A relação do homem com a terra e a luta pela reforma agrária passaram, na última sexta-feira, pelo Sambódromo do Anhembi, no desfile dos Acadêmicos do Tatuapé intitulado “Plantar para colher e alimentar. Tem muita terra sem gente, tem muita gente sem terra”, assinado por Wagner Santos.

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Em entrevista ao CARNAVALESCO, alguns dos principais representantes da Escola da Emoção falaram sobre o desempenho da agremiação e de seus quesitos na Avenida.

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Leonardo Helmer, coreógrafo da comissão de frente

“Foi excelente. Fizemos exatamente como ensaiamos, tudo igual. Lógico que hoje com a emoção, com a adrenalina do público, mas tudo dentro do esperado. Estamos satisfeitíssimos. Exatamente o que ensaiamos”.

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Diego Silva, primeiro mestre-sala

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“Todo desfile é uma emoção diferente. A cada ano, nós tentamos fazer, como o nosso presidente, Eduardo Santos fala, o melhor desfile de nossas vidas. A escola estava linda, a escola está alegre, a escola está feliz, e isso impacta diretamente em quem carrega o pavilhão para toda essa comunidade. Somos muito honrados, muito gratos, e hoje foi uma emoção tremenda porque sabíamos do nosso potencial. Sabíamos que nós iríamos conseguir, e se Deus quiser, deu tudo certo. Temos que estar bem fisicamente, temos que nos preparar bem durante o dia, principalmente no dia. Comer coisas leves, porque a fantasia, mesmo a mais leve, é pesada, por isso temos que estar bem com nós mesmos, pois as dificuldades virão. Você tem que estar preparado para poder enfrentá-las”.

Celsinho Mody, intérprete oficial

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“Foi muito bom. A escola estava preparada e fizemos um desfile com emoção, muito custoso, mas Deus é bom. Foi um desfile de muita raça e muita superação. Tivemos que superar muitas coisas dentro da avenida, mas, com fé em Deus, vamos conquistar as notas máximas dos jurados e comemorar na terça-feira. Estou com uma expectativa boa porque, pelo que vi da escola, todo mundo estava cantando, dançando, com os carros acesos. A escola estava linda”.

Erivelto Coelho, um dos presidentes do Tatuapé

“Estamos saindo extremamente felizes e muito satisfeitos com tudo o que foi planejado e projetado. Acho que tudo deu certo. Tudo o que passamos nos ensaios técnicos e na quadra serviu como lição. Hoje parecia difícil entrar e alinhar o Abre-alas, mas esse era o único obstáculo que tínhamos. Depois que ele alinhou, tudo aconteceu naturalmente, como se fosse um sonho. Acho que vêm coisas boas por aí, se Deus quiser”.

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