O Novo Império mostrou a tradição de seus 70 anos e pisou forte no Sambão do Povo, elevando o nível do desfile. Com o enredo “Arauanayê: guardiãs dos mistérios ancestrais”, do carnavalesco Osvaldo Garcia, a vizinha do Sambão do Povo teve problemas com fantasias inacabadas em uma ala e também na bateria, mas fez uma apresentação vibrante e compacta, que deve render boas notas em harmonia e evolução.
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O destaque, mais uma vez, foi o intérprete Danilo Cezar, que deu um show de canto, carisma e comunicação. Ele entoou um bonito samba de Júnior Fionda, Tem-Tem Jr. e Arlindinho Cruz, que explodiu no refrão e emocionou nos primeiros versos, mas destoou ao deslocar a sílaba tônica da palavra “cristal”.
A porta-bandeira Alana Marques teve muitos problemas com o vento no primeiro módulo de julgamento e não conseguiu impedir que seu pavilhão enrolasse no mastro. Mas ela e seu parceiro, Wesckley Black, se recuperaram e fizeram uma bonita apresentação no segundo módulo. A comissão de frente não chegou a se destacar, embora não tenha cometido erros aparentes.
O conjunto alegórico estava volumoso e representativo, mas apresentou alguns problemas de acabamento.
Não foi um desfile para título, mas a escola superou o que mostrou no ano anterior.












