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Final bastante equilibrada na Beija-Flor tem favoritismo entre parcerias de Romulo Massacesi e Diogo Rosa

A equipe do CARNAVALESCO, através da série “Eliminatórias”, acompanhou mais uma etapa da disputa de samba-enredo da Beija-Flor para o Carnaval 2025. Três parcerias estão classificadas para a final, que acontece na próxima quinta-feira, dia 17 de outubro. * OUÇA AQUI OS SAMBAS FINALISTAS

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Parceria de Kirraizinho: Abrindo a noite, samba de Kirraizinho, Dr. Rogério, Ronaldo Nunes, Clay Ridolfi, Miguel Dibo, Ramon via 13, foi o primeiro da disputa. Comandado por Charles SIlva, o samba é muito melodico, bem ritimado, e foi bem cantado pela torcida. Destaque para a subida para o refrão final, feita para que a comunidade gritasse a saudade do mestre “Quando a saudade apertar/lembre que o amor não tem fim/Nós somos um só/Você vive em mim”, além dos próprios refrões que são bem trabalhados e contagiam, como no refrão do meio “Povo preto da baixada, vencedor/Quem é do gueto não teme nada nem senhor”, bem pra cima, e empolgando o componente a cantar, em especial a segunda parte do samba.

Parceria de Diogo Rosa: A obra de Diogo Rosa, Julio Assis, Diego Oliveira, Manolo, Julio Alves e Léo do Piso, foi animadíssima, bem contagiante e está bem no páreo. A torcida cantou muito, contagiando bastante, e dando um show a parte durante a apresentação, com um solo de Lissandra e uma apresentação de uma gira aos pés da pedreira chamando Xangô. Com certeza, um dos destaques da noite. A parte “Há macumba arriada/Não há chama que lhe forje/Saiba, já está tudo preparado/Pra você ser assentado/Bem ao lado do São Jorge” é muito forte. Peso também para os refrões, como o do meio com “Ganga Zumba ê, Luiz”.

Parceria de Rômulo Massacesi: Encerrando a semifinal, a obra de Rômulo Massacesi foi a última da noite e também trouxe uma torcida vibrante durante a apresentação dos sambas. Tem uma pegada muito melódica e para cima ao mesmo tempo, destacando-se os refrões, como o do meio, com “O brado no tambor, feitiço/Brigou pela cor, catiço”, e iniciando a letra com um saudação ao próprio Laíla com “Kaô meu velho”. A obra tem diversos momentos que são interessantes e também chamam a atenção, em especial na segunda parte, como “Eu vou seguir sem esquecer nossa jornada/Emocionada, a Baixada em redenção” e o início da subida para o refrão final com “Chama João pra matar a saudade”, onde a torcida canta forte, com o crescimento na melodia deste verso.

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