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Casal da Acadêmicos de Niterói cita alto nível técnico dos casais e sonho de chegar ao Especial

Emanuel Lima e Thainara Matias falam sobre a importância do preparo físico e mental para o casal desenvolver na Avenida

Em entrevista ao canal “Fala Galera Oficial”, o novo casal de mestre-sala e porta-bandeira, Emanuel Lima e Thainara Matias, que já passou dançou pela Unidos da Ponte em 2025, falou sobre a emoção de chegar ao Grupo Especial para o desfile de 2026, através da Acadêmicos de Niterói.

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Emanuel Lima e Thainara Matias pela Ponte no Carnaval 2025. Foto: Allan Duffes/CARNAVALESCO

“O nível técnico do nosso segmento é muito alto, os casais precisam se entender, precisam se preparar. Não é só o físico, é o psicológico, o preparo em todos os campos. A gente compete com uma galera muito boa; agora no Grupo Especial são os nossos ídolos. A galera que a gente copiou lá atrás. Estamos no mesmo grupo. Eleva nível em um grau que não imaginávamos que fosse acontecer tão rápido”, declarou Thainara. Alegando que o casal ainda não vê como uma virada de chave, mas sim como “dois garotos vislumbrados com uma grande oportunidade”.

Emanuel Lima contou que uma das primeiras coisas que conversaram com a escola de Niterói foi em relação ao suporte e como ele é necessário para que o resultado venha. Revelou também que o atual presidente, Wallace Palhares, mesmo garantiu que eles teriam carinho, suporte e ajuda.

“A Thainara colocou na minha cabeça que eu tenho que estar sempre preparado. O físico é fundamental. Precisamos estar bem psicologicamente. A Niterói vai nos dar o suporte para o trabalho”, comentou o mestre-sala.

Indagados sobre o peso da roupa, a porta-bandeira comentou que na Série Ouro acredita que a média seja de 10kg a 15kg, já o mestre-sala depende da proposta que ele preferir para a parte de baixo da fantasia. O casal lembrou que no Especial a fantasia chega antes para que possam treinar para o desfile, diferente dos grupos de acesso.

“A Dandara (porta-bandeira da Vila Isabel) falou e concordo. Tudo no carnaval evolui muito, menos a roupa do casal. Parece que tudo é digital, mas a roupa da porta-bandeira continua lá na era analógica. É um material que machuca, é uma roupa pesada, uma roupa muito quente. A gente faz um esforço muito grande. Nós somos cobrados 200%, mas nem sempre temos 10% de estrutura”, citou Thainara Lima, que comentou ainda sobre o episódio em que saiu de cadeira de rodas do desfile da Unidos da Ponte, por ter desidratado devido ao calor com a roupa e necessitou tomar soro.

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