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Segundo carro da Imperatriz, “Rebuliço no olho do mamulengo”, representou a morte do bando de Lampião

Imperatriz02 2Logo em seguida do abre-alas, o segundo carro alegórico da Imperatriz, “Rebuliço no olho do mamulengo”, trouxe a morte de Lampião de forma lúdica ao lado de seu bando na estética do teatro de mamulengos. A alegoria trouxe um olhar carnavalizado ao fim do cangaceiro e é bem colorida. Como destaques, estava a “Mamulengueira explendorosa” e as “Mamulengueiras”.

O carro trouxe esculturas das cabeças de Lampião e seu bando na forma da cultura do teatro de mamulengos. Além disso, a alegoria contava com violões esculpidos, detalhes em verde e xadrez.

Imperatriz03 2Samile Drumond, destaque central de 35 anos, saiu como a “Mamulengueira explendorosa”. Com o enredo de Leandro Vieira, Samile pôde conhecer mais a literatura de cordel.

“Não só o mamulengo, mas representar a Imperatriz, essa história, está sendo uma honra. A gente vai brilhar muito, tenho certeza (…) Não tanto quanto agora, eu já tinha ouvido falar (da literatura de cordel), mas agora a gente mergulhou nesse universo lindo, está todo mundo encantado”, disse Samile.

Karen Ramayane, estudante de enfermagem de 30 anos, desfila na Imperatriz desde os nove. Apesar de ter passado por várias alas da Rainha de Ramos, Karen estreou em um carro alegórico hoje. Nordestina, a componente acha que o carnaval pode ajudar a região ser mais falada.

Imperatriz01 2“Eu acho que é importante a gente falar sobre essas figuras do nosso Nordeste, que não são tão faladas. O carnaval é uma oportunidade de falar da nossa história (…) Eu sou nordestina, moro no Rio há muitos anos. Eu tenho uma base maior, mas hoje através do enredo que a Imperatriz está contando”, falou Karen.

Stephanie Silva Hansen, professora de dança de 25 anos, afirmou que o enredo de Leandro Vieira a ajudou a conhecer mais a cultura do cordel. “É muito importante, porque é algo muito cultural do sertão. É muito importante representar a cultura do sertão na Marquês de Sapucaí (…) Eu conhecia a literatura de cordel por alto, nunca me aprofundei muito não. O enredo me ajudou muito a conhecer, é maravilhoso, muito explicativo”.

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