arroz com feijão<br />
Lá de casa é bom<br />
Mas o cozido da vizinha é melhor<br />
Dizem que eu sou machista<br />
Com pinta de egoísta<br />
Polígamo conquistador<br />
Mas isso vem do tempo do vovô<br />
Lá vai o trouxa<br />
Crente que está numa boa<br />
Mas não sabe que a patroa<br />
Está com o Ricardão<br />
E sua filha tem fama de sapatão</p>
<p>Tem piranha no almoço<br />
Tem virado no jantar<br />
Pra quem tem fome<br />
Qualquer prato é caviar</p>
<p>Vida, palco desses acontecimentos<br />
Desfilando pelo tempo<br />
Hoje eu quero me banhar<br />
No prazer mais prolongado<br />
Que o banho de gato dá<br />
Gingam cabrochas e ritmistas<br />
Passistas e vigaristas<br />
Artistas de revista e TV<br />
Que não se importam<br />
Com o que vocês vão dizer</p>
<p>Bota o prato na mesa<br />
Tudo que vier eu traço<br />
Prepare a cama<br />
Que hoje tem banho da gato</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br/serie-navegando-nas-historias-dos-carnavais-o-polemico-cama-mesa-e-banho-de-gato-da-unidos-da-tijuca/">Série &#8216;Navegando nas histórias dos carnavais&#8217;: o polêmico &#8216;Cama, Mesa e Banho de Gato&#8217;, da Unidos da Tijuca</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br">Carnavalesco</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://carnavalesco.com.br/serie-navegando-nas-historias-dos-carnavais-o-polemico-cama-mesa-e-banho-de-gato-da-unidos-da-tijuca/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desfiles da década: inesquecível Angola de Rosa Magalhães, com o requinte do samba de André Diniz, Arlindo Cruz e parceiros</title>
		<link>https://carnavalesco.com.br/desfiles-da-decada-inesquecivel-angola-de-rosa-magalhaes-com-o-requinte-do-samba-de-andre-diniz-arlindo-cruz-e-parceiros/</link>
					<comments>https://carnavalesco.com.br/desfiles-da-decada-inesquecivel-angola-de-rosa-magalhaes-com-o-requinte-do-samba-de-andre-diniz-arlindo-cruz-e-parceiros/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Palhano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 20:33:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Vila Isabel]]></category>
		<category><![CDATA[Desfiles da Década]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.carnavalesco.com.br/?p=64900</guid>

					<description><![CDATA[<p>O enredo da Vila Isabel no ano de 2012 trouxe um punhado de brasilidade com forte elo em Angola. Mostrando na avenida o mito de origem do que hoje conhecemos como samba e batuque, resgatou tempos imemoriais da nossa ligação cultural com o país africano. Apostando na campeoníssima professora Rosa Magalhães, a Vila Isabel faz [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br/desfiles-da-decada-inesquecivel-angola-de-rosa-magalhaes-com-o-requinte-do-samba-de-andre-diniz-arlindo-cruz-e-parceiros/">Desfiles da década: inesquecível Angola de Rosa Magalhães, com o requinte do samba de André Diniz, Arlindo Cruz e parceiros</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br">Carnavalesco</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O enredo da Vila Isabel no ano de 2012 trouxe um punhado de brasilidade com forte elo em Angola. Mostrando na avenida o mito de origem do que hoje conhecemos como samba e batuque, resgatou tempos imemoriais da nossa ligação cultural com o país africano. Apostando na campeoníssima professora Rosa Magalhães, a Vila Isabel faz referência ao Semba e ao tradicional Kuduro, um batuque angolano que faz uma viagem ao Brasil através dos navios negreiros e encontra aqui uma terra fértil para semear os frutos que hoje chamamos de samba e suas particularidades.</p>
<p>Com um enredo forte, resgatando as tradições da escola, o samba-enredo mostra componentes de impacto na avenida e marca a estreia de Arlindo Cruz como compositor da escola, ao lado de nomes já consagrados como Evandro Bocão, Arhur das Ferragens, André Diniz e Leonel. Escolhida para fechar o primeiro dia dos desfiles, logo após a passagem da Beija-Flor, a campeã de 2011, a Vila Isabel começa os primeiros setores focados em Angola com tons mais foscos.</p>
<p>Conforme o desfile vai acontecendo, entre a noite e o amanhecer, os últimos setores retratam, com mais brilho e colorido, a representação das festas populares. Conforme o dia vai amanhecendo, conferimos uma verdadeira aula de composição de desfile da Rosa Magalhães.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-64904" src="http://site.carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_3.jpg" alt="angola 3" width="1024" height="681" title="Desfiles da década: inesquecível Angola de Rosa Magalhães, com o requinte do samba de André Diniz, Arlindo Cruz e parceiros 5" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_3.jpg 1024w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_3-300x200.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_3-768x511.jpg 768w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_3-696x463.jpg 696w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_3-632x420.jpg 632w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<blockquote><p><span style="background-color: #ffffff; color: #ff0000;">“O canto livre de Angola é uma ideia do Martinho, que há muitos anos vem fazendo intercâmbio musical entre a Angola e o Brasil, levando músico de um lado para o outro. E o samba veio da Angola, onde se chama Semba. Por aqui, ele se desenvolveu e criou particularidades, então é a música que vai levar esse enredo durante o tempo todo do desfile”, destacou na época a carnavalesca Rosa Magalhães.</span></p></blockquote>
