A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) oficiou a Portela e a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) após o sobrevoo de um drone tripulado durante o desfile da escola na Marquês de Sapucaí, no último domingo. A informação foi revelada pela jornalista Raquel Landim, do SBT News.
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Na apresentação da comissão de frente, assinada por Claudia Mota e Edifranc Alves, um bailarino foi elevado por um drone de grandes proporções como recurso cênico para representar a libertação do Negrinho do Pastoreio, um dos elementos centrais do enredo “O Mistério do Príncipe do Bará — a Oração do Negrinho e a Ressurreição de Sua Coroa sob o Céu Aberto do Rio Grande”.
De acordo com o regulamento que disciplina a operação de drones no Brasil, é proibido transportar pessoas, animais ou artigos perigosos por meio desse tipo de equipamento, devido ao risco de acidentes, inclusive fatais. Segundo a apuração do SBT News, a Anac solicitou as especificações técnicas do drone e a identificação do piloto para lavratura de auto de infração. A multa média nesses casos gira em torno de R$ 4 mil.










