A Acadêmicos do Grande Rio levou à Marquês de Sapucaí o enredo “A Nação do Mangue”, do carnavalesco Antônio Gonzaga, de densidade política e potência simbólica, ao transformar o mangue em metáfora de origem, resistência e revolução cultural.

A evolução transcorreu sem grandes atropelos ou buracos visíveis e agradou o diretor Thiago Monteiro.

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“Estou muito feliz e satisfeito. De dentro nós não temos a real noção, mas acredito que a nação do mangue veio para avenida com tudo. Na minha ótica, fizemos um desfile tranquilo, técnico e sabendo tudo o que queríamos. Carnaval é matemática, planejamento, organização e a Grande Rio, mais uma vez, se consolida como uma padrão de desfile”, declarou em entrevista ao CARNAVALESCO.

O samba foi sustentado com força pelo intérprete Evandro Malandro, que conduziu a obra com potência vocal e segurança, características que já marcam sua trajetória.

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“Foi emocionante. O amor a camisa, o amor a Grande Rio e a Caxias tomou conta da Sapucaí. Acho que todo mundo abraçou a escola”, disse.

A bateria de Mestre Fafá executou um trabalho consistente, com bossas bem distribuídas que evitaram a monotonia rítmica. O andamento se manteve firme.

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“Acho que duvidaram muito da Grande Rio, do samba, do Antônio que é um gênio e a escola fez um desfile incrível. Espero que a apresentação da bateria venha nos coroar com nota máxima”, declara.

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