<p>Com uma disputa que depois se tornou acirrada na segunda-feira de Carnaval, a Vila Isabel veio preparada para impactar. Como dizia a letra do samba “Incorpora outra vez Kizomba”, esse parecia o desfile escolhido para realizar aquela catarse de 1988. Com 3.500 componentes, 31 alas e 7 carros alegóricos, a escola se apresentou buscando a imponência de campeã.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-64905" src="http://site.carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_2.jpg" alt="angola 2" width="1024" height="681" title="Desfiles da década: inesquecível Angola de Rosa Magalhães, com o requinte do samba de André Diniz, Arlindo Cruz e parceiros 6" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_2.jpg 1024w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_2-300x200.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_2-768x511.jpg 768w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_2-696x463.jpg 696w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_2-632x420.jpg 632w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Logo de cara, trouxe uma comissão de frente, que representava uma savana africana muito lúdica e com elementos fortes de dança e rituais, que até hoje é lembrada na escola. Um rinoceronte, símbolo da força africana, se desintegrava no meio da alegoria e se transformava em um matagal por onde bichinhos brincavam de esconde-esconde. A Comissão de frente assinada por Marcelo Misailidis fez esse trabalho bonito de integração com o público e deixou sua marca na escola conseguindo os 40 pontos. A introdução de bailarinos interagindo com o tripé e formando uma dança Kuduro na exibição para os jurados mostrou a força da experiente equipe de Misailidis.</p>
<p>“A ideia era muito complexa porque se tratava de um carro baixo e o desenvolvimento sobre a parte arquitetônica do carro foi complicado porque ele teve muita dificuldade para chegar na avenida. Às vezes, encalhava em qualquer pequena elevação. Por isso tinha que ser um projeto muito leve e, ao mesmo tempo, muito grande para conseguir compor uma cenografia que ajudasse a trazer todo esse mistério. Toda essa dificuldade era para tentar criar essa magia que tinha alguns aspectos até infantis, na luta pela vida, do leão<br />
que caçava os outros bichinhos e nesse meio até a própria tribo africana em que tudo dialogava e trabalhava junto”, conta o coreógrafo da comissão de frente Marcelo Misailidis.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-64906" src="http://site.carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_1.jpg" alt="angola 1" width="1024" height="681" title="Desfiles da década: inesquecível Angola de Rosa Magalhães, com o requinte do samba de André Diniz, Arlindo Cruz e parceiros 7" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_1.jpg 1024w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_1-300x200.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_1-768x511.jpg 768w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_1-696x463.jpg 696w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_1-632x420.jpg 632w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>O desfile da Vila Isabel que veio com garra de campeã acabou impactando um pouco a euforia em alguns acabamentos em alegoria, o que não rendeu nenhuma nota 10 nos quesitos. Foram quatro 9.9 e um 9.7 que acabou sendo descartado no critério. Apesar de estarem plasticamente de acordo com a harmonia do enredo o volume nem tão grandioso dos carros, características da professora, não parece ter agradado os jurados. Um pequeno problema na saída de uma alegoria na dispersão fez a escola dar uma pequena travada na evolução, mas isso não fez a escola despontuar no quesito, provando a já tradicional garra dos componentes da Vila Isabel.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-64902" src="http://site.carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_4.jpg" alt="angola 4" width="1024" height="681" title="Desfiles da década: inesquecível Angola de Rosa Magalhães, com o requinte do samba de André Diniz, Arlindo Cruz e parceiros 8" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_4.jpg 1024w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_4-300x200.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_4-768x511.jpg 768w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_4-696x463.jpg 696w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/01/angola_4-632x420.jpg 632w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>A bateria que contava com o supercampeão mestre Paulinho e o lendário mestre Mug parece não ter passado na cadência perfeita. Com paradinhas muito bem elaboradas o excesso pode ter prejudicado em algum aspecto o rendimento rítmico da escola. Com apenas uma nota 10, a escola viu no quesito o campeonato escapar pelas mãos.</p>
<p>A Vila Isabel terminou na terceira colocação, atrás do Salgueiro com seu Cordel Branco e Encantado e da campeã Unidos da Tijuca que trouxe o centenário do Rei do Baião Luiz Gonzaga. Muitos torcedores da Vila Isabel têm esse carnaval atravessado na garganta. O samba, o enredo, o desfile, o ressurgimento da consagrada carnavalesca Rosa Magalhães: tudo parecia perfeito para o triunfo, mas ele só veio no ano seguinte.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br/desfiles-da-decada-inesquecivel-angola-de-rosa-magalhaes-com-o-requinte-do-samba-de-andre-diniz-arlindo-cruz-e-parceiros/">Desfiles da década: inesquecível Angola de Rosa Magalhães, com o requinte do samba de André Diniz, Arlindo Cruz e parceiros</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br">Carnavalesco</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://carnavalesco.com.br/desfiles-da-decada-inesquecivel-angola-de-rosa-magalhaes-com-o-requinte-do-samba-de-andre-diniz-arlindo-cruz-e-parceiros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
