A “mais querida” de Vitória viveu uma situação inusitada em seu desfile. Aos 15 minutos, com a comissão de frente se aproximando do segundo módulo de julgamento, uma queda parcial de energia desligou parte das caixas de som. Conforme prevê o regulamento, o desfile foi interrompido completamente.
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A Unidos de Piedade ficou cerca de meia hora parada na pista até que o problema fosse resolvido. Em seguida, continuou de onde havia parado.
Desde o início, a escola contou com a participação do público, que cantava o refrão do samba em homenagem ao baluarte da agremiação, Edson Papo Furado, a plenos pulmões. A parte musical foi o ponto alto do desfile, com grande apresentação do intérprete Kléber Simpatia e de seu carro de som, ao lado da excelente bateria de Mestre Juninho da Puxeta. O samba funcionou muito bem para o desfile.
A comissão de frente encenou o homenageado na infância e depois adulto, coroando-o rei. Coreografia bem executada no chão, mas sem um momento de impacto.
O casal formado por Vinícius e Amanda conseguiu superar o desafio que tem sido o primeiro módulo para todas as escolas, por conta da corrente de vento, e brilhou no segundo módulo.
O enredo foi desenvolvido com clareza pelo carnavalesco Vanderson Cesar, mas ficou nítido que a escola não tinha recursos para fazer alegorias e fantasias no mesmo nível das principais concorrentes.
O homenageado fechou o desfile, proporcionando um momento de emoção para uma arquibancada que respondeu com vibração e alegria.











